PILSENS BRASILEIRAS – Resultado do “teste cego”

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1º - 2,47 – Backer
2º - 2,37 – Eisenbahn
3º - 2,02 – Bavaria
4º - 2,00 – Bohemia
5º - 1,98 – Sol
6º - 1,93 – Antarctica
7º - 1,92 – Devassa
8º - 1,80 – Original (no desempate teve maior nota única: 2,2 contra 2,1 da Skol)
9º - 1,80 – Skol
10º – 1,78 – Serramalte
11º – 1,62 – Primus
12º – 1,60 – Itaipava
13º – 1,57 – Kaiser
14º – 1,47 – Brahma
15º – 1,45 – Nova Schin
16º – 1,35 – Crystal

As médias são aritméticas. No Ranking do BREJAS, você poderá conferir as notas individuais dadas por cada confrade a cada cerveja.

  • Nota sobre as cervejas artesanais (ou microcervejarias):

Foi intencional a inclusão, no teste, das cervejas Backer, Eisenbahn e Devassa. Tal se deu porque queríamos colocar à prova o mito de que as artesanais são superiores às “de mercado”. Vimos que o mito, em linhas gerais, transformou-se em fato, exceto pela Devassa. Tais cervejas, por outro lado, acabaram servindo também de “controle” para melhor avaliarmos as demais (embora também as tenhamos degustado às cegas).

Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade BREJAS.com.br, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.

Por hoje, cuidaremos exclusivamente das nossas próprias ressacas…

chorume2.JPG

Turma do BREJAS (Em pé: Guilherme Scalzilli, Daniel Rolfsen e Mauricio Beltramelli. Agachados: Ricardo Sangion, Daniel C. e Alexandre Menke)

SAIBA MAIS!

- Cervejas em LATA X GARRAFA: Tem diferença? Veja AQUI;

- Teste Cego de cervejas brasileiras PREMIUM. Veja AQUI;

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158 Respostas para “PILSENS BRASILEIRAS – Resultado do “teste cego””


  • Olá a todos!

    Achei muito interessante o teste de vcs, mas tenho de discordar….
    Eu já viajei pelo muito pelo Brasil e em cada lugar que eu fui pude (surpreendentemente) descobrir que eu não tenho uma cerveja preferida!
    Durante o tempo em que eu morei no RJ, por exemplo, sempre achei a Brahma a melhor cerveja! Nem mesmo a Bohemia!
    Já em SP, não troco a SerraMalte por nada, mesmo pq, para o MEU paladar, é a cerveja mais saborosa e encorpada do mercado.
    Em MG a Antartica é simplesmente FANTASTICA!
    No nordeste (de modo geral) a Skol é muito boa!

    Porém, independente do lugar a Bavaria Pilsen é uma cerveja que nunca desceu bem! Acho-a muito fraca e sem sabor! Mas, torno a dizer, este é meu gosto!

    Outro detalhe é… A temperatura que as cervejas foram servidas no teste era a mesma para todas as marcas? Para mim, este fator é IMPORTANTISSIMO! Uma cerveja que não esteja BEM gelada nunca vai me agradar!

    Bom, como já vi mais a cima, vcs pretendem fazer um teste com uma mesma marca mas de fábricas diferentes! Acho que este será um teste excelente e eu mesmo vou procurar faze-lo! Coloco os resultados aqui quando tiver!

    Abraços a equipe do Brejas e parabens! O site está muito legal!

  • 2 Mauricio (BREJAS)

    Alexandre,

    Você tem razão em alguns pontos. As cervejas do tipo Pale Ale, como as testadas, são bastante delicadas, a ponto de haver alteração quando expostas à luz ou ao calor, por exemplo. Mas, na gôndola do supermercado, não dá pra saber como uma cerveja foi transportada, não é mesmo?

    Com relação à sua pergunta sobre a temperatura, sim, todas estavam exatamente na mesma temperatura. Note, porém, que uma cerveja “BEM gelada”, em temperatura inferior a 5 graus Celsius, amortece as papilas gustativas e você acaba não sentindo gosto nenhum. Por isso, pedir cerveja “estupidamente gelada” é um erro freqüente, e costuma disfarçar o gosto ruim de uma determinada cerveja em detrimento a uma pretensa “refrescância”.

    Muito obrigado pela força e continue acompanhando o BREJAS!

  • Gostaria de saber qual foi a temperatura que foi gelada, quais os lugares que foram fabricadas e como foi feito o teste, intervalo entre as provas
    obrigado

  • 4 Mauricio (BREJAS)

    Thiago,

    Ajustamos a geladeira com as amostras, e as temperaturas de todas as cervejas estava em 5 graus Celsius, aferida por um termômetro industrial.

    Não nos ativemos ao lugar nos quais as cervejas foram fabricadas, no entendimento que a MARCA é que foi avaliada, não o local de produção.

    Os intervalos entre as provas foram de aproximadamente 10 minutos, tempo necessário para limpar o paladar com água gaseificada e pão, bem como para bater papo a respeito das notas que íamos conferindo.

    Um abraço e continue acessando o BREJAS.

  • Queria saber duas coisas: Primeiro, de onde (que estado) vocês são. E segundo, se é mito ou realidade o velho papo de botequim que diz que o sabor de uma mesma marca de cerveja pode variar de uma fábrica pra outra. Grande abraço. Filipe.

  • 6 Mauricio Beltramelli

    Filipe, vamos lá…

    1) Somos de Campinas, Estado de São Paulo, com exceção do Confrade Michel Wagner, que é de Genebra, na Suíça.

    2) Verdade. As cervejas do tipo Standard American Lager (que, no botequim, a gente mais comumente costumou chamar de Pilsen) são muito delicadas e sofrem variações de sabor influenciadas por inúmeros fatores, tais como a água utilizada, a quantidade de ingredientes que pode mudar de fábrica para fábrica e aspectos logísticos, como as condições de armazenagem e transporte inadequadas.

    Um abraço.

  • Então eu posso supor que o resultado desse teste poderia ser diferente se vocês tivessem usado amostras oriundas de outros estados, certo? Sempre tive essa curiosidade, pois eu viajo muito a trabalho e, embora não tenha o paladar tão delicado a ponto de detectar pequenas diferenças de sabor, vejo que as marcas preferidas pela “comunidade cervejeira” em determinadas épocas variam muito dependendo da região. Isso talvez justifique a indignação de alguns leitores com o resultado do teste, visto que algumas das marcas que ficaram no topo são consideradas de qualidade inferior em alguns estados e vice-versa. Como sou do Rio e creio que a maioria das pilsens nacionais que bebo com freqüência são fabricadas aqui mesmo, acho que o resultado do teste feito com cervejas fabricadas em SP pode não me servir de parâmetro 100% confiável. Grande abraço. Filipe.

  • Acho que vcs estavam bêbados…só pode…só por isso vou beber mais uma!
    Mas, continuem bebendo e nos informando!

  • Queria que vocês acrescenta-sem a cerveja Conti Bier, no próximo teste pois aqui em nossa região muitas pessoas que tomavam Skol, que era a marca lider estão tomando Conti Bier, e não é o fator preço, pois a diferença de uma pela outra é de 0,20 centavos em vários bares etc. ASkol está a cada dia se enfraquecendo e isso deve ser consegüência da péssima qualidade que o gripo Ambev, vêm disponibilizando suas marcas ao mercad. Ao pessoal do Brejas, um grande abraço.

  • 10 Patrick Schafstein

    A Sol é uma das piores, prefiro até mesmo a péssima Glacial…

  • 11 Ricardo A. Leite

    Caros do brejas.com.br,

    Antes de qualquer coisa, parabéns pelo site!! Espero que continuem com o excelente “trabalho” de colocar à disposição dos internautas brejeiros artigos e os resultados de seus “test drinks”…
    Entretanto, na boa, fiquei estarrecido de vocês terem pontuado melhor a Backer do que a Eisenbahn. Mas, gosto é gosto, né??

    Abraço!

    Ricardo.

  • 12 Diogo MAncha verde

    tá louco? a bavaria na frente da bohemia??

  • Grande parte das mensagens foram enviadas por “bebedores de rótulos”.
    Tipo: “A na frente de B?” ou “Vocês estão loucos” e por aí vai.
    Será que estas pessoas não sabem o que é um TESTE CEGO?
    Ninguém escolheu as cervejas de acordo com suas preferência pessoais, apenas deram notas para uma cerveja de cada vez, sem saberem a marca. É difícil entender isso?
    Os TESTES CEGOS servem exatamente para isso, desbundar os bebedores de rótulos.
    Já fiz um teste deste tipo a un 25 anos atrás e os “bebedores de rótulos ficaram desbundados”.
    Parabéns pelo site e pelos testes.
    E vamos deixar os “bebedores de rótulos” continuarem bebendo seus rótulos enquanto nós vamos experimentando várias marcas e um dia achando esta melhor e no dia seguinte achando aquela melhor.
    Abraços
    Miguel – Copacabana – Rio (aqui na beira do mar todas elas descem bem. risos.

  • 14 Daniel Calichio (BREJAS)

    Miguel, seu comentário foi PERFEITO. Você expôs exatamente o que é o teste cego. Se não sabemos o que estamos bebendo, é impossível avaliarmos melhor ou pior uma determinada marca a fim de beneficiá-la ou prejudicá-la. Parabéns pela clareza da exposição e continue conosco! Grande abraço.

  • 15 Ricardo A. Leite

    Miguel, Daniel e demais brejeiros,

    Em tempo: como apreciador e leitor voraz de tudo aquilo que se refere à vinho e cerveja, sei perfeitamente o que é e como é feito um “Teste Cego”. No caso da minha mensagem em particular, só quis dizer que fiquei estarrecido com o resultado do teste ter apontado a Backer como a mais bem pontuada pelos brejeiros em detrimento da Eisenbahn, haja vista que o sabor da Backer, PARA MIM, é inconfundívelmente ruim, sendo, no mínimo, terrivelmente aguada… Em outras palavras: não consigo ME imaginar dando uma pontuação melhor à essa cerveja em relação a Eisenbahn nem se eu fosse cego de verdade…rs.
    Só isso. Mas, sou suspeito: o estilo pilsen ou pilsner não me agrada. Prefiro as de estilo stout, weiss ou ale.

    Abraço!

    Ricardo.

  • Bom Dia Srs.,

    Sobre o Teste, gostaria de retomar a questão sobre a Bavária Pilsen.

    Surgiu, como seria natural, uma surpresa quanto à ótima colocação da Bavária comum.

    Pois bem, um dia destes, eu e alguns amigos fomos à um Bar, que mais corretamente poderíamos chamar “Bodega”, rsrs, para beber uma cerveja.

    Como eu estava no meio de amigos e bebedores de cervejas baratas, obviamente não vou ser o mala pra ficar falando mal das cervejas dos caras, ao menos não ali.

    Pois bem, eles pediram a Bavária normal, que era a mais barata do local, e fomos beber. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade da cerveja, que não têm aquele cheiro horrível das Pilsens tradicionais, e tem até um leve amargor, um “que” de gosto que há muito não se encontra em nossas Pilsens.

    Claro, não digo que seja a melhor cerveja brasileira, pelo contrário, mas fiquei impressionado positivamente, pois achava que encontraria uma cerveja RUIM, e encontrei até uma boa cerveja, pelo custo-benefício.

    Explica-se a colocação dela no Teste do Brejas. Parabéns mais uma vez pelo pioneirismo, e pela coragem de fazer o que outros não fazem, e sobreviver para contar a história, rsrs. Muitos ridicularizaram a posição do Ranking, estamos vendo quem ri por último.

    Abraços,
    E novamente parabéns deste gaúcho que vos fala,
    André R. Finken Heinle

  • ISTO tem relação com o que estamos “discutindo”.
    Os RÓTULOS criam uma EXPECTATIVA e isto influencia o PALADAR.

    Notícias

    03 de março de 2006 (UOL)

    Expectativa influencia o paladar

    Não são apenas as papilas gustativas que determinam o sabor dos alimentos. A expectativa também desempenha importante papel na maneira como o sabor é registrado no cérebro

    O neurocientista Jack Nitschke e seus colegas da Universidade de Wisconsin reuniram 30 voluntários em idade universitária para verificar o efeito da expectativa na avaliação do gosto em humanos.

    A equipe preparou cinco bebidas feitas de água e quantidades variáveis de quinino e açúcar, associando-as a cinco símbolos:
    alta concentração de quinino recebeu sinal de menos;
    baixa concentração de quinino, um sinal de menos riscado com “x”;
    água destilada, um zero;
    águas com baixa e alta concentrações de açúcar receberam marcação equivalente à daquelas com quinino, porém com sinal de mais.
    Após três rodadas do experimento, os estudantes fixaram as associações.

    Para a rodada seguinte, os pesquisadores examiranam os cérebros dos voluntários com ressonância magnética funcional (fMRI). Trocaram, porém, os sinais das bebidas. O sinal de menos riscado – que correspondia à bebida com baixa concentração de quinino – precedia então a bebida mais amarga.

    Quando os participantes viam o sinal que indicava a bebida menos amarga, embora estivessem experimentando a mais amarga, ativavam-se em seu cérebro as mesmas regiões que eram ativadas quando eles acreditavam que iriam tomar a bebida mais amarga, porém com menor intensidade. Eles também afirmaram que a bebida parecia menos amarga. A mesma influência da expectativa sobre o paladar ficou evidente quando os participantes receberam água com açúcar.

    “Esses dados mostram que a resposta neural aos sabores, no córtex primário, é modulada por expectativas, e não apenas pela qualidade objetiva do sabor”, escrevem os pesquisadores.
    Em outras palavras, ao menos em parte o sabor é fruto da imaginação.

  • Impressionante!

    Mas já achava que isto poderia ocorrer. Ciência é ciência.
    Isto é tão verdade que quando estamos loucos para tomar uma cerveja específica pela primeira vez, muitas vezes achamos ela ótima. Depois, ao prová-la com mais parcimônia, ela já não mais parece ser tão boa. A expectativa de ser uma boa cerveja faz com que a percebamos de tal maneira.

  • Caros André, Miguel e Rodrigo,

    Ótimas participações! Vocês já repararam que os comentaristas que ridicularizam o Teste-Cego o fazem utilizando apenas poucas palavras, sem argumentos explicativos de suas opiniões? São os Torcedores de Rótulos. Eles se recusam a fazer o Teste-Cego eles próprios. Têm medo que a sua marca predileta não “ganhe”.

    É na degustação às cegas, onde o que vale é o que está nos copos e não nos rótulos, na fama do produto ou nas propagandas elaboradas, que a verdade aparece e os mitos são destruídos.

    Um grande abraço.

  • 20 Ricardo A. Leite

    Abaixo, mais uma experiência que, apesar de não ter sido feita com uma breja, indica o poder e influência da “sugestão” ou de ciência de determinado dado não organoléptico (preço) no resultado de provas de sabor e qualidade:

    ————————————-

    BBC Brasil

    “Um mesmo vinho pode ser muito mais agradável ao paladar quando vendido a R$ 200 do que quando seu preço é R$ 10, segundo indica uma pesquisa recém-publicada pelo California Institute of Technology, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o fator psicológico faz com que o grau de satisfação com o vinho aumente de acordo com o seu preço, tornando-o mais agradável ao paladar.

    Os pesquisadores deram a 20 pessoas duas doses do mesmo vinho, dizendo a eles que a bebida havia custado algum valor entre US$ 5 e US$ 90. A maioria considerou melhores as doses dos vinhos “mais caros”.

    Ressonância magnética

    Os pesquisadores usaram uma técnica de ressonância magnética para observar o comportamento do cérebro dos pesquisados ao saborear cada dose de vinho. Eles observaram as mudanças ocorridas na parte do cérebro conhecida como córtex órbito-frontal médio, que tem um papel importante na sensação de prazer.

    O estudo mostrou que essa região do cérebro ficava mais ativa durante a degustação dos vinhos “mais caros” do que na ingestão dos “mais baratos”. Segundo o coordenador do estudo, Antonio Rangel, o resultado da ressonância magnética mostrou que a diferença na percepção de cada dose de vinho era real, não apenas imaginária.

    De acordo com Rangel, o estudo pode ajudar em outras pesquisas que analisam os efeitos neurológicos do marketing. Um importante crítico de vinhos britânico disse ao jornal The Times que a relação do consumidor com o preço da bebida pode ser comparada à reação de alguém em relação a uma roupa cara de uma marca famosa. Segundo ele, porém, os críticos e consumidores freqüentes de vinho não seriam influenciados pelo preço.”

    ————————————————

    Mais uma vez, a ciência mostrando o quanto nossas percepções da realidade (ou realidades) são subjetivas e influenciáveis. E o quanto é inútil desmerecer o gosto de alguém…

  • 21 Daniel Calichio (BREJAS)

    A título de curiosidade, informo que já realizamos TRÊS testes-cegos de “pilsen”, mas só publicamos o último (o acima).

    Considerando todos eles e apenas as cervejas produzidas pelas macrocervejarias, tivemos o seguinte resultado:

    a) a Bavaria SEMPRE teve destaque: venceu dois e ficou em quarto no outro;

    b) a Bohêmia venceu um e foi vice em dois. Logo, na média, teve o melhor resultado dentre todas;

    c) a Antárctica SEMPRE esteve no pelotão intermediário (de quarto a sexto);

    d) a Kaiser e a Brahma SEMPRE do meio para o final;

    e) a Nova Schin SEMPRE nas últimas duas posições; e

    f) apenas Skol e Itaipava tiveram consideráveis variações de posição nos testes.

    Minha conclusão sobre tudo isso: matematicamente, num universo de três testes-cegos chegarmos a resultados repetitivos como os acima, demonstra que as cervejas listadas costumam ser boas ou ruins com certa regularidade.

  • 22 Marcos Hebertt A. Santos

    Uma cerveja que faltou foi a Weiss da Bierland de Blumenau, em poucos anos evoluiu muito, mais até que a da Eisenbahn, em equilíbrio de aromas, principalmente o do cravo, problema que a Eisenbahn posteriormente conseguiu corrijir. Acho que juntas tanto a Eisenbahn como a Bierland weiss são as melhores do Brasil. A Bierland vai começar a produzir garrafas de 500ml já no começo de 2009 e com lançamentos de novas variedades de cervejas seguindo a ltradicional lei alemã 1516.

  • Legal o teste. E não me surpreendeu o resultado a não ser pela Devassa. Embora só cosstume beber a devassa escura, a considero uma cerveja bem melhor do que as demais do mercado. Para mim ficariam as cervejas “de massa” todas empatadas.
    Também acho a Brahma uma das piores. E me surpreendo quando me dizem que cervejeiro de verdade só bebe Brahma. Certamente esses nunca beberam uma boa cerveja.
    Atualmente procuro pela Stella Artois quando se trata de cerveja clara, Devassa ou Eisenban quando se trata de cerveja escura. Mais que isso é difíil achar pelos bares do Rio. Na falta dessas vou de Bohemia, Itaipava e Petra.

  • Srs., parabéns pelo teste. Gostei tanto que vou tentar repetir com um bando de amigos apreciadores de cerveja. Sou leigo ainda, querendo passar do “mais é melhor” para a qualidade.

  • 25 LUIZ HENRIQUE BOCCARDO

    bom dia a todos, sou de são manuel , regiao de bauru sp e estou ajudando no bar da minha sogra por motivos de saude, e em agosto aconteceu algo interessante pois 80% sao bebedores de brahma e nao experimentao outra cerveja de jeito nehum, e na nossa regiao tem o mito da agua de agudos que cerveja tem que ser fe agudos , ai aconteceu um problema na linha de produçao de agudos e tá vindo cerveja brahma de jaguariuna , e ficarao duas semanas tomando brahma de jaguariuna sem saber até que um viu o codigo no rótulo ja e nao ag , ai alarmarao para o bar inteiro, e a cerveja brahma passou a ser ruim do dia pra noite eh eh ehe , sao tomadores de rotulo mesmo e de fabrica tbm um abraço a todos e vamos experimentar cerveja sem preconceitos vamos nos surpreender com certeza.

  • Luiz Henrique,

    PERFEITA a sua contribuição. Prova exatamente o que sempre defendemos: O pessoal bebe rótulo.

    Essa tua história é FANTÁSTICA, e vai direto pro nosso manual… rssss…

    Muito obrigado pela brilhante participação!

  • CERVEJA é que nem MULHER.
    Tem que se dar uma bicada em cada uma,
    Pra se surpreender.
    E só depois escolher a que a gente quer.

  • Equipe Brejas,

    Parabéns pelo teste e ainda mais pela coragem de tentar abrir os olhos dos milhões de tomadores de rotulos e que ainda por cima acham que entendem de cerveja…
    Quanto a Carlsberg ela deixou de ser vendida no Brasil quando a Interbrew comprou a Ambev, pois Interbrew e Carlsberg eram e ainda são são concorrentes lá fora. Realmente acredito que os resultados de vocês estão certos pois quando a Brahma comprou a Antarctica criando a Ambev, jurando que criarima uma multinacional brasileira de cervejas mas depois se vendeu aos gringos, eles passsaram a pensar apenas em maximizar os lucros e para isso pioram a qualidade das cervejas deles a cada dia. Também não foi surpresa a colocação da Bavaria pois a antiga cervejarias Kaiser sempre produziu cervejas muito boas. Aqueles que têm coragem comparem a tão mal falada Kaiser com a Skol, Brahma ou Antarctica em um teste cego e provavelmente vão se surpreender. Isto sem falar na Bavaria Premium, na Gold e na Xingu que também são prodizidas por eles. Mesmo após a compra pelos Mexicanos da Femsa as cervejas continuaram muito boas. Este teste foi perfeito para separar os homens dos meninos. Aqueles que querem tomar uma boa cerveja dos que só sabem bater o pé e tomar sempre a mesma cerveja “estupidamente gelada” de sempre.

    Parabéns e torço para que repitam de tempos em tempos o teste CEGO!

  • Antes de conhecer brejas, já havia um projeto em andamento; uma choperia. Não será mais! Não digo que brejas foi a única responsável pela mudança de planos, mas contribuiu. Escrevo de uma cidade muito próxima de Campinas e muito bem localizada. O local para tal empreendimento será um casarão do final do séc XIX todo restaurado.

    Fica a pergunta : seguir a linha “não beba rotulo” vai fazer o bar “virar” economicamente?

    Estou acreditando que sim e muito disposto a encarar este desafio, porem, entendo muito pouco da boa cerveja!

    Vejam aí se podem me ajudar nesta empreitada ou indicar quem possa. (consultoria, treinamento, etc) assim, quem sabe muito em breve, teremos mais uma opção para degustação de boas cervejas aqui na região.

    Um abraço

    Marcos

  • 30 Marcondes Urbano

    Parabéns pelo site, muito útil aos que são apreciadores de “brejas”. Sugiro que nos próximos testes cegos com “pilsens” seja incluída a Polar. Sou paranaense e atualmente moro no Rio Grande do Sul, trata-se de uma cerveja maravilhosa. Aqui ela é muito consumida e apreciada. Inclusive aproveitando o ensejo, gostaria de saber se há alguma explicação para o fato de ela ser vendida somente aqui no Sul. E não posso deixar de demonstrar, como a maioria dos “brejeiros” a minha surpresa com a colocação da Bavaria nos testes.
    Continuem nos trazendo essas informações que valem lúpulo!

  • teve algumas navalhadas nesse teste
    gostaria que fosse feito novamente de forma que seja consumida apenas uma marca por dia
    e comparassem novamente os resultados

  • [...] München e Scwarzbier. Em garrafas de 330ml, a novidade é a Backer, cuja Pilsen foi a ganhadora do Teste Cego do estilo realizado pelo BREJAS em setembro de 2007. O happy hour turbinado acontece das terças às [...]

  • 33 Rodolfo Augusto

    Na minha opnião o teste não foi 100% válido, porque há diferenças no sabor e aroma de cervejas de lata e em garrafa.

  • Reiterando o Rodolfo, gostaria de saber se o teste considerou mesma embalagem e data de validade das cervejas?

    Se não, o teste foi completamente viesado e deve ser desconsiderado, já que sabemos que os principais atributos à uma cerveja de mercado (como as quais) são:
    1) Quanto mais próxima da data da fabricação, melhor (portanto, subtraia 6 meses da data de validade e terás a data de fabricação);
    2) Garrafas tendem a ter sabor menos alterado que lata. Garrafas retornáveis (600ml) são mais espessas que descartáveis (Long Neck), e portanto, menor a chance de se alterar o sabor, dado a luminosidade;
    3) Olhar a relação entre a fábrica onde foi produzida a cerveja e a distância da mesma ao local onde foi comprado a cerveja (Supermercado, bar, etc..). Quanto mais distante a fábrica, maior o tempo de transporte, e mais propensa a cerveja a fatores climáticos como luminosidade e calor, e maior o sacolejo do caminhão (em nossas belas estradas), liberando parte do CO2, em troca do oxigênio, iniciando assim um processo de oxidação, que degradará, entre outros, o aroma e sabor da cerveja.

    Somados os fatores básicos, se tal teste não os levou em consideração, viesou a amostra, e tal teste deve ser rejeitado.

  • Daniel,
    Concordo com as três premissas atributivas que você colocou muito bem.
    Entretanto, discordo que o teste esteja tão prejudicado assim. Isso porque, caso considerássemos local da fábrica, transporte, condições de estocagem, etc, jamais poderíamos realizar qualquer teste-cego.
    Todas as cervejas foram compradas preferentemente em um só estabelecimento comercial. E cuidamos para que todas as amostras estivessem com o prazo de validade mais elástico possível. Melhor que isso, só se todas as fábricas estivessem num só lugar, o que não acontece. Por sinal, todos os testes-cegos são feitos da maneira que o BREJAS fez. E continua fazendo, com as cervejas Weiss, Bock, etc., inclusive importadas.
    Obrigado pelo seu comentário, continue acompanhando o BREJAS.
    Um abração e vamos conversando.

  • 36 Daniel Calichio (BREJAS)

    Walter, faça você mesmo o teste de acordo com sua própria sugestão e poste o resultado aqui. Ficaremos felizes em debater o resultado. Abraços.

  • Me desculpem mas já vi que a turma não gosta muito de cerveja pilsen, não é possível que uma Bavaria e uma Sol, fiquem a frente da Original, da Skol e da Itaipava que são as cervejas pilsen hoje mais adoradas pelos brasileiros.

  • Prezados Senhores.
    Eu só acredito em escolha de sabores de cervejas por verdadeiros degustadores, aja vista, que após o 5º copo ingerido por tomadores de cervejas, todas as marcas são iguais.
    Abraço.

  • Ciro,
    Respeitamos a sua opinião. Mas antes teríamos que fazer a definição do termo “verdadeiros degustadores”.
    Discordo da sua declaração de que “após o 5º copo ingerido por tomadores de cervejas, todas as marcas são iguais”. Como já disse o Confrade Daniel em outro comentário aí em cima, as três últimas cervejas avaliadas tiveram colocações bem distintas. Exemplo: uma delas ficou em 14º, a outra em 2º e a outra em 8º.
    Se todas elas tivessem ficado muito bem ou muito mal posicionadas, teríamos ficado preocupados, mas não aconteceu. Pelo contrário, notamos que conseguimos distinguir bem uma da outra mesmo após várias degustadas. Notava-se a cada quesito avaliado diferenças nítidas em relação à(s) cerveja(s) anterior(es).
    Os critérios usados na degustação encontram-se especificados aqui mesmo no nosso site. Friso também que tomamos cerca de meio copo americano de cada uma delas, de forma que nem deu pra ficarmos bêbados ao final
    Finalizando, lembro que incentivamos a prática de testes cegos entre os nossos leitores. A troca de experiência é fundamental entre todos nós. Faça você também!
    Um abraço dos Confrades do Brejas.

  • O resultado desse teste foi realmente surpreendente com relação ao “pelotão do meio”, porque sempre considerei a Brahma melhor que a Antarctica (adocicada) e a Bavária (levinha, mas não desagradável; gosto dela, ainda que prefira a Brahma). Realmente, o motivo da diferença pode ser o vasilhame. Talvez seja interessante repetir o teste, incluindo, na próxima edição, a Baden Baden Cristal, que é uma pilsen deliciosa, pelo menos no meu gosto.

  • Aguardo o novo teste SEM LATAS!!!!!
    O sabor muda muito em se comparando um lata com a mesma cerveja em garrafa de 600 ml. (e na minha opinião se for long neck tb muda).

  • Senhores, concordo plenamente com um comentário acima, avaliação de produto em lata? todo cervejero experiente sabe que quanto mais “nova” a cerveja maior probabilidade da mesma estar próxima das qualidades organolépticas originais, tabém sabemos que a opção em garraga “gira” mais , logo, que a premissa é alta (e verdadeira) do produto que estar mais se aproximo do original…PQ LATAS????? pode ser que algumas eram mais novas do que outras. OUTRO TÓPICO, PQ não incluíram a WALLS de Belo Hrizonte, é um pilsem bem incorpara com dois tipos de lúpulos, degustei ele no Minas Bier Fest, é simplemente maravilhosa !! tenho certesa que colocaria a Backer no chinelo

  • É VERDADE!!!

    Aos degustadores de cerveja.
    Sabado eu fiz um teste cego com mais 5 pessoas. Na verdade comprei apenas 4 marcas, e todas em lata como o teste feito pelo BREJAS. Compre Bavaria, Itaipava, Skol e por fim Brahma de Agudos (já que a fábrica de agudos é muito bem conceituada entre a maioria dos bebedores de cerveja).
    O teste não foi tão complexo como o do BREJAS, com tanto intervalo e etc. mas foi surprendente. Ninguém acertou qual era a Bavária. 1 das pessoas falou que jamais tomaria a cerveja 2 (que no caso era a Skol), e a cerveja 3 (Bavária) foi eleita por 3 pessoas como a melhor das 4.
    Foi muito divertido e surpreendente. Sugiro a todos fazerem o mesmo tipo de teste. Eu com certeza vou fazer novamente, da próxima vez com ficha de degustação e de uma maneira um pouco mais “séria”.
    Eu continuo “Clamando” pelo teste cego SEM LATAS.
    Grande abraço a todos.

  • 44 Daniel Calichio (BREJAS)

    Pablo, viu como o teste-cego revela surpresas?

    Num dos nossos testes-cegos dois confrades chegaram a jogar a Skol na pia dizendo que não tomaria aquilo de jeito nenhum…

    E a Bavaria? Três de vocês, num total de quatro, elegeram ela a melhor. Esses testes são interessantíssimos!

    Abaixo aos torcedores de rótulos!

    Continue fazendo testes como esse. Todos nós ganhamos com isso!

    Abração!

  • A idéia de testes cegos é legal, e concordo com o Maurício quando ele diz que 100% das vezes causam surpresa (e como!!!).
    Para o pessoal que achou absurda a colocação da Sol ou da Bavaria comum, tenham em mente que foi um teste feito tomando pequenas quantidades de cada cerveja, e todos sabemos que cervejas de consumo baratas têm sua verdadeira qualidade avaliada após grande quantidade e no dia seguinte (a famosa ressaca!!!). Eu particularmente sou fã da Original e da Serramalte, já não tenho uma queda tão grande pela Bohemia, que embora não sejam cervejas premium são bem agradáveis.
    Gostaria de saber se vocês pretendem fazer mais testes cegos futuramente e por que cargas da água usaram latinhas? Querem uns cascos emprestados para comprar de garrafa? ahahhaha
    abração pessoal!

  • Itamar,

    Não usamos todos os rótulos em garrafas em virtude da dificuldade de encontrá-los nessa embalagem.

    Já fizemos outros testes cegos. Verifique na área “categorias”, no menu à direita, no topo da página. E vamos fazer outras…

    Um abração.

  • [...] mais de um ano BREJAS realizou um Teste-Cego de cervejas Pilsen brasileiras (veja o resultado AQUI). As conclusões do Teste são, de longe, o assunto mais comentado deste site desde o seu [...]

  • 48 Mauricio (BREJAS)

    Pessoal,

    Com relação aos questionamentos sobre o envasamento das cervejas testadas (lata X garrafa), por favor acessem:

    http://www.brejas.com.br/blog/01-12-2008/cervejas-em-lata-x-cervejas-em-garrafa-tem-diferenca/

    Um abraço.

  • Parabéns pelo teste, é sempre interesante ver um resultado inesperado (Bavária na frente de SerraMalte e Original !?!).
    Entretanto, sem questionar o gosto de cada um de vocês, gostaria de lembrar que vários fatores que não foram considerados podem afetar a nota de cada uma das cervejas. Experimente tomar a sua cerveja preferida depois de escovar os dentes, por exemplo.
    Eu penso que existem falhas metodológicas nessa pesquisa que de certa forma diminuem o valor do seu resultado. Como o paladar do pesquisador no momento que degustou o primeiro e o último copo, por exemplo. Se tudo não passa de uma brincadeira, tudo bem. Eu adoro comparar cervejas, whisky e vinho com amigos que os apreciam. Mas quando isso repercute na mídia, podemos pecar ao condenar cervejas de qualidade mediana (como a Original e a Devassa) ao limbo das produzidas com preocupação apenas em custo reduzido.
    De qualquer forma, gostei muito do teste. Parabéns!

  • Além disso…. penso que degustar meio copo é pouco. O real sabor de uma bebida se revela aos poucos, e o impacto inicial de uma cerveja deliciosa pode ser um tanto desagradável, se imediatamente antes estamos degustando uma cerveja de outro tipo. Está para ser desenhado um teste cego IDEAL.

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