Westmalle Trappist Tripel
Brejeiros,
Nesse exato momento estou “batendo papo” com uma Westmalle Tripel, um dos poucos rótulos que ainda me sobraram da minha trip pela Bélgica. E resolvi compartilhar com vocês em “tempo real”, o que sinto.
Já tinha degustado outras vezes, em outras viagens, mas sem o mÃnimo de rigor. Dessa vez dei nota máxima pra ela (no site Ratebeer). Por isso foi que resolvi, aqui no Brasil, sem a sugestão de estar na Bélgica, conversar francamente com ela.
Havia escrito, anteriormente, a seguinte impressão:
“Muitas nozes, pecã. Refrescante, leve, cheia de sabores. Pra mim, uma perfeita combinação entre uma strong ale belga e uma tripel. Perfeita, não dá pra tirar nota.”
Hoje, creme perfeito, denso e consistente, não se desvanece, consistência nevada. Coloração golden turva. Carbonatação na medida. Sentimos, eu e Fabi, além das nozes, canela, frutas cristalizadas e azeitonas pretas. O álcool (9,5%) sobressai levemente, mas é integrado com perfeição ao conjunto. O retrogosto é amargo e levemente frutado. Sente-se o amargor no fundo da lÃngua após alguns segundos posteriores ao gole.
Elixir. Pessoalmente, ainda uma das minhas “top-5″. Claro que há quem não concorde, mas pro meu gosto, bate perfeitamente. Queria morrer afogado numa piscina dela…
Desta vez, meio que procurei pontos negativos pra tirar nota dela. Em análise fria, considero que o aroma é o que falta pra ficar absolutamente perfeita. Mas falta, realmente, MUITO pouco. Na verdade, o aroma segue o sabor, só que é um tantinho mais fraco. Assim, a minha nota final foi 4,8 (1 ponto a menos de aroma e outro de overall).
A garrafinha acaba de terminar. Já deixa saudade…Â


