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Resultados do World Beer Awards 2016: Cervejas brasileiras entre as melhores do mundo

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No concurso cervejeiro realizado anualmente na Inglaterra, a Cervejaria Hausen Bier, de Araras (SP), surpreende e se consagra como uma das grandes campeãs. Cervejarias Bierland, Colorado, Eisenbahn e Wäls também ganham prêmios dentro de categorias específicas. Confira as vencedoras:

OVERVIEW

World’s Best Dark Beer Deschutes, Mirror Mirror
World’s Best Flavoured Beer Rodenbach, Caractère Rouge
World’s Best Lager Hausen Bier, Dunkel
World’s Best Pale Beer Affligem, Blond
World’s Best Sour Beer Oud Beersel, Oude Gueuze
World’s Best Speciality Beer St-Feuillien, Grisette Blond Sans Gluten
World’s Best Stout & Porter La Voie Maltée, Criminelle
World’s Best Wheat Beer Hoepfner, Hefe-Weizen

World’s Best Design Birra Roma, Bionda

CATEGORY BREAKDOWN

WORLD’S BEST STYLES
Dark Beer
American Brown Ale Camba Hop Gun
Barley Wine Deschutes Mirror Mirror
Belgian Style Dubbel Wäls Dubbel
Belgian Style Strong Unibroue Trois Pistoles
Black IPA Birrificio della Granda Black Hop Sun
English Brown Ale St. Peter’s Dirty Tackle
Mild Pyynikin Klassikko Ruby Jazz Ale
Oud Bruin Rodenbach Vintage
Strong Novo Brazil Cookie Muncher

Flavored Beer
Chocolate & Coffee Colorado Demoiselle
Fruit & Vegetable Rodenbach Caractère Rouge
Herb & Spice Nasu Kohgen Beer Belgian White
Honey & Maple Bière du Vexin Ambrée au Miel
Smoke Bax Bier Koud Vuur
Spirit Gouden Carolus Indulgence 2015 – Whisky Infused
Wood Aged Samuel Adams Utopias 2015

Lager
Bock Hamovniki Bock-Bier
Czech-style Pale Pickup Truck Pilsner Bohemian Pilsner
Dark Hausen Bier Dunkel
Dortmunder Ketterer Edel
German-style Pale Waldhaus Diplom Pils
Helles / Münchner Chateau Kamiya Helles
Low Carb/Low Alcohol Waldhaus Sommer Bier
No Alcohol (0%) Alpirsbacher Alkoholfrei
Seasonal Alpirsbacher Kloster Zwickel
Strong Fujizakura Heights Beer Sakura Bock
Vienna Bierland Vienna

Pale Beer
Altbier Les Trois Mousquetaires Série Signature Sticke Alt
Amber Red Truck Beer Ale
Barley Wine Matilda Wheatwine
Belgian Style Ale Bootjesbier Bootje
Belgian Style Blonde Affligem Blond
Belgian Style Strong Dutch Bargain Imperial Pale Ale
Belgian Style Tripel Unibroue La Fin du Monde
Bière de Garde / Saison Anosteke Saison
Bitter 4% – 5% Deschutes Mirror Pond Pale Ale
Bitter over 5% BSA La Rossa del Gallo
Cream Ales Full Sail Session Cream Premium Summer Ale
Golden Chateau Kamiya IPL
Imperial IPA Colorado Vixnu
IPA Insel Brauerei Überseehopfen
Kölsch Flying Bison Buffalo Kolsch 716
Low-Strength Deschutes Hop Slice Session IPA
Pale Ale La Voie Maltée Faisant Malt
Seasonal Rivière d’Ain Thou

Sour Beer
Fruit Lambic Lindemans Blossom Gueuze
Gose / Others Prairie Artisan Prairie Flare
Gueuze Oud Beersel Oude Gueuze
Lambic Mort Subite Oude Gueuze Lambic

Speciality Beer
Brut / Champagne Oud Beerse006C Bzart Lambiek
Experimental Taiwan Head Brewers ?? Rain Water Tea Ale
Gluten-free St-Feuillien Grisette Blonde Sans Gluten Bio
Rice Yatsugatake Brewery Touchdown Kiyosato Lager
Rye Störtebeker Bio Roggen-Weizen

Stout & Porter
Flavoured Stout / Porter Redwell Brewing Kofra Stout
Imperial Stout La Voie Maltée Criminelle
Porter Bilboquet La Corriveau
Stout Deschutes Obsidian Stout
Strong Porter Harvey’s Prince Of Denmark
Sweet / Milk Stout Samuel Adams Cream Stout

Wheat Beer
Alcohol Free Alpirsbacher Weizen Isotonisch
Bavarian Hefeweiss Hoepfner Hefe-Weizen
Bavarian Kristal Kumpf Kristall Weizen
Belgian Style Witbier Jopen Adriaan
Dark Ayinger Urweisse
Strong Eisenbahn Weizenbock

A era da cerveja totalitária

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totalitarismo

A cerveja foi feita para unir as pessoas — e não dividi-las.

Chegou, enfim, o dia em que o mundo ficou dividido. Quem pensava de uma forma deveria, obrigatoriamente, procurar se enturmar com quem pensava da mesma forma, sem tirar nem por. Dissensos e traições eram severamente punidos. E como a cerveja faz parte da raça humana, também ela ficou dividida, cada qual com a sua tribo, cada uma com a sua ideologia. Ninguém se lembra ao certo como começou a divisão de gostos cervejeiros, mas o ancião de uma das castas lembra vagamente o dia em que, na mesa do bar, alguém fez cara de nojo pra uma cerveja que acabara de chegar: “Você vai tomar essa cerveja, com esse rótulo???”. Estava inaugurada a era da divisão. A partir de então, estava terminantemente vetado uma tribo beber a cerveja da outra.

O campo onde as guerras ideológicas eram acirradamente travadas era a internet. No reino tormentoso das mídias sociais, tinha-se que escolher de que lado se estava – e sempre haviam lados, muitos deles, um pra cada jeito de pensar. As mesas dos bares, antes o paraíso da troca de ideias, tornou-se uma vaga lembrança de um lugar então não mais frequentado. A geração da divisão não conseguia entender a estranha mania que as pessoas antigas tinham de debater pessoalmente. E ainda mais, absurdo dos absurdos, dividindo cervejas. E, como se não bastasse, naqueles tempos estranhos, mesmo com ideias diferentes, os “antigos” saíam das mesas com suas amizades intactas. Um absurdo!

Briga boa mesmo, coisa antenada, era pela internet. Guerra de textão entre castas se tornou prática diária. Alguém se manifestou contra o que você pensa? Ah, como é útil essa ferramenta chamada “bloqueio”! Bloqueia o sujeito, passa-se doravante a um não saber jamais o que o outro pensa. Um avanço civilizatório! Os espaços virtuais de cada turma se tornaram agitados, todos aplicados em espetar as demais castas e destruir reputações com blogs, vlogs, tumblrs, grumpls e kundrls.

A leitura diuturna desse material cibernético fez com que as pessoas se sentissem patrulhadas até mesmo em pensamento, de forma que o simples desejar íntimo de uma cerveja de uma outra tribo gerasse um tormento interno e um sentimento de culpa que nem tarja-preta resolvia. No fim, cada casta só podia tomar (e desejar) a sua própria cerveja. Pra quem era chegado em totalitarismo, era o paraíso.

Até que uma anomalia nesse sistema aconteceu. Num bairro obscuro de uma cidade obscura, surgiu um bunker no qual as pessoas de tribos diferentes ousaram se encontrar, levando as suas cervejas. Esses encontros se davam fisicamente mesmo, olho-no-olho, como nos tempos bárbaros. Todo mundo chegava de burca pra não ser reconhecido, já que a punição pra quem socializava em castas antagônicas era implacável. Lá dentro, o pessoal se soltava numa alegria completamente estranha para aqueles tempos engajados.

A menina do movimento negro adorava a Blonde, cerveja do movimento branco. O mesmo acontecia com os caras do movimento branco, que idolatravam a breja Black Panther, do movimento negro, e não entendiam porque diabos a Blonde não poderia ter um toquinho a mais de maltes escurecidos, que faziam toda a diferença.

A Che!, da galera disquerda, vinha embrulhada em miçangas, e foi lindo o dia em que, no ambiente abafado do bunker, ela e a Bolsomito, do pessoal didireita, dividiram a mesma mesa e as mesmas gargantas sedentas. A cerveja Gaynor, da turma LGBT, tinha um incrível dispositivo que, ao abri-la, minúsculas caixinhas de som começavam a tocar música de balada. No início, o pessoal do rock torceu o nariz, mas no fim deixou de frescura, caiu na dança e dividiu a sua Jagger – uma english pale ale – com todo mundo.

No meio de tudo chegavam os hopheads, com camisas contra a Lei de Pureza, os quais logo engatavam em um papo animado com os alemães, que tomavam a VeryBitter fazendo cara de espanto, enquanto se divertiam com os hopheads se refrescando gostosamente com a Wunderbar, a german pilsner que habitualmente traziam. E tinha muito mais cerveja, de muitas outras tribos, tantas que não caberiam nessa crônica.

Todo mundo bebendo a cerveja de todo mundo, todo mundo trocando ideia com todo mundo. As diferenças continuavam, mas era estranho como, pessoalmente, quem era muito diferente na internet se tornava mais igual do que se podia imaginar. Pensamentos diferentes eram contrapostos de maneira muito mais cordial e propositiva do que acontecia no Facebook. Todos eram convidados a discutir as cervejas e os problemas de todos. Não havia exclusão, assassinato de reputações, intrigas, indiretas, tudo era conversado na base do olho-no-olho e cerveja na mesa, como nos tempos de antanho.

A ideia geral, subversiva como pólvora, era que a cerveja tinha sido inventada para unir as pessoas, e não dividi-las!

A festa só terminava altas horas, quando acabava a bateria da Gaynor, a música cessava, as cervejas secavam, cada um vestia de novo a sua burca e saíam todos cabisbaixos do bunker para o frio silencioso e triste da madrugada e da vida moderna cibernética. Era, porém, uma tristeza contida. No canto da boca de cada um, sobrevivia um sorriso clandestino, a esconder a convicção de que na semana que vem tinha mais bunker, tinha mais festa.

Até que, um dia, o bunker caiu. Não se soube direito se foi alguém que falou demais, o certo é que o bunker foi descoberto pelas tribos, as quais, com tochas em punho, invadiram o local e carregaram, cada qual os seus rebeldes representantes, pelos cabelos, de volta às suas sedes, para que recebessem o devido reforço de doutrinação. O que era mais do que justo, porque era certo que uma casta jamais poderia discutir o problema da outra, já que uma não “vivia” o problema da outra. De forma que eram completamente intoleráveis aquelas conversas subversivas com cervejas diferentes.

E tudo então voltou pra internet, como sempre deveria ser.

As melhores IPA disponíveis no Brasil são nacionais, vem em latão, custam caro e são “sold out”

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Fazer IPA de qualidade no Brasil pode resultar em vários desfechos: sucesso e holofotes são alguns deles. Neste sentido, a cena nacional começou a experimentar uma considerável elevação da “nota de corte” para o estilo há alguns pares de meses com o lançamento da ovacionada Dogma Rizoma.

E a coisa não parou por aí. Felizmente. Mas antes de continuarmos, vamos só pincelar como era o mercado de IPAs no Brasil antes do fator Rizoma. Com exceção de um punhado de nacionais como as Seasons (Green Cow e Holy Cow #2 especialmente), Bodebrown Cacau IPA, Tupiniquim Polimango e outras Dogmas como Touro Sentado e Hop Lover, se você quisesse beber uma IPA mais interessante, obrigatoriamente teria que partir para uma importada (como Ballast Point Sculpin, Dieu Du Ciel Moralité, Amager Todd e algumas outras) e torcer para que esta estivesse em boas condições após  uma verdadeira cruzada que é o processo de importação de cervejas para o BR.

Voltemos então ao fator Rizoma. O que ela trouxe de novidade para ter representado um divisor de águas? Bem, basicamente ela apresentou aos brasileiros um pouco das características entregues pelas tão aclamadas NE IPA. Ou seja: frescor agressivo, lupulagem de aroma sem miséria, amargor limpo, no harsh at all, não pasteurizada, não filtrada e caramelo zero. Com esse conjunto e com a carência do nosso mercado, ela simplesmente roubou a cena.

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A Dogma continuou no caminho desbravado pela Rizoma e lançou em seguida duas receitas de DIPA single hop:  Citra e Mosaic Lover. E novamente não desapontaram. Mas aí você deve está se perguntando: só a Dogma que tem feito IPA com tal proposta? Felizmente não. Recentemente os cariocas da Hocus Pocus lançaram a primeira NE IPA de fato no Brasil: a Overdrive.  Ela foi a primeira a usar a levedura específica desse “estilo” que nasceu em Vermont, nos EUA. Mas ainda é muito pouco para um mercado em expansão como o nosso.

Além das explosões de aromas e sabores, o que mais esses latões têm em comum? Os seus altos preços. Infelizmente. Chegando facilmente a R$ 40,00 uma lata com 473ml. O preço talvez seja justificado pela qualidade e quantidade de insumos utilizados na receita (principalmente lúpulos de aroma) e outros fatores como nosso sistema tributário perverso e margens dos pontos de venda.

Para finalizar, provavelmente você questione: e custando tudo isso, essas brejas não encalham? Resposta: de forma alguma. Elas costumam esgotar assim que chegam às geladeiras dos PDVs. Demonstrando com isso que o Brasil tem sim um público sedento por IPA high end. Aí deixo mais uma pergunta: e qual será a próxima cervejaria nacional a se juntar à Dogma e Hocus Pocus neste exclusivo clube?

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FiL CruX
Beer Sommelier e consultor ávido por cervejas *A+* . É também um apreciador de música extrema e colecionador de miniatura de carros da PSA.

Saison: um estilo ainda a ser desbravado no Brasil

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Saison
Foto: beerandbrewing.com

Um dos estilos mais clássicos e versáteis que temos no mundo da cerveja é o chamado Saison (também comumente referenciado por muitas cervejarias como Farmhouse Ale). Na figura da lendária Saison Dupont, o estilo caiu nas graças da cena cervejeira mundial. A Dupont atualmente é uma das cervejas mais clonadas do mundo.

Contudo, temos acompanhado uma onda de repaginação do estilo promovida por cervejarias dos EUA. As melhores feitas por lá geralmente são extremamente secas (muitas terminam com FG 1000), complexas, de corpo baixo, entregam um funky delicioso, drinkability nas alturas e ainda trabalham de mãos dadas com a bretta. Ou seja: são cervejas que literalmente roubam a cena. E quais cervejarias na terra do Tio Sam entregam esta classe de saisons high end? Algumas. Tais como Hill Farmstead,  SARA, Jester King, Almanac, Crooked Stave, Funkworks e muitas outras.

E no Brasil? Aí complica (com exceção de algumas importadas como a própria Dupont, Fantome e Prairie). Infelizmente ainda não temos nenhuma saison nacional que entrega o perfil exposto acima. As nossas geralmente são “doces” (muito malte para a proposta), não atenuam o suficiente, corpo alto (novamente, para a proposta), abusam das frutas e pecam em complexidade. Ou seja: são equivalentes as IPAs caramelizadas  quando o assunto é lúpulo, podemos assim dizer. E olha que saison é um estilo presente nos portfólios de praticamente TODAS cervejarias nacionais.

Este panorama poderá mudar? Acredito que sim. Sei que há cervejeiros (não muitos) dispostos a abraçar o mundo “dry e complexo” das saisons A+. E sinceramente quem fizer isto primeiro será o grande responsável por introduzir o país no seleto grupo das saisons notáveis.

 

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FiL CruX
Beer Sommelier ávido por cervejas *A+* . É também um apreciador de música extrema e colecionador de miniatura de carros da PSA.

Concurso irá escolher a melhor India Pale Ale do Brasil

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Premiação será no dia 5 de novembro, durante o IPA Day Brasil; alguns dos melhores juízes nacionais e outros internacionais irão escolher as melhores cervejas por categoria e a melhor IPA do Brasil

As cervejas India Pale Ale – estilo preferido dos amantes dos aromas, sabores e do amargor do lúpulo – vão ganhar um concurso exclusivo que irá escolher as melhores IPAs brasileiras. Organizado pela Academia de Ideias Cervejeiras, com apoio das Cervejarias Weird Barrel e SP-330, ambas de Ribeirão Preto, a competição irá avaliar quatro diferentes categorias dentro do estilo, além de escolher a best of show, a melhor India Pale Ale do Brasil.

“A India Pale Ale é o estilo que simboliza a globalização da indústria da cerveja artesanal. Nossa ideia é ajudar na qualificação do mercado e mostrar ao consumidor o que temos de melhor no Brasil”, afirma Rafael Moschetta, da Academia de Ideias Cervejeiras, organizadora do IPA Day e do concurso cervejeiro.

Serão avaliadas as categorias English-Style IPA, American-Style IPA e Imperial or Double IPA, além da categoria Specialty IPA, reunindo os demais subestilos de India Pale Ale como American-Style Black Ale, Session IPA, Belgian IPA e White IPA, entre outros.

Todas as cervejarias brasileiras em operação que tenham cervejas enquadradas dentro do estilo podem inscrever seus produtos de 22 de agosto a 21 de outubro pelo site: www.sympla.com.br/MelhorIPAdoBrasil. As cervejas deverão ser enviadas entre 17 e 31 de outubro.

O julgamento será nos dias 03 e 04 de novembro, na Cervejaria SP-330, e irá levar em conta critérios sensoriais estabelecidos pela Brewers Association dos Estados Unidos. A avaliação será realizada ‘às cegas’ por juízes com certificação internacional em estilos de cerveja que, além de determinar as cervejas vencedoras, irão fornecer aos inscritos uma avaliação contendo pontos positivos e negativos da amostra analisada.

O anúncio dos vencedores e a entrega de prêmios serão realizados durante o IPA Day Brasil, maior evento de cervejas Inda Pale Ale do Brasil que acontece em Ribeirão Preto no dia 05 de novembro, no Centro de Eventos Quinta Linda. O concurso que vai eleger a melhor India Pale Ale do Brasil conta com o apoio da Passaredo Linhas Aéreas, Agrária Malte, LNF e Barth-Haas Group.

Lista de jurados

– Leonardo Botto
– Gustavo Renha
– Gil Lebre
– Roberto Fonseca
– Carolina Oda
– Rodrigo Sawamura
– Fabiana Arreguy
– Paulo Feijão
– Alexander Weckl
– José Raimundo Padilha
– Renê Aduan
– Paulo Schiavetto
– Raphael Rodrigues
– Katia Jorge

(A lista é provisória; a organização do concurso espera confirmação de jurados internacionais)

Fonte: Assessoria de imprensa do IPA Day Ribeirão Preto

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