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BREJAS no Campinas Gourmet

Sexta-feira, 27/Junho/2008

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Direcionado a quem mora em Campinas e região, e mesmo praqueles que aqui vêm em busca de ótimos bares e restaurantes, o site Campinas Gourmet é a referência. O sítio é muito bacana e inovador, porque classifica as opções de estabelecimentos de acordo com o que o visitante desejar fazer naquela ocasião.

Há seções específicas pra quem quer dançar, sair a dois, em família ou a negócios, ou somente agitar e paquerar. A turma do escritório quer fazer um happy hour relâmpago? O pessoal quer um bar legal com música ao vivo? No Campinas Gourmet dá pra selecionar tudo isso, na hora e com apenas um clique. Isso sem falar nas opções de restaurantes com culinárias do mundo todo.

Este escriba foi convidado para, em nome do BREJAS, ser colunista fixo do site. A coluna “Falando Sobre Cerveja” será quinzenal, e transportará para o Campinas Gourmet um pouco do espírito festivo do BREJAS. E muito malte e lúpulo, claro…

Falke lança India Pale Ale

Segunda-feira, 16/Junho/2008

Falke IPA - embalagem nao comercial
Novidade da Falke, a IPA, ainda em embalagem não oficial 

Na última sexta-feira, 13, BREJAS esteve presente no Bar Anhangüera, na capital paulista, no encontro-degustação da primeira leva deste mais novo estilo da Cervejaria Falke, artesanal de Belo Horizonte. O convite foi feito pelo proprietário e sempre boa-praça Marco Falcone.

Como apenas o Confrade Ricardo Sangion (o Xu) pôde comparecer ao evento, tratou de trazer alguns exemplares da cerveja para a degustação do restante dos brejeiros. Portanto, a avaliação da novíssima Falke Pale Ale (que ainda não está à venda) será feita muito em breve pelo BREJAS, e postaremos aqui nossas impressões e um pouco da história dessa nova breja.

Aguarde.

Aprovada joint venture entre Miller e Coors

Sabado, 7/Junho/2008

A Justiça americana aprovou ontem o acordo entre as empresas, válido para aquele país. A MillerCoors passa a ter 29% de share no mercado local, contra 49% da líder Anheuser-Busch, que segue sendo pretendida pela InBev

Meio e Mensagem - 06/06/2008 - 11:14

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou hoje a joint venture entre a SAB Miller e a Molson Coors para aquele país, acordo que fora anunciada no final do ano passado. A nova MillerCoors deterá 29% do mercado norte-americano de cerveja, com marcas como Miller Lite, Coors Light, Blue Moon, Leinenkugel’s, Peroni, Molson, Miller High Life e Coors Banquet. A Anheuser-Busch, cuja compra está sendo pretendida pela InBev, mantém a liderança com 49% de share. Uma matéria de um jornal belga publicada hoje diz que a Anheuser mantém conversas com a companhia.

Quando anunciado o plano para joint venture em outubro passado, executivos da Miller e Coors disseram esperar reduzir custos em US$ 500 milhões nos primeiros três anos.

Não está claro o que o acordo vai ocasionar no relacionamento com as agências publicitárias, no caso, Interpublic, draftFCB, Taxi e Avenue A/Razorfish, da Coors; e Bartle Bogle Hegarty, Young&Rubicam, Saatchi&Saatchi e Arc Worldwide, da Miller.

Eisenbahn em dobro no Bar do Italiano

Quarta-feira, 4/Junho/2008

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Para o leitor de Campinas e região que desejar conferir se a aquisição da cervejaria Eisenbahn pelo Grupo Schincariol já afetou a qualidade da premiadíssima breja catarinense, ir ao Bar do Italiano é a pedida. O proprietário Andrea (na foto, à direita) “importa” regularmente de Blumenau os barris de chope já refrigerados, mantendo o frescor e a qualidade, como se estivéssemos na terra da Oktoberfest brasileira.

A novidade é que a partir de ontem (terça, 3), o Bar do Italiano abriu suas portas ao happy hour, no qual o cliente pede um chope Eisenbahn e ganha outro, dentre os quatro estilos ofertados pela casa: Pilsen, Weizenbier, Pale Ale e Dunkel. Os confrades do BREJAS, fregueses de carteirinha, apóiam a novidade babando de contentamento.

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O Bar do Italiano fica em Campinas (SP), na Rua Conceição, nº 860, no bairro Cambuí. O happy hour com chope em dobro acontece das terças às sextas-feiras, das 17:30 às 20:00 horas, e aos sábados e domingos das 12:00 às 15:00 horas. Prosit!

Superflex lança cerveja “pública”

Domingo, 1/Junho/2008

Matéria publicada originalmente na Folha Online

Fábio Cypriano

Uma nova marca de cerveja é lançada, hoje, na galeria Vermelho: a Free Beer. Entretanto, ao contrário das marcas tradicionais, que tratam como segredo de Estado a receita de suas bebidas, no próprio rótulo da Free Beer está estampada sua receita.
A Free Beer é a nova ação do coletivo dinamarquês Superflex, composto por Bjornstjerne Reuter Christiansen, Jakob Fenger e Rasmus Nielsen. No ano passado, o grupo trouxe polêmica à 27ª Bienal de São Paulo com o Guaraná Power, censurado pela presidência da instituição, que afirmou que não se tratava de uma obra de arte. Apesar do veto, o Guaraná Power, feito em colaboração com a Cooperativa de Agricultores da Região de Maués, na Amazônia, chegou a ser distribuído em museus e na própria Vermelho, durante a Bienal.
“Agora estamos propondo uma marca aberta e, nesse sentido, sugerimos um novo modelo econômico, que permite a qualquer um produzir e distribuir cerveja, a partir de uma receita que é pública, além de criar consumidores não obedientes, como gosta o mercado”, conta Fenger.

“Free software”

A Free Beer surgiu em 2004, numa parceria com estudantes da Universidade de Copenhague. “Buscamos transferir os princípios do software livre para algo físico, e a cerveja se tornou um bom exemplo”, conta Nielsen. “Por isso, a Free Beer tem sido comparada ao Linux [sistema operacional gratuito] e à Wikipedia”, diz o artista.
Quem quiser produzir e comercializar a Free Beer pode baixar do site www.freebeer.org a logomarca da cerveja, de forma gratuita. “Já há Free Beer sendo produzida na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Dinamarca e até na República Tcheca”, afirma Fenger.
No Brasil, a Free Beer está sendo produzida pela Cervejaria Germânia, que irá comercializar a bebida durante a exposição a partir da versão 3.4, desenvolvida pela empresa.
“A única coisa que pedimos é que cada nova versão seja também tornada pública no site do Creative Commons”, diz Christiansen.
Na Vermelho, o Superflex apresenta o “Free Beer Kit”, uma mesa com todos os ingredientes e instrumentos necessários para a produção da cerveja, o que será utilizado, aliás, no workshop “O Mundo da Cerveja”, com os especialistas Cilene Saorin e Arnaldo Ribeiro, no próximo dia 15 de dezembro, às 14 h.
O grupo exibe também nove máquinas “Counter-Game Strategies” (estratégias de contra-jogos), típicos brinquedos de quermesse, como jogo de argolas ou rodas giratórias, que, contudo, abordam de forma irônica o universo dos direitos autorais e da pirataria.
“Mark Getty afirma que “a propriedade intelectual é o petróleo do século 21′”, conta Christiansen, “portanto, estamos tratando de um tema muito sério. Afinal, quantas guerras não foram realizadas por conta do petróleo?”.
No próximo sábado, às 16h, Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons no Brasil, irá participar de um debate com os membros do Superflex, na Vermelho, e logo após será realizada uma gincana intitulada “Free Beer Pub Quiz”, na qual participantes receberão prêmios ao responderem questões sobre propriedade intelectual e direitos autorais. 

InBev pode comprar a SABMiller

Sexta-feira, 30/Maio/2008

Além da oferta de US$ 46 bilhões pela norte-americana Anheuser-Busch, a companhia brasileira tem um plano B na britânica SABMiller, que estaria disposta a fechar acordo por US$ 44 bi.

Meio e Mensagem - 29/05/2008 - 12:20

A cervejaria britânica SABMiller estaria disposta a negociar sua compra pela InBev, num valor próximo de US$ 44,6 bilhões, segundo o Financial Times. O acordo é considerado um “plano B” pela companhia belgo-brasileira, que está considerando fazer uma proposta de US$ 46 bilhões pela Anheuser-Busch, dona da Budweiser.

No caso da SABMiller, o grupo prefere fazer uma oferta de compra para manter seu status de companhia belga, mantendo o acordo de acionistas entre os brasileiros, que administram o negócio, e a aristocrática família belga que fundou a empresa. Os representantes do grupo britânico querem uma “fusão de iguais”, que criaria uma líder de mercado em 35 países. A empresa não pretende se envolver em maiores discussões até concluir a formação da joint venture com a Molson Coors nos Estados Unidos.

Na outra frente, a InBev espera convencer a Anheuser a sentar para uma conversa amigável, mas ainda não fez um convite oficial, de acordo com fontes do Financial Times. A companhia belga continua trabalhando com o JPMorgan e com o Santander para obter uma linhas de financiamento, o que não permitiu ainda uma oferta realmente clara à Anheuser.

Com informações do Financial Times

InBev estuda fusão com a fabricante da cerveja Budweiser

Sabado, 24/Maio/2008

Portal Exame | 23.05.2008 | 12h35

União com a americana Anheuser-Busch é avaliada em 46 bilhões de dólares
 
A InBev, megacervejaria criada a partir da fusão da Interbrew com a brasileira AmBev, trabalha em uma oferta de fusão com a Anheuser-Busch, um dos ícones da indústria cervejeira americana e dona da marca Budweiser. De acordo com o jornal britânico Financial Times, a operação é avaliada em 46 bilhões de dólares.

Os executivos e banqueiros envolvidos na negociação afirmam que o acordo tem potencial para transformar o setor mundial de cervejas, colocando um fim à longa batalha pela consolidação desse mercado. Ao abordar a Anheuser-Busch, a InBev pretende criar o quinto maior grupo de produtos de consumo do mundo.

Os planos envolvem um contato direto com o executivo-chefe da companhia americana, August Busch IV. Embora já espere uma recepção fria, a InBev prepara também o envio de uma carta ao conselho de administração da Anheuser-Busch com os termos da oferta. Entre eles, estaria a disposição de pagar 65 dólares por ação. Caso a empresa rejeite uma negociação amigável, a InBev considera a possibilidade de lançar uma oferta pública dirigida aos detentores de ações da cervejaria.

Grupo de US$ 100 bilhões

A fusão criaria um grupo avaliado em cerca de 100 bilhões de dólares. A transação seria a mais ambiciosa no mundo corporativo desde a eclosão da crise das hipotecas americanas, em meados do ano passado. Juntas, as empresas contariam com um portfólio equilibrado entre os países desenvolvidos e emergentes, e sua capacidade anual de produção alcançaria cerca de 350 milhões de hectolitros, entre cervejas e outras bebidas. As receitas anuais girariam ao redor de 20 bilhões de dólares, e o ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somaria 6 bilhões de dólares.

Para financiar a operação, a InBev está costurando um pacote de crédito de 50 bilhões de dólares, liderado pelo JP Morgan e Santander. Se concretizado o acordo, a operação também envolveria a emissão de novos papéis em até 12 meses, para aportar entre 10 e 17 bilhões de dólares. O montante seria usado para pagar o empréstimo-ponte previsto para bancar a compra.

O assunto foi discutido pela InBev em uma reunião do conselho de administração em 28 de abril, e ganhou novo fôlego no encontro desta quinta-feira (22/5). O time encarregado de estruturar a fusão envolve Antonio Weiss, da Lazards; Felipe Dutra, diretor financeiro da InBev; e Jamie Dimon, do JP Morgan. O ex-diretor-geral do FMI, Rodrigo de Rato, está encarregado dos contatos com o presidente do Santander, Emilio Botin.

Contatos anteriores

De acordo com o Financial Times, a primeira abordagem da InBev foi feita informalmente em outubro. Na ocasião, August Busch rejeitou a oferta, argumentando que desejava manter a independência da Anheuser-Busch. O executivo afirmou, ainda, que necessitava de tempo para poder exibir os resultados da reestruturação que promovera na cervejaria. Os assessores da InBev, contudo, acreditam que Busch pode ceder agora, já que estaria sob pressão dos acionistas para negociar a fusão.

Procurada por EXAME, as empresas afirmaram que não se pronunciariam. A notícia não animou os investidores brasileiros. Por volta das 12h30, os papéis preferenciais da AmBev (AMBV4) caíam 1,75% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), cotados a 120,45 reais. Já as ações ordinárias (AMBV3) recuavam 1,36%, a 108,50 reais. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador do pregão, operava em baixa de 1,42%, a 71.269 pontos.

Schin compra Eisenbahn

Sexta-feira, 9/Maio/2008

Grupo Schincariol   
Cervejas da Eisenbahn

Fomos convidados ontem, dia 08 de maio, pela assessoria de imprensa do Grupo Schincariol para participar de uma coletiva de imprensa as 14:30 que anunciaria uma “importante aquisição”.

Participaram, por parte da Schin: José Augusto Schincariol, membro do Conselho de Administração, Fernando Terni, Presidente-Executivo, Robin Castello, Diretor Jurídico e de Relações Institucionais, e Marcel Sacco, Diretor de Marketing e Trademarketing.

BREJAS esteve presente e podemos garantir que a novidade não foi pequena: o que foi anunciado foi nada mais nada menos que a compra da premiadíssima cervejaria de Santa Catarina, a Eisenbahn, fabricante de belíssimas cervejas e que tem para esse ano a previsão de faturamento de R$ 20 milhões. De acordo com Fernando Terni, a compra será feita com caixa próprio da empresa, mas o valor da transação não foi revelado.

Em 2007 a Schin já havia adquirido a Baden Baden de Campos do Jordão/SP e a Devassa do Rio de Janeiro/RJ. Mais uma vez a cervejaria garante que não irá alterar as fórmulas originais que tonaram famosas tais micro-cervejarias, com diversos apreciadores espalhados pelo Brasil, inclusive os confrades do BREJAS.

Essa nova aquisição mostra o continuo investimento do grupo no mercado de cervejas premium, segmento que mais cresce no Brasil e que oferece margens melhores aos fabricantes. Pelo que podemos ver, parece a única saída da Schin para lutar com AmBev e FEMSA que têm diversas opções de cervejas premium e especiais a trazer de fora, algumas inclusive já disponíveis no mercado brasileiro, como a Leffe, Belle Vue e Hoegaarden da Ambev e Heineken da FEMSA.

E você, o que acha dessa nova aquisição? Com o aumento nos preços dos insumos de cervejas, será que a Schin irá manter por muito tempo sua promessa de não anterar as fórmulas da Eisenbahn, Devassa e Baden Baden? Deixe aqui seus comentários.

Sobre a Eisenbahn:Fundada em 2002 pela família Mendes, com objetivo de oferecer ao consumidor o padrão de qualidade das melhores cervejas especiais encontradas na Europa e Estados Unidos, a Eisenbahn é considerada a cerveja brasileira mais reconhecida internacionalmente: a empresa acaba de ganhar três medalhas de prata no AIBA (Australian International Beer Awards), na Austrália. E no ano passado obteve duas medalhas de bronze no European Beer Star, um dos maiores e mais prestigiados concursos da Alemanha, e uma medalha de bronze na World Beer Cup, dos Estados Unidos.

Grupo Schincariol compra a Eisenbahn

Sexta-feira, 9/Maio/2008

Por Simone Cunha

Folha de São Paulo, 9 de maio de 2008

A segunda maior cervejaria do Brasil, a Schincariol, anunciou a compra da quarta cervejaria artesanal do portfólio: a catarinense Eisenbahn, especializada em cervejas premium. A empresa continua prospectando o mercado em busca de oportunidades no segmento.
A Eisenbahn não eleva a participação de mercado da Schincariol, de 12,1%, já que o segmento premium é de cerca de 2%. A AmBev tem 67,8%.
Mas a estratégia do grupo, que comprou 70% da fluminense Devassa, a pernambucana Indústria de Bebidas de Igarassu -dona da Nobel- e a Baden Baden, de Campos do Jordão, é elevar a receita com produtos de maior valor agregado.
“O país está copiando o que ocorre no mundo. As melhores margens estão nesse segmento”, diz José Roberto Martins, consultor da Global Brands.
Apesar de o valor do negócio não ter sido revelado, Martins acredita que não deve ter sido inferior a R$ 100 milhões, considerando o faturamento estimado da Eisenbahn para este ano (de R$ 20 milhões), marca e valor agregado das premium.
O plano é que a Eisenbahn chegue a mais pontos-de-venda, elevando os ganhos da Schincariol. Hoje com presença no Sul, no Sudeste, em Goiás, no Distrito Federal, no Ceará, nos EUA, na Austrália e no Uruguai, a Eisenbahn deve ser levada para todo o país e a mercados como Reino Unido, Alemanha e Japão.
A cerveja mais sofisticada da Eisenbahn é a Lust (até R$ 99,90 por 1.500 ml, no site), que passa pelo mesmo processo de produção do champanhe. A cerveja de trigo (Weizenbier) custa R$ 17,94 (355 ml).

VIAGEM & CERVEJA - Alemanha

Segunda-feira, 14/Abril/2008

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Atendendo a pedidos dos nossos leitores, BREJAS inaugura hoje a seção Viagem & Cerveja, que está alocada no menu “O Guia”, da nossa página inicial.

Viagem & Cerveja pretende ser um guia de viagens interativo direcionado ao verdadeiro degustador de cerveja, aquele bravo que, assim como nós, está sempre em busca da breja perfeita quando viaja. Em linhas gerais, Viagem & Cerveja conterá:

  • Breve explanação sobre os estilos e as melhores cervejas de cada país visitado por BREJAS;
  • Dicas das melhores cervejas que o leitor deverá procurar, por país;
  • Os melhores points para degustar a sua breja (bares, pubs, biergartens, restaurantes, etc.), e
  • Dicas dos leitores de BREJAS, os quais podem nos enviar as melhores barbadas em termos de cervejas e lugares bacanas para degustá-las.

A seção Viagem & Cerveja já começa com o que talvez seja o mais lembrado país quando se fala em cerveja: A Alemanha, com suas brejas servidas em canecas de 1 litro e seus biergartens (jardins da cerveja), onde se enche a caveira e se festeja a vida.

Tem dicas de cervejas alemãs ou de bares/pubs/biergartens imperdíveis na Alemanha? Compartilhe-as conosco e com os demais leitores, enviando as suas barbadas e suas fotos (se as tiver) para o nosso e-mail brejas@brejas.com.br. Elas serão publicadas no site juntamente com as nossas, para alegria de todos os leitores do BREJAS.

Prost!