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Bar Brejas cria “Domingo da Cerveja Caseira”

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Rótulo da Scandinava ESB, segunda colocada no Concurso Paulista, que inaugura o Domingo da Cerveja Caseira no Bar Brejas

Rótulo da Scandinava ESB, segunda colocada no Concurso Paulista, que inaugura o Domingo da Cerveja Caseira no Bar Brejas

O projeto já era antigo, e agora finalmente sai do papel e vira realidade. O Bar Brejas, casa controlada por este site em Campinas (SP) e sede oficial da ACervA Paulista, institui oficialmente o Domingo da Cerveja Caseira.

Na estreia, em grande estilo, já neste domingo (1/8), a casa disponibilizará a deliciosa Scandinava ESB, que levou o segundo lugar no 1º Concurso Paulista de Cerveja Caseira ocorrido no último dia 25/7. A breja ficou instantaneamente famosa por causa da sua lupulagem, um pouco mais alta e extremamente bem inserida. Elaborada por Paulo Ferro, de Mogi Mirim (SP), foi a primeira cerveja a ser “secada” pelos jurados do Concurso. Só não foi a campeã justamente em função dessa lupulagem, considerada alta demais para o estilo, mas perfeita para os amantes de cervejas com caráter mais herbáceo.

O Domingo da Cerveja Caseira acontecerá todas as semanas no Bar Brejas, e em cada final de semana uma cerveja caseira será a escolhida para ser vendida aos clientes. Os preços serão sempre determinados pelo próprio cervejeiro.

São vários os objetivos da iniciativa. O primeiro e mais óbvio é o de que a população tenha acesso às cervejas caseiras, até então reservadas somente a eventos fechados à comunidade homebrew. A intenção é fomentar ainda mais a cultura cervejeira e beer-evangelizar, já que o próprio cervejeiro, em contato com os clientes, poderá explanar sobre a sua breja e a arte e a importância de fazer cerveja em casa.

Os eventos também viabilizarão uma saudável “competição” entre os cervejeiros pela oportunidade de disponibilizar no Bar Brejas as suas criações. E, como ninguém vive de brisa, os homebrewers também receberão um pagamento pela sua arte.

Neste domingo, 1/8, serão disponibilizadas 20 garrafas da Scandinava ESB. O Bar Brejas abre às 16 horas, e não cobra entrada. Basta chegar, puxar uma cadeira, chamar o garçom e se deliciar com a mais pura — e exclusiva – cerveja artesanal.

Aproveite a barbada!

O cervejeiro caseiro Paulo Ferro

O cervejeiro caseiro Paulo Ferro

Cervejarias artesanais anunciam parceria inédita

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Preste atenção à foto acima. Pra quem não os reconhece, trata-se dos proprietários de três das melhores e mais premiadas cervejarias artesanais brasileiras.

Marcelo Carneiro responde pela Cervejaria Colorado (Ribeirão Preto), Marco Falcone comanda a Falke Bier (Belo Horizonte) e Alexandre Bazzo dá as cartas na Cervejaria Bamberg (Votorantim). O conteúdo dos copos que fazem o brinde do trio é um símbolo do que está para acontecer. Ali há uma “mistura” de três cervejas representativas de cada cervejaria: Colorado Índica, Falke F5 (ainda não lançada) e Bamberg Pilsen.

O brinde simbólico foi erguido durante a festa do Festival de Inverno 2010, na sede da Bamberg, no domingo último (25/7). Na ocasião, os cervejeiros anunciaram uma parceria inédita a ser implementada em breve: Irão elaborar uma cerveja em conjunto.

O estilo da breja e os demais detalhes ainda estão guardados com os cervejeiros. Todavia, apenas o anúncio da novidade já dá o que pensar. É de dar gosto e de encher os olhos a amizade e a união de cervejeiros que, pela “lógica do mercado”, deveriam ser concorrentes. Isso é cultura cervejeira, na sua mais genuína concepção.

Esse é o entusiasmante universo das cervejas artesanais!

Cerveja brasileira ganha mais um prêmio internacional

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bambergrauchbierMais uma vez, são as brejas artesanais brasileiras que recebem prêmios no exterior. E, mais uma vez, a Bamberg Rauchbier, da Cervejaria Bamberg de Votorantim (SP) traz um troféu para terras tupiniquins.

Desta vez, a cerveja, que leva maltes defumados em sua formulação, abiscoitou na Inglaterra o primeiro lugar na categoria Melhor Lager Aromatizada no prestigiado concurso World Beer Awards.

Por sinal, a deliciosa breja já é veterana em prêmios internacionais. Ano passado fez bonito na Alemanha faturando a medalha de prata no European Beer Star na categoria smoked beer e em maio deste ano levou a prata no Australian International Beer Awards 2010, na mesma categoria. A Bamberg Rauchbier ainda é uma das duas únicas brejas brasileiras relacionadas no livro 1001 Beers You Must Taste Before You Die (1001 Cervejas que Você Precisa Experimentar Antes de Morrer).

Isso tudo não é pra menos, já que a cerveja conquista cada vez mais paladares. O sabor de defumado não é fraco, mas também não tão forte como as “top” alemãs do gênero, que podem agredir paladares menos acostumados ao estilo. A coloração é vermelho-escura, e o creme é denso, consistente e persistente. No aroma, sobressai o malte torrado, lembrando caramelo e café. Mas é na boca que o defumado se sobressai mais. O final é longo e também defumado com leveza harmônica, o que confere à breja uma ótima drinkability. Harmoniza bem com pratos fortes como feiojada, porcos e linguiças, além de ser um excelente acompanhamento para um bom charuto.

Cervejeiros cariocas recebem “Prêmio Wilhelm IV”

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Leonardo Botto, Mauro Nogueira e Ricardo Rosa recebendo o Prêmio Wilhelm IV

Leonardo Botto, Mauro Nogueira e Ricardo Rosa recebendo o Prêmio Wilhelm IV

Para quem não fala alemão, o nome é quase impronunciável. Mas não é necessário ser versado no idioma de Goethe para saber que Wilhelm IV foi ninguém menos que o nosso velho conhecido Duque Guilherme IV, da Baviera, o criador da famosa Lei de Pureza da Cerveja — ou, em germânico, Reinheitsgebot.

Pois Wilhelm IV foi o nome escolhido pela Cervejaria Bamberg para batizar o novo prêmio que agracia aqueles que são notórios prestadores de serviços em prol da boa cultura cervejeira. Os primeiros laureados foram anunciados no último domingo, 25/7, durante a megafesta do Festival de Inverno 2010, na sede da cervejaria em Votorantim (SP).

Os três cervejeiros caseiros do Rio de Janeiro Leonardo Botto, Mauro Nogueira e Ricardo Rosa foram os idealizadores do movimento cervejeiro artesanal, criando a primeira ACervA em seu estado. A partir de então, a ideia vem sendo adotada em vários estados brasileiros, com estrondoso sucesso. Leonardo e Ricardo foram, ainda, ”pais” de cervejas antológicas como, respectivamente, a já lendária Eisenbahn A Dama do Lago e a internacionalmente premiada Colorado Demoiselle. O trio ainda influenciou inúmeros cervejeiros a iniciarem-se tanto como homebrewers quanto como microcervejeiros.

O tributo, portanto, foi mais do que justo. Parabéns aos precursores do movimento ACervAs!

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Festival de Inverno 2010: Menos de um ano após a “retomada”, ACervA Paulista vive seu melhor momento

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"Paredão" de chopeiras: Mais de mil litros de cervejas artesanais na festa da ACervA Paulista

"Paredão" de chopeiras: Mais de mil litros de cervejas artesanais na festa da ACervA Paulista

Exatamente no dia 17 de agosto de 2009, o BREJAS noticiava neste Blog um churrasco ocorrido dois dias antes na casa de David Figueira, em Campinas (SP). Era a festa da “retomada” das atividades da ACervA Paulista, eis que a entidade havia ficado um tanto estagnada até então. Na ocasião, compareceram cerca de 30 pessoas para repartir planos, projetos e algumas brejas.

Menos de um ano após o churrasquinho, nem mesmo David poderia imaginar que a associação de cervejeiros caseiros paulistas cresceria tanto, e que todos os planos e projetos imaginados naquela tarde ensolarada se concretizariam. Não da forma pela qual estão agora se materializando. Tudo, claro, consequência do trabalho sério, obstinado e abnegado da diretoria da entidade.

Conforme amplamente noticiado neste espaço e em vários outros meios de comunicação, aconteceu no último domingo, 25/7, o Festival de Inverno 2010, megafesta promovida pela ACervA Paulista em conjunto com a Cervejaria Bamberg, em cuja sede, em Votorantim (SP) o evento se deu. Reunidas na mais absoluta paz e congraçamento, mais de 250 pessoas lá estavam para degustar cerca de 1000 litros de cervejas artesanais de inúmeros estilos diferentes e acompanhar o anúncio dos vencedores do 1º Concurso Paulista de Cerveja Caseira.

Organização exemplar, costela de chão e demais rangos com qualidade e fartura, conforto, música boa, cervejeiros de outras paragens reunidos, presenças ilustres, ACervAs Carioca e Mineira, cultura cervejeira e beer-evangelização em seu estado mais alegre, puro e eficiente… Este escriba se confessa um prolixo de carteirinha, longe de ser capaz de reunir numa só postagem tudo o que ocorreu no maior e melhor momento da ACervA Paulista até agora.

Vou contando aqui, no decorrer desta semana, um pouco do que rolou na festa. Enquanto isso, curta algumas fotos do evento:

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