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Colorado Ithaca

Colorado Ithaca Hot

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4.0 (2)
 
4.0 (58)
13537   8   15
 
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Informações

Álcool (%)
10.5% ABV
IBU
60
Ativa:
Sazonal
Temperatura
Copo ideal
Legítima representante do estilo Imperial Stout, tipicamente inglês, a Ithaca é uma cerveja de alta fermentação, com 10,5% de teor alcoólico, elaborada artesanalmente com generosas quantidades de malte e lúpulo, mais o toque da rapadura queimada, genuinamente brasileira. O longo período de maturação na garrafa origina uma cerveja encorpada, de cor escura, ao mesmo tempo doce e amarga. É uma cerveja de guarda, com elevada longevidade e interessante evolução de sabores com o decorrer do tempo. Para isso, deve ser mantida em local escuro e fresco. Harmoniza com carnes de caça, queijos duros bem maturados, presunto cru e sobremesas caramelizadas, como creme brulée e pudim de leite. É aconselhável degustar um pouco fria, a uma temperatura entre 9ºC e 10ºC.

Fotos

Avaliações do Editor

Média de pontuação do editor por: 2 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.0
Aroma 
 
7/10  (2)
Aparência 
 
5/5  (2)
Sabor 
 
17/20  (2)
Sensação 
 
4/5  (2)
Conjunto 
 
8/10  (2)

Líquido preto aveludado, como pede o estilo. Ostentou creme denso e consistente.
No aroma, café, chocolate e um toque de toffee. Sinto que poderia ser melhor se a minha amostra não estivesse tão gelada.
No sabor, uma festa! As notas do aroma se juntam às passas, madeira, nozes, frutas cristalizadas e evidentes florais e amargores lupulados. Senti até uma sugestão de jabuticaba(!).
O final é longo, torrado, amargo e levemente herbal. É nele que se sente a pegada alcoólica.
Saldo final? Uma breja definitivamente complexa e imperdível, a comprovar o avanço das artesanais brasileiras.
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Mauricio Beltramelli Analisado por Mauricio Beltramelli 22 de Maio de 2012
Atualizado pela última vez: 22 de Maio de 2012
Avaliador Top 10  -   Veja todas minhas avaliações (1057)

Líquido preto aveludado, como pede o estilo. Ostentou creme denso e consistente.
No aroma, café, chocolate e um toque de toffee. Sinto que poderia ser melhor se a minha amostra não estivesse tão gelada.
No sabor, uma festa! As notas do aroma se juntam às passas, madeira, nozes, frutas cristalizadas e evidentes florais e amargores lupulados. Senti até uma sugestão de jabuticaba(!).
O final é longo, torrado, amargo e levemente herbal. É nele que se sente a pegada alcoólica.
Saldo final? Uma breja definitivamente complexa e imperdível, a comprovar o avanço das artesanais brasileiras.

Detalhes

Degustada em
14/Outubro/2010
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
Bar Brejas
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Considera esta avaliação útil? 
Coloração preta, quase nada transparente e de espuma marrom, baixa porém de boa permanência.

O aroma traz um álcool licoroso, agradável, lembrando a vinho/uva. O tostado é bem aparente inicialmente, tanto em aroma quanto em sabor, e se mistura bem ao amargor do lúpulo e ao frutado do álcool, que é bem intenso e até poderia ser um pouco mais suave, deixando a cerveja com mais drinkability. Ao longo da degustação o tostado foi desaparecendo, encoberto pelo frutado e toque licoroso. O amadeirado sente-se de maneira indireta, nas características de vinho do porto, não como madeira propriamente dita.

Encorpada, de textura aveludada na boca, com carbonatação média pra alta e com álcool perceptível na sensação de boca e também um pouco na garganta, juntamente com o amargor que também se sente pegar um pouco.

Apesar de poder ter alguns ajustes que melhorariam o conjunto da obra (aroma mais complexo, menos predominância do frutado licoroso), trata-se de uma bela iniciativa nacional, trazendo uma cerveja intensa, maltada e de bastante personalidade.
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
6/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Ricardo Martins Sangion Analisado por Ricardo Martins Sangion 13 de Setembro de 2010
Avaliador #1  -   Veja todas minhas avaliações (1393)

Coloração preta, quase nada transparente e de espuma marrom, baixa porém de boa permanência.

O aroma traz um álcool licoroso, agradável, lembrando a vinho/uva. O tostado é bem aparente inicialmente, tanto em aroma quanto em sabor, e se mistura bem ao amargor do lúpulo e ao frutado do álcool, que é bem intenso e até poderia ser um pouco mais suave, deixando a cerveja com mais drinkability. Ao longo da degustação o tostado foi desaparecendo, encoberto pelo frutado e toque licoroso. O amadeirado sente-se de maneira indireta, nas características de vinho do porto, não como madeira propriamente dita.

Encorpada, de textura aveludada na boca, com carbonatação média pra alta e com álcool perceptível na sensação de boca e também um pouco na garganta, juntamente com o amargor que também se sente pegar um pouco.

Apesar de poder ter alguns ajustes que melhorariam o conjunto da obra (aroma mais complexo, menos predominância do frutado licoroso), trata-se de uma bela iniciativa nacional, trazendo uma cerveja intensa, maltada e de bastante personalidade.

Detalhes

Degustada em
10/Agosto/2010
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
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Avaliação média dos usuários: 58 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.0
Aroma 
 
8/10  (58)
Aparência 
 
4/5  (58)
Sabor 
 
16/20  (58)
Sensação 
 
4/5  (58)
Conjunto 
 
8/10  (58)
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Esta Colorado Ithaca é do estilo Stout, sub-estilo Russian Imperial Stout, este caracterizador de cervejas de alta fermentação, geralmente com pouco gás e bastante álcool, forte sabor de chocolate, café e maltes torrados, coloração muito escura e grande complexidade tanto no aroma quanto no sabor, com frutado e amargor salientes. A história do estilo remonta ao século XVIII época em que a Corte Imperial da Rússia teria viajado a Londres e, tendo gostado das Stouts locais, encomendou barris daquela cerveja. Entretanto, a longa viagem através do mar Báltico terminava por estragar a cerveja. A solução foi desenvolver uma stout robusta e alcoólica o suficiente para suportar a viagem, preservando a cerveja e impedindo que ela congelasse. Esse tipo de stout foi batizada de Russian Imperial Stout, ou simplesmente Imperial Stout.

Esta belezura estreou no Brasil Brau de 2009, mas em razão da adição de rapadura, teve que aguardar um pouco mais pela aprovação do MAPA. Diga-se que nos primórdios se chamava Vintage Black Rapadura, mas teve que mudar de nome: - “Primeiro, disseram que não poderíamos usar o termo rapadura. Aí, ficaria Vintage Black. Mas soubemos que outra cervejaria teve vetado o uso do termo Vintage”, diz Marcelo Carneiro da Rocha – dono da Colorado. “Resolvi então rebatizar a nossa cerveja como Ithaca, homenagem a Homero e sua Odisseia e também ao nosso trabalho homérico para aprovar a cerveja.”

Leva na receita água, malte de cevada, fermento, rapadura queimada e lúpulo (variedade inglesa Northern brewer – aromático e de amargor).

Prêmios: Ouro no Mondial de La Bière Montreal 2013; ouro no Festival Brasileiro da Cerveja 2014; prata na Copa Cervezas de América 2012, no Chile; prata na South Beer Cup 2013 na Argentina; bronze no Festival Brasileiro da Cerveja em 2013 e bronze South Beer Cup 2012 – Brasil.

É produzida pela Cervejaria Colorado, instalada na cidade de Ribeirão Preto/SP, cuja história se iniciou em 1995 e que conta como ótimos produtos como as deliciosas Indica, Demoiselle e Appia (já degustadas), esta lendária Ithaca e outras mais no portfólio da cervejaria.

Lote 118 (??? - já vi diversas cervejas recém lançadas com esse número de lote, não sei o significado) – adquirida em abril/2013 – validade 02/01/2018. A garrafa é de 6000 ml, cor marrom, tampa dourada (com desenho do ursinho símbolo da cervejaria Colorado) e sem cera-lacre. O bonito rótulo se apresenta nas cores marrom e dourado e traz novamente a figura do simpático urso em destaque; logo acima do mesmo consta o nome ‘Ithaca” e o da cervejaria ‘Colorado’, ambos em letras vermelhas. Logo abaixo do ursinho consta o alerta ‘Cerveja Forte Escura’ e do outro lado o estilo ‘Stout Imperial’. Nas laterais do rótulo constam informações sobre harmonização, temperatura de serviço (12 – 16ºC), ingredientes, IBU (50!), graduação alcoólica (ABV 10,5%) etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração negra, opaco e não translúcido. Apresentou uma consistente espuma marrom de bela formação, densa e medianamente volumosa, com bolhas médias e de destacada persistência. ‘Lágrimas’ escorreram pela taça, assim como algumas poucas ‘rendas’. Por fim, um fino anel de creme restou perene e solidário ao pouco líquido que ainda restava na taça. Perlage (bolhas) não perceptível.

Degustada por volta dos 12ºC devo registrar que o aroma desta cerveja foi evoluindo à medida que a temperatura aumentava, revelando pouco a pouco uma intensidade e uma complexidade mais acentuadas que aquelas de pronto percebidas. De perfil maltado descortinou notas salientes de maltes com percepções de caramelo e toffee, torrefação que lembra chocolate amargo e café; também tostado, baunilha, açúcar mascavo/rapadura, ésteres frutados de ameixas passas e cerejas e lúpulo herbal saliente. O álcool é potente, quase vínico – semelhante a Porto.

O líquido detém uma textura licorosa, que quase dá para mastigar, e as impressões olfativas reverberam agora com mais vigor. O início não poderia ser outro – bastante adocicado, proveniente de notas maltadas com percepções de caramelo, toffee e açúcar mascavo/melaço/rapadura; há também tostado e baunilha, torrefação que denota café e chocolate amargo. Com mais intensidade assoma-se um forte caráter de lúpulo herbal e terroso, catalisando o já elevado amargor inerente à torrefação. O final é agridoce e o retrogosto perpassa nova profusão de sensações: caramelo, torrefação, frutado, tostado, amargor mediano e álcool. Este, de ABV 10,5%, é potente, semelhante a vinho do Porto, proporciona agradável aquecimento e fica no limiar de ser excessivo. O corpo é médio-alto e a carbonatação é média. A palatabilidade (drinkability), apesar de pedir parcimônia na degustação, seja pelo álcool saliente seja pelo perfil maltado, é superior. Digo isso não sob o aspecto de bebê-la em grandes quantidades, que certamente não é o caso, e sim sob o prisma daquelas cervejas inebriantes que impõem ao incauto goles médios e espaçados e que cativam o bebedor a seguir na lida. E o estilo? Ora o Estilo!

Degustação altamente prazerosa! O conjunto se mostrou encorpado, robusto mesmo, e, apesar do equilíbrio tender descaradamente aos maltes, pode-se perceber a presença e a contribuição dos lúpulos. Considerando o elevado potencial de guarda vejamos como evoluem os outros 3 exemplares que tenho na adega (sendo um deles OAK aged e o outro do lote 01 da não envelhecida – obtida numa troca junto ao Paulo da EAP).

Imperdível!

P.s.: No domingo degustei duas cervejas brasileiras que classifico como antológicas: - Cafuza e Ithaca, emparelhando-as ao lado da Dum Petroleum e da De Bora Extreme – já degustadas.
Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Fabiano Pereira Analisado por Fabiano Pereira 06 de Agosto de 2014
Atualizado pela última vez: 06 de Agosto de 2014
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (240)

Esta Colorado Ithaca é do estilo Stout, sub-estilo Russian Imperial Stout, este caracterizador de cervejas de alta fermentação, geralmente com pouco gás e bastante álcool, forte sabor de chocolate, café e maltes torrados, coloração muito escura e grande complexidade tanto no aroma quanto no sabor, com frutado e amargor salientes. A história do estilo remonta ao século XVIII época em que a Corte Imperial da Rússia teria viajado a Londres e, tendo gostado das Stouts locais, encomendou barris daquela cerveja. Entretanto, a longa viagem através do mar Báltico terminava por estragar a cerveja. A solução foi desenvolver uma stout robusta e alcoólica o suficiente para suportar a viagem, preservando a cerveja e impedindo que ela congelasse. Esse tipo de stout foi batizada de Russian Imperial Stout, ou simplesmente Imperial Stout.

Esta belezura estreou no Brasil Brau de 2009, mas em razão da adição de rapadura, teve que aguardar um pouco mais pela aprovação do MAPA. Diga-se que nos primórdios se chamava Vintage Black Rapadura, mas teve que mudar de nome: - “Primeiro, disseram que não poderíamos usar o termo rapadura. Aí, ficaria Vintage Black. Mas soubemos que outra cervejaria teve vetado o uso do termo Vintage”, diz Marcelo Carneiro da Rocha – dono da Colorado. “Resolvi então rebatizar a nossa cerveja como Ithaca, homenagem a Homero e sua Odisseia e também ao nosso trabalho homérico para aprovar a cerveja.”

Leva na receita água, malte de cevada, fermento, rapadura queimada e lúpulo (variedade inglesa Northern brewer – aromático e de amargor).

Prêmios: Ouro no Mondial de La Bière Montreal 2013; ouro no Festival Brasileiro da Cerveja 2014; prata na Copa Cervezas de América 2012, no Chile; prata na South Beer Cup 2013 na Argentina; bronze no Festival Brasileiro da Cerveja em 2013 e bronze South Beer Cup 2012 – Brasil.

É produzida pela Cervejaria Colorado, instalada na cidade de Ribeirão Preto/SP, cuja história se iniciou em 1995 e que conta como ótimos produtos como as deliciosas Indica, Demoiselle e Appia (já degustadas), esta lendária Ithaca e outras mais no portfólio da cervejaria.

Lote 118 (??? - já vi diversas cervejas recém lançadas com esse número de lote, não sei o significado) – adquirida em abril/2013 – validade 02/01/2018. A garrafa é de 6000 ml, cor marrom, tampa dourada (com desenho do ursinho símbolo da cervejaria Colorado) e sem cera-lacre. O bonito rótulo se apresenta nas cores marrom e dourado e traz novamente a figura do simpático urso em destaque; logo acima do mesmo consta o nome ‘Ithaca” e o da cervejaria ‘Colorado’, ambos em letras vermelhas. Logo abaixo do ursinho consta o alerta ‘Cerveja Forte Escura’ e do outro lado o estilo ‘Stout Imperial’. Nas laterais do rótulo constam informações sobre harmonização, temperatura de serviço (12 – 16ºC), ingredientes, IBU (50!), graduação alcoólica (ABV 10,5%) etc.

Vertida na taça revelou um líquido de coloração negra, opaco e não translúcido. Apresentou uma consistente espuma marrom de bela formação, densa e medianamente volumosa, com bolhas médias e de destacada persistência. ‘Lágrimas’ escorreram pela taça, assim como algumas poucas ‘rendas’. Por fim, um fino anel de creme restou perene e solidário ao pouco líquido que ainda restava na taça. Perlage (bolhas) não perceptível.

Degustada por volta dos 12ºC devo registrar que o aroma desta cerveja foi evoluindo à medida que a temperatura aumentava, revelando pouco a pouco uma intensidade e uma complexidade mais acentuadas que aquelas de pronto percebidas. De perfil maltado descortinou notas salientes de maltes com percepções de caramelo e toffee, torrefação que lembra chocolate amargo e café; também tostado, baunilha, açúcar mascavo/rapadura, ésteres frutados de ameixas passas e cerejas e lúpulo herbal saliente. O álcool é potente, quase vínico – semelhante a Porto.

O líquido detém uma textura licorosa, que quase dá para mastigar, e as impressões olfativas reverberam agora com mais vigor. O início não poderia ser outro – bastante adocicado, proveniente de notas maltadas com percepções de caramelo, toffee e açúcar mascavo/melaço/rapadura; há também tostado e baunilha, torrefação que denota café e chocolate amargo. Com mais intensidade assoma-se um forte caráter de lúpulo herbal e terroso, catalisando o já elevado amargor inerente à torrefação. O final é agridoce e o retrogosto perpassa nova profusão de sensações: caramelo, torrefação, frutado, tostado, amargor mediano e álcool. Este, de ABV 10,5%, é potente, semelhante a vinho do Porto, proporciona agradável aquecimento e fica no limiar de ser excessivo. O corpo é médio-alto e a carbonatação é média. A palatabilidade (drinkability), apesar de pedir parcimônia na degustação, seja pelo álcool saliente seja pelo perfil maltado, é superior. Digo isso não sob o aspecto de bebê-la em grandes quantidades, que certamente não é o caso, e sim sob o prisma daquelas cervejas inebriantes que impõem ao incauto goles médios e espaçados e que cativam o bebedor a seguir na lida. E o estilo? Ora o Estilo!

Degustação altamente prazerosa! O conjunto se mostrou encorpado, robusto mesmo, e, apesar do equilíbrio tender descaradamente aos maltes, pode-se perceber a presença e a contribuição dos lúpulos. Considerando o elevado potencial de guarda vejamos como evoluem os outros 3 exemplares que tenho na adega (sendo um deles OAK aged e o outro do lote 01 da não envelhecida – obtida numa troca junto ao Paulo da EAP).

Imperdível!

P.s.: No domingo degustei duas cervejas brasileiras que classifico como antológicas: - Cafuza e Ithaca, emparelhando-as ao lado da Dum Petroleum e da De Bora Extreme – já degustadas.

Detalhes

Degustada em
03/Agosto/2014
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
http://www.beershop.com.br/
Preço
R$ 49,00 (salgado)
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Boa cerveja mas que, como quase toda Colorado, peca um pouco pelo dulçor excessivo. A rapadura bastante presente traduz-se em notas claras de açucar queimado que reduz bastante a drinkability. Pelo menos para o meu paladar poderia ser mais amarga e deixa mais espaço para os ésteres da levedura. Uma RIS essencialmente para acompanhar sobremesas.Vertida apresentou um líquido negro e opaco com viscosidade bem aparente. O creme bege se formou de maneira tímida mas deixou um colar sobre o líquido.
Aroma intenso com muito caramelo e torrefação (especialmente café). Ao fundo notas de ameixas secas. O álcool está bem aparente.
No sabor a primeira percepção é do torrado (café) mas que se perde um pouco em toneladas de notas adocicadas de açúcar queimado. Esse dulçor onipresente acaba encobrindo eventuais notas frutadas provenientes da levedura, o que foi uma pena. O álcool novamente mostra sua força. O final é com um amargor bastante torrado mas novamente com notas adocicadas do caramelo. O aftertaste é interessante com a mescla café e caramelo tostado. Corpo denso e carbonatação baixa.
Mesmo com o perfil adocicado, excelente cerveja.
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
7/10

Boa cerveja mas que, como quase toda Colorado, peca um pouco pelo dulçor excessivo. A rapadura bastante presente traduz-se em notas claras de açucar queimado que reduz bastante a drinkability. Pelo menos para o meu paladar poderia ser mais amarga e deixa mais espaço para os ésteres da levedura. Uma RIS essencialmente para acompanhar sobremesas.Vertida apresentou um líquido negro e opaco com viscosidade bem aparente. O creme bege se formou de maneira tímida mas deixou um colar sobre o líquido.
Aroma intenso com muito caramelo e torrefação (especialmente café). Ao fundo notas de ameixas secas. O álcool está bem aparente.
No sabor a primeira percepção é do torrado (café) mas que se perde um pouco em toneladas de notas adocicadas de açúcar queimado. Esse dulçor onipresente acaba encobrindo eventuais notas frutadas provenientes da levedura, o que foi uma pena. O álcool novamente mostra sua força. O final é com um amargor bastante torrado mas novamente com notas adocicadas do caramelo. O aftertaste é interessante com a mescla café e caramelo tostado. Corpo denso e carbonatação baixa.
Mesmo com o perfil adocicado, excelente cerveja.

Detalhes

Envasamento
Garrafa
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Versão na torneira. Cor preta profunda com uma espuma densa de cor caramelo do ótima duração e deixando traços.
Bom aroma de chocolate belga, café, pinho, caramelos, rapadura e alcaçuz.
Sabor robusto com notas de alcaçuz, baunilha, cacau, café, ameixas, frutas vermelhas, cola, bastante aniz, algo de lactose e castanhas, rapadura, maltes torrados e uma sensação cítrica. Retrogosto seco com um amargor amordaçado mas presente.
Corpo robusto com carbonatação apropriada. Álcool de 10,5% abv é eviente e poderia ser melhor escondido, mas ainda assim harmônico com a cerveja. Sensação pegajosa
Uma RIS bem complexa e sólida, mas balanceada em direção ao lado doce não totalmente anulado pela lupulagem. A rapadura deu no entanto um interessante e bom toque local.
Boa oferta local, uma pena que não é vendida a preços da Guanabara do mercado americano. Impressionante que localmente uma Old Rasputin tem um melhor custo benefício, sendo melhor e mais barata.
Ap.4 Ar.4,25 Sab.4,25 Sens.4 Cj,4
Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Francisco Lima Analisado por Francisco Lima 15 de Julho de 2014
Avaliador Top 10  -   Veja todas minhas avaliações (1283)

Versão na torneira. Cor preta profunda com uma espuma densa de cor caramelo do ótima duração e deixando traços.
Bom aroma de chocolate belga, café, pinho, caramelos, rapadura e alcaçuz.
Sabor robusto com notas de alcaçuz, baunilha, cacau, café, ameixas, frutas vermelhas, cola, bastante aniz, algo de lactose e castanhas, rapadura, maltes torrados e uma sensação cítrica. Retrogosto seco com um amargor amordaçado mas presente.
Corpo robusto com carbonatação apropriada. Álcool de 10,5% abv é eviente e poderia ser melhor escondido, mas ainda assim harmônico com a cerveja. Sensação pegajosa
Uma RIS bem complexa e sólida, mas balanceada em direção ao lado doce não totalmente anulado pela lupulagem. A rapadura deu no entanto um interessante e bom toque local.
Boa oferta local, uma pena que não é vendida a preços da Guanabara do mercado americano. Impressionante que localmente uma Old Rasputin tem um melhor custo benefício, sendo melhor e mais barata.
Ap.4 Ar.4,25 Sab.4,25 Sens.4 Cj,4

Detalhes

Degustada em
14/Julho/2014
Envasamento
Pressão
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-
Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
6/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Eduardo Guimarães Analisado por Eduardo Guimarães 06 de Julho de 2014
Atualizado pela última vez: 06 de Julho de 2014
Avaliador Top 100  -   Veja todas minhas avaliações (255)

-

Detalhes

Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
Padaria Rita de Cássia
Preço
25 reais (promoção)
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-
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10

-

Detalhes

Degustada em
03/Julho/2014
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
Sr. Lúpulo
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