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Pão e Cerveja: Programas gravados no Festival Brasileiro da Cerveja 2013

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Quer saber tudo o que de melhor rolou durante o Festival Brasileiro da Cerveja 2013 em Blumenau? Ouça os programas a seguir, gravados com ninguém menos do que os protagonistas da maior festa cervejeira do país!

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A jornalista Fabiana Arreguy entrevista os cervejeiros André Junqueira (Morada), Rodrigo Chervinski (Providência) e a sorveteira Emilene Stival, da Gelataio, que fez enorme sucesso na festa com sorvetes de cervejas artesanais.

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O papo é com Samuel Cavalcanti, o inspirado cervejeiro da Bodebrown, eleita a Cervejaria do Ano no Festival.

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As cervejas em homenagens a bandas de rock estão cada vez mais em profusão. Quem fala sobre elas é Sady Homrich, colunista de cervejas do jornal Folha de S. Paulo e baterista da banda Nenhnum de Nós. Na sequência, eu falo diretamente de Munique, na Alemanha, onde fui curtir uma neve e procurar lugares e dicas cervejeiras interessantes pros leitores do BREJAS e do Pão e Cerveja!

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Quem disse que no mundo cervejeiro também não tem compra e venda de “passes”? A cervejaria piracicabana Dama Bier, recentemente, contratou os figuras Ilceu Dimer (mestre cervejeiro) e Paulo Feijão (sommelier de cervejas), os quais trabalhavam em outra casa cervejeira. E o papo é com os caras! No meu diário de viagem, eu noticio uma verdadeira conquista: Consegui entrar e visitar a Abadia de Engelszell, na Áustria, oitavo mosteiro cervejeiro a obter o status de “trapista” (veja aqui essa história).

A coluna Pão & Cerveja vai ao ar todas as sextas-feiras às 11:45 da manhã pela rádio CBN de Belo Horizonte (106,1 FM). Ouça ao vivo o programa ou curta os programas anteriores gravados e disponibilizados aqui no blog pelo BREJAS.

Pão e Cerveja: Programa 159 – Brasileiros no Mondial de la Bière

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Durante a primeira semana deste mês, estive em Montreal, no Canadá, a convite da Cervejaria Colorado (Ribeirão Preto-SP) a fim de cobrir o Mondial de la Bière, maior festival de degustação de cervejas do mundo.

No programa de hoje, ouça minhas entrevistas com o cervejeiro Samuel Cavalcanti (cuja cervejaria Bodebrown, de Curitiba, faturou a medalha de ouro no concurso), Rafael Moschetta (gerente de marketing da Colorado, responsável pela organização da delegação brasileira em Montreal) e Cristina Schmitt Miranda (da organização do Festival da Cerveja de Blumenau).

A coluna Pão & Cerveja vai ao ar todas as sextas-feiras às 11:45 da manhã pela rádio CBN de Belo Horizonte (106,1 FM). Ouça ao vivo o programa ou curta os programas anteriores gravados e disponibilizados aqui no blog pelo BREJAS. Para a experiência ficar completa, acompanhe também o Blog Pão & Cerveja.

O sorriso do bode

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Cervejaria paranaense leva ouro no Mondial de la Bière

por Mauricio Beltramelli*

MONTRÉAL – Ele já foi chamado de louco, exibido, falastrão e uma série de adjetivos pouco ou nada lisonjeiros. Porém, é de se constatar um fato inegável: Ele sempre dá a volta por cima. “Show me the beer!”, canta o cético. Samuel Cavalcanti mostra sua cerveja, e cala as bocas mais detratoras. Obstinados, estudiosos e, sobretudo, apaixonados, Samuel e seu irmão Paulo fizeram da curitibana Bodebrown uma das microcervejarias mais cultuadas do cenário cervejeiro nacional. Os resultados não tardam: A breja Imperial Stout acaba de levar a medalha de ouro no Mondial de la Bière de Montréal, que está acontecendo de 6 a 10 deste mês no Canadá.

O concurso dentro do festival tradicionalmente concede poucas medalhas, cujo julgamento não obedece os estilos das cervejas, sendo premiadas as que melhor se apresentarem aos jurados. Veja na imagem a seguir as demais vencedoras:

 

Por aqui, encontramos uma cidade empenhada em fazer o maior festival cervejeiro do mundo, com mais de cem mil visitantes degustando cerca de 500 cervejas de quatro continentes. O clima é de festa, e as grandes estrelas são as brejas artesanais canadenses, que surpreendem a cada descoberta (alô, importadores!).

Confira a seguir as imagens do terceiro dia do Mondial de la Bière:

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Copa Sul-Americana de Cervejas: As partes e o todo

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José Felipe Carneiro "abocanhando" o prêmio de Cervejaria do Ano conferido à mineira Wäls

Foram anunciadas no último sábado, 25, as cervejas medalhistas da The Great South Beer Cup, campeonato sul-americano de cervejas acontecido em Blumenau (SC). O evento ocorreu paralelamente à quarta edição do Festival Brasileiro de Cerveja, festa que firmou-se definitivamente como o maior evento cervejeiro brasileiro. Fui jurado e palestrante dos eventos, e comento agora sobre o que vi e vivi nesses dias extraordinários.

Mais das outras

Os resultados da Copa surpreenderam muita gente do meio cervejeiro. Isso porque, ao lado das tradicionais cervejarias medalhistas, acabaram brilhando várias outras que até então viviam meio que apagadas no “bochicho” cervejeiro nacional. Foi o caso de empresas como Bierbaum, Bier Hoff, Mistura Clássica, Das Bier e Karavelle, as quais levaram medalhas ou menções em categorias importantes como Cervejas de Trigo, Red Ale, Pale Ale, Bock, Dunkel e outras.

Como sempre defendemos aqui no BREJAS, testes cegos de cervejas (como os feitos no julgamento da Copa) são destruidores de mitos e fazem justiça. Os resultados constatam a franca evolução técnica de cervejarias que até então não eram tão comentadas. Trata-se de um fato maravilhoso, apontando um caminho de amadurecimento do cenário cervejeiro artesanal nacional, cujo leque de opções se abre cada vez mais.

As medalhas dadas às cervejarias até agora menos faladas certamente causarão dois ótimos efeitos: estimularão as medalhistas a continuarem aperfeiçoando-se e também animarão outras cervejarias a concorrerem nas próximas edições. É assim que crescemos.

Cervejaria do Ano

Quando visitei pela primeira vez a Cervejaria Wäls, de Belo Horizonte (MG), encontrei pai e filhos — Miguel e os filhos José Felipe e Thiago, gestores da cervejaria — ainda aturdidos pela morte recente do cervejeiro Tácilo Coutinho, até então o gênio por trás das receitas. Naquela época, graças à ajuda de outros cervejeiros amigos (caso de Marco Falcone, da conterrânea Falke Bier), a empresa já vinha se aprumando do golpe. Na visita, nos idos de 2009, provei pela primeira vez, ainda do tanque, a maravilhosa Wäls Quadrupel, maturada com chips de madeira embebidos em cachaça mineira.

Alguns anos depois e muito estudo e dedicação, a micro mineira consegue sua justa consagração, sagrando-se a Cervejaria do Ano. Boa parte do título deve-se à bem-vinda parceria recente com os cervejeiros caseiros da paranaense DUM para elaborarem juntos a breja Imperial Stout Wäls Petroleum, medalhista de ouro na Copa e uma das cervejas mais comentadas dos últimos tempos. A cervejaria mineira ainda levou ouro em outra categoria-chave, eleita a campeã no estilo Pilsen a respeito da qual sempre defendi ser a melhor breja no estilo produzida no Brasil. Mestre Tácilo Coutinho, esteja onde estiver, nesse momento esfrega as mãos e brinda de alegria com o sucesso dos seus pupilos.

Chegando ao Olimpo cervejeiro

Ao lado de Eisenbahn, Baden Baden, Wäls, Colorado, Bamberg e Falke, antigas ganhadoras de prêmios aqui e lá fora, outras cervejarias começam a despontar como bichas-paponas de medalhas, caso de Bodebrown, Seasons, Way, Bierland, Klein e Backer. Dá pra sentir, degustando as produções dessas empresas, que trabalho e estudo obstinados estão sendo bem-feitos, com alguns rótulos beirando a perfeição em seus estilos. Com os prêmios ganhos, essas cervejarias entram de vez no panteão das melhores micros nacionais, com absoluta justiça.

Alô, importadoras!!!

Após a premiação de sábado, jurados e competidores foram convidados a participar, nos bastidores do Festival, de uma espécie de recepção, na qual foram servidas as demais brejas sul-americanas medalhistas da South Beer Cup. A estupefação ante a excelência dessas cervejas era o comentário geral entre os presentes. Os brasileiros aprenderam que também se fazem ótimas cervejas do lado de lá de nossas fronteiras. Mais uma ótima lição que a Copa nos ofertou.

Mas, pergunta-se: Onde estão as brejas de cervejarias como Berlina, Otro Mundo, Davok, Antares, Die Eisenbrücke e outras? Já que por aqui nos chegam cervejas muito mais distantes da Europa e dos Estados Unidos, cadê as cervejas dos nossos vizinhos??? Mais uma vez canto o meu mantra: Alô importadoras!!!

As fotos

Confira a seguir algumas imagens que fiz no Festival. Mal posso esperar o ano que vem…

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Pão e Cerveja: Programa 96 – Samuel Cavalcanti

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Radicado em Curitiba (PR), o pernambucano Samuel Cavalcanti, vem ajudando a colocar a capital paranaense no mapa da cultura cervejeira nacional. Com a sua Bodebrown Cervejaria e Escola, vem produzindo cervejas inventivas, duas delas, as Perigosa (que, antes, se chamavam Venenosa) Imperial IPA e Imperial Milk Stout  já provadas — e aprovadas! — pela Confraria Cervejeira Campineira (veja a matéria). É com ele o papo descontraído capitaneado pela jornalista Fabiana Arreguy, que o leitor ouve clicando na imagem acima.

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