Amargor característico da blond belga acompanhado de um estranhamento no paladar. Famosa e muito consumida na costa norte da França tb. Fica longe da Leffe, na versão pressão é mais refrescante mas não perde um retrogosto mal balancedao com álcool sobressaindo a mais da conta.
Uma Blond Ale de abadia bem suave, que mostra um perfil mais comercial, assim como a Leffe, mas que não apresenta metade da complexidade aromática da Blond Ale mais famosa da Bélgica.
Servida na pressão, apresentou uma coloração dourada, levemente alaranjada e pouca translucidez. Seu creme apresentou coloração branca, e uma boa persistência.
No aroma, tons mais cítricos de limão e damasco. Ao fundo um leve condimentado que remete a cravo, couro e baunilha, tudo de maneira muito suave e reta.
A doçura do malte e das frutas mostram-se um pouco relevantes considerando o estilo, deixando em destaque uma acidez refrescante e um leve amargor dos lúpulos. Possui um corpo médio e carbonatação idem, mantendo um bom drinkabillity.
Não é uma cerveja que vá surpreender por ter alta complexidade, mas uma cerveja fácil de ser bebida, mas diferenciando-se bastante das American Lager que dominaram o mundo.
Consumi em um restaurante no aeroporto de Paris, cerveja de coloração dourada com amargor mais intenso do que o normal porém de certa forma interessante.