PILSENS BRASILEIRAS - Resultado do “teste cego”
1º - 2,47 - Backer
2º - 2,37 - Eisenbahn
3º - 2,02 - Bavaria
4º - 2,00 - Bohemia
5º - 1,98 - Sol
6º - 1,93 - Antarctica
7º - 1,92 - Devassa
8º - 1,80 - Original (no desempate teve maior nota única: 2,2 contra 2,1 da Skol)
9º - 1,80 - Skol
10º - 1,78 - Serramalte
11º - 1,62 - Primus
12º - 1,60 - Itaipava
13º - 1,57 - Kaiser
14º - 1,47 - Brahma
15º - 1,45 - Nova Schin
16º - 1,35 - Crystal
As médias são aritméticas. Ao baixar a PLANILHA do BREJAS, você poderá conferir as notas individuais dadas por cada confrade a cada cerveja.
- Nota sobre as cervejas artesanais (ou microcervejarias):
Foi intencional a inclusão, no teste, das cervejas Backer, Eisenbahn e Devassa. Tal se deu porque queríamos colocar à prova o mito de que as artesanais são superiores às “de mercado”. Vimos que o mito, em linhas gerais, transformou-se em fato, exceto pela Devassa. Tais cervejas, por outro lado, acabaram servindo também de “controle” para melhor avaliarmos as demais (embora também as tenhamos degustado às cegas).
Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade BREJAS.com.br, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.
Por hoje, cuidaremos exclusivamente das nossas próprias ressacas…
Turma do BREJAS (Em pé: Guilherme Scalzilli, Daniel Rolfsen e Mauricio Beltramelli. Agachados: Ricardo Sangion, Daniel Calichio e Alexandre Menke)



21/Setembro/2007 as 7:25
A única colocação que me surpreendeu foi a Bavaria. Se ainda fosse a Bavaria Premium, eu não ficaria surpreso, mas a Bavaria “comum” me surpreendeu muito. Vou tomar umas para ver como ela está atualmente.
Eu fiz dois testes cegos de pilsens também, há algum tempo, nos mesmos moldes. Depois vou levantar os dados e mandar pra vocês. §11!
23/Setembro/2007 as 5:16
Serramalte ficar em 10° me surpreendeu.
24/Novembro/2007 as 1:48
Esse teste foi uma piada!!!! Quem realmente entende de cerveja, jamais colocaria cervejas como a Bavaria e colocação superior as cervejas premium como Original e Serramalte. Sugiro refazer esse teste com pessoas realmente conceituadas!!!!!!!
4/Dezembro/2007 as 4:10
Hi
Tell please where it is possible to find articles or news on the given theme.
G’night
2/Janeiro/2008 as 10:13
Prezado Marcos,
Respeitamos a sua opinião, mas você está redondamente equivocado, tanto a nosso respeito quanto à própria cultura cervejeira.
Inicialmente, Original e Serramalte não são cervejas “premium”, como você acredita. Quanto a questão do “pessoas realmente conceituadas”, procure antes ver o nosso Ranking e constatar que, se experimentar mais de 500 rótulos não nos transforma em especialistas, ao menos nos confere algum “conceito”.
Ao invés de simplesmente atacar o nosso Teste Cego, procure fazê-lo também, no aconchego do seu lar, tirando suas próprias conclusões. Temos certeza que irá surpreender-se também, igualzinho a nós.
Um abraço de BREJAS.
11/Janeiro/2008 as 11:46
Estou também muito surpresa com a colocação da Bavaria e da Antactica.
11/Janeiro/2008 as 1:49
Francielle,
Testes cegos causam sempre surpresa, em 100% das vezes.
Nosso próximo teste cego será com as Weiss nacionais e importadas. Vamos ver no que vai dar…
Grande abraço,
Mauricio.
15/Janeiro/2008 as 5:12
Boa Tarde srs.,
Permitam discordar do teste. Sei quão inconveniente é ter um mero leigo discordar de quem fez e faz tais testes.
Eis que já fiz, repetidas vezes, testes cegos, comigo e com amigos, pois soi um tipo de pessoa que não se sente confortável ao beber “rótulos”.
Quase todas as vezes, me surpreendi com a colocação de cervejas tidas pelo lugar-comum como “ruins”, e igualmente com cervejas tidas como “boas” no imaginário popular.
De todo modo, nas vezes que fiz, cervejas como Serramalte e Original (as quais tive o prazer de conhecer quando eram fabricadas com metodos quase artesanais) hoje já não conseguem apresentar vantagens realmente significativas junto à cervejas de massa, como Skol, Brahma, Kaiser.
De mesma monta, cervejas tidas como “ruins”, caso de Nova Schin, Kaiser, etc. estavam na “cola” de marcas líderes, como Skol, Brahma, Antarctica, quando não eram melhores, na minha humilde opinião.
Trata-se de uma infeliz constatação: o mercado brasileiros de Pilsens de massa está homogeneizado e nivelado por baixo, não tendo mais cabimento beber “rótulos”.
Creio que, no geral contudo, não discordo do Teste, embora algumas colocações sejam no mínimo estranhas, caso da Bavária (embora eu creia que trate-se da “Premium”), Antarctica, Sol, e da Kaiser, o “Patinho Feio” da Indústria Cervejeira Nacional, mas que na minha opinião é melhor que Skol, Antarctica, Sol.
De todo modo, parabéns pelo trabalho que fazem.
Um Forte Abraço,
André R. Finken Heinle.
16/Janeiro/2008 as 11:11
Caro André,
Suas observações não têm nada de “leigas”.
Concordo integralmente com você quando disse que o mercado brasileiro de Pilsen está nivelado por baixo. Está mesmo! O pessoal bebe rótulos.
Prova disso é que, no teste cego, cervejas como Backer e Eisenbahn ficaram muito à frente do “pelotão” das Pilsen de mercado.
Na geléia geral das “de massa”, particularmente acho que poderia ter ganho qualquer uma… São todas praticamente iguais… A Bavária “ganhou”, mas poderia ter ganho qualquer outra. Talvez a Bavaria estivesse melhor naquele dia…
Excelente participação, continue nos acessando.
Grande abraço,
MAURICIO BELTRAMELLI
17/Janeiro/2008 as 3:37
Jovens!
Depois desse final de ano, nunca vou tomar uma cerveja sem pensar em avaliá-la durante o ato… rsss
Vocês criaram um monstro!
Ahh… Parabéns pelo site…
[]s
Markim (Cheetos)
19/Janeiro/2008 as 12:16
Companheiros de Copo,
Teste é teste, gosto é gosto. O de vocês tem seu valor como toda comparação feita às cegas. Coincidentemente, no que toca às cervejas nacionais, praticamente bateu com minha escolha. Sou bebedor antigo de Antarctica e não consigo mudar. As opções que existem em minha região são Skol, Brahma, Bohemia, Nova Schin, Sol e Kaiser. Acho quase todas intragáveis. A Skol e a Brahma são ralas e têm odor ruim. As outras, excetuando a Bohemia, não dá nem pra comentar. Como a Bohemia é mais cara e difícil de achar, continuo com meus 30 anos de Anatrctica. Tem uma hstória antiga que diz que pra fazer uma Brahma pega-se 1 garrafa de Antarctica e mistura-se uma garrafa de água; pra fazer uma Skol misturam-se 2 garrafas de água a 1 de Antarctica. É isso aí, gostei do Site(indicado pelo Noblat) e lanço uma dúvida: a mesma cerveja, quando feita em fábricas diferentes, pode ter diferença? A Antarctica que vem do Rio, é consenso entre os bebedores daqui, é muito melhor do que a que vem de São Paulo. Seria realidade ou puro delírio etílico? Um abraço,
Alexandre Farage - São Vicente de Minas - Sul de M.G
19/Janeiro/2008 as 5:44
Alexandre,
Realmente as cervejas tem diferencas dependendo da regiao onde foram produzidas, principalmente devido a qualidade da agua, e muitas vezes essas diferencas sao gritantes. Estive em Buzios nesse fim de ano e a Skol em lata me pareceu muito mais saborosa e sem o odor ruim que voce comenta, com o qual concordo. Alem disso, as cervejas pilsen sao pouco tolerantes a calor e luz e tambem tempo de que foram produzidas, influenciando seu sabor.
Minha fica pra voce eh provar as Pilsens artesanais, como Eisenbahn, Backer e Colorado.
Abracos!
20/Janeiro/2008 as 10:24
Prezados,
parabéns pelo site. Gostaria que vocês experimentassem as cervejas produzidas pela Cervejaria Premium - Frutal - Minas Gerais (da qual sou Mestre Cervejeiro). As cervejas são a FASS, Bella e Bauhaus. Me envie o endereço e terei o maior prazer de mandar algumas garrafas/latas para avaliação. Tenho certeza de que vocês ficarão surpresos. Além disso, coloco a cervejaria à disposição para uma visita. Não é uma micro cervejaria, a mesma tem capacidade instalada para até 1.000.000 de hls/ano.
Atenciosamente,
Egon Carlos Tschope
Gerente Industrial
Mestre Cervejeiro
20/Janeiro/2008 as 11:48
Turma do BREJAS, parabéns pelo site e pelos testes de cervejas.Notei que das pilsens brasileiras avaliadas por voces tem 5 em garrafas e 11 em latas.Não gosto de cerveja em lata, me parece que tem sabor diferente(PIOR).Em todo caso valeu pela informação.Um abraço.
20/Janeiro/2008 as 8:55
Prezado Luiz Afonso,
Realmente, a maioria das cervejas testadas por nós foram em latas. Isso se deveu em função da dificuldade de obter a maioria das marcas em garrafas de 600ml.
Admitimos que são inúmeros os fatores que podem alterar o sabor das cervejas do tipo Pilsen, que são menos alcoólicas e mais delicadas. Por isso, em breve, repetiremos o teste cego, mudando vários parâmetros, entre eles o envasamento.
Continue nos acompanhando.
Um abraço,
MAURICIO BELTRAMELLI
22/Janeiro/2008 as 7:12
Tomo cerveja desde os meus 15 anos e, confesso que não me surpreendi quando vi nesse site a colocação da BAVARIA PILSEN no teste cego. Hoje tenho 47. Aconteceu comigo o seguinte: numa viagem ao interior do estado, na hora do almoço, pedi uma cerveja bem gelada. Não me preocupei com a marca, já que no local existiam vários cartazes de Brahma e Skol. Quando o garçom trouxe a cerveja perguntei se só tinha aquela e ele disse que não, mas já havia aberto. Então eu disse: “Ah, deixa essa mesma”. Bendito engano. De lá prá cá, a minha preferência é BAVARIA PILSEN. Meus amigos mais chegados já aderiram, mas a maioria (BEBEDORES DE RÓTULO) não. Azar deles, não sabem o que estão perdendo…
ELVINO PEIXOTO, Maceió/Al
22/Janeiro/2008 as 8:31
Brejas, é com alegria que descubro que outras pessoas pensam e bebem da mesma maneira que eu. Sou ex-funcionário da Ambev, trabalhei lá por 5 anos e nesse período fui degustador de cervejas e refrigerantes, além de degustações de matérias-primas como malte e arroz (sic)…Concordo plenamente com as citações acima de que as cervejas Pilsen nacionais estão niveladas por baixo. Na minha opinião, pura água - TASTELESS. No tempo em que fui funcionário da empresa, por questões éticas (e pressão), evitava consumir produtos da concorrência. Hoje tenho a sorte de poder degustar Heinekens, Warsteiners, Erdingers, Tuborgs, Grolschs, enfim, cervejas de verdade. Chega de água com gás!!!
Parabéns pelo site. Abraço!
Albert Egan / Jaguariúna - SP
23/Janeiro/2008 as 10:53
Elvino,
Parabéns por admitir “livrar-se” das cervejas “de massa”! É assim mesmo, na base das experiências degustativas empíricas, que apuramos o nosso paladar e aprendemos todos um pouco mais sobre cerveja.
Agora falta você experimentar algumas artesanais brasileiras e outras importadas…
Grande abraço.
23/Janeiro/2008 as 11:03
Inicialmente meus parabéns pelo trabalho de vocês, é contestação e constatação, tem utilidade pública.Afinal aqui se bebe bastante cervejas. Moro em Itaipu-Niterói-R.J., pois bem, nesta região as pessoas bebem Skol e atualmente a tal da Itaipava. O fato é que nos bares tais cervejas são oferecidas, pois os distribuidores oferecem vantagens. Dessa maneira só apresentam tais cervejas aos bebedores,
que na maioria das vezes não tem o menor conhecimento sobre o assunto e querem é ficar bebum!!!.
Viajo pelo mundo e no mês de outubro visitei a Bélgica e Bruges, principalmente em Bruges conheci uma
cerveja chamada Jupiter e dela fiquei sendo um apreciador, vocês já a conhecem com certeza.
Mas a técnica de vendas das cervejas nos bares me deixa irritado, afinal o que o portuga do bar entende de cervejas, na maioria das vezes nada. Então deixo minha reclamação e o meu elogio à vocês, Eros
23/Janeiro/2008 as 11:06
Albert,
É com imensa honra e prazer que recebemos no BREJAS um degustador PROFISSIONAL como você. E ainda mais um ex-”ambeviano”.
Muito bom constatar que a sua opinião bate com a nossa no tocante às cervejas industriais brasileiras. Isso nos prova que estamos no caminho certo. E nos dá mais alegria.
Por favor, continue no BREJAS. E não hesite em nos puxar as orelhas quando não concordar com algo. Afinal, você é autoridade no assunto!
Grande abraço.
23/Janeiro/2008 as 11:15
Eros,
Você está coberto de razão!!!
Estratégias agressivas de marketing existem no mundo todo, mas aqui o consumidor se acostumou DEMAIS com as cervejas de massa. Nas propagandas, o sabor fica lá atrás. O que interessa são os Pagodinhos e as bundas da vida.
Mas vemos, com esperança, o crescimento da cultura cervejeira no país. Cada vez mais o consumidor está buscando por produtos diferenciados, a exemplo do que ocorreu com os vinhos.
BREJAS nasceu justamente com a intenção de promover essa diversidade. E, quem sabe um dia, o brasileiro vai deixar de beber RÓTULOS e apreciar CERVEJA.
Com relação à Jupiler, é uma cerveja bem interessante. Mas não deixe de ler o nosso Blog com dicas de cervejas belgas, para quando for de novo à Bélgica.
Grande abraço.
28/Janeiro/2008 as 7:33
Olá amigos amantes de cerveja.
Fiz um teste as cegas com quase todas as cervejas aí citadas e o meu resultado foi bem o que eu esperava. Mas queria lembrar que o sabor de cada cerveja varia de cidade para cidade. Eu não seí porque, mas eu e meus amigos sentimos muito esta diferença. Por exemplo, só consigo beber Kaiser em São Paulo e Itaipava no Rio.
Aí vai meu resultado.
1- Eisenbahn
2- Devassa
3- Bohemia
4- Original
5- Itaipava
6- Antartica
7- Brahma
8- Skol
9- Sol
10- Kaiser
11- Primus
12- Nova Schin
13- Crystal
14- Bavaria (essa não é surpresa para mim, já que eu não tolero o gosto dela e sempre passo mal no primeiro gole.)
Fazer esses testes é uma boa iniciativa, mas temos que levar em consideração o paladar de cada um.
Abraços,
Rafaela
4/Fevereiro/2008 as 7:24
Olá!!!
E aí, já degustaram as cervejas?
Cadê os comentários.
Um forte abraço a todos.
Egon
8/Fevereiro/2008 as 8:53
Fizemos um teste cego ,carnaval 2008, num total de 8 pessoas sendo que 6 eram homens e 2 eram mulheres.
Trata-se apenas da pontuação final, levando em consideração os pesos.
Nenhuma correlação estatística ainda foi feita.
Quesito Peso
Aroma 2
Cor 1
Sabor 3
Amargor 2
Residual de Sabor 3
Marca Pontuação
1 - Bavária 269
2 - Cintra 253
3 - Kaiser 246
4 - Itaipava 242
5 - Conti 241
6 - Crystal 238
7 - Antarctica 229
8 - Brahma 223
9 - Skol 222
10 - Krill 219
11 - Primus 211
12 - Sol 204
13 - NovaSchin 196
14 - Fass 190
15 - Bella 173
16 - Guitts 167
As cervejas eram todas “PILSEN”, a única cerveja de garrafa era a Bella. Fass e Bella eram cervejas da região de Caconde SP, local onde o teste foi realizado.
Abraço
Flavio, Fabio, Kaconde, Renato, Julio, Thomas, Luciana e Debora.(Participantes do teste)
PS: Danielle, Srta Maia se encarregaram de distribuir as amostras, todas no tradicional copinho americano.
Renato Rato só observou tomando Vodka!!!
11/Fevereiro/2008 as 3:04
Vocês poderiam informar de onde as cervejas de massa estão vindo, o gosto é extremamente diferente de uma Brahma feita com água de Jacareí e uma de Guarulhos por exemplo, Antártica no interior do país é muito boa, e aqui em São Paulo é uma bela última opção.
Aqui também são poucas as pessoas que preferem uma Skol a uma Brahma, colocar esta última atrás de outras muito piores é vergonhoso, esse teste foi muito dúvidoso, aonde já se viu Bavaria à cima de Devassa?!
11/Fevereiro/2008 as 1:23
Flávio,
Recebemos com muito interesse o resultado do seu teste cego, ainda mais em função da Bavaria haver ficado em primeiro, assim como no Teste de BREJAS.
Portanto, por mais estranho que possa parecer, agora está mais que provado que a colocação da Bavaria não se deu em virtude de falta de conhecimento.
Parabéns pela iniciativa e um grande abraço de todos os Confrades de BREJAS aos participantes do teste.
11/Fevereiro/2008 as 1:26
Danilo.
Realmente há diferenças de sabor entre as fábricas da mesma marca. Tal se deve, provavelmente, à qualidade da captação na fábrica. Qualquer dia desses faremos um Teste Cego com, por exemplo, as Brahmas de Jacareí, Agudos e Jaguariúna.
Com relação à colocação da Brahma, também nos causou surpresa. Convidamos você a repetir o Teste Cego em casa e depois colocar aqui os seus resultados.
Grande abraço.
21/Fevereiro/2008 as 2:07
Rapaziada, parabéns pelo ‘trabalho” de vcs. Coloco “trabalho” entre aspas, pq, vamos falar a verdade: beber cerveja não dá trabalho nenhum. Achei este teste cego muito curioso, tanto nos resultados, quanto nas controvérsias.
Gostaria de dar a minha opinião, não sobre os resultados, mas sobre o teste em si e sobre alguns comentários infelizes. Teste cego sempre provoca controvérsia (hehehe). Vale lembrar que estamos falando de sentidos, de opiniões, de conceitos subjetivos. Claro que a opinião de quem já degustou mais de 500 rótulos é extremamente respeitável. Claro que a opinião de uma maioria q gosta de cerveja também é respeitável. O que não é respeitável é alguém dizer que quem se propõe a expor as próprias opiniões está fazendo uma piada, como sugere o Marcos.
Por outro lado, fico feliz por perceber que a democracia ainda reina entre as pessoas que verdadeiramente apreciam a cerveja, e entendem que o espírito da coisa não é vestir a camisa desta ou daquela marca. Com algumas pequenas correções, sob o meu ponto de vista pessoal, e de acordo com alguns testes q eu mesmo fiz, a classificação de vcs está bastante correta. Claro q alguém pode discordar desta ou daquela colocação. Porém, cerveja é igual mulher. Uns gostam das mais doces, outros das mais amargas. Uns gostam das mais leves, outros das mais pesadas.
Pra finalizar, quero manifestar aqui minha grande satisfação pelo nível atingido no Brasil entre os apreciadores da cerveja. Tenho 42 anos e me lembro de um tempo quando “Brahma” era sinônimo de cerveja, assim como Gillete ainda é sinônimo de lâmina de barbear. Felizmente isso mudou bastante e o assunto está recebendo o respeito merecido.
Sucesso, grande abraço e…SAÚDE!!!
22/Fevereiro/2008 as 11:27
Carlos Alberto,
Seu comentário foi MUITO importante.
Seria fácil pra qualquer um rasgar o resultado e simplesmente dizer que uma Brahma “ganhou” o teste. Difícil é dar a cara pra bater com uma Bavaria…
BREJAS preservará sempre a isenção e a independência nos testes e demais degustações, mesmo que os resultados se mostrem “indesejáveis” a uma determinada parcela de consumidores, os quais, ao que parece, mais “torcem” por seus rótulos preferidos do que realmente degustam, desapaixonada e tecnicamente, uma breja.
Grande abraço.
24/Fevereiro/2008 as 2:44
Muito legal esse teste … principalmente pela diferença de pontos
acho que o mais importante é isso, e não a colocação
só acho que um teste cego é sempre complicado por um fato: o gosto na boca
não sei oq vcs fazem para tira-lo pois eu não sei oq fazer ( nada tras bons resultados)
talvez eu seja uma anomalia mas é um fato
o exemplo que tenho é a Bohemia que fica com um gosto de sabão horrivel depois de qq outra cerveja
de qq modo
parabéns …o site é ótimo
25/Fevereiro/2008 as 11:31
Gabriel,
Você falou algo importante: Não importa a colocação da cerveja (primeiro, segundo ou último lugar), e sim as notas que ela recebeu, que foram puramente técnicas.
Com relação à limpeza de paladar, dá uma olhada aqui:
http://www.brejas.com.br/como-limpar-paladar.shtml
Grande abraço.
28/Fevereiro/2008 as 3:06
Amigos, boa tarde.
Gostei muito do site e do teste que fizeram. Sempre desejei fazer um teste assim com meus amigos e parentes, com o objetivo de desmistificar esta ou aquela marca como a “melhor”. Observei atentamente todos os comentários e parece que o teste realmente representa o consenso do apreciador comum de cerveja, como eu ou qualquer outro de nós. O grande problema da cerveja nacional é o marketing das empresas que nos empurram seus rótulos goela abaixo, mesmo sabendo que a maioria das nossas pilseners leva em sua composição, além da cevada, milho e arroz, para baratear os custos e padronizar o paladar e teor alcoólico para o levíssimo, evitando, assim, a rejeição pela maioria. Gostaria de saber quais os critérios ou quesitos a avaliar, e qual a maneira que vocês utilizaram para evitar que a última cerveja testada já não esteja prejudicada devido ao consumo das anteriores. Vocês acham que este fato não influencia o resultado final? Vou propor aqui entre meus amigos “conhecedores”, de cerveja, incluindo nossa esposas, este teste cego, e depois, faremos a comparação com o teste de vocês.
Saudações a todos.
Antonio Orselli - Santos SP
4/Marco/2008 as 8:36
Antonio, inicialmente, agradecemos pela participação! Fico particularmente feliz por você ter questionado algo que ainda ninguém havia questionado: será que as últimas cervejas avaliadas não tiveram o paladar comprometido? Pois bem, essa era uma preocupação minha antes do teste, mas afirmo a você que não houve qualquer prejuízo. Lembro que as três últimas cervejas avaliadas (não me recordo agora de cabeça quais foram) tiveram colocações bem distintas. Exemplo: uma delas parece que ficou em 14º, a outra em 2º e a outra em 8º. Se todas elas tivessem ficado muito bem ou muito mal posicionadas, teríamos ficado preocupados, mas não aconteceu. Pelo contrário, notamos que conseguimos distinguir bem uma da outra mesmo após várias degustadas. Notava-se a cada quesito avaliado diferenças nítidas em relação à(s) cerveja(s) anterior(es). Os critérios usados na degustação encontram-se especificados aqui mesmo no nosso site. Friso também que tomamos cerca de meio copo americano de cada uma delas, de forma que nem deu pra ficarmos bêbados ao final (risos)! Finalizando, lembro que incentivamos a prática de testes cegos entre os nossos leitores. A troca de experiência é fundamental entre todos nós. Parabéns pela dúvida! Espero tê-la esclarecido. Um abraço dos Confrades do Brejas!
12/Marco/2008 as 4:16
Existe algum curso de mestre cervejeiro?
Se souberem respondam p/ meu e-mail por favor…
carlosalmeidaden@hotmail.com
3/Abril/2008 as 8:03
Parabéns pelo site! Uma coisa é clara, muitos comentários mostram a paixão que o brasileiro tem pelas cervejas… tal paixão, é como torcer para um time de futebol! Não tem lógica… Brincadeiras à parte, só quero dizer que vcs estão no caminho certo. Realmente o povo bebe rótulo. E pior, em razão disso, os “botequeiros” ficam nas mãos das grandes cervejarias. Se houvesse um incentivo por parte do governo para que outros tipos de cerveja entrassem no Brasil com preço mais acessível, e esses bebedores de rótulo pudessem experimentar novas cervejas (Guinness, Old Speckle Han, IPA, etc…) tenho certeza que essas cervejarias centenárias passariam a valorizar seus consumidores, e passariam a produzir cervejas de uma qualidade mais elevada. Vcs lembram a evolução que tivemos com os carros? Um abraço à todos…
Ahh… a Bavária é a melhor mesmo…!!!!
7/Abril/2008 as 2:30
A bavaria pagou quanto a voces?
11/Abril/2008 as 2:10
Pessoal, gostei do SITE. Somente para título de informação: a Heineken já é feita aqui, mas não entendi o porquê da não entrada dela na degistação. Aliás, eu a acho um primor, uma cerveja pilsen sem conservantes algum feita de puro malte e com sabor e aroma realçados. Ótima, na minha opinião.
O que vocês acham dela?
Outra questão, é se alguém de vocês aí sabem o motivo da retirada do mercado da excelente CARLSBERG.
Abraços.
11/Abril/2008 as 7:55
Cesar,
Neste Teste Cego entraram apenas as cervejas Pilsen brasileiras, excluindo-se as chamadas “Premium”, como é o caso da Heineken — a qual, pra mim, é excelente.
Quanto a Carlsberg, vou tentar saber o motivo da retirada do mercado e volto aqui pra contar.
Um abraço,
Mauricio (BREJAS)
22/Abril/2008 as 3:30
Prezados, sugiro a inclusão da Therezópolis Gold e da Bavaria Premium no teste cego. Inspirado pelo teste de vocês, comprei uma Bavaria normal (em lata) e uma Itaipava Premium no mês passado, mas nenhuma das duas me atraiu…
Dica: tive uma excelente surpresa ao comprar a Budweiser argentina em lata na semana passada. Esperava algo insosso e encontrei uma cerveja de sabor muito interessante, não ficando nada a dever às pilsens que freqüentam minha geladeira ultimamente (Bavaria Premium e Heineken).
As pilsens ‘de linha’ da Ambev estão definitivamente fora de cogitação, especialmente a intragável Skol. Essa eu não bebo nem de graça!
Abraços
2/Maio/2008 as 5:30
Meu Deus! Skol melhor que Serramalte!!? De onde tiraram isso? Skol não é cerveja, água. Não é à toa que é patrocinadora de raves e festivas afins, pois o povo dançando freneticamente e suando em bicas precisa se hidratar com… água.
2/Maio/2008 as 5:33
MEU DEUS (Parte II)! Bavaria melhor que Serramalte???
Escuta…. acho que isso não foi degustação e sim uma bela festinha regada á cervejas sortida ahn?… vá diz aê! Me convid da próxima vez! MAS SEM BAVÁRIA OU SKOL por favor.
6/Maio/2008 as 3:04
Caros BREJAS,
Vcs se surpreenderiam muito se conhecessem a cerveja Cidade Imperial, produzida em petrópolis , seguindo a lei de pureza alemã de 1516.
No proximo teste vale a pena conferir.
Se não souberem onde encontrar dou um jeito.
abs
8/Maio/2008 as 5:03
Senhores, há no Rio Grande Sul a cerveja pilsen POLAR, hoje da AMBEV. Ela é consagrada dentre as cervejas de fabricação em massa. Gostaria de vê-la nos testes! Abraço
12/Maio/2008 as 8:40
amigos brejeiros,
venho aqui enfocar a origem das cervejas.
aqui em uberaba por exemplo as cervejas inbev vem de brasilia CE,
sao horriveis, quando vem de agudos AG melhoram um pouco,
se sao de jaguariuna JA sao bem melhores.
a bavaria quando era feita pela antartica em jaguariuna era excelente, passou para
a molson extragou , com a sol melhorou.
quando a antartica era uma fabrica isolada, a bohemia era faita em petropolis era
uma coisa ,com a uniao com a brahma , acabou a pilsener chopp vendidas em garrafas
retornaveis de 300 era a melhor do brasil, acabou a pilsen extra muito alcoolica, e a
niger escura. a antartica eu nunca gostei, esta tal de original ruim e cara ,foi feita para
os paulista orfaos da antartica que foi rebaixada a marca de combate pela inbev,
ia lancaram a original , forte pesada. brahma so o zeca pagodinho pra beber.
infelismente as industrias nacionais nao conseguem manter um padrao por muito
tempo, e as cervejas variam muito de sabor . estou gostando da iatipava, gostosa e leve, bavaria premuim ja mudou muito desde que saiu , kaizer gold gostosa mas
pesada. abracos .
alexandre
23/Maio/2008 as 9:14
Olá a todos …. para quem ainda não esperimentou vou dar uma ótima sugestão, e é a BAUHAUS, da Cervejaria Premium. Para quem gosta de sabor, cerveja encorpada, esta á a escolha. Não dá para beber o dia todo em um churrasco com a turma, ela é forte, acho que 5.1%, deliciosa. E legal é beber a Bauhaus e depois uma outra qualquer (Skol ou Itaipava ) dá vontade de chorar.
Abraço a todos.
25/Maio/2008 as 6:35
Uma vez me perguntaram qual o melhor vinho, e a melhor resposta que acabei concordando foi “AQUELE QUE MAIS TE DA PRAZER” realmente … tem vinhos classificados e com custo acima de US$100, 200 que não me agradam nada, meu paladar não esta apurado para isso. A cerveja é assemelhado, as premiuns são mais fortes, vai mais materia prima, e é apreciada por muitos. As pilsens, são disparado as de maior vendagem, a bavaria premium , para meu gosto perde para bohemia(quando tá boa.. e é de jaguariuna ou lajes) e para brahma extra.. mas depende sempre aonde é fabricada… Vivi uma vida discutindo isso e apesar de dizerem que a agua é a mesma em qualquer lugar, EU DUVIDO , cada lugar tem uma agua diferente e gosto diferente… a materia prima também…. Não tenho o direito de CRITICAR nenhum , o gosto de cada um é o que vale.. a maioria vota e isso vale é a regra… vence o maior numero de votos …. PARA AQUELE MOMENTO. boa cervejada a todos
25/Maio/2008 as 6:36
Preciso conhecer um mestre cervejeiro que tenha trabalhado na budweiser… me contate
26/Maio/2008 as 12:02
Achei muito estranho a Brahma em 14º lugar, dentre as populares tipo pilsen a considero a melhor cerveja.
27/Maio/2008 as 3:40
Pessoal,
Nós, de BREJAS, estamos curtindo demais essa discussão. Pra dizer a verdade, era justamente esse o nosso objetivo.Por isso, entendemos (e respeitamos) as críticas.
A iniciativa é, antes de tudo, um convite para que os leitores experimentem com mais atenção o que andam tomando.
Entendamos que é na degustação às cegas, onde o que vale é o que está nos copos e não nos rótulos, na fama do produto ou nas propagandas elaboradas, que a verdade aparece e os mitos são destruídos.
É um bom exercício, que dá margem à sugestão de BREJAS: Compre as cervejas que gosta, inclua entre elas algumas que acha ruins, cubra as garrafas e prove com os amigos.
No mínimo, alguma coisa se aprende. E é divertidíssimo…
Um abraço.
2/Junho/2008 as 9:03
1º ORIGINAL
2ºSERRAMALTE
3ºBOHEMIA
4ºBRAHMA
5ºITAIPAVA
6ºSKOL
7ºANTARTICA
O Gosto vai de cada um, cada um gosta mais de uma. para mim so essas são cervejas, dessas que vcs testaram.
4/Junho/2008 as 11:16
Bom, devo dizer que houve vício no teste, vez que algumas cervejas eram de garrafa e outras de lata.
É evidente que as cervejas de lata levam prejuízo.
No teste que fiz, 4 anos atrás o resultado foi bem diferente.
Vou procurar as anotações e posteriormente trarei os meus resultados!
Mas muito interessante o resultado!!!!
16/Junho/2008 as 3:05
Olá a todos!
Achei muito interessante o teste de vcs, mas tenho de discordar….
Eu já viajei pelo muito pelo Brasil e em cada lugar que eu fui pude (surpreendentemente) descobrir que eu não tenho uma cerveja preferida!
Durante o tempo em que eu morei no RJ, por exemplo, sempre achei a Brahma a melhor cerveja! Nem mesmo a Bohemia!
Já em SP, não troco a SerraMalte por nada, mesmo pq, para o MEU paladar, é a cerveja mais saborosa e encorpada do mercado.
Em MG a Antartica é simplesmente FANTASTICA!
No nordeste (de modo geral) a Skol é muito boa!
Porém, independente do lugar a Bavaria Pilsen é uma cerveja que nunca desceu bem! Acho-a muito fraca e sem sabor! Mas, torno a dizer, este é meu gosto!
Outro detalhe é… A temperatura que as cervejas foram servidas no teste era a mesma para todas as marcas? Para mim, este fator é IMPORTANTISSIMO! Uma cerveja que não esteja BEM gelada nunca vai me agradar!
Bom, como já vi mais a cima, vcs pretendem fazer um teste com uma mesma marca mas de fábricas diferentes! Acho que este será um teste excelente e eu mesmo vou procurar faze-lo! Coloco os resultados aqui quando tiver!
Abraços a equipe do Brejas e parabens! O site está muito legal!
16/Junho/2008 as 6:27
Alexandre,
Você tem razão em alguns pontos. As cervejas do tipo Pale Ale, como as testadas, são bastante delicadas, a ponto de haver alteração quando expostas à luz ou ao calor, por exemplo. Mas, na gôndola do supermercado, não dá pra saber como uma cerveja foi transportada, não é mesmo?
Com relação à sua pergunta sobre a temperatura, sim, todas estavam exatamente na mesma temperatura. Note, porém, que uma cerveja “BEM gelada”, em temperatura inferior a 5 graus Celsius, amortece as papilas gustativas e você acaba não sentindo gosto nenhum. Por isso, pedir cerveja “estupidamente gelada” é um erro freqüente, e costuma disfarçar o gosto ruim de uma determinada cerveja em detrimento a uma pretensa “refrescância”.
Muito obrigado pela força e continue acompanhando o BREJAS!
25/Junho/2008 as 8:57
Gostaria de saber qual foi a temperatura que foi gelada, quais os lugares que foram fabricadas e como foi feito o teste, intervalo entre as provas
obrigado
26/Junho/2008 as 9:19
Thiago,
Ajustamos a geladeira com as amostras, e as temperaturas de todas as cervejas estava em 5 graus Celsius, aferida por um termômetro industrial.
Não nos ativemos ao lugar nos quais as cervejas foram fabricadas, no entendimento que a MARCA é que foi avaliada, não o local de produção.
Os intervalos entre as provas foram de aproximadamente 10 minutos, tempo necessário para limpar o paladar com água gaseificada e pão, bem como para bater papo a respeito das notas que íamos conferindo.
Um abraço e continue acessando o BREJAS.
11/Julho/2008 as 4:11
Queria saber duas coisas: Primeiro, de onde (que estado) vocês são. E segundo, se é mito ou realidade o velho papo de botequim que diz que o sabor de uma mesma marca de cerveja pode variar de uma fábrica pra outra. Grande abraço. Filipe.
11/Julho/2008 as 4:56
Filipe, vamos lá…
1) Somos de Campinas, Estado de São Paulo, com exceção do Confrade Michel Wagner, que é de Genebra, na Suíça.
2) Verdade. As cervejas do tipo Standard American Lager (que, no botequim, a gente mais comumente costumou chamar de Pilsen) são muito delicadas e sofrem variações de sabor influenciadas por inúmeros fatores, tais como a água utilizada, a quantidade de ingredientes que pode mudar de fábrica para fábrica e aspectos logísticos, como as condições de armazenagem e transporte inadequadas.
Um abraço.
14/Julho/2008 as 1:03
Então eu posso supor que o resultado desse teste poderia ser diferente se vocês tivessem usado amostras oriundas de outros estados, certo? Sempre tive essa curiosidade, pois eu viajo muito a trabalho e, embora não tenha o paladar tão delicado a ponto de detectar pequenas diferenças de sabor, vejo que as marcas preferidas pela “comunidade cervejeira” em determinadas épocas variam muito dependendo da região. Isso talvez justifique a indignação de alguns leitores com o resultado do teste, visto que algumas das marcas que ficaram no topo são consideradas de qualidade inferior em alguns estados e vice-versa. Como sou do Rio e creio que a maioria das pilsens nacionais que bebo com freqüência são fabricadas aqui mesmo, acho que o resultado do teste feito com cervejas fabricadas em SP pode não me servir de parâmetro 100% confiável. Grande abraço. Filipe.
22/Julho/2008 as 1:15
Acho que vcs estavam bêbados…só pode…só por isso vou beber mais uma!
Mas, continuem bebendo e nos informando!
25/Julho/2008 as 10:56
Queria que vocês acrescenta-sem a cerveja Conti Bier, no próximo teste pois aqui em nossa região muitas pessoas que tomavam Skol, que era a marca lider estão tomando Conti Bier, e não é o fator preço, pois a diferença de uma pela outra é de 0,20 centavos em vários bares etc. ASkol está a cada dia se enfraquecendo e isso deve ser consegüência da péssima qualidade que o gripo Ambev, vêm disponibilizando suas marcas ao mercad. Ao pessoal do Brejas, um grande abraço.
28/Julho/2008 as 2:15
A Sol é uma das piores, prefiro até mesmo a péssima Glacial…
6/Agosto/2008 as 1:41
Caros do brejas.com.br,
Antes de qualquer coisa, parabéns pelo site!! Espero que continuem com o excelente “trabalho” de colocar à disposição dos internautas brejeiros artigos e os resultados de seus “test drinks”…
Entretanto, na boa, fiquei estarrecido de vocês terem pontuado melhor a Backer do que a Eisenbahn. Mas, gosto é gosto, né??
Abraço!
Ricardo.
8/Agosto/2008 as 7:21
tá louco? a bavaria na frente da bohemia??
9/Agosto/2008 as 7:46
Grande parte das mensagens foram enviadas por “bebedores de rótulos”.
Tipo: “A na frente de B?” ou “Vocês estão loucos” e por aí vai.
Será que estas pessoas não sabem o que é um TESTE CEGO?
Ninguém escolheu as cervejas de acordo com suas preferência pessoais, apenas deram notas para uma cerveja de cada vez, sem saberem a marca. É difícil entender isso?
Os TESTES CEGOS servem exatamente para isso, desbundar os bebedores de rótulos.
Já fiz um teste deste tipo a un 25 anos atrás e os “bebedores de rótulos ficaram desbundados”.
Parabéns pelo site e pelos testes.
E vamos deixar os “bebedores de rótulos” continuarem bebendo seus rótulos enquanto nós vamos experimentando várias marcas e um dia achando esta melhor e no dia seguinte achando aquela melhor.
Abraços
Miguel - Copacabana - Rio (aqui na beira do mar todas elas descem bem. risos.
10/Agosto/2008 as 6:31
Miguel, seu comentário foi PERFEITO. Você expôs exatamente o que é o teste cego. Se não sabemos o que estamos bebendo, é impossível avaliarmos melhor ou pior uma determinada marca a fim de beneficiá-la ou prejudicá-la. Parabéns pela clareza da exposição e continue conosco! Grande abraço.
11/Agosto/2008 as 11:47
Miguel, Daniel e demais brejeiros,
Em tempo: como apreciador e leitor voraz de tudo aquilo que se refere à vinho e cerveja, sei perfeitamente o que é e como é feito um “Teste Cego”. No caso da minha mensagem em particular, só quis dizer que fiquei estarrecido com o resultado do teste ter apontado a Backer como a mais bem pontuada pelos brejeiros em detrimento da Eisenbahn, haja vista que o sabor da Backer, PARA MIM, é inconfundívelmente ruim, sendo, no mínimo, terrivelmente aguada… Em outras palavras: não consigo ME imaginar dando uma pontuação melhor à essa cerveja em relação a Eisenbahn nem se eu fosse cego de verdade…rs.
Só isso. Mas, sou suspeito: o estilo pilsen ou pilsner não me agrada. Prefiro as de estilo stout, weiss ou ale.
Abraço!
Ricardo.
12/Agosto/2008 as 10:46
Bom Dia Srs.,
Sobre o Teste, gostaria de retomar a questão sobre a Bavária Pilsen.
Surgiu, como seria natural, uma surpresa quanto à ótima colocação da Bavária comum.
Pois bem, um dia destes, eu e alguns amigos fomos à um Bar, que mais corretamente poderíamos chamar “Bodega”, rsrs, para beber uma cerveja.
Como eu estava no meio de amigos e bebedores de cervejas baratas, obviamente não vou ser o mala pra ficar falando mal das cervejas dos caras, ao menos não ali.
Pois bem, eles pediram a Bavária normal, que era a mais barata do local, e fomos beber. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade da cerveja, que não têm aquele cheiro horrível das Pilsens tradicionais, e tem até um leve amargor, um “que” de gosto que há muito não se encontra em nossas Pilsens.
Claro, não digo que seja a melhor cerveja brasileira, pelo contrário, mas fiquei impressionado positivamente, pois achava que encontraria uma cerveja RUIM, e encontrei até uma boa cerveja, pelo custo-benefício.
Explica-se a colocação dela no Teste do Brejas. Parabéns mais uma vez pelo pioneirismo, e pela coragem de fazer o que outros não fazem, e sobreviver para contar a história, rsrs. Muitos ridicularizaram a posição do Ranking, estamos vendo quem ri por último.
Abraços,
E novamente parabéns deste gaúcho que vos fala,
André R. Finken Heinle
13/Agosto/2008 as 2:37
ISTO tem relação com o que estamos “discutindo”.
Os RÓTULOS criam uma EXPECTATIVA e isto influencia o PALADAR.
Notícias
03 de março de 2006 (UOL)
Expectativa influencia o paladar
Não são apenas as papilas gustativas que determinam o sabor dos alimentos. A expectativa também desempenha importante papel na maneira como o sabor é registrado no cérebro
O neurocientista Jack Nitschke e seus colegas da Universidade de Wisconsin reuniram 30 voluntários em idade universitária para verificar o efeito da expectativa na avaliação do gosto em humanos.
A equipe preparou cinco bebidas feitas de água e quantidades variáveis de quinino e açúcar, associando-as a cinco símbolos:
alta concentração de quinino recebeu sinal de menos;
baixa concentração de quinino, um sinal de menos riscado com “x”;
água destilada, um zero;
águas com baixa e alta concentrações de açúcar receberam marcação equivalente à daquelas com quinino, porém com sinal de mais.
Após três rodadas do experimento, os estudantes fixaram as associações.
Para a rodada seguinte, os pesquisadores examiranam os cérebros dos voluntários com ressonância magnética funcional (fMRI). Trocaram, porém, os sinais das bebidas. O sinal de menos riscado - que correspondia à bebida com baixa concentração de quinino - precedia então a bebida mais amarga.
Quando os participantes viam o sinal que indicava a bebida menos amarga, embora estivessem experimentando a mais amarga, ativavam-se em seu cérebro as mesmas regiões que eram ativadas quando eles acreditavam que iriam tomar a bebida mais amarga, porém com menor intensidade. Eles também afirmaram que a bebida parecia menos amarga. A mesma influência da expectativa sobre o paladar ficou evidente quando os participantes receberam água com açúcar.
“Esses dados mostram que a resposta neural aos sabores, no córtex primário, é modulada por expectativas, e não apenas pela qualidade objetiva do sabor”, escrevem os pesquisadores.
Em outras palavras, ao menos em parte o sabor é fruto da imaginação.
13/Agosto/2008 as 1:46
Impressionante!
Mas já achava que isto poderia ocorrer. Ciência é ciência.
Isto é tão verdade que quando estamos loucos para tomar uma cerveja específica pela primeira vez, muitas vezes achamos ela ótima. Depois, ao prová-la com mais parcimônia, ela já não mais parece ser tão boa. A expectativa de ser uma boa cerveja faz com que a percebamos de tal maneira.
13/Agosto/2008 as 3:05
Caros André, Miguel e Rodrigo,
Ótimas participações! Vocês já repararam que os comentaristas que ridicularizam o Teste-Cego o fazem utilizando apenas poucas palavras, sem argumentos explicativos de suas opiniões? São os Torcedores de Rótulos. Eles se recusam a fazer o Teste-Cego eles próprios. Têm medo que a sua marca predileta não “ganhe”.
É na degustação às cegas, onde o que vale é o que está nos copos e não nos rótulos, na fama do produto ou nas propagandas elaboradas, que a verdade aparece e os mitos são destruídos.
Um grande abraço.
13/Agosto/2008 as 3:24
Abaixo, mais uma experiência que, apesar de não ter sido feita com uma breja, indica o poder e influência da “sugestão” ou de ciência de determinado dado não organoléptico (preço) no resultado de provas de sabor e qualidade:
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BBC Brasil
“Um mesmo vinho pode ser muito mais agradável ao paladar quando vendido a R$ 200 do que quando seu preço é R$ 10, segundo indica uma pesquisa recém-publicada pelo California Institute of Technology, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o fator psicológico faz com que o grau de satisfação com o vinho aumente de acordo com o seu preço, tornando-o mais agradável ao paladar.
Os pesquisadores deram a 20 pessoas duas doses do mesmo vinho, dizendo a eles que a bebida havia custado algum valor entre US$ 5 e US$ 90. A maioria considerou melhores as doses dos vinhos “mais caros”.
Ressonância magnética
Os pesquisadores usaram uma técnica de ressonância magnética para observar o comportamento do cérebro dos pesquisados ao saborear cada dose de vinho. Eles observaram as mudanças ocorridas na parte do cérebro conhecida como córtex órbito-frontal médio, que tem um papel importante na sensação de prazer.
O estudo mostrou que essa região do cérebro ficava mais ativa durante a degustação dos vinhos “mais caros” do que na ingestão dos “mais baratos”. Segundo o coordenador do estudo, Antonio Rangel, o resultado da ressonância magnética mostrou que a diferença na percepção de cada dose de vinho era real, não apenas imaginária.
De acordo com Rangel, o estudo pode ajudar em outras pesquisas que analisam os efeitos neurológicos do marketing. Um importante crítico de vinhos britânico disse ao jornal The Times que a relação do consumidor com o preço da bebida pode ser comparada à reação de alguém em relação a uma roupa cara de uma marca famosa. Segundo ele, porém, os críticos e consumidores freqüentes de vinho não seriam influenciados pelo preço.”
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Mais uma vez, a ciência mostrando o quanto nossas percepções da realidade (ou realidades) são subjetivas e influenciáveis. E o quanto é inútil desmerecer o gosto de alguém…
13/Agosto/2008 as 7:54
A título de curiosidade, informo que já realizamos TRÊS testes-cegos de “pilsen”, mas só publicamos o último (o acima).
Considerando todos eles e apenas as cervejas produzidas pelas macrocervejarias, tivemos o seguinte resultado:
a) a Bavaria SEMPRE teve destaque: venceu dois e ficou em quarto no outro;
b) a Bohêmia venceu um e foi vice em dois. Logo, na média, teve o melhor resultado dentre todas;
c) a Antárctica SEMPRE esteve no pelotão intermediário (de quarto a sexto);
d) a Kaiser e a Brahma SEMPRE do meio para o final;
e) a Nova Schin SEMPRE nas últimas duas posições; e
f) apenas Skol e Itaipava tiveram consideráveis variações de posição nos testes.
Minha conclusão sobre tudo isso: matematicamente, num universo de três testes-cegos chegarmos a resultados repetitivos como os acima, demonstra que as cervejas listadas costumam ser boas ou ruins com certa regularidade.
28/Agosto/2008 as 4:24
Uma cerveja que faltou foi a Weiss da Bierland de Blumenau, em poucos anos evoluiu muito, mais até que a da Eisenbahn, em equilíbrio de aromas, principalmente o do cravo, problema que a Eisenbahn posteriormente conseguiu corrijir. Acho que juntas tanto a Eisenbahn como a Bierland weiss são as melhores do Brasil. A Bierland vai começar a produzir garrafas de 500ml já no começo de 2009 e com lançamentos de novas variedades de cervejas seguindo a ltradicional lei alemã 1516.
4/Setembro/2008 as 8:41
Legal o teste. E não me surpreendeu o resultado a não ser pela Devassa. Embora só cosstume beber a devassa escura, a considero uma cerveja bem melhor do que as demais do mercado. Para mim ficariam as cervejas “de massa” todas empatadas.
Também acho a Brahma uma das piores. E me surpreendo quando me dizem que cervejeiro de verdade só bebe Brahma. Certamente esses nunca beberam uma boa cerveja.
Atualmente procuro pela Stella Artois quando se trata de cerveja clara, Devassa ou Eisenban quando se trata de cerveja escura. Mais que isso é difíil achar pelos bares do Rio. Na falta dessas vou de Bohemia, Itaipava e Petra.
5/Setembro/2008 as 1:08
Srs., parabéns pelo teste. Gostei tanto que vou tentar repetir com um bando de amigos apreciadores de cerveja. Sou leigo ainda, querendo passar do “mais é melhor” para a qualidade.