Aparência: coloração preta, espuma bege escura de médio volume e pequena duração.
Aroma: melhor que o sabor. Malte tostado e levedura.
Sabor: a torrefação é tão forte (e amarga), que não se sente nada mais.
Sensação: o extremo amargor da torrefação faz com que essa cerveja deixe uma sensação de cinza na boca, muito desagradável. Logo, a drinkability é seriamente comprometida. O final é muito amargo e tostado. Carbonatação baixa.
Conjunto: não se trata de uma cerveja ruim, mas apenas desequilibrada, pela predominância excessiva de torrefação. Não se sente os demais elementos que se deveria sentir numa Stout.
Aparência: negra com certa translucidez. Creme bege de perfeita formação e longa duração. Absurda textura do creme, fofo e de bolha tão pequenas que é difícil de vê-las.
Aroma: toffee, torrefação equilibrada com algo que lembra caramelo. Senti falta do café.
Sabor: início lembra café fraco, com suave torrefação. Final puxado pra torrefação extrema com notas caramelizadas. Retrogosto curto de café.
Sensação: corpo ralo ao extremo sem qualquer carbonatação. Secura final muito agradável com certo amargor. Boa.
Conjunto: muito suave no que diz as notas cafeinadas e também sem muita complexidade no corpo. O creme lindo e a secura final salvaram.
Esta é mais uma das delícias degustadas na Argentina. Ótima stout que faz muita falta no Brasil.
Líquido de cor preta sem translucidez. Espuma bege rala de longa duração e baixa carbonatação aparente. Enfim, a clássica descrição visual de uma stout.
Aromas caramelo, malte torrado leve e lúpulo floral marcante! Só isso já chamou a minha atenção. A carbonatação é realmente baixa, mas não dá aquela sensação aguada de outras do gênero. Carrega no caramelo, mas este toque lupulado é muito sentido no retronasal e isso é um charme.
Conseguiu ser diferenciada e merece meu salve pela originalidade e pela qualidade.