Brejas - O Maior e Melhor Ranking Brasileiro de Cervejas


O Maior e Melhor Ranking Brasileiro de Cervejas




 

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Arquivos da Categoria ‘Bares que Amamos’

Bares que Amamos - Cervejaria Stefanelli

Quarta-feira, 18/Junho/2008

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Em Campinas (SP).

Para falar desse boteco, é preciso contar uma história. Certa noite do longínquo ano de 1960, o time inteiro do então imbatível Santos tomou de assalto o velho Bar do Linguiça. O ônibus do time, que havia jogado contra o Guarani, quebrou na Avenida João Jorge, perto dali. Os proprietários, embasbacados, viram então Pelé e companhia aboletarem-se no balcão e devorarem os sanduíches de linguiça com ovo e queijo derretido, a especialidade do lugar.

O antigo Bar da Linguiça foi aberto em 1937, e ficava aberto 24 horas por dia. Simplesmente não fechava nunca. Oficialmente, se chamava Bar Paulista, mas assumiu o nome dado pelos fregueses. Era um dos lugares mais democráticos que se podia freqüentar, reunindo nas pequenas mesas artistas (Paulo Autran batia ponto no boteco quando vinha encenar suas peças na cidade), jornalistas, jogadores de futebol, policiais, damas da noite, cafetões e boêmios em geral. Todos juntos, dando-se à trégua da última — ou, em certos casos, a primeira – cerveja da noite. 

Foi quando, em novembro de 2007, anunciou-se que o Bar da Linguiça iria fechar suas portas. Boêmios mais assíduos choraram lágrimas de sangue. Os nem tão assíduos — como este escriba — sentiram como se um grande amigo, embora distante, morresse de repente. Aquele amigo do tipo que você nunca vê, mas se sente seguro e feliz por ele estar vivo e bem de saúde. Pois esse amigo se fora.

Foi nada! No raiar de 2008, um dos sócios do velho Linguiça, o Ambrósio, decidiu continuar a tradição da família Stefanelli e reabriu o bar, agora sob a alcunha de Cervejaria. Em outro ponto da cidade — próximo ao Estádio Brinco de Ouro — todo modernizado, a estrutura conta com um deck sobre a movimentada avenida Ayrton Senna. A freqüência mudou bastante, é verdade. Agora, no lugar das damas da noite e seus cafetões, estudantes, executivos em happy-hour e até famílias lotam os ambientes externo e interno.

Mas a alma do velho Linguiça está lá. O famoso sanduba de linguiça, queijo e ovo, agora batizado de Rei Especial, continua atraindo multidões. A cerveja continua gelada e — surpresa para os brejeiros! — além das Pale Lager de sempre, há a ilustre presença de uma Pilsen de verdade: o bar serve a holandesa Heineken em garrafas de 600ml, em balde com gelo.

Para alegria geral dos brejeiros, da botecagem e da baixa gastronomia…

Cerveja no coração de Paris

Terca-feira, 10/Junho/2008

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Os franceses mais empedernidos, ciosos do seu produto nacional — o vinho — não disfarçam um esgar de desaprovação ao passar defronte ao número 65 da Avenida Champs Elisées, a mais francesa das avenidas. É ali que está fincada a “cervejaria gourmet” Culture Bière, que se tornou em pouco tempo um dos endereços mais badalados da juventude parisiense.

Já na entrada, o visitante encontra um american bar com diversas opções de brejas on tap. Relaxe e peça ao bartender — sempre muito atencioso — uma Formule Dégustation (€ 4,60), que consiste em pequenas amostras na pressão da classificação de cervejas adotada pela casa: blonde, brune, ambrée e blanche. Destaque para a excelente blanche (tecnicamente, uma witbier) francesa Edelweiss, fabricada pela gigante Heineken, super-refrescante, frutada e com toques de ervas.

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O Culture Bière possui três andares elegantemente decorados e ligados por um elevador panorâmico, onde se distribuem o bar e o imenso restaurante, cujos pratos harmonizam-se com as opções das cervejas oferecidas. Ainda no térreo, logo em frente ao american bar, há uma loja onde se pode encontrar, além de abridores de garrafa e outros souvenires, produtos de fabricação própria elaborados com cerveja, como temperos, mostardas, geléias e até mesmo terrines e caviares. Definitivamente, é a glamourização da cerveja!

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Em visita à boutique do Culture Bière, após haver degustado algumas brejas locais, este escriba não se conteve e adquiriu o inacreditável estojo de aromas de cervejas (foto abaixo), o qual vem sendo bastante útil nas degustações do BREJAS.

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O estojo “Les arômes de la bière” (€ 45) vem com dezoito pequenos frascos com essências que vão do lúpulo, coentro, mel e cascas de laranja, até a aromas “imateriais”, como o tostado. Há também três tipos de malte, além de um guia explicativo em francês.

DICA DO BREJAS: Na sua próxima visita a Paris, desembarque na estação de metrô Charles de Gaulle Étoile, conheça ou reveja o Arco do Triunfo e depois vá descendo a Champs Elisées. O Culture Bière fica no número 65, ao lado direito de quem desce a Avenida. Santé!

Eisenbahn em dobro no Bar do Italiano

Quarta-feira, 4/Junho/2008

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Para o leitor de Campinas e região que desejar conferir se a aquisição da cervejaria Eisenbahn pelo Grupo Schincariol já afetou a qualidade da premiadíssima breja catarinense, ir ao Bar do Italiano é a pedida. O proprietário Andrea (na foto, à direita) “importa” regularmente de Blumenau os barris de chope já refrigerados, mantendo o frescor e a qualidade, como se estivéssemos na terra da Oktoberfest brasileira.

A novidade é que a partir de ontem (terça, 3), o Bar do Italiano abriu suas portas ao happy hour, no qual o cliente pede um chope Eisenbahn e ganha outro, dentre os quatro estilos ofertados pela casa: Pilsen, Weizenbier, Pale Ale e Dunkel. Os confrades do BREJAS, fregueses de carteirinha, apóiam a novidade babando de contentamento.

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O Bar do Italiano fica em Campinas (SP), na Rua Conceição, nº 860, no bairro Cambuí. O happy hour com chope em dobro acontece das terças às sextas-feiras, das 17:30 às 20:00 horas, e aos sábados e domingos das 12:00 às 15:00 horas. Prosit!

Delirium Café: onde tamanho é documento!

Quarta-feira, 30/Abril/2008

O Delirium Café, em Bruxelas, Bélgica, já foi objeto de um post aqui em nosso Blog.

Contudo, quando lá estive em novembro de 2007, não pude deixar de registrar o tamando do cardápio de cervejas e, principalmente, de me surpreender com ele…

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Segundo eles, há mais de duas mil cervejas a disposição da clientela.

Isso quer dizer que, se experimentássemos uma cerveja por dia, demoraríamos cerca de cinco anos e meio para esgotar as opções da casa. Incrível!

Cerveja nas montanhas

Segunda-feira, 7/Abril/2008

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Em Monte Verde (MG).

Monte Verde, distrito da cidade mineira de Camanducaia, nas margens da Rodovia Fernão Dias próxima à divisa com o estado de São Paulo, é uma espécie de Campos do Jordão de algumas décadas atrás — para o bem ou para o mal. Situada no alto da mesma Serra da Mantiqueira, o acesso é precário, há apenas uma rua comercial, mas o lugar, aos poucos, se enche de casas e hotéis de montanha cada vez mais luxuosos. “Bucólica” é, atualmente, tudo o que Monte Verde pretende não ser — ou deixar de ser.

Para atender a esse público selecionado, a ainda incipiente rede de bares e restaurantes tem optado por servir produtos diferenciados, incluindo a cerveja. O Beija-Flor Cozinha Artesanal era uma casa de chá que, aos poucos, foi se tornando um delicioso bar ao ar-livre, na ruazinha principal de Monte Verde. Há alguns anos, além das brasileiras de sempre, passou a servir a alemã Paulaner. Os clientes gostaram da “brincadeira” das cervejas especiais e, desde então, o bar tem incrementado a cada dia suas opções brejeiras.

Separada por país de produção, a carta de cervejas vai desde brasileiras artesanais como Backer e Baden Baden, passando pelas holandesas La Trappe e Tilburg´s, as australianas Coopers e as canadenses Unibroue. Mas está nas alemãs a força da casa: Franziskaner, Hofbräu, Paulaner, Weihenstephaner, Oettinger, Erdinger, todas com seus estilos característicos, sobretudo Weiss e Dunkel.

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Com o inverno se aproximento, fica aqui a dica do BREJAS, pra quem quiser curtir Monte Verde além das compras e do queijo assado na lareira do hotel.

BAR DO ITALIANO: Enfim, cerveja!

Quarta-feira, 2/Abril/2008

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O milanês Andrea Sacco quase nunca é chamado pelo próprio nome; prefere o apelido “Italiano”. Quem, porém, o conhece pessoalmente, desassociado da alcunha, jamais pensaria se tratar de um natural da terra de Dante, já que passou a maior parte da vida por aqui mesmo.

Campinas sempre foi uma terra um tanto desassistida em termos de bares com cervejas especiais, com a honrosa exceção do Nosso Bar, no mercadinho central. Sentindo a oportunidade, o Italiano resolveu criar um bar que atendesse a essa demanda crescente. Nasceu ontem, pois, o Bar do Italiano, na inauguração do qual, conforme noticiado aqui neste Blog, estiveram em nome do BREJAS este escriba e o Confrade Daniel Rolfsen.

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De saída, a ótima notícia: O Bar do Italiano fechou uma feliz parceria com a Eisenbahn, de Blumenau, para servir tanto os onze estilos da cerveja em garrafas como também, on tap, os chopes Cristal e Weizenbier. O Italiano (a pessoa) está costurando novas parcerias com distribuidores a fim de completar a carta de cervejas especiais e importadas as quais, além das blumenauenses, integrarão o set de opções cervejeiras. BREJAS já se colocou à disposição para ajudar na deliciosa escolha, a partir do nosso Ranking.

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O ambiente do Bar do Italiano é bacana: Numa casa antiga, o pé-direito alto se integra à decoração modernosa e ao balcão hi-tech. No amplo salão, mesas e cadeiras ultraconfortáveis dividem o espaço com a clientela e com o staff ágil, simpático e atencioso. Registre-se, por sinal, que a equipe do bar foi treinada pela Mestre Cervejeira e Beer Sommelier Cilene Saorin.

BREJAS, babando de satisfação, não apenas aplaude a iniciativa como se tornará cliente e proselitista do Bar do Italiano. E convida os leitores deste Blog a aparecer por lá qualquer dia desses pra degustar uma Lust conosco.

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Da esq.: Daniel Rolfsen, Mauricio Beltramelli (BREJAS) e Andrea Sacco (o Italiano).

ONDE FICA: Em Campinas, na Rua Conceição, 860, bairro Cambuí (próximo ao Fran´s Café do Centro de Convivência). O telefone é (19) 3294-4842.

Bares que Amamos: ´t BRUGS BEERTJE

Quinta-feira, 14/Fevereiro/2008

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Kemelstraat, 5, Brugge, Bélgica.

No centro histórico, numa viela escondida de Brugge, os proprietários não costumam chamar o´t Brugs Beertje de pub, e sim de “casa de degustação”. Não é pra menos. Estabelecida num prédio do século XV, a casa, fundada em 1983, oferece cerca de 300 rótulos aos apreciadores, cinco deles on tap.

O staff é atencioso (há até um brasileiro por lá, o Jan, embora ele não saiba uma palavra em português) e sempre pronto a indicar o melhor rótulo. Mas, para o apreciador — e leitor de BREJAS — não se faz necessário: A carta de cervejas, organizadíssima, é dividida por regiões produtoras da Bélgica. Em minutos já se encontra o que se quer degustar.

Vale ficar atento ao que bebem os clientes postados no balcão, sempre cheio: Volta-e-meia há alguém apreciando um rótulo que não se encontra na carta. Foi assim, por puro acaso, que descobrimos a De Dolle Oerbier Special Reserva, cerveja incrível que já foi matéria aqui em BREJAS (veja AQUI).

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O ambiente intimista e agradável. Repare que, acima da lareira, está a foto dos proprietários com o lendário Michael Jackson, “The Beer Hunter”.

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O balcão: Olho neles!

60 anos de bar Brahma em Sampa!

Sexta-feira, 25/Janeiro/2008

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Na esquina da Ipiranga com a Avenida São João percebo uma relíquia da noite paulistana, um lugar historicamente reconhecido como choperia de qualidade e de excelente música popular brasileira. O Brahma este ano está completando 60 anos, pois teve sua inauguração em 1948 e foi referência da boemia já nos anos 50 e 60…. outros tempos !

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É claro  que não poderiamos deixar de mencionar o tradicional Bar Brahma localizado na esquina eternizada pela popular canção Sampa e assim incluímos mais este endereço na  série “bares que amamos”. 

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Algumas semanas atrás, em minha última passagem por Sampa,  tive a oportunidade de encontrar com o Álvaro Aoas, um dos proprietários do novo Bar Brahma, reaberto em janeiro de 2001 após verdadeira restauração para reencontrar o ambiente dos tempos áureos do Brahma, fechado entre 98 e 2000. Há dez anos que políticos e “mecenas culturais” se esforçam para uma revitalização da região central de São Paulo, com o objetivo de reabrir estabelecimentos de primeira qualidade e alcançar segurança, organização e limpeza nas ruas do centro.

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Álvaro nos contou com entusiasmo o sonho e o projeto de retomada que hoje está mais do que concretizado. O Brahma permanece um lugar de referência na noite da música popular ao vivo da cidade, acompanhado de cremoso chope,  bom serviço e restauração de qualidade. O que impressiona mais, porém, é a programação da casa, com shows de segunda a domingo. Após a reabertura de  2001, um milhão de pessoas já passaram pela casa e mais de quinze mil shows foram apresentados numa maratona de resgate da memória e dos valores culturais da cidade.

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O cardápio é generoso, o chope é o Brahma claro e o Brahma Black; as porções mais badaladas são de bolinho de bacalhau e bolinho de mortadela, ou ainda os pastéis de carne seca!

Bom apetite é pouco para uma programação de perder o fôlego. Nas paredes do estabelecimento, imagens da São Paulo antiga e ainda uma placa comemorativa anunciando recorde de apresentações para Demônios da Garôa, com mais de  500 apresentações naquele palco.  A programação você encontra aqui http://www.barbrahmasp.com/grupo/programacao.asp.  O couvert gira em torno de 40 reais e o preço da restauração é de acordo. O restaurante é bem agradável. A casa oferece manobrista e ainda um segundo ambiente de bar e piano bar, no Brahminha, que fica após corredor com fotos históricas do centro. O piano bar fica em cima, após as escadas em um terraço. Ele também foi restaurado e também fez parte da história do centro. Ali aconteceram grandes momentos da música na noite brasileira.

Cafe Gollem: foi preciso beber para crer…

Quarta-feira, 16/Janeiro/2008

Em sua última incursão por Amsterdam, em novembro de 2007, BREJAS esteve no número 4 da Raamsteeg, onde está localizado o Cafe Gollem, agradável boteco repleto de cervejas de estirpe.

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Interessante é que ele fica exatamente na frente da Cracked Kettle, loja especializada em cervejas, que se destaca principalmente pela vasta opção de belgas, e que já foi objeto de matéria em nosso blog. Para os apreciadores de uma boa cerveja, portanto, aqueles metros quadrados ali são dos mais valiosos da Europa…

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Cafe Gollem (à esquerda) e Cracked Kettle (à direita).

Uma curiosidade do Gollem é que o menu fica nas paredes, bem no alto, encostando no teto. E são muitas as opções.

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Ao adentrar no boteco, minha primeira reação foi ficar observando o menu, quase não acreditando na quantidade incrível de opções que ele oferece.

É aí que reside outra curiosidade do Gollem: há um menu exclusivo de trapistas, sendo que nele constam as Westvleteren 8 e 12. Não acreditando que pudesse ser verdade, me dirigi ao balcão e perguntei se eles realmente tinham Westvleteren para servir. A resposta foi “sure!”.

O Gollem, portanto, não oferece só quantidade, mas, principalmente, qualidade.

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As trapistas!

Saí do bar emocionado pela notícia, atravessei a rua e fui buscar o confrade Mau na Cracked Kettle, que ali olhava as prateleiras.

Voltamos de súbito ao Gollem e, para começar, pedimos as Westvleteren 8 e 12, que no Ranking BREJAS possuem nota média de 4,54 e 4,73, respectivamente. Foi preciso beber para crer…

A título de esclarecimento, é preciso dizer que é muito difícil encontrar Westvleteren fora da Abadia de St. Sixtus, onde ela é produzida na Bélgica. Mais difícil ainda é encontrá-la gelada em um bar, pronta para ser degustada. Definitivamente, não esperávamos por isso…

Eu sendo flagrado pegando uma Westvleteren no balcão, com tooooodo cuidado!

 É preciso muito cuidado para pegar a Westvleteren no balcão…

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Brinde de responsa! 

Em seguida, saboreamos Timmermans Pêche e Mort Subit Gueuze, até porque queríamos aproveitar a viagem para adentrar mais a fundo ao mundo das lambics. Foi nessa oportunidade que ambas foram pela primeira vez avaliadas pelo BREJAS, alcançando, respectivamente, notas 3,60 e 3,43.

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Paladar diferenciado das lambics!

O Gollem é um bar pequeno, cheio de fumaça, como a maioria dos bares europeus. Contudo, possui um ambiente acolhedor e animado. O cliente pode optar em se acomodar junto ao balcão, sempre lotado, ou num deck superior, onde existem algumas poucas mesas, disputadas e divididas pelo público. De qualquer forma, trata-se de um excelente bar.

Aos que um dia visitarem Amsterdam, BREJAS recomenda fortemente que passem pela Raamsteeg e confiram tudo o que ela tem a oferecer. Proost!

Para mais informações, visite:

http://www.cafegollem.nl

http://crackedkettle.nl/store/

Westvleteren: Na trilha da cerveja mítica

Quinta-feira, 10/Janeiro/2008

westbrejas12.JPG Há no YouTube uma vídeo-reportagem do The Wall Street Journal relatando a “saga” que se enfrenta, mesmo estando na Bélgica, até conseguir degustar a lendária Westvleteren, a “rainha das cervejas”, segundo o repórter John Miller (clique AQUI para ver o vídeo diretamente do YouTube).

O interessante é que, na reportagem, Miller segue o mesmo périplo que este escriba brejeiro trilhou quando esteve por lá em junho de 2007. O repórter pergunta pela cerveja até no famoso Delirium Cafe, boteco de Bruxelas que possui a maior carta de rótulos do mundo. Nem lá encontra a Westvleteren e, como última opção, segue até a “fonte”, no mosteiro trapista de Sint Sixtus, onde finalmente degusta a “Westie”.

Assista ao vídeo e, depois, veja a minha própria busca pelo cálice sagrado (obviamente, sem a produção do Wall Street Journal): VÍDEO 1, VÍDEO 2, VÍDEO 3, VÍDEO 4VÍDEO 5.

Aproveite e reveja a reportagem completa de BREJAS sobre a viagem a Westvleteren aqui.