Duvel is renowned the world over for its refermentation in the bottle and the bitter aftertaste it draws from the hops. Inspired by an old advertisement for a ‘Hopbier’ by Moortgat, our master brewers took to experimenting with the extra hopping of Duvel.This extra hopped beer was brewed for the first time in 2007 and it sold out in just a few days. The beer met with such enthusiastic reactions and initiatives that the brewery had no choice other than to brew this special beer one more time. No fewer than three high-quality hop varieties are selected to make Tripel Hop, including, of course, the Saaz-Saaz and Styrian Golding used in the classic Duvel, along with Amarillo hops. Dry Hopping Duvel Tripel Hop is the outcome of the technique known as ‘dry hopping’. This technique involves adding the hop heads to the beer at a later stage (than normal). The result: a rich pallet, extra hop flavour and increased bitterness. Saaz-Saaz The hop variety Saaz-Saaz originated from what is now the Czech Republic, where it was first exported as early as the 11th century. Saaz-Saaz belongs to the group of aroma hops and is characterised by a fine, traditional hop flavour with a velvety bitterness. Saaz-Saaz has been used as the basis for Duvel since its earliest beginnings. Styrian GoldingStyrian Golding primarily grows in the Savinja River Valley in Slovenia. This hop variety is also classified as an aroma hop and has a very distinctive yet mild flavour. It is highly prized in English ales and a handful of Belgian specialty beers. Amarillo Amarillo is a relatively young American hop variety. This aroma hop is employed for its aromatic traits and capacity for imparting bitterness to the brew. It has a mild yet highly distinctive flavour which can be described as pleasantly floral with a spicy character. A bet made by Johan "Wanne" Madalijns, chairman of the non-profit organisation ‘Lambikstoempers’, on 25 March 2010 enabled the re-launch of Tripel hop.If 10,000 people became members of the "Wij willen Duvel Tripel Hop" ("We want Duvel Tripel Hop") Facebook group before the end of August, the exclusive beer would be brewed again this year. It took no more than a month to reach the target of 10,000 people.
Cerveja que me foi muito bem recomendada. Dourada, translúcida com um creme branco e abundante, que é quase sinônimo de uma Duvel.O aroma notas cítricas e florais. Um aroma muito característico e marcante. Refrescante, o álcool bem inserido, sendo notado mais no final. Sabor lupulado e condimentado, sensacional. Alta carbonatação e corpo médio. Excelente cerveja.
Há muito queria provar essa Tripel Hop com lúpulo Citra, por isso não hesitei quando vi um pequeno pack da mesma em um bar e convenci a me venderem uma garrafa.
A cor dourada não translucida é surpreendente assim como o aroma marcante do lúpulo, no paladar um equilíbrio fantástico. Nenhuma tentativa de ser IPA, apenas uma Tripel mais lupulada (o que no fim gerou até uma sensação de leveza).
Coloração dourada, levemente turva, espuma branca de ótima formação e duração, como se espera de uma Strong Golden.
No aroma a mudança já aparece, muito agradável, cítrico e picante, limão siciliano, coentro, cominho, algo adocicado, geleia de pimenta.
No sabor uma bomba, leve, saborosa, picante e levemente frutada, o amargor aparece de forma bem evidente, mais amarga que a maioria das BIPA que eu tomei anteriormente, principalmente as versões belgas. Laranja, coentro, algo herbal e verde (grama). O álcool aparece um pouco mas de forma agradável.
No início traz certa refrescancia, porém os 9.5 de álcool começam a aquecer no final. Sensação um pouco crocante pela alta carbonatação.
No geral é uma ótima cerveja, uma das melhores que já tomei do estilo, que é um dos que eu mais gosto. Cerveja para ter sempre na geladeira. Mal posso esperar para uma versão 2013.
Aroma extremamente intenso de lupulo cítrico e piney, com notas de grapefruit, resina/catpee, grama recém cortada, tangerina, etc. Parece muito o aroma de uma IPA e confesso que não consegui sentir as notas de fermento belga. Nenhum grau de oxidação, o que é sensacional.
Aparência clássica com líquido amarelo-dourado, translucido tendendo para o cristalino, com vigorosa carbonatação de finas bolhas. Espuma abundante de 2 dedos, com bolhas medias a grandes nas laterais e persistência longa. Ótimo lacing no vidro.
Sabor novamente dominado por lúpulos porém de forma um pouco menos intensa que no aroma. Começa com notas cítricas e frutadas correndo junto com um fundo de malte e grandes notas de alcool. A carbonatação é tão alta que fica difícil pegar muita mais coisa. Ha um moderado amargor mais pro final do gole que persiste no aftertaste juntamente com o alcool e algumas notas cítricas. Final seco sem açúcar residual como era de se esperar.
Corpo médio a alto com alta carbonatacão que chega a ser agressiva no início do gole. Belo equilibrio entre malte e lupulo, com a balança tendendo para o ultimo e o alcool presente e muito bem inserido.
No geral fiquei positivamente surpreso com o frescor de lupulo dessa cerveja. Realmente ela lembra muito uma DIPA norte americana (pra mim seria dificil diferencia-la como Duvel em uma degustacão as cegas com outras DIPAs) e tem aquele caráter cítrico/piney explosivo , final seco e nuancias/complexidades do alcool. Minha única crítica é a de que a carbonatação ficou um pouco acima do necessário (mas vai saber, as vezes foi isso que a conservou tão bem).
Parabéns Duvel Tripel Hop Citra, a melhor "Double IPA americana" disponível no mercado brasileiro!
De uma cor dourada esplêndida, transparente, espuma branca com bolhas medianas e de media duracao.
No olfato uma explosão de futas brancas e exoticas devido ao dry hopping com cintra (manga, maracuja, melao), ervas finas, temperos devido a levedura belga.
No paladar levemente doce e picante, corposa e bem carbanada, fresca com um corte final seco e prolongado escondendo um perigoso 9,5% de alcool.
Mais uma vez a Duvel fazendo por merecer a sua qualidade e criatividade.
Da safra 2012 com dry-hopping de Citra
No copo, uma Duvel típica. Amarela clara, turva com longo e brilhante creme branco.
Nos aromas s boa novo já nos chega. Além do frutado belga que traz peras e bananas passas, há um excelente frescor lupulado herbáceo e terroso.
No sabor ela se mostra ainda mais balanceada. Destaque para o lúpulo que harmoniza perfeitamente com o teor alcoólico e os esteres frutados do fermento.
Não se trata simplesmente de uma Duvel com mais lúpulo. A estrutura alcançada aqui é impar, nada está fora do lugar.
Versão da arquiclássica Duvel com teor alcoólico levemente mais elevado e com a adição de uma terceira variedade de lúpulo em dry-hopping, além dos tradicionais Saaz e Styrian Golding. Na edição 2012, o norte-americano Citra trouxe à Duvel um delicioso frescor lupulado com notas de mousse de maracujá, lichia, lavanda, hortelã e terroso, ao lado do tradicional apimentado da Duvel. O frutado fresco e elegante da Duvel, lembrando pêras brancas e banana, continua lá, e há um leve toque de pão do malte. Tudo ainda mais fresco do que na Duvel original devido ao brilho do dry-hopping. Na boca, não espere uma Belgian IPA: ela não tem aquela secura intensa de uma IPA, estando mais próxima da sensação mais suave de uma Belgian golden strong ale: o início é um pouco adocicado, logo aparecendo uma refrescante e destacada acidez e conduzindo a um final seco e amargo caracteristicamente "duveliano". O corpo é leve e crocante, com alta carbonatação e com um aquecimento alcoólico delicado, com uma deliciosa sensação vínica. No conjunto, é uma excelente variação da receita original da Duvel. O dry-hopping de Citra acabou resultando em um aroma mais complexo, fresco e delicado, diferente do que estamos acostumados nas pale ales mais pesadamente maltadas. Fico imaginando o que as safras posteriores poderão nos reservar!
Degustei a 2012 Citra. Cor dourada clara, mas turva. Creme branco, se formou bem e durou bastante. O aroma me pareceu incrivelmente equilibrado entre o lúpulo, de um lado, e o cítrico, de outro, com uma combinação legal de abacaxi, maracujá e limão. No sabor, que começa cítrico em geral, logo surgiu um gosto de pera, que perdura. O amargor então aparece deliciosamente e vai até o final, quando surgem também um gosto apimentado, em princípio, e um outro gosto de uva verde, bem mais ao fim. Na minha opinião, um final incrível. A carbonatação é alta, e a cerveja enche a boca! Acho até que, como um todo, essa breja é mais complexa do que eu possa avaliar, e há mais sabores do que eu seja capaz de sentir e avaliar. Um espetáculo de cerveja dessa marca tão renomada.
Da safra 2012 com dry-hopping de Citra. Uma cerveja amarelo palha, bem turva, com uma bela espuma branca, densa e persistente. O aroma tem bastante lúpulo, com muita erva em meio ao abacaxi da fermentação de levedura belga. O sabor apresenta mais o citra, trazendo a arruda característica e o fundo de saaz, bem herbal e picante, inserido sem ser por dry-hopping no conjunto. Tudo isso em meio ao já conhecido sabor tão característico que marca um estilo que é o da Duvel. Impressionante.