Composição: Extrato primitivo : 16.5 % Teor alcoólico : 7.7 % Valor calórico : 260 Kcal/0.5 L Características: 1ª Bock clara do Brasil, a Vitus é uma Weizenbock (elaborada com malte de trigo e cevada). Uma maturação extra nas Adegas do Monastério faz desta Weizenbock uma cerveja realmente especial, com corpo e equilíbrio. Ótima opção para amantes da cerveja e connoisseurs.
Linda, dourada, já no arôma equilíbrio entre florais, malte e pão, leve fundo frutado, levemente turva. Na boca, os 7,7% muito bem inseridos, com leve amargor e o característico suave adocicado acompanhado daquele "banana-aveia e o suave mel" e o pão presente... levedura. Excelente Weizenbock com personalidade ( características própias) e bom corpo. Imaginaríamos escura num teste cego. Sensação sugestiva, malte de cevada, trigo, leveduras, deixando o paladar envolto ao leve amargor das notas sugeridas. Quase um almoço, suave mas consistente.
Diferente de outras Weizenbocks, essa nao e' escura e tambem nao traz notas tostadas. Fica mais complicado avalia-la.
Dourada turva, com crème alto e generoso. Encorpada de sabor forte e marcante. Leve toque de banana e médio frutado no sabor. Final intenso devido ao alcool, que no final comecou a incomodar um pouco. O retrogosto e' moderado e agradavel. Como ja comentado, nao apresenta tostado como outras do estilo. Para melhorar, poderia ter um final e retrogosto mais balanceados e hamoniosos.
Coloração âmbar turva, com creme bege mediano. Boa Weizenbock! O teor alcoólico de 7,7% caiu muito bem no conjunto, deixando-a bem atrativa. Sugestão de cravo, fermento, banana e algo mais que não discerni. Agradável, desce maravilhosamente bem. Ótimo conjunto.
Inusitada bock clara. Creme branco muito denso e consistente, coloração dourada. No aroma, fermento de pão, banana e cravo. No doce paladar, que segue o aroma, a força do álcool surpreende muito bem e cai como uma luva no conjunto geral. Final levemente amargo e excelente drinkability.
Weizenbock clara de aparência dourada e turva. Creme alto e consistente. Aroma e sabor bem diversificados com banana, cravo, canela, azeitona verde, mel, biscoito e pão. Boa cerveja.
Bela weizenbock, e clara! De um amarelo-opaco turvo no copo, com creme denso porém pouco persistente.
Aroma frutado, com toques de banana e cravo. No paladar, adocicada, com um gostinho de pão, além da banana e cravo. Álcool forte, mas bem balanceado. Final seco.
Cerveja tipo bock, mas de coloração mais clara que o comum. Espuma branca, densa e persistente. No aroma, destacam-se fermento de pão, banana e cravo que se refletem no sabor. Álcool presente, mas não chega a incomodar. Final amargo.
Cerveja de coloração escura puxando para o marrom bem turvo por causa de suas leveduras suspensas, espuma cremosa e abundante persistente até o ultimo gole. No aroma uma delícia notas de cravo, mel, tutti fruti e frutado. O sabor é bem acido fazendo a boca salivar, notas de biscoito, o final é seco e amargo. Carbonatação muito boa, uma cerveja de alta qualidade com custo beneficio excelente, só ficou faltando um tostadinho, tem muito mais de uma weiss.
COR: dourada, quase totalmente turva, carbonatação aparente.
ESPUMA: branca, alta formação, média-baixa sustentação, fofa, sujeiras nas paredes do copo.
AROMA: cravo, banana, fermento, tutti-frutti, malte, caramelo, pão, mel, ácido, salgado.
SABOR: malte, caramelo, pão, mel, bala de leite, frutas amarelas, condimentos/especiarias, médio corpo, médio álcool. Fim seco, doce e azedo.
Avalio essa cerveja após me surpreender por ter sido eleita, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor cerveja do mundo pelo World Beer Awards. Digo surpresa, não em desmerecimento, ao contrário, sempre achei essa cerveja boa, até por ser um exemplar facilmente encontrado nos mercados, geralmente vendida com um bom custo-benefício, mas me surpreendi pela enorme variedade de cervejas bem melhores que ela, inclusive dentro do estilo Weizenbock, caso fosse limitar-se a este. Como fazia um tempo que não a bebia, foi interessante ver se era merecedora de todo esse cartaz. Apresentando uma coloração atípica para a maioria das cervejas do estilo, mostrou inicialmente uma coloração amarelo vivo, bem límpida e com as borbulhas aparentes. Após o depósito dos sedimentos do fundo da garrafa ela fica com uma cor dourada quase alaranjada, não totalmente turva e com as bolhas ainda bem aparentes, destacando sua alta carbonatação. A espuma era branca, de formação excelente e média retenção, chegando a deixar breves marcas nas paredes do copo, mas sem muita consistência, fofa. Notas de cravo, banana e fermento desprendiam-se fortes no aroma, facilmente sentidas sem a necessidade de chegar o nariz tão perto do copo, e este, quando mais próximo, percebia-se o tutti-frutti, notas maltadas de caramelo, pão e mel, e ainda um pouco de leves acidez e salgado. Seu sabor trazia um pouco de peso, com um corpo médio, trazendo a sensação de nos alimentar. A presença do elevado teor alcoólico era notada, porém nada agressiva, não prejudicial ao conjunto. Sua carga maltada era praticamente a mesma sentida no aroma. Agradável frutado, embora de carga leve, de frutas amarelas, como banana, nêsperas, além de uma pitada de carambola, que contribuiu com o azedinho que persistia na boca grudando na gengiva. Notas de condimentos e especiarias eram mais comedidas que no aroma, onde se percebia cravo, canela e noz moscada, mas sem demasia. Seu fim era ao mesmo tempo seco, doce e azedo. Creio que o que melhor descreva essa cerveja seja o equilíbrio. Suas notas, todas, não são demasiadas, ficando sempre equilibradas com nenhuma mais destacada que a outra. Não é a melhor do mundo, mas é uma das que mais me agradam no mundo.
Essa breja é uma pancada sensorial! Sua coloração é dourada, bastante turva, com espuma branca densa e que forma um colarinho alto e de longa duração. Os aromas que se desprendem do copo são variados, com destaque para banana e especiarias. Sabor que combina o amargor do lúpulo com o adocicado dos maltes utilizados. Encorpada, com notas cítricas, notas de banana e álcool muito bem bem inserido. Conjunto muito harmonioso e equilibrado. Ótima cerveja e com excelente custo benefício!
Aroma incrível de trigo e cravo. Coloração amarela extremamente turva, carbonatação média. Servida em copo weiss, o creme tem formação incrível, denso, volumoso e de persistência muito boa. O sabor é cheio de trigo, e as notas frutadas são extremamente aparentes, aliás, as mais aparentes que que já senti em qualquer Weiss, em especial a banana e o cravo. Álcool perceptível, assim como o lúpulo, mas sutis. Retrogosto levemente amargo e seco, devido ao álcool e lúpulo, mas sem extremos, o álcool é muito bem inserido para uma 7,7%. Uma Weissbock sensacional, não só pela distinção na aparência mas pelo sabor e equilíbrio, realmente uma cerveja que vale a pena experimentar.
Coloração amarelada bem turva, bonita no copo. Espuma de altura média pra alta e com ótima persistência, cerca de 1,5cm até o fim do copo. Boa carbonatação dentro do esperado para uma Weiss. Aroma típico de cerveja de trigo: banana e cravo leves, fermento mais destacado e aparência de pão e algo mais que não sei explicar. No sabor é que está o melhor: bem encorpada, os 7,7% de álcool são maravilhosamente inseridos no conjunto. Banana e fermento presentes e leve cravo. Retrogosto com um amargor na medida. Drinkability boa, porém menor que a das Weizenbiers tradicionais. Achei ótimo poder tomar uma breja de séculos de existência. Faz jus à tradição.
tem um creme branco meio bege denso e persistente com uma coloração dourada turva. quando provei, senti claramente gosto de banana e caramelo. tem uma acidez regular na boca devido a graduação alcoólica da cerva.o retrogosto tem um amargor bom, mas um pouco enjoativo.