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Lost Abbey Lost and Found

Lost Abbey Lost and Found

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4.6 (2)
 
4.5 (3)
2889   1   2
 
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Informações

Cervejaria
Álcool (%)
8% ABV
Ativa:
Temperatura

Lost and Found- Modeled after the great Trappist and Monastic beers that inspired the founding of our brewery. A richly deep garnet colored ale created from a blend of Domestic and imported malts. As part of our commitment to interesting brewing endeavors, Chef Vince created a special raisin puree for this beer. Malts, raisins and a fantastic yeast strain working in harmony produce a beer of amazing complexity and depth. Malts- Two Row, Wheat, Medium and Dark English Crystal, Special B and Chocolate Malt. Hops- German Magnum and German Tettnang Yeast- Proprietary Belgian Ale Strain Adjunts- Dextrose and Chef Vince’s Raisin Puree.

Avaliações do Editor

Média de pontuação do editor por: 2 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
9/10  (2)
Aparência 
 
5/5  (2)
Sabor 
 
18/20  (2)
Sensação 
 
5/5  (2)
Conjunto 
 
9/10  (2)

Aparência: coloração marrom/caramelo, com espuma bege muito densa, volumosa e persistente, deixando marcas nas laterais do copo e uma generosa camada perene.

Aroma: malte tostado, cravo, frutas vermelhas, frutas cítricas... Há também um suave dulçor, muito bem inserido e harmonizado com o conjunto. Aroma complexo. Com certeza tem mais coisa, mas não consigo discernir.

Sabor: acompanha o aroma, porém, acrescentando-se licor e um certo spicy. Saborosíssima. Tomei sozinho uma garrafa de 750 ml e posso dizer: ela não enjoa... Pelo contrário!

Sensação: o contato dessa breja com a boca traz sensações diversas e riquíssimas. O amargor é médio, combinando bem com o dulçor. Encorpada. Ela não é das mais alcoólicas - tem 8% ABV -, mas, de qualquer forma, o álcool encontra-se bem inserido. A carbonatação é média. Fosse uma degustação às cegas, eu diria se tratar de uma cerveja belga. É a típica Belgian Strong Dark Ale... Logo, não concordo tratar-se de uma Dubbel.

Conjunto: tudo o que foi dito acima resume a excelência dessa breja. Complexa, rica, saborosa... O que mais precisa???
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Daniel C. Analisado por Daniel C. 17 de Maio de 2011
Avaliador Top 10  -   Veja todas minhas avaliações (1060)

Aparência: coloração marrom/caramelo, com espuma bege muito densa, volumosa e persistente, deixando marcas nas laterais do copo e uma generosa camada perene.

Aroma: malte tostado, cravo, frutas vermelhas, frutas cítricas... Há também um suave dulçor, muito bem inserido e harmonizado com o conjunto. Aroma complexo. Com certeza tem mais coisa, mas não consigo discernir.

Sabor: acompanha o aroma, porém, acrescentando-se licor e um certo spicy. Saborosíssima. Tomei sozinho uma garrafa de 750 ml e posso dizer: ela não enjoa... Pelo contrário!

Sensação: o contato dessa breja com a boca traz sensações diversas e riquíssimas. O amargor é médio, combinando bem com o dulçor. Encorpada. Ela não é das mais alcoólicas - tem 8% ABV -, mas, de qualquer forma, o álcool encontra-se bem inserido. A carbonatação é média. Fosse uma degustação às cegas, eu diria se tratar de uma cerveja belga. É a típica Belgian Strong Dark Ale... Logo, não concordo tratar-se de uma Dubbel.

Conjunto: tudo o que foi dito acima resume a excelência dessa breja. Complexa, rica, saborosa... O que mais precisa???

Detalhes

Degustada em
17/Maio/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
Chicago
Preço
US$ 9,90
Considera esta avaliação útil? 
Uma daquelas brejas que conquista logo no primeiro segundo, na primeia sentação.

Cor marrom escuro, caramelo escuro.

Aroma intenso de caramelo, café e lúpulo (herbáceo, floral e picante), muito presentes e combinados de maneira extremamente agradáveis. O aroma é tão gostoso que não dá nem vontade de prová-la pelos primeiros minutos, depois logo inverte, você fica louco de curiosidade para ver se o sabor consegue ser ainda melhor.

Pois bem... Na boca, mostrou sabores muito equilibrados entre doce e amargo. O lúpulo aparece novamente no sabor juntamente com o caramelo tostado. Doce no final mas bem balanceada. Tão suave que o álcool passa desapercebido e aparece somente quando a breja já esta quente.

Uma breja difícil de descrever, pois tem tantos aromas e sabores, mas nenhum super destacado, ou seja, todos muito harmoniosos formando um conjunto único e surpreendente.
Uma obra prima americana, complexa e ao mesmo tempo sutil e super equilibrada. Confesso que ficaria bebendo esta cerveja por dias, sem nem mesmo pensar em outra. Que delícia!
Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Uma daquelas brejas que conquista logo no primeiro segundo, na primeia sentação.

Cor marrom escuro, caramelo escuro.

Aroma intenso de caramelo, café e lúpulo (herbáceo, floral e picante), muito presentes e combinados de maneira extremamente agradáveis. O aroma é tão gostoso que não dá nem vontade de prová-la pelos primeiros minutos, depois logo inverte, você fica louco de curiosidade para ver se o sabor consegue ser ainda melhor.

Pois bem... Na boca, mostrou sabores muito equilibrados entre doce e amargo. O lúpulo aparece novamente no sabor juntamente com o caramelo tostado. Doce no final mas bem balanceada. Tão suave que o álcool passa desapercebido e aparece somente quando a breja já esta quente.

Uma breja difícil de descrever, pois tem tantos aromas e sabores, mas nenhum super destacado, ou seja, todos muito harmoniosos formando um conjunto único e surpreendente.
Uma obra prima americana, complexa e ao mesmo tempo sutil e super equilibrada. Confesso que ficaria bebendo esta cerveja por dias, sem nem mesmo pensar em outra. Que delícia!

Detalhes

Degustada em
18/Janeiro/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
Palo Alto - Califórnia
Considera esta avaliação útil? 
 

Avaliações dos usuários

Avaliação média dos usuários: 3 usuário(s)

Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10  (3)
Aparência 
 
4/5  (3)
Sabor 
 
18/20  (3)
Sensação 
 
5/5  (3)
Conjunto 
 
9/10  (3)
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Coloração marrom que exibe tons avermelhados contra a luz, líquido com alta turbidez, alta formação de creme bege de média consistência e de alta duração. O aroma entrega notas altamente fenólicas, de leve acético, frutas passas, baunilha, madeira, de torrefação, caramelo e rápida presença alcoólica ao fundo. Muito Agradável! O paladar acompanha toda complexidade do aroma, trazendo principalmente uma certa acidez, pouco de tanino, terroso, condimentado, baunilha, caramelo, defumado, madeira e um leve amargor herbal residual. Cerveja de corpo médio, textura acetinada, de média carbonatação e alto drinkability (muito "refrescante" e fácil de beber). Dubbel excepcional!
Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
FiL Crux Analisado por FiL Crux 01 de Junho de 2012
Avaliador Top 50  -   Veja todas minhas avaliações (480)

Coloração marrom que exibe tons avermelhados contra a luz, líquido com alta turbidez, alta formação de creme bege de média consistência e de alta duração. O aroma entrega notas altamente fenólicas, de leve acético, frutas passas, baunilha, madeira, de torrefação, caramelo e rápida presença alcoólica ao fundo. Muito Agradável! O paladar acompanha toda complexidade do aroma, trazendo principalmente uma certa acidez, pouco de tanino, terroso, condimentado, baunilha, caramelo, defumado, madeira e um leve amargor herbal residual. Cerveja de corpo médio, textura acetinada, de média carbonatação e alto drinkability (muito "refrescante" e fácil de beber). Dubbel excepcional!

Detalhes

Degustada em
27/Maio/2012
Envasamento
Garrafa
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Degustada a 9,4 graus de temperatura.
Essa Belgian Dubbel americana mostra toda a qualidade das cervejas da Lost Abbey.
Sua cor é marrom turva e seu creme tem média formação e duração.
No aroma se sobressai o malte caramelo e notas lupuladas florais, além das
uvas passas também presentes no sabor. O dulçor e o amargor ficam balanceados
entre o malte caramelo levemente tostado e o lúpulo floral. O álcool aparece
sutilmente em um corpo médio com carbonatação baixa. Mais um surpreendente
conjunto da nova escola americana proporcionando um equilíbrio fantástico para
o estilo. Altamente recomendada!


Destaque: Degustada nas ilustres presenças dos confrades Sangion e Marcussi.
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Sergio Curti Analisado por Sergio Curti 04 de Abril de 2011
Avaliador Top 50  -   Veja todas minhas avaliações (571)

Degustada a 9,4 graus de temperatura.
Essa Belgian Dubbel americana mostra toda a qualidade das cervejas da Lost Abbey.
Sua cor é marrom turva e seu creme tem média formação e duração.
No aroma se sobressai o malte caramelo e notas lupuladas florais, além das
uvas passas também presentes no sabor. O dulçor e o amargor ficam balanceados
entre o malte caramelo levemente tostado e o lúpulo floral. O álcool aparece
sutilmente em um corpo médio com carbonatação baixa. Mais um surpreendente
conjunto da nova escola americana proporcionando um equilíbrio fantástico para
o estilo. Altamente recomendada!


Destaque: Degustada nas ilustres presenças dos confrades Sangion e Marcussi.

Detalhes

Degustada em
18/Janeiro/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
Considera esta avaliação útil? 
Harmonia, sutileza e complexidade. Algumas reinterpretações americanas de estilos tipicamente belgas, por abusarem demais de algum ingrediente (normalmente o lúpulo), acabam pondo a perder algumas das melhores qualidades das representantes originais desses estilos. Não é o caso aqui: decerto a lupulagem é um pouco mais expressiva do que a média para o estilo, o que lhe dá personalidade "americana" e equilíbrio, mas não se sobressai demais e não prejudica a maciez adocicada dos maltes escuros e a complexidade de aromas da levedura. Ela fica em algum ponto intermediário entre uma dubbel e uma dark strong ale: mais intensa que a típica dubbel, mais suave que uma dark strong ale mais intensa, mas guardando as boas qualidades de ambas. A aparência é um marrom avermelhado, opaco, com creme de volume mediano e boa persistência. No aroma como no sabor, uma equilibrada harmonia entre os maltes, lúpulos, levedura e adjuntos. A receita leva um purê de uvas passas, cujo sabor e aroma se notam claramente. Os maltes trazem um sólido caramelado amparado por percepções achocolatadas. As leveduras trazem uma esterificação com percepções de maçãs vermelhas e, quando ela esquenta, bananas, além de um fenólico apimentado que equilibra bem sua densidade frutada. Os lúpulos são alemães e trazem ervas finas, um suave floral e, na boca, um delicado herbal que me lembrou chá de erva cidreira (ou camomila?), dando a dose exata de frescor. O álcool é discreto, sutilmente perceptível com algo que lembra cachaça, mas bem-integrado. A entrada do gole é bem doce, mas logo aparece um bom amargor de fundo que conduz a um final equilibrado, doce-amargo, com retrogosto de chocolate, uvas passas e ervas. O corpo é mediano, acetinado, com carbonatação suave ressaltando sua maciez. Excelente interpretação do estilo, em que nada se destaca; antes, o que impressiona é a perfeita harmonia com que todos os ingredientes interagem entre si.
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10

Harmonia, sutileza e complexidade. Algumas reinterpretações americanas de estilos tipicamente belgas, por abusarem demais de algum ingrediente (normalmente o lúpulo), acabam pondo a perder algumas das melhores qualidades das representantes originais desses estilos. Não é o caso aqui: decerto a lupulagem é um pouco mais expressiva do que a média para o estilo, o que lhe dá personalidade "americana" e equilíbrio, mas não se sobressai demais e não prejudica a maciez adocicada dos maltes escuros e a complexidade de aromas da levedura. Ela fica em algum ponto intermediário entre uma dubbel e uma dark strong ale: mais intensa que a típica dubbel, mais suave que uma dark strong ale mais intensa, mas guardando as boas qualidades de ambas. A aparência é um marrom avermelhado, opaco, com creme de volume mediano e boa persistência. No aroma como no sabor, uma equilibrada harmonia entre os maltes, lúpulos, levedura e adjuntos. A receita leva um purê de uvas passas, cujo sabor e aroma se notam claramente. Os maltes trazem um sólido caramelado amparado por percepções achocolatadas. As leveduras trazem uma esterificação com percepções de maçãs vermelhas e, quando ela esquenta, bananas, além de um fenólico apimentado que equilibra bem sua densidade frutada. Os lúpulos são alemães e trazem ervas finas, um suave floral e, na boca, um delicado herbal que me lembrou chá de erva cidreira (ou camomila?), dando a dose exata de frescor. O álcool é discreto, sutilmente perceptível com algo que lembra cachaça, mas bem-integrado. A entrada do gole é bem doce, mas logo aparece um bom amargor de fundo que conduz a um final equilibrado, doce-amargo, com retrogosto de chocolate, uvas passas e ervas. O corpo é mediano, acetinado, com carbonatação suave ressaltando sua maciez. Excelente interpretação do estilo, em que nada se destaca; antes, o que impressiona é a perfeita harmonia com que todos os ingredientes interagem entre si.

Detalhes

Degustada em
18/Janeiro/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
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