A Trappistes Rochefort 10 é uma famosa cerveja belga, trapista, produzida pela Abadia de Notre-Dame de St. Remy. Altamente encorpada e complexa, possui coloração acobreada escura e intensidade licorosa e caramelizada, ligeiramente picante e com notas frutadas de ameixa e cacau.
Coloração escura, quase preta, formou uma espuma bege alta, densa e de media duração.
O aroma ja entrega, logo de cara, que o teor alcoólico é elevado. Um toque perfumado, alcoólico, frutado - ameixas, uva passa.
O sabor traz um malte levemente tostado, bem menos do que o esperado para uma breja tão escura. O dulçor impera, porém o amargor esta bem presente e equilibra bem o conjunto, que ainda traz a potência do álcool, principalmente no final do gole., que é predominantemente seco. Traz ainda um toque apimentado e levemente Salgado.
No retrogosto senti como se fosse casca de ameixas frescas. Foram ficando cada vez mais evidentes ao decorrer da degustação, aparecendo bastante junto com a sensação de calor do álcool.
Corpo médio, carbonatacao média.
Breja extremamente complexa, uma das mais tops que conseguimos encontrar com facilidade aqui no Brasil
Marrom, quase turva, de creme abundante. Café, chocolate amargo, ameixa preta e algo de azeitona são perceptíveis no aroma complexo. No sabor há notas de vinho do porto (o picante que amortece a língua) e açúcar mascavo. Álcool acentuado no final longo e doce. Trapista de qualidade superior, embora a número 8 pareça mais equilibrada.
O que falar dessa breja maravilhosa? A aparência é perfeita, tanto na coloração preta quanto no creme inacreditável. No aroma e no sabor, fica até difícil elencar o que dá pra sentir. Nozes, malte, toffee, muitas especiarias, pimenta, orégano, cravo, frutas vermelhas... Extremamente perfumada e encorpada. Final longo e amargo. Imperdível.
Trapista quadrupel de respeito, belga de caráter, cerveja forte, mais rústica e mais lúpulo que a St Bernardus 12, bom aroma, cor escura e boa espuma, como uma quadrupel deve ser. Bom perfume, ótima cerveja. Álcool um pouco mais perceptível, leve adocicado e malte torrado. Cerveja que vem da Abadia impenetrável de Notre dame de Saint Remy na localidade de Rochefort. Também não há degustação nem loja vendendo seus produtos Trapitas próximo da Abadia.
Coloração marrom escura, avermelhada, turva, espuma bege volumosa e de longa duração. Notas de malte torrado, vinho do porto, frutas vermelhas, alcaçuz, chocolate e possivelmente nozes, amêndoa ou avelã. Não é fácil de discernir... Complexa. Encorpada. O álcool é presente no sabor e também no final. Ela preenche a boca, esquentando e se volatilizando. Final loooongo... Leve amargor. Carbonatação média. Ótima cerveja. A Rochefort 8º me agrada mais, pois me parece igualmente completa, só que mais equilibrada.
Uma das melhores cervejas que degustei, a coloração quase preta, a espuma abudante e persistente e aroma alcoolico e remetendo a ameixas e uva passa, sabor adocicado e retrogosto alcoolico e levemente amargo.
liquido escuro com uma espuma bege, alta, aerada e de pouca ducarao.
no aroma é perceptivel a presenca do alcool assim como um frutado/perfumado bem complexo. Presente tambem um caramelo, ou toffee
liquido denso com pouca drinkability. A presença do malte bem equilibrada com o final amargo e alcoolico.
É uma trapista, mas eu esperava mais. Não que não seja excelente, mas das trapistas nós sempre esperamos o máximo. O que acontece é que o álcool desequilibra um pouco o conjunto e atrapalha em algumas percepções. No início é tudo ok, com sua linda cor marrom/rubi opaca, com sedimentos, de creme bege denso que também mostra sedimentos (roxos). O aroma exala frutas, como ameixa e uva, além de chocolate. O álcool aparece também, e não é fraco. No gole, o início é bem gostoso, com chocolate. Há uma transformação gradual para nozes e depois para uvas e ameixas, também gostoso. Mas aí o álcool aparece demais, muito picante e desequilibrado - pelo menos na minha opinião. Há um amargor que dá as caras também, embora o final seja bem alcoólico. Nos goles finais, quando a boca já está amortecida pelo álcool, diminui-se a sensação agressiva do álcool, mas ainda assim acho que há desequilíbrio. O corpo não é tão macio e a boca sofre um pouco com o álcool, mas pelo retrogosto de frutas e pela alternância de aromas na boca não se pode dizer que a sensação seja ruim. Pretendo experimentar a 8 em breve para comparar.
Coloração rubi-arroxeada. Boa formação de espuma e de boa persistência. No aroma, notas leves de torrefação mas muito, muito frutado (ameixas secas, jabuticaba, castanhas, uvas passas, uvas frescas, amoras roxas); Lúpulo discretíssimo talvez para o herbal. No sabor, acompanha o aroma com traços de vinho, lembrando vinho do porto. Corpo levemente aveludado, álcool bem inserido, final longo, persistente e frutado.
Nossa!!! Cerveja simplesmente sensacional, no meu top 5 com certeza.
Aroma e sabor que lembram ameixas, chocolate, especiarias, e na boca o sente-se primeiramente um sabor adocicado de frutas vermelhas, açucar mascavo e chocolate, acompanhado do alcool evidente, e um final longo e forte, com um bom amargor, fazendo dessa cerveja muito encorpada, ótima para dias frios.
O mínimo que dá para descrever, quando falamos desta estupenda cerveja, é sensacional! Logo ao abrir a garrafa, este degustador já sabia com o que depararia. Coloração marrom-escura, viva, aroma muito frutado, figos doces, muito malte, algo de cerejas. Creme marrom espesso,profundo, que permanece. Sabor arredondado, doce , no início, lembrando frutas negras maduras, cassis, algo de avelãs, para um final que vai secando aos poucos, para o delírio de um bom apreciador de cervejas. Clássica.
Esta é a opinião de um humilde degustador.
Talvez eu não esteja ainda preparado para opinar sobre a "hors concur".
E nesta condição vou ser muito sincero.
Posso dizer pouco sobre esta afamada breja.
Cor muito bonita. Marrom avermelhada.
Espuma levemente amarronzada.
No aroma bastante frutada, mas não consegui distinguir muita coisa além de cravo,mamão-papaia e carvalho.
Me lembrou algo como lustar-móveis e bronzeador de cenoura que usavam na década de 80!
Muito perfumada!
No gosto me lembrou a La Trappe Quadrupel.
O álcool (11,3%)você não percebe muito. Mas no retrogosto ele aparece. Mas é bem inserido.
Atenção: tomar três destas é "nana neném"...
Tem corpo alto, encorpada e final longo.
Ainda no gosto aparece algo de amadeirada e o frutado do lúpulo.
O álcool se sente mais no fundo da língua e não afeta a drincabilidade.
Cerveja que lembra ambientes de taverna, pubs ou algo assim.
Fleumática.
Degustada no Empório Biergarten de Ribeirão Preto.
Eu poderia escrever aqui um longo texto descrevendo sua coloração marrom quase preta e sua bela espuma bege de longa duração, todas as notas de seu aroma de chocolate, amêndoas e frutas secas e seu maravilhoso sabor com tons de ameixas secas, uvas passas, vinho do porto, frutas vermelhas, chocolate, amêndoas e nozes, leve torrado de malte e retrogosto excepcional de infinita duração. Poderia dizer que o álcool foi tão bem inserido que os 11,5% não afetam o drinkability, muito bom para uma cerveja tão encorpada.
Poderia escrever muitas e muitas coisas sobre esta pequena maravilha, mas prefiro apenas resumir dizendo que degustar esta cerveja feita numa das mais belas abadias da Bélgica, a Notre-Dame de Saint Remy, é sempre uma experiência gastronômica superior que nos faz, desde a abertura da garrafa até o último gole, sentirmos na própria Bélgica sentados em uma longa mesa junto aos monges que magistralmente a fizeram.
Vale cada centavo investido no alto preço da garrafinha.
Deixo apenas uma nota aos editores do site sobre o estilo dessa breja: ela está classificada como Belgian Dark Strong Ale, correto, já que o BJCP não reconhece o estilo Quadrupel, mas como vocês colocam Quadrupel como estilo específico, sugiro que mudem a classificação desta breja para tal, pois ela é uma Belgian Quadrupel.
Aparência marrom e bastante turva com boa formação de creme marrom-claro bem persistente.
Aromas de torrefação e chocolate.
Sensação perfumada no sabor, acrescida da presença de notas de torrefação, chocolate e frutas pretas. Sente-se o álcool, embora discreto, e a carbonatação intensa.
Excelente.
Cerveja incrível, imperdível. É uma sensação maravilhosa degustar a Trappist Rochefort 10.
Cerveja bastante escura e turva. Espuma beje e bastante duradoura. Aroma bem agradável de malte torrado, caramelo e ameixa, com álcool bem perceptível. O sabor é maravilhoso, o teor alcoólico elevado, faz essa cerveja ser "forte" até para um degustador experiente, mas é tudo muito bem inserido e equilibrado.