Brejas - O Maior e Melhor Ranking Brasileiro de Cervejas

O Maior e Melhor Ranking Brasileiro de Cervejas




 

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Cervejas belgas em Amsterdam

Sexta-feira, 16/Maio/2008

Aqui em Amsterdam, alem do Cafe Gollem, que ja’ foi materia neste Blog, da’ pra se comprar a maioria das cervejas belgas mais encontraveis nos mercados da propria Belgica. Espalhadas pela cidade, ha’ varias lojinhas de brejas. Os precos sao um pouco mais altos, mas da’ pra “brincar” um bocado.

A Westvleteren 12, por exemplo, sai por 9,50 euros. Tem lojinha que vende por “safra”. A mesma cerveja da safra de 2006 encontramos por 16 euros. Como as garrafinhas nao possuem rotulos, e’ impossivel aferir se o ano e’ verdadeiro. Preferivel e’ comprar uma de 2008, mais barata, e mante-la em adega por 2 anos…

Amanha seguiremos para a Belgica. De lá entro em contato.

Häcker-Pschorr!

Terca-feira, 13/Maio/2008

Aqui Trier, Alemanha, no Vale do rio Mosela.

Com o calor beduino que vem fazendo, a atividade mais celestial a se fazer e´ sentar-se a beira do rio e sorver deliciosamente uma Häcker-Pschorr Weisse realmente gelada, pra variar.

Em Campinas nunca vimos essa alemazinha pra comprar, mas e´ uma das grandes cervejarias da Baviera, com uma tenda garantida todos os anos na Oktoberfest. Se voce achar, pode comprar.

Prost!

Ciao, Itália!

Segunda-feira, 12/Maio/2008

Aos diletos leitores desse estimado Blog, peço desculpas pela ausência. Tal se deveu em decorrência da absoluta falta de assunto cervejístico no que se relaciona a Itália.

Por aqui, falta cada vez mais a diversidade: Ou você toma Peroni, ou Nastro Azzurro (que é da fábrica Peroni). E basta. São cervejas Pale Lager fracotes, no estilo das comerciais brasileiras, com a diferença de que por aqui são servidas geralmente na temperatura de sovaco. Cervejas “de verdade” você encontra as vezes nas geladeiras das padocas. Mas tem que procurar, senão é Peroni , Nastro Azzurro, Peroni, mais Peroni…

Estamos subindo pra Alemanha e de lá mando mais impressões cervejísticas, com certeza com muito mais para degustar e compartilhar com vocês.

Arrivederci!

Schin compra Eisenbahn

Sexta-feira, 9/Maio/2008

Grupo Schincariol   
Cervejas da Eisenbahn

Fomos convidados ontem, dia 08 de maio, pela assessoria de imprensa do Grupo Schincariol para participar de uma coletiva de imprensa as 14:30 que anunciaria uma “importante aquisição”.

Participaram, por parte da Schin: José Augusto Schincariol, membro do Conselho de Administração, Fernando Terni, Presidente-Executivo, Robin Castello, Diretor Jurídico e de Relações Institucionais, e Marcel Sacco, Diretor de Marketing e Trademarketing.

BREJAS esteve presente e podemos garantir que a novidade não foi pequena: o que foi anunciado foi nada mais nada menos que a compra da premiadíssima cervejaria de Santa Catarina, a Eisenbahn, fabricante de belíssimas cervejas e que tem para esse ano a previsão de faturamento de R$ 20 milhões. De acordo com Fernando Terni, a compra será feita com caixa próprio da empresa, mas o valor da transação não foi revelado.

Em 2007 a Schin já havia adquirido a Baden Baden de Campos do Jordão/SP e a Devassa do Rio de Janeiro/RJ. Mais uma vez a cervejaria garante que não irá alterar as fórmulas originais que tonaram famosas tais micro-cervejarias, com diversos apreciadores espalhados pelo Brasil, inclusive os confrades do BREJAS.

Essa nova aquisição mostra o continuo investimento do grupo no mercado de cervejas premium, segmento que mais cresce no Brasil e que oferece margens melhores aos fabricantes. Pelo que podemos ver, parece a única saída da Schin para lutar com AmBev e FEMSA que têm diversas opções de cervejas premium e especiais a trazer de fora, algumas inclusive já disponíveis no mercado brasileiro, como a Leffe, Belle Vue e Hoegaarden da Ambev e Heineken da FEMSA.

E você, o que acha dessa nova aquisição? Com o aumento nos preços dos insumos de cervejas, será que a Schin irá manter por muito tempo sua promessa de não anterar as fórmulas da Eisenbahn, Devassa e Baden Baden? Deixe aqui seus comentários.

Sobre a Eisenbahn:Fundada em 2002 pela família Mendes, com objetivo de oferecer ao consumidor o padrão de qualidade das melhores cervejas especiais encontradas na Europa e Estados Unidos, a Eisenbahn é considerada a cerveja brasileira mais reconhecida internacionalmente: a empresa acaba de ganhar três medalhas de prata no AIBA (Australian International Beer Awards), na Austrália. E no ano passado obteve duas medalhas de bronze no European Beer Star, um dos maiores e mais prestigiados concursos da Alemanha, e uma medalha de bronze na World Beer Cup, dos Estados Unidos.

Grupo Schincariol compra a Eisenbahn

Sexta-feira, 9/Maio/2008

Por Simone Cunha

Folha de São Paulo, 9 de maio de 2008

A segunda maior cervejaria do Brasil, a Schincariol, anunciou a compra da quarta cervejaria artesanal do portfólio: a catarinense Eisenbahn, especializada em cervejas premium. A empresa continua prospectando o mercado em busca de oportunidades no segmento.
A Eisenbahn não eleva a participação de mercado da Schincariol, de 12,1%, já que o segmento premium é de cerca de 2%. A AmBev tem 67,8%.
Mas a estratégia do grupo, que comprou 70% da fluminense Devassa, a pernambucana Indústria de Bebidas de Igarassu -dona da Nobel- e a Baden Baden, de Campos do Jordão, é elevar a receita com produtos de maior valor agregado.
“O país está copiando o que ocorre no mundo. As melhores margens estão nesse segmento”, diz José Roberto Martins, consultor da Global Brands.
Apesar de o valor do negócio não ter sido revelado, Martins acredita que não deve ter sido inferior a R$ 100 milhões, considerando o faturamento estimado da Eisenbahn para este ano (de R$ 20 milhões), marca e valor agregado das premium.
O plano é que a Eisenbahn chegue a mais pontos-de-venda, elevando os ganhos da Schincariol. Hoje com presença no Sul, no Sudeste, em Goiás, no Distrito Federal, no Ceará, nos EUA, na Austrália e no Uruguai, a Eisenbahn deve ser levada para todo o país e a mercados como Reino Unido, Alemanha e Japão.
A cerveja mais sofisticada da Eisenbahn é a Lust (até R$ 99,90 por 1.500 ml, no site), que passa pelo mesmo processo de produção do champanhe. A cerveja de trigo (Weizenbier) custa R$ 17,94 (355 ml).

Delirium Café: onde tamanho é documento!

Quarta-feira, 30/Abril/2008

O Delirium Café, em Bruxelas, Bélgica, já foi objeto de um post aqui em nosso Blog.

Contudo, quando lá estive em novembro de 2007, não pude deixar de registrar o tamando do cardápio de cervejas e, principalmente, de me surpreender com ele…

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Segundo eles, há mais de duas mil cervejas a disposição da clientela.

Isso quer dizer que, se experimentássemos uma cerveja por dia, demoraríamos cerca de cinco anos e meio para esgotar as opções da casa. Incrível!

As excelentes canadenses!

Quarta-feira, 30/Abril/2008

Há muito tempo estou para escrever sobre as excelentes cervejas canadenses. Por enquanto, conheço apenas as fabricadas pela Unibroue, mas sei que a Dieu du Ciel também produz grandes cervejas.

Falando daquilo que conheço, posso dizer, sem exageros, que a qualidade das cervejas fabricadas pela Unibroue é de primeira linha.

Foi em 2006, em Genebra, na Suíça, que eu e os confrades Michel, Mauricio e Daniel Rolfsen saboreamos pela primeira vez uma breja da Unibroue, no caso, a La Fin du Monde. Interessante é que, logo que voltamos, essas cervejas passaram  a ser vendidas no Brasil. Resultado: não paramos mais de comprá-las.

Lembro que no ínicio de 2007 chegamos a reunir todas as versões disponíveis no Brasil para uma degustação. Assim, numa mesma noite, degustamos: Trois Pistoles, La Fin du Monde, Don di Dieu, Maudite, Raftman, Chambly Noire e Blanche de Chambly.

De lá pra cá, ainda experimentamos a 15, a 16 e, no último mês de novembro, lá em Bruxelas, eu e o confrade Mau acabamos por saborear a Eau Benite, ainda não comercializada no Brasil.

Cervejas como a Trois, a La Fin, a Maudite, a Don di Dieu, a 15 e a 16 se destacam pela complexidade e pela semelhança com as belgas. Embora elas não sejam uma unanimidade no BREJAS ( uns as acham apenas boas, outros as acham excelentes), é inegável que são o resultado de um grande e caprichoso trabalho realizado pela Unibroue. Clique aqui e veja as notas dessas belezuras no Ranking BREJAS.

Destaque também fica para os rótulos, todos de muito bom gosto e de notável originalidade. Eis alguns exemplos:

logo_trois_pistoles.jpglogo_maudite.jpglogo_blanche_chambly.jpg

logo_don_de_dieu.jpglogo_chambly_noire.jpglogo_fin_du_monde.jpg

Para aqueles que ainda não conhecem as cervejas fabricadas pela Unibroue, fica aqui a dica: não percam tempo! Mesmo se tratando de cervejas caras (vendidas entre R$ 25,00 e R$ 60,00), recomendamos a experiência. Clique aqui e veja onde comprá-las.

E, caso alguém já tenha saboreado alguma das cervejas produzidas pela Dieu du Ciel ou por qualquer outra fábrica canadense, fica o convite para que postem algo a respeito a fim de enriquecer nossa cultura cervejeira.

BREJAS na Europa

Sexta-feira, 25/Abril/2008

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É com prazer que comunico aos leitores do BREJAS que, durante o mês de maio, este humilde escriba estará na Europa, gozando de merecidas férias profissionais. E, já que a vigem é de férias e não de trabalho, natural que sobre mais tempo e disposição para o exporte brejeiro por excelência: Cervejar!

O Confrade Daniel Rolfsen já está por lá em terras lusitanas, e unirei-me a ele em Nice, na França. Visitaremos diversos países, mas o destaque cervejístico, como não poderia deixar de ser, ficará por conta da Bélgica, onde pretendemos inclusive fazer nova incursão ao mosteiro trapista de St. Sixtus de Westvleteren.

Vou mandar notícias do mundo de lá pra quem diz que fica. Pretendo realizar meu sonho de criança e brincar de “repórter especial enviado”, dividindo com os leitores do BREJAS dicas de cervejas, bares e histórias de viajante, diretamente do Velho Continente, com regularidade.

Sendo assim, convido os leitores deste Blog a acompanhar-nos nesta viagem, que começa na próxima segunda-feira. Rezem para que o meu fígado sobreviva, pelo menos só mais dessa vez…

VIAGEM & CERVEJA - República Tcheca

Terca-feira, 22/Abril/2008

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A seção Viagem & Cerveja do BREJAS retrata hoje este país que possui o maior consumo de cerveja per capita mundial, com 160 litros por ano/habitante, maior do que o da Alemanha, que já consta na mesma seção.

Viagem & Cerveja é um miniguia interativo de viagens direcionado ao verdadeiro degustador de cerveja, aquele bravo que, assim como nós, está sempre em busca da breja perfeita quando viaja. A seção contém:

  • Breve explanação sobre os estilos e as melhores cervejas de cada país visitado por BREJAS;
  • Dicas das melhores cervejas que o leitor deverá procurar, por país;
  • Os melhores points para degustar a sua breja (bares, pubs, biergartens, restaurantes, etc.), e
  • Dicas dos leitores de BREJAS, os quais podem nos enviar as melhores barbadas em termos de cervejas e lugares bacanas para degustá-las.

Tem dicas de cervejas tchecas ou de bares/pubs imperdíveis na República Tcheca? Compartilhe-as conosco e com os demais leitores, enviando as suas barbadas e suas fotos (se as tiver) para o nosso e-mail brejas@brejas.com.br. Elas serão publicadas no site juntamente com as nossas, para alegria de todos os leitores do BREJAS.

Na Zdravi!

Celta Golden Ale

Sexta-feira, 18/Abril/2008

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O ribeirão-pretano Luis Teixeira tem somente 41 anos e já é avô. E foi pra abastecer os cervejeiros das festas em família que teve a idéia de produzir, ele próprio, a sua cerveja. Dentre as primeiras levas, nasceu a Celta Golden Ale, breja do tipo Pale Ale elaborada com aveia e maltes premium e caramelo de cevada, além dos lúpulos Sladeck e Saaz.

Refermentada na própria garrafa com levedura de cepa ingesa, seu método de fabricação é por infusão. O creme é denso e medianamente persistente. Coloração alaranjada e muito turva, devido a ausência de filtragem artificial. A carbonatação é média. No delicioso aroma, cascas de laranja e fermento de pão. Perde um pouco no corpo um tanto fraco, mas o final frutado é longo e persistente.

BREJAS degustou a Celta e lhe conferiu nota média de 3,02 no nosso Ranking. Os 5 Confrades brejeiros foram unânimes ao menos em um ponto: Trata-se, definitivamente, de uma cerveja de personalidade, dando uma vontade danada de provar as próximas criações do Luis Teixeira.