Cerveja elaborada na cidade de Mechelen, Bélgica, desde 1369. Produzida com ingredientes nobres e com lúpulos apenas de origem belga. Possui uma cor dourada, sendo refermentada na garrafa. O colarinho é denso e cremoso. O aroma e o sabor são complexos, sendo levemente adocicados no final. Esta doçura vem dos maltes claros e do alto teor de álcool.
Dourada opaca e turva, mopstrou alta carbonatação aparente e um creme branco, alto e denso, de longa duração. Poderia ter uma coloração mais atraente e por isso perde ponto.
Aroma é cítrico, também de um floral perfumado combinado com toque de levedura, sentido levemente.
O sabor tem uma pegada um pouco picante, auxiliado pela alta carbonatação.
O final é seco e percebe-se finalmente o álcool no calor da garganta.
No retrogosto, pecebemos o quanto o conjunto é equilibrado, marcado pelo amargor do lúpulo, certo cítrico, junto com o dulçor do malte, com um toque mais frutado.
A tripel da Het Anker ! Deliciosa e singular, marcante, ousada. Ainda na garrafa o perfume sobe generosamente cítrico, lembrando tangerina, No copo o aroma harmoniza-se, envolvendo o cítrico com florais, malte, lúpulo. Cor dourada turva levemente escurecida e creme correto, aparência apetitosa. Sabor agradável, entrando mais cítrico e carbonatado, seguido de amargor marcante, o álcool aparece aquecendo notas adocicadas. Final agradável, todos os elementos se encontram de maneira original e diferenciada. Excelente trípel.
Coloração dourada turva, com coisas acontecendo... Carbonatação média/alta. Ótimo creme. Essa ceva tem um gosto ímpar, que pra mim se deve às notas de mel e laranja.
Bela apresentação da garrafa, com rolha, que por si só ja chama atenção principalmente aos leigos. Ao abrir, um agradável estouro, digno de um belo espumante, ao derramá-la na taça, formou um creme denso, bege, de bolhas médias muito consistente que deixou marcas na taça. Coloração âmbar, levemente turva. Aroma frutado, lembrando pêssego e um fundinho de abacaxi. Sabor com entrada levemente doce, copo leve, álcool perceptivel, mas muito bem inserido, amargor sutil e agradável. Essa é uma belga de respeito, com todas as caracteristicas do estilo, mas muito equiibrada, balanceando complexidade de sabores com leveza. Excelente!
Líquido dourado e translúcido. Creme alvo de alta formação, consistência e persistência.
No aroma, notas cítricas frutadas, pareceu-me laranja, e toques florais de lúpulo. No sabor, explosão de frutas cítricas, mel, e notas herbáceas de lúpulo. O final e retrogosto traz um amargor sutil de longa duração. Alta carbonatação.
Gouden Carolus Tripel representa uma Belgian Tripel única, deve ser degustada.
Na aparência a breja tem uma coloração dourada turva e um creme com boa formação e persistência mediana;
No aroma a presença marcante é de mel e cítrico;
No sabor um leve adocicado no começo com o final mais forte por conta da presença marcante do álcool.
Uma ceveja que agradou do começo ao fim. Cor dourada e turva com um creme denso e de ótima formação e duração. O aroma e floral , muito agradável. O sabor e picante com um final seco e adocicado. Excelente tripel.
Acho que tive azar e peguei um exemplar que estava comprometido, pois praticamente não formou creme, e pelas demais avaliações todos falam em creme denso e bem formado.
Por outro lado, a não ser pelo creme, não percebi nenhum off-flavour (talvez tenha sofrido algum choque, pois percebi apenas uma baixissima carbontação).
Coloração ambar, levemente turva, creme razo quase não formado, mas de bolhas bem pequenas e denso. aroma frutado (citrico) e alcoólico, mel, frutas secas. Sabor idem, com notas de nozes também facilmente perceptíveis. Mesmo comprometida gostei muito e com certeza vou voltar a prová-la para ter certeza, pois acho que a sensação será melhor ainda. Sem contar que o preço foi super em conta!