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Trappistes Rochefort 10

Trappistes Rochefort 10 Hot

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4.5 (5)
 
4.5 (167)
35658   13   116
 
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Informações

Álcool (%)
11.3% ABV
Ativa:
Temperatura

Preços

A Trappistes Rochefort 10 é uma famosa cerveja belga, trapista, produzida pela Abadia de Notre-Dame de St. Remy. Altamente encorpada e complexa, possui coloração acobreada escura e intensidade licorosa e caramelizada, ligeiramente picante e com notas frutadas de ameixa e cacau.

Fotos

Avaliações do Editor

Média de pontuação do editor por: 5 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10  (5)
Aparência 
 
4/5  (5)
Sabor 
 
18/20  (5)
Sensação 
 
5/5  (5)
Conjunto 
 
9/10  (5)

Coloração escura, quase preta, formou uma espuma bege alta, densa e de media duração.

O aroma ja entrega, logo de cara, que o teor alcoólico é elevado. Um toque perfumado, alcoólico, frutado - ameixas, uva passa.
O sabor traz um malte levemente tostado, bem menos do que o esperado para uma breja tão escura. O dulçor impera, porém o amargor esta bem presente e equilibra bem o conjunto, que ainda traz a potência do álcool, principalmente no final do gole., que é predominantemente seco. Traz ainda um toque apimentado e levemente Salgado.

No retrogosto senti como se fosse casca de ameixas frescas. Foram ficando cada vez mais evidentes ao decorrer da degustação, aparecendo bastante junto com a sensação de calor do álcool.

Corpo médio, carbonatacao média.
Breja extremamente complexa, uma das mais tops que conseguimos encontrar com facilidade aqui no Brasil
Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Coloração escura, quase preta, formou uma espuma bege alta, densa e de media duração.

O aroma ja entrega, logo de cara, que o teor alcoólico é elevado. Um toque perfumado, alcoólico, frutado - ameixas, uva passa.
O sabor traz um malte levemente tostado, bem menos do que o esperado para uma breja tão escura. O dulçor impera, porém o amargor esta bem presente e equilibra bem o conjunto, que ainda traz a potência do álcool, principalmente no final do gole., que é predominantemente seco. Traz ainda um toque apimentado e levemente Salgado.

No retrogosto senti como se fosse casca de ameixas frescas. Foram ficando cada vez mais evidentes ao decorrer da degustação, aparecendo bastante junto com a sensação de calor do álcool.

Corpo médio, carbonatacao média.
Breja extremamente complexa, uma das mais tops que conseguimos encontrar com facilidade aqui no Brasil

Detalhes

Degustada em
01/Janeiro/2013
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Bar Brejas
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Marrom, quase turva, de creme abundante. Café, chocolate amargo, ameixa preta e algo de azeitona são perceptíveis no aroma complexo. No sabor há notas de vinho do porto (o picante que amortece a língua) e açúcar mascavo. Álcool acentuado no final longo e doce. Trapista de qualidade superior, embora a número 8 pareça mais equilibrada.
Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Guilherme Scalzilli Analisado por Guilherme Scalzilli 14 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 12 de Janeiro de 2012
Avaliador Top 50  -   Veja todas minhas avaliações (638)

Marrom, quase turva, de creme abundante. Café, chocolate amargo, ameixa preta e algo de azeitona são perceptíveis no aroma complexo. No sabor há notas de vinho do porto (o picante que amortece a língua) e açúcar mascavo. Álcool acentuado no final longo e doce. Trapista de qualidade superior, embora a número 8 pareça mais equilibrada.

Detalhes

Envasamento
Garrafa
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O que falar dessa breja maravilhosa? A aparência é perfeita, tanto na coloração preta quanto no creme inacreditável. No aroma e no sabor, fica até difícil elencar o que dá pra sentir. Nozes, malte, toffee, muitas especiarias, pimenta, orégano, cravo, frutas vermelhas... Extremamente perfumada e encorpada. Final longo e amargo. Imperdível.

O que falar dessa breja maravilhosa?
Avaliação Geral 
 
4.9
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
20/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

O que falar dessa breja maravilhosa? A aparência é perfeita, tanto na coloração preta quanto no creme inacreditável. No aroma e no sabor, fica até difícil elencar o que dá pra sentir. Nozes, malte, toffee, muitas especiarias, pimenta, orégano, cravo, frutas vermelhas... Extremamente perfumada e encorpada. Final longo e amargo. Imperdível.

O que falar dessa breja maravilhosa?

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Degustada em
11/Outubro/2007
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Brugge, Bélgica
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Trapista quadrupel de respeito, belga de caráter, cerveja forte, mais rústica e mais lúpulo que a St Bernardus 12, bom aroma, cor escura e boa espuma, como uma quadrupel deve ser. Bom perfume, ótima cerveja. Álcool um pouco mais perceptível, leve adocicado e malte torrado. Cerveja que vem da Abadia impenetrável de Notre dame de Saint Remy na localidade de Rochefort. Também não há degustação nem loja vendendo seus produtos Trapitas próximo da Abadia.
Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10
Michel Wagner Analisado por Michel Wagner 03 de Outubro de 2008
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (367)

Trapista quadrupel de respeito, belga de caráter, cerveja forte, mais rústica e mais lúpulo que a St Bernardus 12, bom aroma, cor escura e boa espuma, como uma quadrupel deve ser. Bom perfume, ótima cerveja. Álcool um pouco mais perceptível, leve adocicado e malte torrado. Cerveja que vem da Abadia impenetrável de Notre dame de Saint Remy na localidade de Rochefort. Também não há degustação nem loja vendendo seus produtos Trapitas próximo da Abadia.

Detalhes

Degustada em
06/Setembro/2003
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Rochefort, Belgica
Preço
2,20 €
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Coloração marrom escura, avermelhada, turva, espuma bege volumosa e de longa duração. Notas de malte torrado, vinho do porto, frutas vermelhas, alcaçuz, chocolate e possivelmente nozes, amêndoa ou avelã. Não é fácil de discernir... Complexa. Encorpada. O álcool é presente no sabor e também no final. Ela preenche a boca, esquentando e se volatilizando. Final loooongo... Leve amargor. Carbonatação média. Ótima cerveja. A Rochefort 8º me agrada mais, pois me parece igualmente completa, só que mais equilibrada.
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Daniel C. Analisado por Daniel C. 23 de Agosto de 2008
Atualizado pela última vez: 27 de Janeiro de 2012
Avaliador Top 10  -   Veja todas minhas avaliações (1074)

Coloração marrom escura, avermelhada, turva, espuma bege volumosa e de longa duração. Notas de malte torrado, vinho do porto, frutas vermelhas, alcaçuz, chocolate e possivelmente nozes, amêndoa ou avelã. Não é fácil de discernir... Complexa. Encorpada. O álcool é presente no sabor e também no final. Ela preenche a boca, esquentando e se volatilizando. Final loooongo... Leve amargor. Carbonatação média. Ótima cerveja. A Rochefort 8º me agrada mais, pois me parece igualmente completa, só que mais equilibrada.

Detalhes

Degustada em
27/Janeiro/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Nono Bier
Preço
R$ 25,90
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Avaliações dos usuários Ver todas as avaliações de usuários

Avaliação média dos usuários: 167 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10  (167)
Aparência 
 
5/5  (167)
Sabor 
 
18/20  (167)
Sensação 
 
5/5  (167)
Conjunto 
 
9/10  (167)
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Esta Trappistes Rochefort 10 é uma cerveja de alta fermentação do estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada. No BJCP é escalada como ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc.

É produzida pela cervejaria Rochefort, sediada no município belga homônimo, e instalada no interior do Mosteiro Notre Dame de Saint Remy. A história da Abadia remonta ao ano de 1230 com a fundação dum Convento. Em 1464 um Mosteiro foi instalado no local. Foi invadido e destruído por Exércitos Protestantes em 1568. Reconstruído, foi novamente demolido durante a Revolução Francesa. Reerguido em 1887 e transformado em Abadia em 1912 passou por novos declínios por ocasião da Primeira e de Segunda Guerra Mundial. Em 2010 um incêndio quase comprometeu novamente a cervejaria. Apesar de tudo a fabricação de cervejas remonta ao longínquo ano de 1595. Além dos maltes de variedades Pilsener e Munique, água da fonte de Tridaine (próxima à Abadia) são usados lúpulos de variedades Hallertau alemão e Styrian Goldings (Styrian é uma localidade na Eslovênia), bem como duas cepas de leveduras, sendo a segunda para refermentação na garrafa. No portfólio há mais dois rótulos: Trappistes 8 e Trappistes 6, a degustar.

Os números postos nos rótulos das cervejas Rochefort (6, 8 e 10) se referem à gravidade, ou seja, a um antigo sistema de graus belgas que se permitia inferir a graduação alcoólica por meio da diferença entre as gravidades inicial e final do mosto, haja vista que a densidade específica possibilita calcular a quantidade de açúcar presente no mosto. No caso das Rochefort as gravidades iniciais são, respectivamente, 1,060, 1,080 e 1,100.

A Ordem Trapista (oficialmente, Ordem dos Cistercienses Reformados de Estrita Observância) foi fundada em 1662 pelo Mosteiro Nôtre-Dame de la Trappe (França), vindo a mesma a influenciar outros países europeus o que culminou no surgimento de novos mosteiros que seguiam as restritas regras desta ordem religiosa. Posteriormente, no ano de 1997, oito abadias trapistas - 6 da Bélgica (Orval, Chimay, Westvleteren, Rochefort, Westmalle e Achel), 1 da Holanda (Tilburg Koningshoeven) e 1 da Alemanha (Mariawald) - fundaram a ITA (International Trappist Association) com o objetivo de estabelecer as regras do estilo e proteger o nome do uso abusivo por parte de outras marcas. Para isso, esta associação criou um selo que só pode ser utilizado pelos produtos que seguem os critérios estabelecidos e que sejam elaborados por monges trappistas, sejam esses produtos geleias, queijos, cervejas, vinhos etc. A abadia alemã de Mariawald não está produzindo cerveja (o logotipo da ATP é usado para outros produtos no mosteiro, por exemplo, o licor). Os monges, que repartem seu tempo entre oração, estudo e trabalho utilizam parte do que é arrecadado com a venda dos produtos na manutenção das Abadias e o restante dedicam à caridade. Outras abadias trappistas obtiveram o selo recentemente: - Holanda: Abdij Maria Toevlucht/cerveja Zundert; Áustria: Engelszell e EUA: St. Joseph’s Abbey/cerveja Spencer.

Lote 13: 42. Vintage 2011, validade 29/12/2015. A garrafa é de cor marrom, tampa que mescla o azul e branco e que contém as inscrições ‘Biere Trappistes Rochefort’ ao redor do numero ‘10’. O rótulo é simplório, de cor bege e traz em letras negras o nome ‘Trappistes Rochefort’, logo acima do numeral 10. Vislumbra-se ainda a graduação alcoólica (ABV 11,3%), menção aos ingredientes, taça ideal (trappista) e temperatura de serviço (12 – 14ºC).

Vertida na taça revelou uma coloração marrom escuro, opaco, com alguns tons avermelhados ao ser posta contra a luz; a turbidez é mediana e há sedimentos no fundo da garrafa; a espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de longa persistência, com bolhas médias e que manteve algumas rendas nas laterais da taça e uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (damasco?) – cortesia das leveduras belgas, mediano lúpulo com nuances herbal e floral e álcool que volatiza bem e lembra vinho do porto.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta e cravo mais sutil), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, vinho do porto e discreto lúpulo herbal/floral (IBU 27). O final é seco e picante e o retrogosto é agridoce, frutado, tostado e alcoólico (a complexidade acompanha do início ao fim). O corpo é médio-alto e a carbonatação é média. O álcool de ABV 11,3% é saliente e provoca agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é excepcional!

A degustação beirou a perfeição, proporcionada por um conjunto robusto, riquíssimo, e equilibradíssimo. A Rochefort 10, a St. Bernardus 12 (degustada) e a mítica Westvleteren XII (na adega, mas não por muito mais tempo) formam, em minha opinião, o triunvirato das cervejas belgas. Com efeito, dentro do estilo são as top 3 e com justiça.

Imperdível!
Avaliação Geral 
 
4.8
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
20/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Fabiano Pereira Analisado por Fabiano Pereira 18 de Outubro de 2014
Atualizado pela última vez: 18 de Outubro de 2014
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (254)

Esta Trappistes Rochefort 10 é uma cerveja de alta fermentação do estilo Belgian Strong Ale, sub-estilo Belgian Dark Strong Ale, este caracterizado por apresentar cervejas mais escuras (que suas primas de estilo), mas em regra igualmente fortes, bastante complexas, encorpadas e saborosas, com um ABV que pode chegar aos 12%. Com destacada formação de espuma as BDSA apresentam aroma e sabor dominados por dulçor de maltes, especiarias e frutado, notadamente de frutas secas. O lúpulo é sutil, o corpo é variável e a carbonatação é elevada. No BJCP é escalada como ABT/Quadrupel, estilo que de modo geral é caracterizado pela robustez oriunda da forte presença de malte (algo como 4 vezes a quantidade habitual numa receita básica, o que manterá as leveduras em ação por mais tempo), baixa lupulagem, teor alcoólico elevado (acima de ABV 10%), aromas frutados, condimentados, de cereais, especiarias etc.

É produzida pela cervejaria Rochefort, sediada no município belga homônimo, e instalada no interior do Mosteiro Notre Dame de Saint Remy. A história da Abadia remonta ao ano de 1230 com a fundação dum Convento. Em 1464 um Mosteiro foi instalado no local. Foi invadido e destruído por Exércitos Protestantes em 1568. Reconstruído, foi novamente demolido durante a Revolução Francesa. Reerguido em 1887 e transformado em Abadia em 1912 passou por novos declínios por ocasião da Primeira e de Segunda Guerra Mundial. Em 2010 um incêndio quase comprometeu novamente a cervejaria. Apesar de tudo a fabricação de cervejas remonta ao longínquo ano de 1595. Além dos maltes de variedades Pilsener e Munique, água da fonte de Tridaine (próxima à Abadia) são usados lúpulos de variedades Hallertau alemão e Styrian Goldings (Styrian é uma localidade na Eslovênia), bem como duas cepas de leveduras, sendo a segunda para refermentação na garrafa. No portfólio há mais dois rótulos: Trappistes 8 e Trappistes 6, a degustar.

Os números postos nos rótulos das cervejas Rochefort (6, 8 e 10) se referem à gravidade, ou seja, a um antigo sistema de graus belgas que se permitia inferir a graduação alcoólica por meio da diferença entre as gravidades inicial e final do mosto, haja vista que a densidade específica possibilita calcular a quantidade de açúcar presente no mosto. No caso das Rochefort as gravidades iniciais são, respectivamente, 1,060, 1,080 e 1,100.

A Ordem Trapista (oficialmente, Ordem dos Cistercienses Reformados de Estrita Observância) foi fundada em 1662 pelo Mosteiro Nôtre-Dame de la Trappe (França), vindo a mesma a influenciar outros países europeus o que culminou no surgimento de novos mosteiros que seguiam as restritas regras desta ordem religiosa. Posteriormente, no ano de 1997, oito abadias trapistas - 6 da Bélgica (Orval, Chimay, Westvleteren, Rochefort, Westmalle e Achel), 1 da Holanda (Tilburg Koningshoeven) e 1 da Alemanha (Mariawald) - fundaram a ITA (International Trappist Association) com o objetivo de estabelecer as regras do estilo e proteger o nome do uso abusivo por parte de outras marcas. Para isso, esta associação criou um selo que só pode ser utilizado pelos produtos que seguem os critérios estabelecidos e que sejam elaborados por monges trappistas, sejam esses produtos geleias, queijos, cervejas, vinhos etc. A abadia alemã de Mariawald não está produzindo cerveja (o logotipo da ATP é usado para outros produtos no mosteiro, por exemplo, o licor). Os monges, que repartem seu tempo entre oração, estudo e trabalho utilizam parte do que é arrecadado com a venda dos produtos na manutenção das Abadias e o restante dedicam à caridade. Outras abadias trappistas obtiveram o selo recentemente: - Holanda: Abdij Maria Toevlucht/cerveja Zundert; Áustria: Engelszell e EUA: St. Joseph’s Abbey/cerveja Spencer.

Lote 13: 42. Vintage 2011, validade 29/12/2015. A garrafa é de cor marrom, tampa que mescla o azul e branco e que contém as inscrições ‘Biere Trappistes Rochefort’ ao redor do numero ‘10’. O rótulo é simplório, de cor bege e traz em letras negras o nome ‘Trappistes Rochefort’, logo acima do numeral 10. Vislumbra-se ainda a graduação alcoólica (ABV 11,3%), menção aos ingredientes, taça ideal (trappista) e temperatura de serviço (12 – 14ºC).

Vertida na taça revelou uma coloração marrom escuro, opaco, com alguns tons avermelhados ao ser posta contra a luz; a turbidez é mediana e há sedimentos no fundo da garrafa; a espuma de cor bege é de bela formação, consistente, densa e de longa persistência, com bolhas médias e que manteve algumas rendas nas laterais da taça e uma fina tampa residual sobre o líquido ao longo da degustação. Perlage (bolhas) perceptível.

O aroma se mostrou agradável, medianamente volátil, mas com a inconfundível complexidade própria das cervejas belgas. Apresentou perfil maltado com nuances de torrefação (chocolate), caramelo e tostado, bem como toffee, baunilha, nozes, fermento, especiarias (pimenta), açúcar mascavo, frutado de ameixas e uvas passas (damasco?) – cortesia das leveduras belgas, mediano lúpulo com nuances herbal e floral e álcool que volatiza bem e lembra vinho do porto.

No paladar o líquido se apresenta licoroso e deixa a boca agradavelmente cheia. Seu cartão de visitas é uma vincada base maltada e o inconfundível frutado/condimentado próprio das receitas belgas. As impressões olfativas reverberam com mais intensidade e assomam-se notas de torrefação (café e chocolate), caramelo, toffee, baunilha, pão, tostado, castanhas, açúcar mascavo, fermento, especiarias (pimenta e cravo mais sutil), frutado de ameixas e uvas passas, madeira, vinho do porto e discreto lúpulo herbal/floral (IBU 27). O final é seco e picante e o retrogosto é agridoce, frutado, tostado e alcoólico (a complexidade acompanha do início ao fim). O corpo é médio-alto e a carbonatação é média. O álcool de ABV 11,3% é saliente e provoca agradável aquecimento. A palatabilidade (drinkability) é excepcional!

A degustação beirou a perfeição, proporcionada por um conjunto robusto, riquíssimo, e equilibradíssimo. A Rochefort 10, a St. Bernardus 12 (degustada) e a mítica Westvleteren XII (na adega, mas não por muito mais tempo) formam, em minha opinião, o triunvirato das cervejas belgas. Com efeito, dentro do estilo são as top 3 e com justiça.

Imperdível!

Detalhes

Degustada em
18/Outubro/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
http://www.speciaalbierpakket.nl/
Preço
€ 2,75
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Difícil descrever uma cerveja tão fantástica, sem dúvida uma das melhores que já experimentei. Aparência espetacular, com coloração negra e creme muito duradouro. Aroma de malte torrado, café, álcool/vinho e leve toque de chocolate. Final longo com perfeito equilíbrio entre o amargo e o doce.
Avaliação Geral 
 
4.9
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10
Lucas Garcia Analisado por Lucas Garcia 31 de Agosto de 2014
Avaliador Top 1000  -   Veja todas minhas avaliações (24)

Difícil descrever uma cerveja tão fantástica, sem dúvida uma das melhores que já experimentei. Aparência espetacular, com coloração negra e creme muito duradouro. Aroma de malte torrado, café, álcool/vinho e leve toque de chocolate. Final longo com perfeito equilíbrio entre o amargo e o doce.

Detalhes

Degustada em
30/Agosto/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
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Belíssima cerveja. Super potente!
De coloração marrom, opaca com creme denso de formação e duração medianas.
Aroma complexo, revelando logo de cara os 11,3% de álcool. Vinho do Porto me pareceu evidente, com notas maltadas intensas, toques de torrado/chocolate também aparecem.
Na boca é quente e licorosa. Muito malte, novamente o vinho do porto e torrado/chocolate. Toques de açúcar mascavo. Elevado dulçor equilibrado pelo amargor em segundo plano. Tudo isto acompanhado de elevado teor alcoólico.
No aftertaste, álcool, malte e leve amargor.
Grande cerveja! Intensa! Todo apreciador deveria provar!
Cheers!!!
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Fabio Lenhardt Analisado por Fabio Lenhardt 31 de Agosto de 2014
Atualizado pela última vez: 31 de Agosto de 2014
Avaliador Top 500  -   Veja todas minhas avaliações (135)

Belíssima cerveja. Super potente!
De coloração marrom, opaca com creme denso de formação e duração medianas.
Aroma complexo, revelando logo de cara os 11,3% de álcool. Vinho do Porto me pareceu evidente, com notas maltadas intensas, toques de torrado/chocolate também aparecem.
Na boca é quente e licorosa. Muito malte, novamente o vinho do porto e torrado/chocolate. Toques de açúcar mascavo. Elevado dulçor equilibrado pelo amargor em segundo plano. Tudo isto acompanhado de elevado teor alcoólico.
No aftertaste, álcool, malte e leve amargor.
Grande cerveja! Intensa! Todo apreciador deveria provar!
Cheers!!!

Detalhes

Degustada em
31/Agosto/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Hipermercado Bourbon - Novo Hamburgo/RS
Preço
18,50
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Considera esta avaliação útil? 
-
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10

-

Detalhes

Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Leonique Distribuidora
Preço
22.20 reais
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Singular. Amarronzada, com o líquido medianamente turvo, com perfeita formação e duração da lindíssima espuma bege, que esteve presente durante toda a degustação. Bem encorpada. O aroma é viciante, No aroma, maltes torrados, vinho tinto e destaque para chocolate. O sabor seguiu de certa forma o aroma. Um pouco de malte torrado e chocolate, ótimo balanceamento entre dulçor e amargor e presença ideal do álcool. Mesmo com a presença e notoriedade de álcool e dulçor, a perfeita inserção destes elementos, conferem boa drinkability à breja. Não encontrei defeito algum.
Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Singular. Amarronzada, com o líquido medianamente turvo, com perfeita formação e duração da lindíssima espuma bege, que esteve presente durante toda a degustação. Bem encorpada. O aroma é viciante, No aroma, maltes torrados, vinho tinto e destaque para chocolate. O sabor seguiu de certa forma o aroma. Um pouco de malte torrado e chocolate, ótimo balanceamento entre dulçor e amargor e presença ideal do álcool. Mesmo com a presença e notoriedade de álcool e dulçor, a perfeita inserção destes elementos, conferem boa drinkability à breja. Não encontrei defeito algum.

Detalhes

Degustada em
25/Julho/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Planete Lúpulo - BH
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