Refinada cerveja belga no estilo "champagne" de muita qualidade e bom gosto. Suavidade, alta carbonaçâo, sentimos o malte com lúpulos levemente inseridos, lembrando bem uma cerveja apesar do final ser mais champanhar.
Ótima pedida para dias comemorativos quando se busca requinte e cevada.
Diferente e complexa sao palavras que descrevem bem a Deus. Primeiro por ser uma cerveja champaignoise, depois por ter sabores tao inusitados como alecrins e manjericao. O alcool eh perceptivel, mas bem inserido e da um sabor apropriado. Tipica cerveja que pede algumas comidinhas pra acompanhar, caso contrário chega a ser um pouco enjoativa. O jeitao de pizza no sabor e' o que mais me desagradou.
Quatro palavras para definir essa maravilha: LEVEZA, BALANCEAMENTO, COMPLEXIDADE E SOFISTICAÇÃO. No sabor, floral, frutado, o álcool só se sente levemente na garganta. Sparkling, perlage maravilhoso. Fermento, madeira (carvalho), cítrico, erva-doce, vinho branco, manteiga, manjericão, sálvia e alecrim. Precisa dizer mais?
Coloração dourada translúcida. Espuma branca enorme no início, mas não duradoura. Sparkling (carbonatação alta). Levíssima. Notas frutadas, florais, doces e salgadas. Sugestão de pera e damasco. Embora o conjunto seja suave, o álcool é perceptível, "queimando" a garganta ao descer. A leveza da taça (original) é indescritível, acompanhando as características básicas da cerveja. É a cerveja mais leve que já tomei, chegando a surpreender. Ela parece que "limpa" a boca ao ser tomada, com alta adstringência. Talvez seja doce um pouco demais, comprometendo um pouco o sabor, o aroma, a drinkability e, por conseguinte, o conjunto. Chegou até a enjoar um pouco, sendo que tomei "apenas" meia garrafa. Mas não deixa de ser uma cerveja ímpar!
Para comemorar o Natal, nada como uma breja cujo nome interpretado "visualmente" tem tudo a ver com a ocasião. Degustada com amigos na fim da tarde do dia 25.
Após estourar a rolha e colocar na taça (e formar uma boa quantidade de espuma, e que dura bem), vê-se sua coloração dourada clara. Não forma muito lacing.
O aroma vem dominado com diversas ervas, coentro, manjericão, lúpulos florais e gramináceos, amêndoas, uva verde e malte: tudo muito complexo. A rolha retêm o aroma por um bom tempo.
Seu sabor também mostra certa complexidade; após uma impactante carbonatação, seguida do álcool (que não se mostra muito leve), dá pra se sentir notas de malte, fermento, amêndoas, mel, lima, casca de laranja... de forma bem harmoniosa.
Corpo e drinkability médios. Para ser degustada com calma, esperando "baixar" a sensação inicial da carbonatação e do álcool (comuns em champagnoises) para perceber seus componentes. Leve adstringência, com final levemente seco.
É uma breja elegante, ímpar, senão a melhor do estilo. A sensação é bem diferente, totalmente incomum, suas características realmente fazem jus à sua fama. Uma grande experiência, sem dúvida.
De coloração amarela palha, translúcida. Espuma branca, de bolhas pequenas e pouca persistente. Um complexo e diferente aroma, remetendo a alecrim, manjericão e fermento. No sabor, início amargo e final doce, pouco se percebe um malte de cevada ou lúpulo, o que mais se destaca são as ervas especiais como alecrim e manjericão. Corpo muito leve. Carbonatação alta. Álcool na medida, causando uma adistringência na boca.
Uma excelente Belgian Golden Strong Ale, e é impressionante como harmoniza com uma pizza. Experimentem.
Curvée Prestige 2009. O show é logo na entrada com a preção "estourando" a rolha. Bastante efervecente, dourada clara espuma alta de pouca persistencia com bolhas heterogeneas,alta carbonatação. Aroma vinho branco, lúpulo floral, herbal, cítrico e alcool, já que possui 11,5% V/V, bastante complexa. Ao colocar o primeiro gole as papilas gustativas saltam com a efervecencia e desce suavemente com o amanteigado, notas de mel e malte. Final levemente seco e amargo. Uma bela cerveja, muito equilibrada.
Impossível traduzir ou explicar em palavras. Diferente de tudo o que já bebi.
Complexa desde a garrafa (pesquisem mais sobre a sua produção, vale a pena conhecer a história), sua aparência inicial é de um vinho espumante, mas percebe-se que há algo diferente. O aroma é levemente frutado, senti perfume de flor. O sabor é complexo. A cada vez que bebi foi possível identificar diferentes sabores. Como degustei num momento de euforia (virada de 2010 p 2011 numa praia de Imbassaí/BA), quero repetir a dose em um momento mais reservado.
Deus se apresenta com estilo diferenciado de cerveja que conhecemos no Brasil. Ao mesmo tempo que lembra um espumante tem um sabor de cerveja.
Sua coloração gold é marcante, bem como, sua translucidez.
Algo impar que já apreciei.
impreciona!
Vale a pena desfrutar e conferir.
Degustada entre outras belas e caras cervejas no dia de meu aniversário e também para comemorar o nascimento de minha 1ª filha 2 semanas antes. Essa valeu beber com os amigos.
-Aparência: coloração de pilsen, mas um pouco mais pálida, cristalina, o creme intenso branco é mesmo de champanhe, necessitava despejar lentamente devido à grande carbonatação.
-Aroma: bouquet forte e surpreendentemente, mas diferente de uma BGSA onde não se percebe nada do alto teor alcoólico, fantástica. O malte exibe uma doçura intensa combinada com especiarias que eu jamais senti antes, em meio a grande toque cítrico que lembra limonada suíça com uva verde. O lúpulo é bem floral aumentando a complexidade do conjunto.
-Sabor: A doçura se mistura com a crocância destacando uma grande densidade do malte equilibrada com a citricidade do lúpulo e acompanhando o aroma com a mesma intensidade e características.
-Tato: a sensação de crocância faz parte do conjunto combinando com a aparência, aroma e sabor como nenhuma outra cerveja.
Cerveja que vale o custo benefício de ser tomada em datas especiais. Acho que nunca vi ninguém aqui falando sobre o impacto do nome desta cerveja na língua portuguesa, mas acredito que seu alto preço no Brasil é associado ao Deus, nosso “God” explicado desta maneira para um extrangeiro. Claro que o anseio do Brasileiro pela Deus tornou-se maior desta forma e acaba nos influenciando em dar uma atenção maior a esta cerveja mais do que qualquer outra.
Cerveja para comemorar o aniversario do confrade Paulo. Apresentou uma coloração dourado bem claro, como um lambrusco, espuma que se formou a ser colocada na taça mas logo se esvaiu mas pequenas bolhas subiam do liquido o tempo todo. No aroma apresenta notas de ervas finas, me lembrou sálvia e mangericão, notas de vinho branco, e um toque cítrico de lima da pérsia. Na boca ela eh extremamente carbonatada, suave no paladar, notas equilibradas e nada muito extremo. Corpo leve, textura crocante, eh sem duvida um ícone, muito diferente de cervejas comum, ate mesmo de outras do mesmo estilo. Uma experiência que indico a todos.
Há muito tempo esperava por degustar essa lenda. Muito ouvia sobre a cerveja e chegou a hora.
Colocada no flute (comprado especialmente para ela), muita espuma e muito bela no copo. No aroma, lembrou muito um champagne, com um fundo de uva verde e lúpulo. Um sabor muito bom, lembrando uma strong ale misturada a um champagne branco. É realmente impossível ficar indiferente a essa maravilha. Cerveja com gosto de data comemorativa.
Quando comecei a degustar cervejas especiais umas das que mais tinha repercussão na internet era a DeuS, seja pelo seu alto valor, sua qualidade ou por seu método peculiar de produção, que tem sua primeira etapa feita na Bélgica, em seguida, o líquido segue para a cidade de Reims, região de Champagne (França), onde é colocada em garrafas de champanhe e fica repousando nas caves para a segunda fermentação. Enfim chegou o momento de degusta-la graças a um grande amigo que me presenteou com essa maravilha que tem uma produção limitada de 15 mil garrafas por ano.
Sua coloração é dourada bem transparente. Creme branco, boa formação, pouco denso deixa uma camada perene até o último gole. A sua aparência é igual a de um espumante, com as bolinhas da carbonatação subindo deixando-a muito elegante na taça.
O aroma é maravilhoso tem uva verde, coentro, erva-doce, lúpulo, cravo, malte trazendo notas de biscoito tudo muito bem inserido de forma bem intensa, o álcool é perceptível. É difícil descrever o que se sente no aroma pois são muitas coisas diferentes, muito complexo. No sabor o álcool se mostra mais presente que no aroma. O amargor dessa breja é indescritível, bem intenso, paladar cítrico e picante. Alta carbonatação. Final amargo, doce, picante e alcoólico. Retrogosto frutado e com especiarias. Corpo leve.
Que cerveja, intensa no sabor e no aroma, complexa, sofisticada, sem palavras. Aliás ela me lembrou a Tripel Karmeliet que é a cerveja base para a produção da Deus. Legal ressaltar que é a mesma cervejaria que faz essas duas brejas, que é a Bosteels, cervejaria belga familiar que tem mais de 200 anos de funcionamento. O único defeito dela é o preço, porém ela vale cada centavo. Bebi essa breja ouvindo alguns artistas clássicos como Vivaldi e Beethoven, experiência única.