The Chimay Triple, last-born of the Abbey, is labelled "Cinq Cents" on the 750 ml bottle. Of a golden colour, the Trappist beer combines sweet and bitter in a rare balance. The beer's aroma felt in the mouth comes from the hops' perfumes: above all, they are fruity touches of Muscat grapes and raisins, even ripe apples. This traditional Belgian beer is best savoured fresh at a temperature of from 6 to 8°C.
De uma cor laranja quase dourada, levemente turva e com uma espuma bege clara, muito densa e de longa duração.
O aroma se desprende fácil, mesmo quando a cerveja ainda está bem gelada. Frutada, mostra características condimentadas e certo toque cítrico de laranja, mostrando o poder do lúpulo e outros condimentos que fazem parte da fórmula desta breja. Realmente o aroma é destaque, trazendo complexidade ímpar. Depois de tantas sensações, ainda é possível sentir um floral intenso em alguns momentos.
Essa mesma característica condimentada, no sabor traduzida como uma picância, é sentida na boca - que acaba se misturando com o amargor. Sente-se também um gosto doce, mas não em exceço. O malte também aparece, em segundo plano, trazendo pão bem suave e uma lembrança de damasco seco (muito pouco).
O álcool aparece, tanto no aroma quanto no sabor, mas muito harmonizado com o conjunto da obra. Esquenta um pouco a boca e a garganta, sem agredir, dando uma ótima sensação para a degustação.
O retrogosto é cítrico e suavemente doce - dulçor esse que desaparece rapidamente, dando alto drinkability a esta breja.
Com certeza a Chimay é mais conhecida pela versão de rótulo azul, porém essa aqui é degustação obrigatória para quem quer desbravar o mundo das cervejas especiais.
Cor dourada clara intensa e creme branco satisfatória. A tripel da Chimay revela-se aromática. Seu aroma é frutado com suaves notas cítricas, malte e açucar queimado. A receita desta trípel previlegia o picante e a carbanatação evidente, deixando a cerveja mais "salgada, "apimentada" com amargor marcante e final seco, revelando um conjunto singular. O álcool se mostra presente, a cerveja perde um pouco em drinkability sem perder a qualidade.
Coloração âmbar turva, com um creme branco persistente e um pouco denso. Notas cítricas e frutadas. Final muito seco e amargo, ao meu ver em excesso, prejudicando o conjunto e a drinkability.
Coloração dourada levemente alaranjada e com leve turbidez. Formação alta de boa persistêcia. O aroma é condimentado e muito frutado (traz claras notas de abacaxi, gengibre, nectarina e talvez apostaria na laranja). O sabor acompanha o aroma, traz uma picância saborosa na boca e é bem frutado, mas também aparece levemente o lúpulo, trazendo uma impressão floral. Muito boa, Bom corpo, um pouco menos que outras tripels provadas, assim como o amargor é um pouco maior.
Cerveja de coloração dourada, leve turbidez. Creme branco, densa, alta formação e alta duração.
Aroma condimentado e frutado trazendo nota de pêssego, banana e laranja. Sabor acompanha o aroma trazendo um leve amargor, médio dulçor e picante. Final picante. Média/alta carbonatação. Corpo médio. Retrogosto frutado.
Muito boa tripel, achei um pouco mais doce que outras que tomei, mas é muito boa. Na versão de 750 ml recebe o nome de Cinq Cents, homenagem aos 500 anos da cidade de Chimay, completados em 1986, mesmo ano do inicio da produção do estilo.
De cor amarelo palha (quase laranja) com reflexos dourados e levemente turvo. Forma uma ampla espuma branca, cremosa e muito persistente que desencadeia um aroma complexo e intenso (malte, levedura, frutas cristalizadas, alguns nuances de ervas finas e delicados notes tostados.
O corpo é absolutamente sólido, oleoso com uma carbonatação média.
Macia e doce na boca, malte, cereais, frutas cristalizadas, notas de mel e casca de pão da levedura.
Um agradável final seco mostrando um delicado amargor do lúpulo que equilibra muito bem sem cancelar o doce do malte.
Retrogosto muito lingo e harmônico que parece "derreter" no paladar.
ótima Tripel que se deixa beber com facilidade com os seus 8% de alcool.
Lindo líquido âmbar e turvo, com creme bege claro, alto, denso e muito duradouro. O aroma é bem frutado, um pouco adocicado, com notas cítricas, condimentadas e um leve herbáceo no fundo. Na boca, um leve dulçor no toque, que dá lugar a notas cítricas e frutadas em seguida. Um amargor pronunciado aparece também, além de acentuado condimentado picante e levemente salgado (esse último mais perceptível nos primeiros goles). Final amargo. Carbonatação alta e corpo macio. Talvez tenha faltado um pouco de potência nas notas frutadas na boca para equilibrar o amargor, que acaba encobrindo um pouquinho o paladar, não correspondendo totalmente ao que se sente no aroma. Fora isso, é uma trapista, e como tal leva um carimbo de excelência que no geral a difere da média.
Líquido âmbar, medianamente turvo. Creme alvo de alta formação, consistência e persistência.
Aroma remete ao frutado/floral e especiarias, além de leveduras. No sabor, o dulçor frutado aparece timidamente à luz dos toques florais/herbáceos e especiarias, e algo de malte, remetendo a mel. O final é seco e amargo intenso, com retrogosto de longa duração. Carbonatação média-alta.
Chimay Triple representa para mim uma Belgian Tripel de ótima drinkability. Os toques florais/herbáceos e especiarias, somados ao amargor final, lembrou-me o frescor potente da Duvel, com os meus padrões de sensações organolépticas e de paladar. Fantástica!
Aroma: Condimentado e cítrico como casca de laranja. Sabor condimentado, cravo e pimenta muito intensos. Apesar do alto ter alcoólico é pouco perceptível. Final seco e um pouco amargo, persistindo por pouco tempo. Uma cor dourada, um pouco turva. Colarinho denso, persistente. Alta carbonatação. Corpo médio-baixo. Muito boa, recomendo!
Dourada, semi-opaca, tem espuma branca bem formada, com belgian lace e partículas suspensas.
O olfato percebe um doce cítrico, típico do estilo, remetendo a laranja e damasco.
O sabor é adocicado leve com cítrico fraco, sendo o amargor mais atuante no fim, com lima e limão, resultando no geral em uma riqueza pouco intensa. O aftertaste lembra cointreau.
O corpo é entre médio e pesado, sendo mais áspero que das irmãs Chimay.
É uma bela breja, mais simples em comparação com suas primas (tripel trapistas), mas tem sua peculiaridade.