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St. Bernardus Abt 12

St. Bernardus Abt 12 Hot

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4.5 (5)
 
4.4 (113)
21427   14   89
 
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Informações

Álcool (%)
10.5% ABV
Ativa:
Temperatura
The absolute top quality in the hierarchy of the St. Bernardus beers. It is also the beer with the highest alcohol content (10.50 %).
A dark ivory colored beer with a high fermentation.
The show piece of the brewery.
Thanks to its soft and unconditionally genuine aroma, the beer can be smoothly tasted.
The Abt has a very fruity flavor.

Fotos

Avaliações do Editor

Média de pontuação do editor por: 5 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10  (5)
Aparência 
 
4/5  (5)
Sabor 
 
18/20  (5)
Sensação 
 
5/5  (5)
Conjunto 
 
9/10  (5)

Completando a minha degustação das 3 St. Bernardus - 6, 8 e 12 - numa terça/quarta/quinta.
Dá pra comparar bem as cervejas e ver que são bem similares na estrutura, variando mais na intensidade do álcool e alguma coisa pequena na aparência.

Essa aqui mostrou-se marrou escura, medianamente turva, com uma espuma bege, densa, formou-se alta e baixou logo para manter-se, por muito tempo, numa altura média pra baixa.

Mesmo aumentando a bem graduação alcoólica, essa breja continua suave e equilibrada. Nota-se principalmente que não ficou mais doce, nem mais licorosa que sua irmã 8. Ficou mais densa, mais intensa.

Aroma e sabor são de caramelo levemento queimado, açúcar mascavo, cacau. Um toque frutado, frutas pretas, complementa o leque de atributos. O aroma não aparece tão facilmente, já o sabor explode com facilidade. Retrogosto é super persistente e mantém as exatas características do sabor.

Muita coisa impressiona nessa breja. A cremosidade da espuma, a textura na boca, a suavidade mesmo com 10% de álcool.
No aroma e sabor, eu diria que existem cervejas que são mais "uma explosão de sabores" que esta, porém o difícil mesmo é ter este equilíbrio, perfeito drinkability que permite tomar goles e goles sem nem passar perto de enjoar.

Breja completinha, não tem como não gostar muito. Daria até pra ter um aroma um pouquinho mais solto, mas o resto compensa, e muito.
Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Completando a minha degustação das 3 St. Bernardus - 6, 8 e 12 - numa terça/quarta/quinta.
Dá pra comparar bem as cervejas e ver que são bem similares na estrutura, variando mais na intensidade do álcool e alguma coisa pequena na aparência.

Essa aqui mostrou-se marrou escura, medianamente turva, com uma espuma bege, densa, formou-se alta e baixou logo para manter-se, por muito tempo, numa altura média pra baixa.

Mesmo aumentando a bem graduação alcoólica, essa breja continua suave e equilibrada. Nota-se principalmente que não ficou mais doce, nem mais licorosa que sua irmã 8. Ficou mais densa, mais intensa.

Aroma e sabor são de caramelo levemento queimado, açúcar mascavo, cacau. Um toque frutado, frutas pretas, complementa o leque de atributos. O aroma não aparece tão facilmente, já o sabor explode com facilidade. Retrogosto é super persistente e mantém as exatas características do sabor.

Muita coisa impressiona nessa breja. A cremosidade da espuma, a textura na boca, a suavidade mesmo com 10% de álcool.
No aroma e sabor, eu diria que existem cervejas que são mais "uma explosão de sabores" que esta, porém o difícil mesmo é ter este equilíbrio, perfeito drinkability que permite tomar goles e goles sem nem passar perto de enjoar.

Breja completinha, não tem como não gostar muito. Daria até pra ter um aroma um pouquinho mais solto, mas o resto compensa, e muito.

Detalhes

Degustada em
09/Agosto/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Bar Brejas
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Sensacional. Uma das três ou quatro melhores cervejas já provadas por este humilde brejeiro.
Avaliação Geral 
 
4.3
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Guilherme Scalzilli Analisado por Guilherme Scalzilli 06 de Fevereiro de 2009
Avaliador Top 50  -   Veja todas minhas avaliações (638)

Sensacional. Uma das três ou quatro melhores cervejas já provadas por este humilde brejeiro.

Detalhes

Envasamento
Garrafa
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Um clássico no mundo da cerveja belga. Cerveja de caráter, carbonaçâo agradável, notas rústicas, malte torrado, bom perfume, coloração forte intensa, espuma agradável, tudo que você pediu com agressividade suave. Final com amargor de torrefação, chocolate, frutas secas, vai se prolongando de rústico ampactante para rústico agradável. Se você goste de Chimay Bleu seguirá o caminho da felicidade com a pater 12 St Bernardus.
Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10
Michel Wagner Analisado por Michel Wagner 03 de Outubro de 2008
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (367)

Um clássico no mundo da cerveja belga. Cerveja de caráter, carbonaçâo agradável, notas rústicas, malte torrado, bom perfume, coloração forte intensa, espuma agradável, tudo que você pediu com agressividade suave. Final com amargor de torrefação, chocolate, frutas secas, vai se prolongando de rústico ampactante para rústico agradável. Se você goste de Chimay Bleu seguirá o caminho da felicidade com a pater 12 St Bernardus.

Detalhes

Degustada em
02/Setembro/2003
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
´t BRUGS BEERTJE
Preço
3,80 €
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Coloração marrom, turva, com espuma bege volumosa e de média duração, deixando fina camada perene.

Notas de malte torrado, malte tostado, frutas vermelhas, castanhas e chocolate amargo. Senti também algo que remete a maple syrup. As notas de frutas vermelhas são sentidas intensamente, principalmente no aroma, que é espetacular e exala bastante.

Seca. Médio amargor. Carbonatação alta. Sutil combinação entre doce e salgado. Álcool na medida certa. Potente. Encorpada.

Conjunto equilibrado e harmônico. Cerveja complexa e completa.
Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Daniel C. Analisado por Daniel C. 01 de Setembro de 2008
Atualizado pela última vez: 17 de Março de 2013
Avaliador Top 10  -   Veja todas minhas avaliações (1093)

Coloração marrom, turva, com espuma bege volumosa e de média duração, deixando fina camada perene.

Notas de malte torrado, malte tostado, frutas vermelhas, castanhas e chocolate amargo. Senti também algo que remete a maple syrup. As notas de frutas vermelhas são sentidas intensamente, principalmente no aroma, que é espetacular e exala bastante.

Seca. Médio amargor. Carbonatação alta. Sutil combinação entre doce e salgado. Álcool na medida certa. Potente. Encorpada.

Conjunto equilibrado e harmônico. Cerveja complexa e completa.

Detalhes

Degustada em
13/Março/2013
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
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Coloração marrom turva. Creme muito denso, persistente e consistente. No aroma e no paladar, nozes, frutas vermelhas, chocolate e torrado. Final longo, seco e agradavelmente amargo. Muito complexa. Imperdível!
Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Coloração marrom turva. Creme muito denso, persistente e consistente. No aroma e no paladar, nozes, frutas vermelhas, chocolate e torrado. Final longo, seco e agradavelmente amargo. Muito complexa. Imperdível!

Detalhes

Degustada em
12/Agosto/2004
Envasamento
Garrafa
Onde comprou
Bélgica
Preço
€ 6,00
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Avaliações dos usuários Ver todas as avaliações de usuários

Avaliação média dos usuários: 113 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
8/10  (113)
Aparência 
 
4/5  (113)
Sabor 
 
18/20  (113)
Sensação 
 
5/5  (113)
Conjunto 
 
9/10  (113)
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Segundo Bruno Freitas: "Esta St. Bernardus ABT 12 é uma cerveja de alta fermentação listada no Brejas como sendo uma ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral abriga cervejas muito fortes e ricas e que é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc. No BJCP é escalada no estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada.

É produzida pela Cervejaria belga St. Bernardus, cuja história está ligada ao anticlericalismo praticado na França pós Revolução Francesa. Isto porque o Mosteiro Mont des Cats produzia queijos e viu-se obrigado a mudar-se para uma fazenda na cidade belga de Watou, próxima da fronteira com a França. Lá passaram a produzir queijos na nova Abadia, agora chamada ‘Refuge Notre Dame de St.Bernard’. Por volta de 1934 o cenário era outro e os monges decidiram retornar à França e venderam as instalações. O adquirente passou a comercializar o queijo com o nome StBernard Watou. Mas e onde entra a cerveja? Bem, após a Segunda Guerra Mundial, por volta de 1946, o Mosteiro St. Sixtus queria terceirizar a produção de sua obra-prima – a Westvleteren e concedeu Licença e a Cervejaria St. Bernard foi fundada, mantendo a receita e os ingredientes da lendária Westy e comercializando os rótulos como Trappist Westvleteren, St.Sixtus ou mais tarde como Sixtus. Em 1992 essa parceria chegou ao fim por conta da regulamentação do selo trapista que obrigava a fabricação de cervejas intramuros e a partir de então as cervejas são vendidas sob a marca St. Bernardus, mas supostamente com a mesma receita da conterrânea famosa Westvleteren (neste caso da Westy 12). Resta saber se quando a Abadia de St. Sixtus retomou a Licença manteve a mesma receita anteriormente concedida à Abadia St. Bernardus. Também conhecida como cerveja do padrinho, o portfólio da St. Bernardus é vasto e este é o segundo rótulo que degusto.

Vintage 2011 – validade 28.06.2016. A garrafa é de 330 ml, cor marrom, tampa prateada que contém o nome da cervejaria em volta do número 12. O rótulo se apresenta na cor azul, em moldura amarela, e traz em destaque um simpático senhor vestindo o hábito e com uma taça de cerveja numa das mãos. Seu semblante de felicidade, como que a recomendar a breja, parece atribuir sua alegria ao néctar que reverencia. No contra-rótulo uma profusão de informações: - menção de que se trata de ‘cerveja de abadia’, endereço da fábrica, graduação alcoólica (ABV 10%), ingredientes (em vários idiomas), temperatura de serviço (6 - 10 ºC), taça ideal (tulipa), menção à refermentação na garrafa, validade etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração castanho escuro, opaco, com turbidez mediana e alguns sedimentos no fundo da garrafa. A espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de destacada persistência, com bolhas médias e manteve uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Lágrimas e algumas rendas escorreram juntas pela taça. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, pão (perceptível mesmo depois que lavei a garrafa), fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (em dúvida quanto à banana), lúpulo herbal discreto e sensação de vinho do porto. O álcool volatiza bem.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, nuances vínicas e discreto lúpulo herbal (IBU 22). O final é longo e seco e o retrogosto é seco, expressivamente maltado e alcoólico. O corpo é médio e a carbonatação é média-alta. O álcool de ABV 10,0% é potente e proporciona agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é f-a-n-t-á-s-t-i-c-a!!!

Esta preciosidade, com uma complexidade, riqueza e robustez ímpares, é das melhores cervejas que já tive o prazer de degustar!"


Avaliação Geral 
 
3.6
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
14/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Jerônimo Mendes Ribeiro Analisado por Jerônimo Mendes Ribeiro 02 de Dezembro de 2014
  -   Veja todas minhas avaliações (2)

Segundo Bruno Freitas: "Esta St. Bernardus ABT 12 é uma cerveja de alta fermentação listada no Brejas como sendo uma ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral abriga cervejas muito fortes e ricas e que é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc. No BJCP é escalada no estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada.

É produzida pela Cervejaria belga St. Bernardus, cuja história está ligada ao anticlericalismo praticado na França pós Revolução Francesa. Isto porque o Mosteiro Mont des Cats produzia queijos e viu-se obrigado a mudar-se para uma fazenda na cidade belga de Watou, próxima da fronteira com a França. Lá passaram a produzir queijos na nova Abadia, agora chamada ‘Refuge Notre Dame de St.Bernard’. Por volta de 1934 o cenário era outro e os monges decidiram retornar à França e venderam as instalações. O adquirente passou a comercializar o queijo com o nome StBernard Watou. Mas e onde entra a cerveja? Bem, após a Segunda Guerra Mundial, por volta de 1946, o Mosteiro St. Sixtus queria terceirizar a produção de sua obra-prima – a Westvleteren e concedeu Licença e a Cervejaria St. Bernard foi fundada, mantendo a receita e os ingredientes da lendária Westy e comercializando os rótulos como Trappist Westvleteren, St.Sixtus ou mais tarde como Sixtus. Em 1992 essa parceria chegou ao fim por conta da regulamentação do selo trapista que obrigava a fabricação de cervejas intramuros e a partir de então as cervejas são vendidas sob a marca St. Bernardus, mas supostamente com a mesma receita da conterrânea famosa Westvleteren (neste caso da Westy 12). Resta saber se quando a Abadia de St. Sixtus retomou a Licença manteve a mesma receita anteriormente concedida à Abadia St. Bernardus. Também conhecida como cerveja do padrinho, o portfólio da St. Bernardus é vasto e este é o segundo rótulo que degusto.

Vintage 2011 – validade 28.06.2016. A garrafa é de 330 ml, cor marrom, tampa prateada que contém o nome da cervejaria em volta do número 12. O rótulo se apresenta na cor azul, em moldura amarela, e traz em destaque um simpático senhor vestindo o hábito e com uma taça de cerveja numa das mãos. Seu semblante de felicidade, como que a recomendar a breja, parece atribuir sua alegria ao néctar que reverencia. No contra-rótulo uma profusão de informações: - menção de que se trata de ‘cerveja de abadia’, endereço da fábrica, graduação alcoólica (ABV 10%), ingredientes (em vários idiomas), temperatura de serviço (6 - 10 ºC), taça ideal (tulipa), menção à refermentação na garrafa, validade etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração castanho escuro, opaco, com turbidez mediana e alguns sedimentos no fundo da garrafa. A espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de destacada persistência, com bolhas médias e manteve uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Lágrimas e algumas rendas escorreram juntas pela taça. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, pão (perceptível mesmo depois que lavei a garrafa), fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (em dúvida quanto à banana), lúpulo herbal discreto e sensação de vinho do porto. O álcool volatiza bem.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, nuances vínicas e discreto lúpulo herbal (IBU 22). O final é longo e seco e o retrogosto é seco, expressivamente maltado e alcoólico. O corpo é médio e a carbonatação é média-alta. O álcool de ABV 10,0% é potente e proporciona agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é f-a-n-t-á-s-t-i-c-a!!!

Esta preciosidade, com uma complexidade, riqueza e robustez ímpares, é das melhores cervejas que já tive o prazer de degustar!"


Detalhes

Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
LCBO Ancaster
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Uma das minhas favoritas...
Marrom escura, turva com espuma de alta formação e média duração.
Os 10,5% de graduação alcoólica estão bem inseridos
Aroma e paladar semelhantes, torrefação, frutas vermelhas, chocolate e caramelo.
Maravilhosa.
Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Bruno Freires Analisado por Bruno Freires 21 de Novembro de 2014
Avaliador Top 1000  -   Veja todas minhas avaliações (17)

Uma das minhas favoritas...
Marrom escura, turva com espuma de alta formação e média duração.
Os 10,5% de graduação alcoólica estão bem inseridos
Aroma e paladar semelhantes, torrefação, frutas vermelhas, chocolate e caramelo.
Maravilhosa.

Detalhes

Degustada em
05/Setembro/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Capitão taberna
St Bernardus Abt 12
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Considera esta avaliação útil? 
Esta St. Bernardus ABT 12 é uma cerveja de alta fermentação listada no Brejas como sendo uma ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral abriga cervejas muito fortes e ricas e que é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc. No BJCP é escalada no estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada.

É produzida pela Cervejaria belga St. Bernardus, cuja história está ligada ao anticlericalismo praticado na França pós Revolução Francesa. Isto porque o Mosteiro Mont des Cats produzia queijos e viu-se obrigado a mudar-se para uma fazenda na cidade belga de Watou, próxima da fronteira com a França. Lá passaram a produzir queijos na nova Abadia, agora chamada ‘Refuge Notre Dame de St.Bernard’. Por volta de 1934 o cenário era outro e os monges decidiram retornar à França e venderam as instalações. O adquirente passou a comercializar o queijo com o nome StBernard Watou. Mas e onde entra a cerveja? Bem, após a Segunda Guerra Mundial, por volta de 1946, o Mosteiro St. Sixtus queria terceirizar a produção de sua obra-prima – a Westvleteren e concedeu Licença e a Cervejaria St. Bernard foi fundada, mantendo a receita e os ingredientes da lendária Westy e comercializando os rótulos como Trappist Westvleteren, St.Sixtus ou mais tarde como Sixtus. Em 1992 essa parceria chegou ao fim por conta da regulamentação do selo trapista que obrigava a fabricação de cervejas intramuros e a partir de então as cervejas são vendidas sob a marca St. Bernardus, mas supostamente com a mesma receita da conterrânea famosa Westvleteren (neste caso da Westy 12). Resta saber se quando a Abadia de St. Sixtus retomou a Licença manteve a mesma receita anteriormente concedida à Abadia St. Bernardus. Também conhecida como cerveja do padrinho, o portfólio da St. Bernardus é vasto e este é o segundo rótulo que degusto.

Vintage 2011 – validade 28.06.2016. A garrafa é de 330 ml, cor marrom, tampa prateada que contém o nome da cervejaria em volta do número 12. O rótulo se apresenta na cor azul, em moldura amarela, e traz em destaque um simpático senhor vestindo o hábito e com uma taça de cerveja numa das mãos. Seu semblante de felicidade, como que a recomendar a breja, parece atribuir sua alegria ao néctar que reverencia. No contra-rótulo uma profusão de informações: - menção de que se trata de ‘cerveja de abadia’, endereço da fábrica, graduação alcoólica (ABV 10%), ingredientes (em vários idiomas), temperatura de serviço (6 - 10 ºC), taça ideal (tulipa), menção à refermentação na garrafa, validade etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração castanho escuro, opaco, com turbidez mediana e alguns sedimentos no fundo da garrafa. A espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de destacada persistência, com bolhas médias e manteve uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Lágrimas e algumas rendas escorreram juntas pela taça. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, pão (perceptível mesmo depois que lavei a garrafa), fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (em dúvida quanto à banana), lúpulo herbal discreto e sensação de vinho do porto. O álcool volatiza bem.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, nuances vínicas e discreto lúpulo herbal (IBU 22). O final é longo e seco e o retrogosto é seco, expressivamente maltado e alcoólico. O corpo é médio e a carbonatação é média-alta. O álcool de ABV 10,0% é potente e proporciona agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é f-a-n-t-á-s-t-i-c-a!!!

Esta preciosidade, com uma complexidade, riqueza e robustez ímpares, é das melhores cervejas que já tive o prazer de degustar!

Imperdível e impossível não repetir!
Avaliação Geral 
 
4.8
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
20/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Fabiano Pereira Analisado por Fabiano Pereira 12 de Outubro de 2014
Atualizado pela última vez: 12 de Outubro de 2014
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (257)

Esta St. Bernardus ABT 12 é uma cerveja de alta fermentação listada no Brejas como sendo uma ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral abriga cervejas muito fortes e ricas e que é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc. No BJCP é escalada no estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada.

É produzida pela Cervejaria belga St. Bernardus, cuja história está ligada ao anticlericalismo praticado na França pós Revolução Francesa. Isto porque o Mosteiro Mont des Cats produzia queijos e viu-se obrigado a mudar-se para uma fazenda na cidade belga de Watou, próxima da fronteira com a França. Lá passaram a produzir queijos na nova Abadia, agora chamada ‘Refuge Notre Dame de St.Bernard’. Por volta de 1934 o cenário era outro e os monges decidiram retornar à França e venderam as instalações. O adquirente passou a comercializar o queijo com o nome StBernard Watou. Mas e onde entra a cerveja? Bem, após a Segunda Guerra Mundial, por volta de 1946, o Mosteiro St. Sixtus queria terceirizar a produção de sua obra-prima – a Westvleteren e concedeu Licença e a Cervejaria St. Bernard foi fundada, mantendo a receita e os ingredientes da lendária Westy e comercializando os rótulos como Trappist Westvleteren, St.Sixtus ou mais tarde como Sixtus. Em 1992 essa parceria chegou ao fim por conta da regulamentação do selo trapista que obrigava a fabricação de cervejas intramuros e a partir de então as cervejas são vendidas sob a marca St. Bernardus, mas supostamente com a mesma receita da conterrânea famosa Westvleteren (neste caso da Westy 12). Resta saber se quando a Abadia de St. Sixtus retomou a Licença manteve a mesma receita anteriormente concedida à Abadia St. Bernardus. Também conhecida como cerveja do padrinho, o portfólio da St. Bernardus é vasto e este é o segundo rótulo que degusto.

Vintage 2011 – validade 28.06.2016. A garrafa é de 330 ml, cor marrom, tampa prateada que contém o nome da cervejaria em volta do número 12. O rótulo se apresenta na cor azul, em moldura amarela, e traz em destaque um simpático senhor vestindo o hábito e com uma taça de cerveja numa das mãos. Seu semblante de felicidade, como que a recomendar a breja, parece atribuir sua alegria ao néctar que reverencia. No contra-rótulo uma profusão de informações: - menção de que se trata de ‘cerveja de abadia’, endereço da fábrica, graduação alcoólica (ABV 10%), ingredientes (em vários idiomas), temperatura de serviço (6 - 10 ºC), taça ideal (tulipa), menção à refermentação na garrafa, validade etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração castanho escuro, opaco, com turbidez mediana e alguns sedimentos no fundo da garrafa. A espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de destacada persistência, com bolhas médias e manteve uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Lágrimas e algumas rendas escorreram juntas pela taça. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, pão (perceptível mesmo depois que lavei a garrafa), fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (em dúvida quanto à banana), lúpulo herbal discreto e sensação de vinho do porto. O álcool volatiza bem.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, nuances vínicas e discreto lúpulo herbal (IBU 22). O final é longo e seco e o retrogosto é seco, expressivamente maltado e alcoólico. O corpo é médio e a carbonatação é média-alta. O álcool de ABV 10,0% é potente e proporciona agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é f-a-n-t-á-s-t-i-c-a!!!

Esta preciosidade, com uma complexidade, riqueza e robustez ímpares, é das melhores cervejas que já tive o prazer de degustar!

Imperdível e impossível não repetir!

Detalhes

Degustada em
12/Outubro/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
http://www.speciaalbierpakket.nl/
Preço
€ 2,10
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Marrom, boa formação e média duração do creme que formou bolhas grandes e deixou marcas pelo copo, alta carbonatação e corpo médio com textura sedosa para oleosa;
Aroma muito intenso e complexo, madeira, nozes, frutas pretas, caramelo;
Sabor foi prejudicado pelo excesso de carbonatação, quando a carbonatação baixou foi a vez do álcool se mostrar levemente desequilibrado dificultando a sensação, mesmo assim teve o torrado, chocolate e amargo aparecendo, não como eu esperava.
Essa é mais uma que terei que comprar mais uma vez para ver se não foi minha garrafa que veio "premiada".
Avaliação Geral 
 
3.9
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
15/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
8/10
David Ortiz Analisado por David Ortiz 05 de Outubro de 2014
Avaliador Top 50  -   Veja todas minhas avaliações (466)

Marrom, boa formação e média duração do creme que formou bolhas grandes e deixou marcas pelo copo, alta carbonatação e corpo médio com textura sedosa para oleosa;
Aroma muito intenso e complexo, madeira, nozes, frutas pretas, caramelo;
Sabor foi prejudicado pelo excesso de carbonatação, quando a carbonatação baixou foi a vez do álcool se mostrar levemente desequilibrado dificultando a sensação, mesmo assim teve o torrado, chocolate e amargo aparecendo, não como eu esperava.
Essa é mais uma que terei que comprar mais uma vez para ver se não foi minha garrafa que veio "premiada".

Detalhes

Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Hb Carioca
Preço
19,40
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.
Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Beto Monteiro Analisado por Beto Monteiro 01 de Outubro de 2014
Avaliador Top 500  -   Veja todas minhas avaliações (27)

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Detalhes

Degustada em
01/Outubro/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Submarino
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