Malheur Cuvée Royale est la nouvelle bière brut. La bière est brassée à l'occasion de la 175ième anniversaire du royaume Belge. Malheur Cuvée Royale est une bière blonde de 9% vol.alc. brassée et embouteillée 'à la méthode originale' avec remuage et dégorgement.
Pra mim o que resume esta cerveja é a palavra "leveza".
Muito provavelmente feita com a Malheur 6 como base, esta Brut é super suave e, imagino que pelo processo Champenoise que passa, perde as características mais notórias do fermento que senti na 6 e ganha assim em drinkability.
O perfil da cerveja é bem frutado, uma mistrura de frutas amarelas e cítricas - maçã, abacaxi, lima. Também nota-se guaraná, mais no aroma. O malte aparece pouco, delicado, lembrando mel e, inclusive, hidromel.
Uma breja gostosa, refrescante, charmosa, mas que provavelmente não vale o preço que custa por aqui. Se for para gastar, prefiro ir com as Bruts mais intensas.
Coloração amarela turva, espuma de média formação, persistindo por um bom tempo, deixando suave rendilhado no copo e mantendo um delicado perláge. Aroma de uvas brancas, frutas cítricas (principalmente limão e toranja) e um toque de mel. Sabor cítrico e de uvas, com álcool aparente e um azedo moderado. Final de amargor médio, e azedume que evolui no retrogosto, deixando-o bem seco, lembrando um bom espumante. Bela cerveja.
Tomada para "encerrar os trabalhos de 2012" com a Famila... Pai e Irmao, depois de um ano particularmente dificil... algumas cervejas marcam pela ocasiao e essa ficara para sempre na memoria!!!
A garrafa é super bonita com esse tom de azul no rotulo tradicional!!!
No copo formou boa espuma, de boa duraçao, as bolhas do perlage me acompanharam durante toda a degustaçao. O aspecto é amarelo palha, opaca com as bolhas intermitentes dubindo de maneira aleatoria!
O aroma leva frutad amarelas, abacaxi...tangerina... laranja... dificil descrever. O sabor é leve e delicado, o alcool nao é sentido, ela começa doce depois o citrico domina a boca para terminar seca e levemente amarga no retrogosto!!!
Uma otima cerveja!
Estilo Belgian Specialty Ale, produzida pelo método champenoise e irmã da clássica Malheur Biere Brut.
A coloração é amarela clara, a espuma é volumosa, branca, densa e de longa duração. A perlage é contínua, com bolhas pequeninas.
O aroma é floral e cítrico, talvez maçã verde, e pouco adocicado. Identifiquei leveduras que se depositam na fundo da garrafa.
O sabor se apresenta um pouqinho azedo, cítrico e com álcool pronunciado. A breja tem corpo e carbonatação médias, textura leve, e o retrogosto é seco, amargo e duradouro.
A cerveja fluiu bem, o conjunto é muito bom e, sem dúvida, merece outra degustação!
Se muitos ainda acreditam que temos disponíveis no mercado nacional todas as cervejas produzidas pelo Método Tradicional (ou Champenoise), a Malheur Cuvée Royale prova o contrário. Mesmo já conhecendo dois rótulos da cervejaria produzidos pelo mesmo método, a mais suave ainda não é acessível por aqui. Trata-se de uma cerveja mais leve do que as outras Biére Brut disponíveis no Brasil, pelo menos no que se trata de teor alcoólico. Mesmo não encontrando nada que mencionasse, acredito que tenha base na Malheur 6, Belgian Blond Ale que ainda não chegou ao mercado nacional também.
Vertida na taça, apresentou coloração dourado, em tons mais claros e uma translucidez média. Seu creme se formou facilmente, mostrando cor branca e textura que lembra uma nuvem, persistindo por um bom tempo acima do líquido.
Os aromas mostram as leveduras agindo, com tons frutados em evidência, mostrando uma paleta extensa. Consegui sentir primeiramente maçã, laranja, pêssego e limão. Mais ao fundo ainda um toque de guaraná e tangerina. Ao fundo, um delicado maltado que remete a mel, e como cortesia, um toque floral. A cerveja infelizmente já mostrava alguns traços de oxidação, lembrando ferro.
Maltes trazem uma boa base, e doçura, que contrasta com os aromas cítricos das frutas, contribuindo para a acidez e refrescância da cerveja. O amargor é leve, mas perceptível. Já o álcool é até um pouco desequilibrado, e arrisco a dizer que é mais notável do que as Malheur Biére Brut de 12%. Tem corpo médio e carbonatação frisante, como esperado.
Achei a menos interessante da linha de Biére Brut da Malheur. Peca um pouco pelo desequilíbrio, e já mostrava oxidação, o que também atrapalhou o desempenho da cerveja, que já é delicada por natureza.