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	<title>Comentários sobre: Resultado do Teste Cego de cervejas BOCK</title>
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	<description>Novidades diárias sobre cerveja e cervejaria: notícias cervejeiras, degustações, avaliações de cervejas de todo mundo, dicas de viagens e muito mais.</description>
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		<title>Por: BREJAS</title>
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		<dc:creator>BREJAS</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:40:37 +0000</pubDate>
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		<description>A Kaiser Bock nao estava disponivel na epoca, ja que ela e&#039; sazonal e acaba rapidamente quando e&#039; feita durante o inverno brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Kaiser Bock nao estava disponivel na epoca, ja que ela e&#8217; sazonal e acaba rapidamente quando e&#8217; feita durante o inverno brasileiro.</p>
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		<title>Por: Rubens</title>
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		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:08:26 +0000</pubDate>
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		<description>Cadê a Kaiser Bock???</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cadê a Kaiser Bock???</p>
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	<item>
		<title>Por: Anonias</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-4870</link>
		<dc:creator>Anonias</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:05:36 +0000</pubDate>
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		<description>Esse Edu Passarelli é um Zé-Ruela mesmo.
Abraço pro pessoal do brejas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse Edu Passarelli é um Zé-Ruela mesmo.<br />
Abraço pro pessoal do brejas</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Vialto (pocotó)</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-3492</link>
		<dc:creator>Renato Vialto (pocotó)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 22:10:28 +0000</pubDate>
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		<description>Uma bela e saudavel discução. Adimito que meu conhecimento é pouco mas fui atraz de ler um pouco e tirar minhas conclusões. Se o BJCP diz que um bock, por se tratar de um large. tem que ter baixa fermentação e uma Ale tem alte fermentação, e se a LA TRAPE eh de alte fermentação diriamos que ela não eh uma bock. 
Com certeza acredito que temos que investir em novas classificações pq com certeza no inicio não tinhamos nada, e no futuro teremos muitos mais. Mas se estamos falando de um estilo de cerveja já pré estabelecidos temos que obedece-lo. Em se tratando de um teste cego de bock, tomemos as Bocks, se for um teste de cervejas com estilos não pré estabelecidos que tomemos cervejas com estilos não pré estabelecidos =]=]=]
Fora isso acredito que o motivo pelo qual a equipe do BREJAS colocou a LA TRAPE na briga foi pela indicação do rotulo, o que transfere o erro para o fabricante não à equipe do BREJAS, que mais uma vez mandou muito bem no teste sego. PARABENS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bela e saudavel discução. Adimito que meu conhecimento é pouco mas fui atraz de ler um pouco e tirar minhas conclusões. Se o BJCP diz que um bock, por se tratar de um large. tem que ter baixa fermentação e uma Ale tem alte fermentação, e se a LA TRAPE eh de alte fermentação diriamos que ela não eh uma bock.<br />
Com certeza acredito que temos que investir em novas classificações pq com certeza no inicio não tinhamos nada, e no futuro teremos muitos mais. Mas se estamos falando de um estilo de cerveja já pré estabelecidos temos que obedece-lo. Em se tratando de um teste cego de bock, tomemos as Bocks, se for um teste de cervejas com estilos não pré estabelecidos que tomemos cervejas com estilos não pré estabelecidos =]=]=]<br />
Fora isso acredito que o motivo pelo qual a equipe do BREJAS colocou a LA TRAPE na briga foi pela indicação do rotulo, o que transfere o erro para o fabricante não à equipe do BREJAS, que mais uma vez mandou muito bem no teste sego. PARABENS</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Campos</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-3480</link>
		<dc:creator>Rodrigo Campos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 00:17:40 +0000</pubDate>
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		<description>Só para complementar o comentário anterior:
No BJCP é possível ver a classificação SPECIALTY BEER. Essa classificação é descrita como aquela que abrange todas as cervejas que não se encaixam em nenhuma outra categoria. Nela é possível ver cervejas extremamente difierentes uma da outra simplesmente porque ainda não existe uma classificação específica para elas.

Reforçando: Queremos criatividade em nossas cervejas!

Rodrigo Campos
Fortaleza - Ce</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para complementar o comentário anterior:<br />
No BJCP é possível ver a classificação SPECIALTY BEER. Essa classificação é descrita como aquela que abrange todas as cervejas que não se encaixam em nenhuma outra categoria. Nela é possível ver cervejas extremamente difierentes uma da outra simplesmente porque ainda não existe uma classificação específica para elas.</p>
<p>Reforçando: Queremos criatividade em nossas cervejas!</p>
<p>Rodrigo Campos<br />
Fortaleza &#8211; Ce</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Campos</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-3418</link>
		<dc:creator>Rodrigo Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:17:19 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Brejeiros,
Tenho uma informação interessante. No livro &quot;Great Beer Guide&quot; do mestre Michael Jackson podemos encontrar a cerveja Jopen Bok Bier da cervejaria Schaapskooi Abbey da Holanda. O próprio Michael Jackson a classifica como uma &quot;Top-fermenting Bock&quot;, ou seja, uma Bock de alta fermentação, ou uma Bock Ale como foi citada pelos colegas.
Sei que não existe esta classificação no BJCP, que é uma entidade referência no mundo cervejeiro, entretanto classificações podem mudar e isto ocorre. Acredito que devemos sim estimular o aparecimento de novos estilos cervejeiros, não propriamente o Bock Ale, mas qualquer estilo que venha acrescentar novos aromas e sabores de forma de forma agradável para o público consumidor. 
A escola cervejeira americana, puxada pelo movimento micro cervejeiro e seu crescimento a partir da década de 90, está se notabilizando exatamente por isso, misturando estilos tradicionais europeus (smoked porter) ou criando cervejas extremas (Double IPA, Tripel Ipa, Imperial IPA, Imperial Sout), sempre testando novas possibilidades. 
Queremos criatividade em nossas cervejas!
Um abraços a todos.

Rodrigo Campos
Fortaleza - Ce</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Brejeiros,<br />
Tenho uma informação interessante. No livro &#8220;Great Beer Guide&#8221; do mestre Michael Jackson podemos encontrar a cerveja Jopen Bok Bier da cervejaria Schaapskooi Abbey da Holanda. O próprio Michael Jackson a classifica como uma &#8220;Top-fermenting Bock&#8221;, ou seja, uma Bock de alta fermentação, ou uma Bock Ale como foi citada pelos colegas.<br />
Sei que não existe esta classificação no BJCP, que é uma entidade referência no mundo cervejeiro, entretanto classificações podem mudar e isto ocorre. Acredito que devemos sim estimular o aparecimento de novos estilos cervejeiros, não propriamente o Bock Ale, mas qualquer estilo que venha acrescentar novos aromas e sabores de forma de forma agradável para o público consumidor.<br />
A escola cervejeira americana, puxada pelo movimento micro cervejeiro e seu crescimento a partir da década de 90, está se notabilizando exatamente por isso, misturando estilos tradicionais europeus (smoked porter) ou criando cervejas extremas (Double IPA, Tripel Ipa, Imperial IPA, Imperial Sout), sempre testando novas possibilidades.<br />
Queremos criatividade em nossas cervejas!<br />
Um abraços a todos.</p>
<p>Rodrigo Campos<br />
Fortaleza &#8211; Ce</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Antonio Teixeira</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-2855</link>
		<dc:creator>Luis Antonio Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 21:27:49 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz Guilherme, bela aula de história, parabéns !!!!! você resolveu o problema.
ELUCIDATIVO E INTERESSANTÍSSIMO !!!!!!!!!!
Como disse o nosso amigo lá em cima: 2 + 2 = 4
Abraços e obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Guilherme, bela aula de história, parabéns !!!!! você resolveu o problema.<br />
ELUCIDATIVO E INTERESSANTÍSSIMO !!!!!!!!!!<br />
Como disse o nosso amigo lá em cima: 2 + 2 = 4<br />
Abraços e obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Guilherme Belmonte</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-2830</link>
		<dc:creator>Luiz Guilherme Belmonte</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 01:02:14 +0000</pubDate>
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		<description>Historicamente, as bock eram, SIM, cervejas de ALTA fermentação... Sua transformação em lagers pode ser entendida adiante, pelos que tiverem paciência de ler.

Em torno do século XIII, muitos mercadores tiveram a compreensão de que o estado feudal vigente não mais os protegeria, do ponto de vista de seus interesses comerciais – internos ou em negócios com o exterior.  Especialmente aqueles que comercializavam com os “países” bálticos uniram-se em confrarias  civis com finalidades comerciais.  Um exemplo foi a união de comerciantes de Bremem e Hamburgo que estabeleceram uma representação em Novgorod, Russia, para lidar com o czar...  Essa idéia propagou-se. 

In 1241, Lübeck (Dinamarca) e Hamburgo (Alemanha), assinaram um tratado de proteção comercial mútua.  Logo, outras cidades germânicas uniram-se a eles formando a famosa e poderosíssima aliança denominada Liga Hanseatica que chegou a ser formada por representantes de cerca de 200 cidades.  A liga tornou-se poderosa a ponto de declarar guerra ao Reino da Dinamarca em 1368 e comercializar “todos” os tipos de comodities: óleos, grão, couro, frutas... Essa independência dos senhores feudais fez da Liga o primeiro “mercado comum” da História da Europa.  

Com o passar do tempo, Bremem tornou-se a grande cidade exportadora de cervejas, a ponto de exportar uma certa Brunswick Mumme - “brown ale” de alto teor altamente lupulada - que era exportada para as Indias Orientais e “aguentava o tranco” da viagem.  Talvez tenha sido a ancestral germânica das IPA... rs  As exportações se tornaram altamente lucrativas e alavancadoras do desenvolvimento das cervejas do norte.  É aí que entram as bock.  

A cidade &quot;hanseática&quot; de Einbeck – que desde os heróicos tempos em que se fazia cerveja com o “gruit” ao invés de lúpulo, já produzia uma excelente “ale” escura, de maltes de cevada e trigo – passou, através da Liga, a comercializá-la com os países do entorno e, internamente, tb para Munique.  Os bávaros que conseguiam essa cerveja, especialmente os nobres, preferiam-na às “lager” da região.

A resposta bávara foi a imitação e... a Reinheitsgebot – na verdade, esse foi apenas UM dos motivos.  Na sanha por igualar-se ao norte, em 1590, o Duque Guilherme V passou a fabricar uma  “clone red lager” da cerveja do norte que tanto sucesso fazia.

Em 1612, Maximiliano I, sucessor de Guilherme V, convenceu o mestre cervejeiro Elias Pichler, de Einbeck, a ir à Munique.  Chegando lá, foi detido e proibido de deixar a cidade.  E tinha que fazer cerveja...rs 
A cerveja sofreu, então, sua transformação de uma “ale forte” para uma “lager forte” e nascia aí a moderna bock.  O nome é uma corruptela de Einbeck e/ou referência à época do Capricórnio.  Sua produção marcava o “início do ano cervejeiro” em outubro e, devido à longa fermentação e maturação, “saía” nos meses de “Capricórnio” do zodíaco.  Capricórnio = Bock, bode...

Dessa forma, não acho ilegítimo a La Trappe chamar sua cerveja de bock.  

Em tempo: Os termos “ale” e “lager” que usei acima têm a semântica moderna.  Na época, a referência era a temperatura de fermentação: a “frio” ou a “quente”, uma vez que o conhecimento das cepas de levedura só se deu como desdobramento dos estudos de Pasteur. 

Em tempo 2, a missão: Peixe-boi, nem é peixe nem é boi... Logo, as weizenbock podem ser de alta e ser bock...rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente, as bock eram, SIM, cervejas de ALTA fermentação&#8230; Sua transformação em lagers pode ser entendida adiante, pelos que tiverem paciência de ler.</p>
<p>Em torno do século XIII, muitos mercadores tiveram a compreensão de que o estado feudal vigente não mais os protegeria, do ponto de vista de seus interesses comerciais – internos ou em negócios com o exterior.  Especialmente aqueles que comercializavam com os “países” bálticos uniram-se em confrarias  civis com finalidades comerciais.  Um exemplo foi a união de comerciantes de Bremem e Hamburgo que estabeleceram uma representação em Novgorod, Russia, para lidar com o czar&#8230;  Essa idéia propagou-se. </p>
<p>In 1241, Lübeck (Dinamarca) e Hamburgo (Alemanha), assinaram um tratado de proteção comercial mútua.  Logo, outras cidades germânicas uniram-se a eles formando a famosa e poderosíssima aliança denominada Liga Hanseatica que chegou a ser formada por representantes de cerca de 200 cidades.  A liga tornou-se poderosa a ponto de declarar guerra ao Reino da Dinamarca em 1368 e comercializar “todos” os tipos de comodities: óleos, grão, couro, frutas&#8230; Essa independência dos senhores feudais fez da Liga o primeiro “mercado comum” da História da Europa.  </p>
<p>Com o passar do tempo, Bremem tornou-se a grande cidade exportadora de cervejas, a ponto de exportar uma certa Brunswick Mumme &#8211; “brown ale” de alto teor altamente lupulada &#8211; que era exportada para as Indias Orientais e “aguentava o tranco” da viagem.  Talvez tenha sido a ancestral germânica das IPA&#8230; rs  As exportações se tornaram altamente lucrativas e alavancadoras do desenvolvimento das cervejas do norte.  É aí que entram as bock.  </p>
<p>A cidade &#8220;hanseática&#8221; de Einbeck – que desde os heróicos tempos em que se fazia cerveja com o “gruit” ao invés de lúpulo, já produzia uma excelente “ale” escura, de maltes de cevada e trigo – passou, através da Liga, a comercializá-la com os países do entorno e, internamente, tb para Munique.  Os bávaros que conseguiam essa cerveja, especialmente os nobres, preferiam-na às “lager” da região.</p>
<p>A resposta bávara foi a imitação e&#8230; a Reinheitsgebot – na verdade, esse foi apenas UM dos motivos.  Na sanha por igualar-se ao norte, em 1590, o Duque Guilherme V passou a fabricar uma  “clone red lager” da cerveja do norte que tanto sucesso fazia.</p>
<p>Em 1612, Maximiliano I, sucessor de Guilherme V, convenceu o mestre cervejeiro Elias Pichler, de Einbeck, a ir à Munique.  Chegando lá, foi detido e proibido de deixar a cidade.  E tinha que fazer cerveja&#8230;rs<br />
A cerveja sofreu, então, sua transformação de uma “ale forte” para uma “lager forte” e nascia aí a moderna bock.  O nome é uma corruptela de Einbeck e/ou referência à época do Capricórnio.  Sua produção marcava o “início do ano cervejeiro” em outubro e, devido à longa fermentação e maturação, “saía” nos meses de “Capricórnio” do zodíaco.  Capricórnio = Bock, bode&#8230;</p>
<p>Dessa forma, não acho ilegítimo a La Trappe chamar sua cerveja de bock.  </p>
<p>Em tempo: Os termos “ale” e “lager” que usei acima têm a semântica moderna.  Na época, a referência era a temperatura de fermentação: a “frio” ou a “quente”, uma vez que o conhecimento das cepas de levedura só se deu como desdobramento dos estudos de Pasteur. </p>
<p>Em tempo 2, a missão: Peixe-boi, nem é peixe nem é boi&#8230; Logo, as weizenbock podem ser de alta e ser bock&#8230;rs</p>
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	<item>
		<title>Por: Luiz Guilherme Belmonte</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-2828</link>
		<dc:creator>Luiz Guilherme Belmonte</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 00:19:39 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o \ zitochato \, sugiro visita ao http://www.beerlife.com.br/ed2/artigos.asp...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o \ zitochato \, sugiro visita ao <a href="http://www.beerlife.com.br/ed2/artigos.asp..." rel="nofollow">http://www.beerlife.com.br/ed2/artigos.asp&#8230;</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Maurício</title>
		<link>http://www.brejas.com.br/blog/19-10-2008/resultado-do-teste-cego-de-cervejas-bock-467/comment-page-1/#comment-2725</link>
		<dc:creator>Maurício</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 14:15:11 +0000</pubDate>
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		<description>Olá,
Passo aqui rapidamente para deixar uma questão que tem me atormentado bastante ultimamente:
Se uma Bock não pode ser Ale, o que me dizem sobre uma Weizenbock - que é Ale, de trigo e bock?!? Categoria inclusive oficial no guia de estilos do World Beer Cup / Brewers Association (www.beertown.org)...
Abraços de um consumidor curioso!!!
Maurício</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,<br />
Passo aqui rapidamente para deixar uma questão que tem me atormentado bastante ultimamente:<br />
Se uma Bock não pode ser Ale, o que me dizem sobre uma Weizenbock &#8211; que é Ale, de trigo e bock?!? Categoria inclusive oficial no guia de estilos do World Beer Cup / Brewers Association (www.beertown.org)&#8230;<br />
Abraços de um consumidor curioso!!!<br />
Maurício</p>
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