Uma das mais bem elaboradas cervejas da lavra do mestre Ricardo Muhape.
A coloração é preta opaca, e o belo creme ocre é denso e persistente. No aroma, assomam sensações de café e chocolate, além de um leve dulçor e sugestão de fermento.
O sabor acompanha bem o aroma, trazendo ainda o amargor assertivo próprio do estilo. A carbonatação é leve, o corpo é bom e o final remete ao café.
Coloração preta, com espuma bege escura volumosa e de longa duração. O aroma não de desprende com facilidade. Notas de malte torrado e café, com forte amargor. Na verdade, eu a achei amarga até demais, prejudicando o conjunto e a drinkability. Final torrado.
Escura, mas não totalmente opaca. Veio depois de um tempo que foi tirada, por causa do buteco cheio, então não vi o creme.
Corpo médio e seco, bem equilibrado, deu impressão de boa drinkability. O paladar final é bem adstringente, o que pode desagradar pessoas que não apreciam essa característica.
Aroma delicioso e predominante de café.
A cervejaria possui um bar agradável e amplo no bairro da Recoleta. Todos os equipamentos usados na produção da Buller ficam expostos ao público: o cenário é dominado pelos grandes tonéis metálicos. Nas mesas são distribuídos, como jogos americanos, folhetos ilustrativos da produção das bebidas e de sua tipologia. O atendimento é prestativo e o ambiente, ruidoso e amigável. Os seis tipos de cerveja podem ser degustados num kit próprio, com pequenos copos num suporte de madeira. O resultado geral é positivo. Falta um pouco de personalidade aos estilos, lacuna que não devemos ignorar em se tratando de uma cervejaria argentina.
Aparência: preto translúcido sem perlage. Creme de boa formação e média duração, coloração bege escuro. Sem lacing.
Aroma: presença de malte na forma de chocolate ao leite, café verde e fermento.
Sabor: muito pobre. Inicio remete a café com chocolate (muito suave), final lembrando a levedo e retrogosto estranhamente azedo.
Sensação: não é seco como esperava, no lugar estava uma acidez inconveniente. Corpo muitissimo ralo e sem nenhuma carbonatação. Leve e fácil de beber por falta de complexidade.
Conjunto: frustrante, ouvi falar bem da cerveja deste brewpub, por acaso o unico de BA, porém nenhuma cerveja foi grande coisa e esta stout foi extremamente decepcionante, fraca sem complexidade e sem nada de especial.
stava andando pelo lindo bairro de Recoleta, quando me deparo sem querer com essa Cervejaria, estava atrasado, mas tive que parar e fazer a degustação (Kit com 7 cervejas por 35 Pesos ARG). E não tem como se arrepender de ir lá. Na minha próxima vez na argentina, voltarei ao Buller Pub.
A Dry Stout é uma cerveja negra bem densa e dona de uma interessante coloração bege, todas as cervejas da Buller são de bonita aparência, talvez o ambiente, a forma que foram servidas contem para isso.
No aroma parece que estou preste a degustar um belo café do sul de minas. Quando a levo a boca volta o sabor do café, porém com notas de amêndoas. O malte tostado está bem harmonioso no conjunto e o amargor que fica é delicioso.
Em algum momento senti algo como uvas, não sei direito, por ter só degustado 100 ml, não tive como notar melhor.
Cerveja degustada no próprio bar da Buller em Buenos Aires - Cerveja com aromas especiais de tostado, café e fruta. Bastante encorpada e o sabor que permanece é de tostado. Levemente amarga e cremosa. Com boa formação de creme.
Tomada no kit de degustação das 6 cervejas da marca.
Bem stout, mesmo. Escura, creme bege denso e persistente (até o último gole), torrefação, café. Amargor delicioso, na medida.
Uma das melhores da casa.
Tomada no Sampler de degustação, foi a segunda melhor, sabor forte de malte torrado, espuma bem bege e de boa duração, no aroma tambem maltes torrados e um pouco de café.
Tomado em outra degustação 22 pesos (aproximadamnete 15 reais) os 6 estilos da casa, esse foi o 6º entre os 6. Comuma coloração preta com bordas avermelhadas, espuma bege bem formada e bme persistente, baixa carbonatação, no aroma muito café e caramelho no sabol café caramelho e um delicioso malte torrado.