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Lista dos jurados do V Concurso Brasileiro de Cervejas 2017

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Mesa de juizes internacionais do Concurso Brasileiro da Cerveja em 2013. Imagem: Bruno Stolf

Imagem: Bruno Stolf

Confira os nomes dos profissionais de todo o mundo que terão a responsabilidade de escolher as melhores cervejas do Brasil. O Concurso é realizado todos os anos em Blumenau (SC), e o resultado sai em cerimônia no dia 7 de março.

Adriano Bovo Mendonça – Brasil
Alexander Himburg – Alemanha
Alexandre Bazzo – Brasil
Alexandre Weckl – Brasil
Ana Carolina Oda Joaquim – Brasil
Ana Paula de Almeida – Brasil
Andréa Huerta Cabrejos – Peru
Andreas Fält – Suécia
Antonio Luiz de Almeida e Macedo – Brasil
Carlo Ruiz – Venezuela
Christoph Flaskamp – Chile
Daniel Wolff – Brasil
Daniela de Castro Dezordi – Brasil
Diego Van Der Saar Castro – Argentina
Douglas Merlo – Brasil
Eli Bernadino Coelho Junior – Brasil
Elisabeth Pierre Kopp – França
Fabiana Arreguy – Brasil
Fábio Teleginski – Brasil
Fernando Campoy Osset – Espanha
Giovani Campari – Itália
Graciela Cervantes – Estados Unidos
Gustavo Henrique Palhares de Miranda – Brasil
Humberto Fröhlich – Brasil
Jaime Ojeda – Chile
John Brauer – África do Sul
Jos Brouwer – Holanda
Junghoon Yoon – Coréia do Sul
Kátia Jorge – Brasil
Kieran Johnson – Inglaterra
Leo Ferrari – Argentina
Leonardo Botto – Brasil
Leonardo Caifa – Chile
Leonardo Sewald – Brasil
Luc De Raedemaeker – Bélgica
Marco Falcone – Brasil
Marcus Vinícius Faturi Dapper – Brasil
Mauricio Beltramelli – Brasil
Mauricio Santos Chaulet – Brasil
Melissa Cole – Inglaterra
Mervin Bradley (Brad) Kraus – Panamá
Omar Hassib Apud Baça – México
Pablo Carvalho – Brasil
Pablo Pereiro – Uruguai
Patrick William Johnson – Inglaterra
Patrick Zanello – Brasil
Pete Slosberg – Estados Unidos
Rafael Cadilhe David – Brasil
Rafael Strapazzo – Brasil
Rafaela Brunetto – Brasil
Rafal Kowalczyk – Polônia
Ricardo Andres Solis Ibacache – Chile
Ricardo Canabrava França – Brasil
Richard Hodges – Estados Unidos
Roberto (Bob) Fonseca – Brasil
Rodolfo Heitor Vargas Rebelo – Brasil
Rosaria Penz Pacheco – Brasil
Sady Homrich – Brasil
Simonmattia Riva – Itália
Victor Pereira Marinho – Brasil
William Richard (Dick) Cantwell – Estados Unidos

Ao longo dos próximos dias, mais nomes são esperados para compor o time. Segundo a organização do Concurso, a lista será sempre atualizada.

Fonte: Festival Brasileiro da Cerveja

Delirium Café Lisboa: Dono é empresário brasileiro

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Na semana passada estive na capital portuguesa, onde pude conhecer em primeira mão o novíssimo bar da franquia belga Delirium Café. Seu proprietário é o empresário brasileiro Neko Pedrosa, que já mora há muitos anos na Europa e já teve uma cervejaria multitap na cidade italiana de Bergamo.

O ambiente, instalado na Calçada Nova de São Francisco (muito perto da entrada dos Armazéns do Chiado), está programado para abrir suas portas em “soft opening” na próxima quinta-feira, 26 de janeiro. Veja as fotos:

FiL CruX: as 50 CERVEJAS mais marcantes de 2016

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Mais um ciclo cervejeiro se fechou em 2016 e com ele veio a tarefa de elencar as cervejas mais marcantes que tive a oportunidade de degustar pela primeira vez durante o ano.

O trabalho dessa vez foi mais prático do que em anos anteriores – 2015, 2014 e 2013 -, pois muitas das cervejas que bebi não receberam pontuação suficiente para entrar na briga. E isso facilitou um bocado as coisas.

Quase que a totalidade das cervejas da lista tem origem além-mar, contudo, 2016 repetiu a façanha de 2015 e novamente tivemos brasileiras entre as 50+! Eu sinceramente fiquei muito feliz com isso. Algo me diz que em 2017 será ainda melhor neste sentido.

Observo ainda que a imensa maioria dessas cervejas foi degustada em bottle shares! Logo, quero agradecer a todos que participaram das nossas brincadeiras improvisadas ao longo do ano (vocês tem participação direta no resultado deste ranking). ;o)

Ah, mais abaixo listei também as 10 nacionais que mais me agradaram no período (sem ordem de preferência).

Bom, por enquanto é isso. Para finalizar eu desejo a todos um 2017 recheado de cervejas A+ e muita saúde!

#50 – NIGHT SHIFT Quasar
#49 – PIPEWORKS Lupine
#48 – CYCLE Nooner Batch 8
#47 – JACKIE O’S Dark Apparition 2014
#46 – BRUERY Smokey and the Bois
#45 – TIRED HANDS High Road
#44 – WICKED WEED Golden Angel
#43 – SURLY Darkness 2013
#42 – GREAT RHYTHM Hi-Fi
#41 – TOPPLING GOLIATH PseudoSue
#40 – WICKED WEED Angel of Darkness
#39 – BRUERY Grey Monday 2013
#38 – HOCUS POCUS Overdrive
#37 – WICKED WEED Red Angel
#36 – DOGMA RIZOMA
#35 – FOLEY BROTHERS Fair Maiden IIPA
#34 – CIGAR CITY Lactobacillus Guava Grove
#33 – KUNHNHENN Solar Eclipse 2010
#32 – THE VEIL Weekend at Broznies
#31 – HALF ACRE Double Daisy Cutter
#30 – ALCHEMIST Focal Banger
#29 – OSKAR BLUES BA Ten Fidy 2016
#28 – CIGAR CITY Good Gourd Almigthy
#27 – BOTTLE LOGIC Strangematter 2015
#26 – OTHER HALF DDH All Citra Everything
#25 – BUXTON / OMNIPOLLO Yellow Belly Sundae
#24 – MIKKELLER 40 Smaragd
#23 – JACKIE O’S Bourbon Barrel Black Maple
#22 – OTHER HALF / TRILLIUM Like Whoa
#21 – DE GARDE Apricot Bu
#20 – ALMANAC Grand Cru Ed 2
#19 – PERRIN No Rules Vietnamese Porter 2016
#18 – SARA Farmhouse Noir (Batch 3)
#17 – OUD BEERSEL Oude Geuze Vieille 2007
#16 – J WAKEFIELD Miami Madness
#15 – GOOSE ISLAND Bourbon County Regal Rye Stout
#14 – WICKED WEED Bourbon Barrel Aged Oblivion
#13 – FLOSSMOOR STATION Bourbon BA Hi-fi Rye Wine
#12 – OUD BEERSEL Bzart Geuze Cuvée 2011
#11 – GOOSE ISLAND Proprietor’s Bourbon County Brand Stout 2015
#10 – OMNIPOLLO Noa Pecan Mud Cake Stout (Double Barrel Aged Islay Whisky/Cognac)
#09 – TREE HOUSE Very Green
#08 – SIDE PROJECT Saison du Fermier (Batch 3)
#07 – CIGAR CITY Life is Like…
#06 – PERENNIAL Abraxas
#05 – TRILLIUM DDH Congress Street
#04 – BRUERY Black Tuesday Reserve 2015
#03 – BOTTLE LOGIC Darkstar November 2016
#02 – ALESMITH Speedway Stout BA Vietnamese Coffee 2014
#01 – GOOSE ISLAND Rare BCBS 2015

NACIONAIS

=> DOGMA Rizoma
=> TRILHA Melonrise
=> WAY Imperial Mangue Stout
=> HOCUS POCUS Overdrive
=> MAD DWARF Golden Dubbel – Wine Barrel Aged
=> DOGMA Citra Lover
=> KOALA SAN Livin’ the Dream
=> DOGMA Estígma
=> QUATRO GRAUS Quintuppel Oak Aged
=> DOGMA Branca de Brett (batch #2)

 


FiL CruX
Beer Sommelier ávido por cervejas *A+* . É também um apreciador de música extrema e colecionador de miniatura de carros da PSA.

Trate bem quem você ama

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Aqui no Brejas a gente sempre buscou dar um atenção especial pra cerveja. Mostrar o que a cerveja tem de melhor e também quais são as melhores cervejas, pra cada hora, pra cada gosto.

Sempre reforçamos a importância da temperatura correta para degustar sua cerveja e do uso correto dos diferentes estilos de copo, que combinam com os diferentes estilos de cerveja.

Mas nada disso adianta se você não tiver alguns outros cuidados essenciais para que o seu momento com a cerveja seja único.

Cerveja tem que estar sempre pronta, sempre gelada

Apreciar uma boa cerveja não tem hora certa. Sabe aquela cerveja que você guarda para aquele momento especial? Pois é, o momento especial chega sem avisar e sua cerveja está lá, no armário, quente. Manter a cerveja sempre gelada também ajuda a aumentar a vida útil dos estilos mais delicados.

Cerveja com cheiro de geladeira acaba com a degustação

Isso com certeza já aconteceu contigo: você foi lá pegar aquela bela breja e sua geladeira não estava nos seus melhores dias. Lotada de comida, sua cerveja acabou herdando diversos aromas não tão interessantes que acabaram impregnando não somente o ar mas também a lata/garrafa. A saída é lavar a breja e tentar fingir que aquele cheiro nunca existiu.

Sua degustação começa muito antes de abrir a cerveja

Todo o ritual de separar o copo certo, ir pegar a cerveja, tirá-la da geladeira e levá-la pra onde ela será degustada já faz parte da preparação para aproveitar da melhor forma o momento com sua cerveja preferida. Faça, então, com que ele também seja o mais prazeroso possível.

A solução perfeita

Pensando em como atender a esses 3 pontos críticos da degustação, fomos atrás de algumas soluções. E dentre todas, a única solução que atende a todos os requisitos foi….

A Cervejeira Consul!

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Com investimentos próximos a R$ 1.990 você pode ter em sua casa, ou melhor, diretamente na sua sala, uma Cervejeira que é também peça de design! E melhor: gela da maneira certa!

A cervejeira da Consul oferece várias características ímpares: prateleiras ajustáveis para latas, garrafas, barril, de vários tamanhos; controle de temperatura com 5 regulagens; frost free, não congela como acontece no seu congelador.

E vamos ser sinceros: que Cervejeira bonita! Ter uma dessas em casa é motivo de orgulho. Dá vontade de chamar os amigos pra beber em casa todo dia. É pra colocar na sala, ao lado da TV, pra você poder ficar admirando o tempo todo, podendo ainda ver as belas cervejas da sua coleção que estão lá dentro, geladinhas, te esperando pro quanto antes. Trate bem quem você ama: você mesmo e suas cervejas.

Saiba mais em http://www.consul.com.br/cervejeiras e compre a sua.

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Brasil: terra de grandes oportunidades para cervejas que não impressionam, mas que também não ofendem

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Foto: captiontool.com

Sabe aquela cerveja com viés artesanal que você beberia a tarde toda em uma confraternização com amigos, num churrasco ou mesmo sozinho sem que pra isso você não precisasse abraçar o cheque especial? Daquelas que a qualidade não impressiona, mas que também não ofende? Pois é. Até alguns anos atrás eu diria que a única que enquadraria neste range era alguma Eisenbahn.

Entretanto, o mercado como um todo cresceu e a Eisenbhan não acompanhou as expectativas dos consumidores (principalmente depois de sua aquisição pela Schin e posteriormente pela Brasil Kirin). Ficando estagnada com o seu portfólio que já passa dos 10 anos de idade sem praticamente nenhum lançamento relevante. Ou seja, ao passo que mais pessoas começaram a desbravar o mundo das artesanais mais cobranças por cervejas acessíveis ($$$) e de qualidade aceitável  se tornaram praticamente uma unanimidade na cena cervejeira.

Contudo, por diferentes razões (investimentos tímidos, sistema tributário, atravessadores, margens questionáveis de cervejarias que produzem para ciganas e também de PDVs etc) esse vácuo teimava em existir. Porém tudo indica que tal cenário começou a passar por uma mudança. Recentemente chegaram ao mercado algumas cervejas artesanais que custam abaixo de R$ 10 e que entregam um conjunto sensorial bem honesto. Destaques para a brasileira Maniacs IPA (comercializada como Session IPA  mas que na verdade é uma APA) e a sueca Pistonhead Flat Tire.

photogrid_1477569234899Foto: Divulgação

E como a Maniacs vem conseguindo trabalhar sua cervejas de entrada com preços tão agressivos? Algumas das explicações passam pela escala de produção – enquanto a maioria das pequenas cervejarias (especialmente as ciganas) produzem bateladas de 2 mil litros, a Maniacs começou com 25 mil – e também pelo fato deles contarem como uma rede de distribuição própria.

Resumindo: se mantiverem a consistência e os preços, certamente essas cervejas terão espaço cativo nos copos de grande parte do mercado cervejeiro. E naturalmente abrirão caminho para outras cervejarias que adotarão estratégias parecidas. Além disso, é bom frisar que o mercado brasileiro tem espaço para quase todas as propostas. Para finalizar: ao menos que você seja o  Guilherme Tosi (o cara que toma mais Rizoma do que Omeprazol :o) ), ter algumas brejas mais em conta pra substituir a Heineken velha de guerra nos churras da vida, me parece algo animador, não é mesmo?


FiL CruX
Beer Sommelier ávido por cervejas *A+* . É também um apreciador de música extrema e colecionador de miniatura de carros da PSA.
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