O termo romântico "vinho de cevada" é usado para as cervejas com alto teor alcoólico. Com coloração bronze, a Antares BARLEY WINE é forte, licorosa e bem maltada, com um toque frutado proveniente das leveduras. Maltes: Pilsen, Munich e Caramel Lúpulo de Amargor: Cascade Lúpulo de Aroma: Fuggle Levedura: Ale Européia
Coloração dourada, espuma branca. Forte presença de malte e lúpulo, prevalecendo o amargor acentuado deste último. Encorpada. No aroma, além do lúpulo, nota-se um suave adocicado. Final longo, bem amargo. Me pareceu exagerado o amargor, prejudicando um pouco o conjunto. Também me pareceu que o estilo não foi fielmente seguido. Ela chega a parecer uma Euro Strong Lager em sabor e sensação. Cerveja para gente forte.
Uma cerveja bem forte, chega quase a ser viscosa nas laterais do copo. O amargor herbáceo é bastante acentuado. Uma cerveja interessante, mas com pouca bebabilidade.
Tá aí outra cerveja que me surpreender um bocado. Realizei uma degustação com amigo e esta foi a cerveja mais barata que compramos no Puro Malte. No final, foi uma das que mais agradou a maioria, inclusive a mim.
Cerveja encorpada e com álcool bem presente, porém sem desagradar. O lúpulo é o astro da festa juntamente com sua coloração âmbar. Muito bonita.
Cor cobre, um pouco turva. Carbonatação elevada gerando um creme pequeno, porém denso e bem persistente. Aromas florais (jasmim) são bem marcantes e agradáveis, seguidos pelo cítrico do lúpulo. Pouco complexo mas interessante. O gosto com um frutado adocicado que me lembrou uva verde vai dando espaço para um lúpulo suave. Apesar de esperar mais dessa breja, achei uma boa experiência.
Coloração dourada, espuma de pequena formação, mas persistindo por um tempo apreciável. Aroma predominante de malte caramelo com notas cítricas, sabor tendendo mais ao frutado, com um gosto cítrico permanecendo na boca, lembrando levemente laranja, e o álcool proeminente, condimentando a cerveja, as vezes de forma excessiva. Encorpada, licorosa. Final com amargor bem aparente, em equilíbrio com o adocicado do malte. Cerveja interessante
Degustada a 4,0 graus de temperatura. Validade 09/2011.
Essa barley wine argentina merece um pouco mais de equilíbrio.
Sua cor é cobre translúcida e seu creme tem pouca formação e duração.
Seu aroma apresenta malte caramelo notas lupuladas frutadas e cítricas e baunilha.
No sabor as mesmas características do aroma, inclusive o álcool que chega a
incomodar um pouco. Dulçor de início e amargor suave no final e retrogosto.
Corpo médio para alto e carbonatação baixa com textura licorosa. Um bom conjunto
para o estilo, apesar de não ser tão balanceada como outras barley wines que degustei.
Destaque: Degustada nas ilustres presenças dos confrades Balbin e Burin.
Uma boa representante do estilo american barley wine. O lúpulo impera, porém não esconde as características trazidas pelo malte. Sua coloração é turva, com uma cor acobreada. Espuma bege, porém escassa. No aroma o herbal do lúpulo está muito presente, sendo o mais intenso, porém não tira o final adocicado trazido pelo malte. No sabor, novamente o lúpulo é domina, porém mais no retrogosto, já que no início o dulçor do malte é perceptível. O amargor e o álcool são intensos, o que atrapalha um pouco o conjunto, porém não tiram a intensidade e a qualidade dessa barley de muita qualidade.
Coloração dourada escura translúcida. Aroma e sabor de malte e lúpulo, com predomínio do último, com agradável final amargo prolongado. Achei a melhor das 7, só que ela lembra mais uma pale ale do que uma barley wine.
Cor âmbar/acobreada, límpida e brilhante, com reflexos alaranjados.
Espuma cor bege claro de boa densidade.Ótima formação e boa duração.
Aroma de malte, caramelo, leve cítrico, herbal, lúpulo, frutado (pêssego), leve toque achocolatado e de baunilha, adocicado e álcool bem presente. Aroma com boa complexidade.
No paladar malte, caramelo, leve cítrico, herbal, lúpulo, amargor e álcool novamente presente. Bom corpo e baixa carbonatação, com retrogosto amargo e toque licoroso na boca.
Boa Barley Wine. Para o meu gosto o álcool ficou muito marcante no paladar, e poderiam haver mais aromas frutados e adocicados, mas nada que desabone a qualidade da cerveja.
A melhor da Antares...
QUando fui a terra porteñas não degustei essa, uma pena, pois ela on tap deve ser uma maravilha.
Aroma maltado, forte, coloração avermelhada puxando para o marrom, anunciando que o sabor não seria diferente, após algum tempo degustando-a os lábios começam a "agarrar" na taça.
O que eu mais gostei foi o final, bem lupulado( hopmaniac total!), equilibrando a maltagem alta. Vale a pena conhecer essa hermana.
As American barleywines, a princípio, podem surpreender aqueles que estão acostumados aos ricos, caramelados e vinificados exemplares ingleses do estilo. O que temos neste rótulo argentino é a combinação da densidade e da doçura dos maltes claros com o vigoroso aroma dos lúpulos usados na receita, com uma pegada rústica e poucos toques frutados. A coloração alaranjada, de boa transparência, já destoa do que estamos acostumados a ver em barleywines inglesas. No nariz, ela mostra a força dos lúpulos: um aroma cítrico (tangerinas) e levemente floral de Cascade a princípio, que no entanto foi perdendo o frescor e se tornando progressivamente herbal e rústico, remetendo a mato seco, com algo apimentado do Fuggles ao fundo. Frutado não está ausente: sente-se algo de maçãs vermelhas, mas um tanto ofuscado por tanto lúpulo. Por fim, um certo aroma medicinal. No sabor, as sensações se adicionam do denso sabor doce do malte, limpo, sem torrefação, remetendo a mel. Na boca, aliás, é essa doçura característica do estilo que predomina na boca, mas depois ela termina num final mais seco e medianamente amargo: a intensidade do aroma de lúpulo não equivale ao amargor, mais suave e equilibrado. O corpo fica entre médio e encorpado, potencializado pela riqueza dos açúcares residuais, com uma textura acetinada. O álcool não é brincadeira (10%), mas a sensação de aquecimento é bastante bem ocultada. Se você estiver esperando licorosidade, doçura caramelada e complexidade de aromas frutados e de maturação/envelhecimento (como numa típica barleywine inglesa), vai cair do cavalo – esta hermana prima pela combinação do doce do malte com uma rusticidade de aromas de lúpulo. Aliás, foi essa rusticidade o que mais me incomodou, pois acredito que se perdeu um pouco da complexidade da combinação de lúpulos da receita em meio ao forte herbal. Irá agradar em cheio quem curte aquela pegada mais rústica do aroma de lúpulo mas não está a fim de um amargor tão acentuado.