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Arquivos da Categoria ‘Testes Cegos’
Terca-feira, 11/Marco/2008

Foram 7 rótulos testados, utilizando a mesma metodologia dos Testes Cegos de Pilsens brasileiras e Weissbieren alemãs. Segue o resultado final, com as notas correspondentes:
1º - Dana Bier Dani Weiss e Bohemia Weiss (empatadas) - 2,82;
3º - Backer Trigo - 2,52;
4º - Colorado Appia - 2,36
5º - DaDo Bier Weiss - 2,32;
6º - Eisenbahn Weizenbier - 2,26
7º - Baden Baden Celebration Verão 2008 - 2,12
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Este Teste Cego, a exemplo dos efetuados pelos Confrades de BREJAS com as cervejas Pilsen brasileiras (veja AQUI) e as Weissbieren alemãs (veja AQUI), foi realizado a partir de amostras oferecidas a cada Confrade (1 copo modelo ”tulipa” por rótulo, uma marca de cada vez). Tivemos absoluto cuidado para que as amostras não fossem identificáveis no momento da degustação. As notas foram dadas seguindo os parâmetros de avaliação adotados pelo BREJAS (veja AQUI). As notas e comentários individuais de cada Confrade brejeiro serão oportunamente inseridos no Ranking BREJAS.
- Todas as cervejas avaliadas neste Teste Cego podem ser adquiridas no mercado brasileiro em bons supermercados, empórios ou em lojas virtuais de cervejas (www.nonobier.com.br e www.cervejasnet.com.br são algumas delas), com preços que variam de R$ 4,00 a R$ 19,00 por unidade, dependendo da marca.
O agradecimento especial vai para o nosso amigo Mauricio Falsarella, o Mutsa, pela excelente participação e cuidado ao nos servir as amostras — e manter o segredo do Teste até o final.
Está aberta a temporada de boca-no-trombone! Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade do BREJAS, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.

Confrades do BREJAS: Daniel Rolfsen (Dani), Daniel Calichio (Cuca), Mauricio Beltramelli (Mau), Guilherme Scalzilli (Guiba) e Ricardo Sangion (Xu).
Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 20 Comentarios »
Segunda-feira, 3/Marco/2008
O leitor de BREJAS Flavio Richeti nos escreveu contando que ele e mais 6 amigos aventuraram-se a fazer um Teste Cego de cervejas do tipo Pilsen nacionais. Para tanto, repetiram o método de avaliação proposto pelos Confrades de BREJAS. Sem mais delongas, este foi o resultado da turma do Flavio, com as pontuações correspondentes:
1º - Bavaria (1,81)
2º - Cintra (1,78)
3º - Itaipava (1,62)
4º - Kaiser (1,56)
5º - Crystal (1,51)
6º - Conti (1,49)
7º - Antarctica (1,48)
8º - Brahma (1,47)
9º - Skol (1,43)
10º - Primus (1,42)
11º - Sol (1,41)
12º - Krill (1,39)
13º - Nova Schin (1,43)
14º - Fass (1,18)
15º - Bella (1,06)
16º - Guitt´s (1,04)

Rascunhos dos cálculos da turma do Flavio.
Em relação ao Teste Cego de BREJAS, foram incluídas algumas marcas e excluídas outras. No Teste acima, também não há inclusões de cervejas artesanais, o que foi feito intencionalmente pelos brejeiros. Segundo o que o leitor nos escreveu, dentre os degustadores se encontravam alguns Torcedores de Rótulo (veja a definição to termo AQUI), os quais ficaram absolutamente surpresos com o resultado. Assim como nós, de BREJAS, quando fizemos o nosso Teste Cego.
As Pilsen brasileiras são, afinal, todas iguais? O mercado cervejeiro nacional está nivelado por baixo? Nessas plagas só se faz cerveja aguada para abastecer a sede dos Torcedores de Rótulo? Compare você mesmo os dois resultados AQUI, tire as suas próprias conclusões e depois comente à vontade.
Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 8 Comentarios »
Sabado, 9/Fevereiro/2008

Com a chegada da belga Leffe no Brasil (veja matéria AQUI), a principal questão que assalta o apreciador é se a breja comprada nos grandes supermercados brasileiros é a mesma daquela comprada na Europa.
Na última viagem ao Velho Mundo em novembro último, os Confrades de BREJAS, por acaso, trouxeram nas malas duas versões da Leffe: a Blonde e a Brune. Compradas outras duas garrafinhas das duas versões aqui no supermercado da esquina, foi feito o ”mini” Teste Cego.
Antes de falar sobre semelhanças e diferenças, é importante esclarecer que as validades das quatro garrafinhas (duas “belgas” e duas ”brasileiras”) eram muito próximas umas das outras. As Leffe Blonde venceriam em 23/01/09 e 08/01/09, enquanto que as Leffe Brune em 07/01/09 e 28/12/08, respectivamente.
Abrimos primeiramente as Leffe Blonde, cujas amostras vieram em taças não identificáveis: a amostra nº 1 era a “belga” e a nº 2 a “brasileira”. De cara, percebemos todos a maior carbonatação da amostra número 2. Houve quem achasse ainda que a amostra nº 1 soltava mais o aroma.
A seguir as Brune, sendo a amostra nº 1 a “brasileira” e nº 2 a “belga”. Dois dos Confrades brejeiros acharam que a nº 2 soltou ligeiramente mais aroma. Todos acharam a amostra nº 2 levissimamente menos carbonatada.
Nossas conclusões: Basicamente, consideramos que se tratam das MESMAS cervejas e, se há diferenças, são desprezíveis. A diferença de carbonatação, porém, quase que com certeza pode ser explicada em virtude de as Leffe “belgas” virem nas malas dos brejeiros, sendo que todos conhecem a delicadeza com a qual as malas são tratadas pelos carregadores dos diversos aeroportos pelos quais passamos até chegar em terras brazucas. Não sabemos como nos chegam as Leffe “brasileiras”, mas dá pra imaginar um container num navio que não balança tanto quanto mala em aeroporto. Ou seja, quanto maior o “chacoalho”, menor a carbonatação.
Importante frisar também que as Leffe “belgas” não sofreram grandes variações de temperatura no transporte. Apesar de termos tiritado em algumas nevascas outonais européias, as brejinhas permaneceram nos quartos calefados dos hotéis nos quais nos hospedamos, a temperaturas médias de 23ºC.
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Convidamos os leitores de BREJAS a manifestarem aqui suas opiniões sobre as cervejas Leffe.
Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 15 Comentarios »
Quarta-feira, 23/Janeiro/2008

Que tal colocarmos mais lenha nessa saborosa discussão?
Confira a seguir alguns comentários dos Confrades de BREJAS a respeito do resultado do Teste Cego realizado com as cervejas de trigo alemãs (o resultado se encontra no post logo abaixo, ou AQUI).
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Alexandre Menke
Destaco o fraco desempenho da Oettinger, quando tomada com as outras weiss. Em relação às minhas notas originais, ela foi a mais discrepante, com queda de 0,5 ponto em relação ao Ranking BREJAS. A Schneider teve uma queda de 0,3 ponto, dentro de uma teórica margem de erro, como todas as outras.A última posição da Schneider não foi nenhuma surpresa, com também as posições de todas as cervejas.
No Ranking BREJAS, as médias da Paulaner, da Licher e da Franziskaner são bem parecidas, como o que encontramos nesse Teste Cego, dando até para pensar em um empate técnico entre elas. Boa surpresa a Licher, quando degustada com outras weiss e estando na temperatura correta. Creme médio, cremoso, branco, com pouca duração. Corpo médio e com textura oleosa, foi a única que não teve textura aguada. Carbonatação viva com final metálico. Seu sabor inicial é moderadamente doce, com final doce e amargo leves, de média duração. Com aroma de lúpulo bem leve, deixou transparecer os toques de banana e cravo, além de um delicado malte.
A surpresa (para alguns) fica por conta da Erdinger, que tinha a maior média do Ranking BREJAS e deu uma boa despencada. Durante o teste cego, fazemos anotações sobre os critérios conhecidos sem saber que cerveja estamos tomando. Nas minhas anotações da quinta cerveja do teste, que foi a Erdinger, tem leve aroma de pão branco, queijo gorgonzola e papelão. O aroma de pão tudo bem, mas gorgonzola e papelão não são características esperadas em uma weiss, e podem indicar uma avançada oxidação da cerveja que bebemos. Para sabermos isso, só realizando o teste novamente.
Para aqueles que nos acompanham, gostaria que fizessem seus testes também, principalmente com aquelas cervejas cujas posições e/ou notas não concordarem, para podermos trocar experiências e anotações.
Daniel Calichio (Cuca)
Eu já havia tomado a Licher em duas ocasiões e havia gostado BASTANTE dela. Logo, a nota dela (3,48) para mim não foi surpresa, assim como a da Franziskaner (3,40), que também é muito boa cerveja.
O que foi surpresa para mim foram as notas relativamente baixas das demais. Tendo participado do teste, posso dizer que, tirando as duas primeiras, parece que faltou sabor e aroma nas demais. Faltou personalidade. Essa foi a minha humilde impressão. Houve um certo “nivelamento por baixo”, e isso me deixou frustrado.
Espero que o próximo teste, que será com as weiss nacionais, me surpreenda positivamente.
Por final, destaco um dos objetivos do teste: desmistificar rotulagens. Isso, ao meu ver, tem sempre sido alcançado.
Mauricio Beltramelli (Mau)
Aqui bato no peito e faço uma confissão: Sucumbi. Minha culpa, minha tão grande culpa…
A Licher foi a quarta amostra, dentre as sete weissbieren avaliadas. Assim que vi o creme alvo abundante e pus a borda do copo no nariz, sentenciei, cheio de soberba: “PAULANER!”.
Justo eu, que vivo a trombetear pelos sete cantos a desmistificação dos rótulos, feneci à armadilha. Sempre fui fã da Paulaner Hefe-Weissbier Naturtrüb, desde antes dos tempos de BREJAS. Já havia experimentado a Licher Weizen, mas achado uma weiss nada além de mediana. No Teste Cego, sem o apelo do rótulo, emergiu uma cerveja com respeitável aroma de banana, cravo, fermento e malte, além de um leve floral lupulado, corpo médio e final médio e doce, exatamente como uma boa weissbier deve ser.
Franziskaner e Weihenstephaner não foram surpresa pra mim, são excelentes representantes do gênero. Já a Erdinger, fraca e sem personalidade, confirma o que muitos comentam nas comunidades “orkutianas” sobre cerveja.
E o que sobrou para a “minha” Paulaner? Um constrangedor quinto lugar, a comprovar que em testes cegos torcida, rótulo e macumba não ganham jogo.
Ricardo Sangion (Xu)
Acho que vale a pena complementar os comentários já feitos com algumas informações importantes: em geral, todas as cervejas degustadas estavam dentro do que era esperado de uma cerveja de trigo: aromas e sabores de banana, cravo, aveia. Encontramos, portanto, mais variação no que se refere à intensidade, em algumas mais pronunciados, em outras quase inexistente. A variação das notas muitas vezes ocorre por contas. Na aparência, apenas a Schneider saiu do padrão, apresentando coloração mais escura, parecendo quase um caldo de cana.
Dessa forma, todas são ótimas recomendações e sugiro que dêem a mesma chance a cada uma delas, escolhendo sua preferida levando em conta seu gosto, preço e acessibilidade, outros fatores muito importantes para a escolha de uma cerveja que queremos ter sempre na geladeira de casa.
Lembrando sempre que cervejas de trigo são ótimas para o dia-a-dia, especialmente dias quentes, são muito bem aceitas por pessoas que estão começando a se aventurar por cervejas diferentes e que hoje encontramos em opções de ótima relação custo/benefício, portanto vale a pena dar uma boa atenção ao estilo.
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Agora é com você, leitor de BREJAS.
Concorda com a opinião dos Confrades? Discorda veementemente? Esses caras do BREJAS disseram tudo ou não entendem nada de cerveja?
Use e abuse do espaço “Comentários”, logo aqui abaixo.
Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 3 Comentarios »
Terca-feira, 22/Janeiro/2008
1º - 3,48 - Licher Weizen
2º - 3,40 - Franziskaner Hefe Weissbier
3º - 3,18 - Weihenstephaner Hefe Weissbier
4º - 2,90 - Oettinger Hefeweissbier
5º - 2,88 - Paulaner Hefe-Weissbier Naturtrüb
6º - 2,70 - Erdinger Weissbier
7º - 2,47 - Schneider Weisse Original
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- Este Teste Cego, a exemplo do efetuado pelos Confrades de BREJAS com as cervejas Pilsen brasileiras (veja AQUI), foi realizado a partir de amostras oferecidas a cada Confrade (1 copo modelo ”tulipa” por rótulo, uma marca de cada vez). Tivemos absoluto cuidado para que as amostras não fossem identificáveis no momento da degustação. As notas foram dadas seguindo os parâmetros de avaliação adotados pelo BREJAS (veja AQUI). As notas e comentários individuais de cada Confrade brejeiro serão oportunamente inseridos no Ranking BREJAS.
- Apesar dos nossos esforços, não conseguimos localizar a cerveja Hofbräu Hefeweizen. Ao que parece, a breja está mesmo indisponível temporariamente na maioria dos pontos de venda. Caso consigamos achá-la a tempo, ela será incluída como controle no nosso próximo Teste Cego de cervejas de trigo brasileiras.
- Todas as cervejas avaliadas neste Teste Cego podem ser adquiridas no mercado brasileiro em bons supermercados, empórios ou em lojas virtuais de cervejas (www.nonobier.com.br e www.cervejasnet.com.br são algumas delas), ao preço médio aproximado de R$ 9,00 por unidade. As amostras utilizadas foram compradas a não mais do que dois dias anteriores ao Teste, em garrafas de 500ml, com exceção da Oettinger Hefeweissbier, a qual é vendida apenas na versão enlatada.
Não podemos deixar de agradecer aos nossos amigos Markim e Caramujo. O primeiro, pela excelente participação e cuidado ao nos servir as amostras — e manter o segredo do Teste até o final — e o segundo por ser um excelente piadista, quebrando um pouco a habitual sisudez do Teste Cego…
Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade BREJAS.com.br, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.

Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 22 Comentarios »
Segunda-feira, 24/Setembro/2007
Na noite quente e seca de quinta-feira, 20 de setembro de 2007, os brejeiros se reuniram no puxadinho do Mau para mais uma degustação inesquecível. Desta vez, realizamos um teste cego com 15 cervejas brasileiras.
A noite foi animada. A beberagem começou por volta de 19 horas e seguiu até quase meia-noite, acompanhada pela já tradicional mesa de quitutes seletos e animais grelhados. Registre-se também a participação imprescindível de Fabi, Pam, Cláudia e Carol, que se incumbiram de escolher e servir as brejas, mantendo o segredo exigido pela ocasião.
Os brejeiros dedicaram-se com a costumeira seriedade à árdua tarefa de avaliar tantas cervejas misteriosas. No decorrer do certame, surgiram algumas reclamações quanto à qualidade do material apreciado, mas trata-se, naturalmente, de paladares mal (bem) acostumados aos elixires estrangeiros. Houve até quem demonstrasse ligeira alteração perceptiva, mas, no geral, terminamos aptos a exercer a grande maioria das atividades humanas.
Como os resultados já são conhecidos, ater-me-ei às impressões pessoais. Tive duas decepções e várias surpresas positivas.
As que tiveram notas abaixo do esperado foram Serramalte e Brahma. Não incluo a Itaipava porque, apesar de ser uma das minhas preferidas para consumo extenso, reconheço que ela se assemelha às demais quando consumida nas circunstâncias dadas. No quesito “drunkability” ela é quase imbatível. Para comprovar essa tese, sugiro um “teste zarolho”: um grupo entorna muitas caixas de Itaipava e outro, muitas de, digamos, Bavária. No dia seguinte comparamos a disposição, a memória e a coordenação motora de ambos os grupos…
Sempre achei a Serramalte um pouco amarga demais, mas nitidamente superior à média; e a Brahma de garrafa (no caso, provamos a de lata) parece-me ótima para chafurdar em botecos. O que aconteceu com elas? Estavam chocas? A lata fez a diferença para a Brahma? Elas eram de procedência duvidosa?
Bavária, Sol e Antártica certamente surpreenderam. A primeira por motivos que fogem à minha compreensão: basta saber que é ela no copo e tudo fica fedorento, enjoativo, ressaquildo. A Sol me parecia sem graça e a Antártica, de péssima fama há tempos, havia sido banida do vocabulário cervejístico e padecia no inferno junto com a falecida Malt 90 e talvez com a própria Kaiser (que teve uma classificação merecida). Depois testamos novamente a Antártica e conviemos que as azuizinhas melhoraram muito em relação ao que eram anos atrás.
Importante salientar que a Bavária surpreendeu positivamente em dois dos três testes cegos que fizemos. No outro, modéstia à parte, saquei a maldita no primeiro gole e meti-lhe uma nota lá embaixo, para evitar qualquer milagre da contabilidade.
Proponho, portanto, um novo teste. Desta vez tomaríamos aquelas que mais desfizeram expectativas, para o bem e para o mal. E, claro, em maior quantidade (um copo cheio, pelo menos). Aproveito e já esboço uma lista: Bavária, Sol, Antártica, Serramalte, Brahma e Itaipava. Se possível todas em garrafa.
Postado por Guiba na categoria Testes Cegos | 6 Comentarios »
Sexta-feira, 21/Setembro/2007
1º - 2,47 - Backer
2º - 2,37 - Eisenbahn
3º - 2,02 - Bavaria
4º - 2,00 - Bohemia
5º - 1,98 - Sol
6º - 1,93 - Antarctica
7º - 1,92 - Devassa
8º - 1,80 - Original (no desempate teve maior nota única: 2,2 contra 2,1 da Skol)
9º - 1,80 - Skol
10º - 1,78 - Serramalte
11º - 1,62 - Primus
12º - 1,60 - Itaipava
13º - 1,57 - Kaiser
14º - 1,47 - Brahma
15º - 1,45 - Nova Schin
16º - 1,35 - Crystal
As médias são aritméticas. Ao baixar a PLANILHA do BREJAS, você poderá conferir as notas individuais dadas por cada confrade a cada cerveja.
- Nota sobre as cervejas artesanais (ou microcervejarias):
Foi intencional a inclusão, no teste, das cervejas Backer, Eisenbahn e Devassa. Tal se deu porque queríamos colocar à prova o mito de que as artesanais são superiores às “de mercado”. Vimos que o mito, em linhas gerais, transformou-se em fato, exceto pela Devassa. Tais cervejas, por outro lado, acabaram servindo também de “controle” para melhor avaliarmos as demais (embora também as tenhamos degustado às cegas).
Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade BREJAS.com.br, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.
Por hoje, cuidaremos exclusivamente das nossas próprias ressacas…

Turma do BREJAS (Em pé: Guilherme Scalzilli, Daniel Rolfsen e Mauricio Beltramelli. Agachados: Ricardo Sangion, Daniel Calichio e Alexandre Menke)
Postado por Mauricio Beltramelli na categoria Testes Cegos | 58 Comentarios »
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