Nascida na Bélgica, berço dos melhores mestres cervejeiros, e produzida com ingredientes de primeiríssima qualidade, Stella Artois é uma cerveja super premium, de sabor balanceado e marcante. Resultado de mais de 600 anos de tradição. Histórico A história de Stella Artois começa em uma pequena cervejaria na cidade de Leuven, no interior da Bélgica, há mais de 600 anos, ainda nos tempos medievais. O primeiro registro da cervejaria, então chamada de "Den Hoorn" data de 1366. A qualidade da cerveja produzida na pequena cervejaria ganhou fama e se espalhou pela Bélgica. Em 1425, quando foi fundada a Universidade de Leuven, a cervejaria virou ponto de encontro. Logo os estudantes passaram a trabalhar em pesquisas para aprimorar a produção da cerveja. Até hoje os laboratórios da Universidade de Leuven são usados para garantir a qualidade de muitas cervejas belgas. Em 1717, o Mestre Cervejeiro Sebastian Artois comprou a centenária "Cervejaria Den Hoorn" e mudou seu nome para Cervejaria Artois. A tradição cervejeira passou por gerações até que o sobrenome da família foi eternizado na melhor cerveja da história. Stella Artois nasceu como uma edição especial de Natal. A cerveja era tão brilhante e clara que recebeu o nome de Stella - estrela em latim. O seu sabor marcante conquistou os paladares mais requintados e Stella Artois tornou-se aa cerveja símbolo da Bélgica. Pouca coisa mudou na produção de Stella Artois ao longo dos anos. A paixão em fazer a cerveja continua a mesma. O grande segredo é o uso de ingredientes de primeiríssima qualidade, aliado a um processo de produção exclusivo, resultado da experiência de mais de 600 anos de tradição. Para cada litro de Stella Artois são usados 8 litros de água cuidadosamente tratada. A cevada - que dá origem ao malte que determina o sabor de Stella Artois - é importada e considerada a melhor do mundo. O lúpulo do tipo Saazner vem da República Tcheca e é o mais caro do mercado. Da Bélgica vem a levedura exclusiva de Stella Artois, a mesma usada na receita que impressionou os paladares mais exigentes anos atrás.
Já tomei a Stella Artois muitas vezes, na Europa e aqui no Brasil também.
Essa que eu avalio aqui é produzida em Jaguariuna.
Confesso que já havia provado diversos exemplares que estavam bem ruins, lembrando muito amendoas, pasta de amendoim.
Essa aqui eu resolvi fazer a avaliação porque realmente estava gostosa.
A cerveja é amarela clara e de espuma baixa, como a grande maioria das cervejas lagers do mercado brasileiro. Carbonatação aparente era média.
Aroma suave, sente-se um fundinho de lúpulo bem agradável, misturado com leve dulçor. Tudo bem equilibrado. O sabor confirma a presença de lúpulo acima das tradicionais pilsens brasileiras, deixando um final moderadamente seco. Mesmo assim, o amargor não impera no conjunto: o maior destaque fica mesmo para os sabores de malte, percebidos em um adocicado e levíssimo biscoito.
O retrogosto é sutil e quase não se mantem, mas acredito que seja uma das grandes vantagens, já que não deixa nenhum retrogosto desagradável, também muito comum em outras brejas brasileiras.
Bacaninha pra dar uma variada, mas acredito que o custo/benefício nem sempre compense.
Na pressão, se bem tirada, ganha em visual pelo bom colarinho. Pale lager acima da média do mercado. Creme branco e denso. Interessante e leve aroma de lúpulo e maltes. Carbonatação na medida.
Corrijo uma antiga nota exagerada, fruto do calor da ocasião. Tanto a pressão quanto a garrafa européias me pareceram melhores do que essa versão à venda nos supermercados brasileiros. Mesmo assim, continua sendo uma boa opção, mais lupulada do que a média das lagers disponíveis.
Na Europa, essa cerveja é vendida em qualquer canto na versão "pressão". E tomada em forma de chopp, em Roma, ela teve um ótimo desempenho. Coloração dourada e espuma densa. Embora suaves, malte e lúpulo bem equilibrados. Cerveja leve, agradável e refrescante.
Pilsen belga bem equlibrada no malte, no lúpulo, nas notas adocicadas. Nada de extraordinário para se destacar enquanto pilsen de referência. Boa cerveja.
Coloração dourada, espuma branca de média formação e duração. Cerveja leve, agradável e refrescante. Lúpulo e malte no aroma e no sabor, embora suaves. Melhor que as comerciais nacionais, sem dúvida.
Acima das intermináveis discussões sobre se a versão "brasileira" é ou não diferente da europeia, trata-se de uma boa opção de pale lager (ou seria premium lager?) acessível no mercado.
O creme muito branco é medianamente persistente, encimando o líquido de coloração dourada límpida. No aroma, suaves sugestões de lúpulo floral, além de evidente cereal, com sugestões adocicadas. Na boca, a acidez aparece assertivamente, bem como a alta carbonatação, o que favorece sua refrescância.
Aparência: amarelo palha, creme branco de formação e persistência média, com bolhas pequenas.
Aroma: Biscoito e herbal suave.
Sabor: suave e agradável, lúpulo mais intenso, porém suave. O malte da um leve sabor de biscoito
Há uns 10 anos atrás me correspondia com uma galera punk da Bélgica, que sempre citava a Stella Artois como cerveja predileta. Quando foi lançada a versão brasileira, confesso que fiquei bastante decepcionado. Mas, como no caso da Heineken Keg, a versão importada é muito superior. Essa é a versão "Crafted for Christmas", formato garrafa de champagne, com rolha e relevo, toda estilosa.
Espuma persistente e alta carbonatação; aroma de malte, lúpulo floral/herbal; no paladar, malte, pão, suave lúpulo, amarguinho no retrogosto. Excelente drinkability, dada a refrescância.
Só encontrei essa cerveja no mercado citado... poderia rolar mais versões da Stella por aqui. Excelente custo x benefício. Tomei a fabricada na Argentina, mas pouco diferia da brasileira.
Degustada em dia de muito calor.
Quando despejada no meu Mass Krug, o aroma do lúpulo,muito bom por sinal, logo apareceu, bem evidente, desaparecendo um pouco durante a degustação.
Líquido dourado claro, possui alta carbonatação, que se manteve por um longo período.
Formou uma bela espuma, que se reduziu a uma camada fina, mas me impressionou por ter se mantido até o último gole.
No aroma inicial, como já disse, lúpulo muito evidente, e depois sente-se ainda um pouco de malte e cereais.
Sabor suave, nada de espetacular, com leve lúpulo e malte, e um pouco metálica, mas com boa drinkability.
Talvez a melhor opção para quem não quer gastar muito, mas quer fugir das lager mais fajutas, e saborear algo de melhor qualidade.
Bem refrescante, ótima para dias de muito calor!
Aroma agradável e sabor surpreendente, que lembra as cervejas artesanais, muito refrescante e com creme branco. Excelente para uma cerveja comercial. Deveria ser oferecida em tamanho maior.
Uma premium lager de creme branco pouco persistente que contrasta muito bem com sua coloração dourada clara. No aroma uma leve presença de lúpulo floral e malte na medida certa para criar a refrescância obtida ao degustar essa breja. Gostei do conjunto.
Pra uma lager de fabricação em massa, até que surpreende. Boa na aparência, sabor na media das premiuns e um bom custo benefício. Tem sido minha cerveja no buteco.
Avaliando a versão brasileira. É uma pale lager comercial, considerando isso, está um pouco acima da média. Líquido dourado com formação de um creme alvo. No aroma e no sabor, lúpulo. O retrogosto é levemente lupulado e de pouca duração. Possui boa drinkabiluty. Como escrevi no início, para uma cerveja comercial, está acima da média.
Cerveja que realmente me surpreendeu diante das constantes decepções de brejas nacionais (skol, antártica,etc)que caíram muito de qualidade atualmente.
Tinha como preferida a heineken, mas tive a felicidade de apreciar a stella e notar seu diferencial principalmente no final da degustação, onde não fica o sabor amargo que sentia ao tomar a heineken e que me desagradava, apesar de achá-la uma excelente cerveja para o dia a dia.
A stella é uma cerveja leve e com um bom equilíbrio. Por encontrar essa cerveja por R$ 1,89 no supermercado, acho que está com um ótimo custo/benefício, já que anteriormente não a achava por menos de R$ 2,20.