AMbar claro, brilhante. Espuma de boa formação e persistência. No aroma temos mel, frutas amarelas e álcool. Corpo médio, adocicada e alcoólica. Amargor muito baixo. É uma cerveja para beber com calama e dividindo e sem dar muita atenção. Ela é direta e sua complexidade é baixa. Não vale muito a pena pelo preço.
Cerveja dos laranjas (refà cor da sel. Holandesa),
de cervejaria bem antiga (1671).
Levemente clara com espuma persistente.
Sabor frutado, doce (provavelmente por causa do alcool
elevado, apesar de quase imperceptivel)
e que nao me agrada em demasia (o adocicado de cervejas).
Apesar do adocicado, é uma boa experiência.
Cerveja encorpada, lembra uma viena lager. Coloração dourado intenso, pouca espuma/carbonatação. Aroma e sabores adocicados de malte. Lúpulos imperceptíveis, idem para o álcool, apesar de elevado a 8,5%. Recomendada, sem dúvida uma breja europeia.
Cor dourada. Fez dois dedos de espuma com baixa duração, mas deixou traços no copo.
Aroma de álcool, malte e açucar.
Sabor muito doce, predominantemente maltada com toques de brandy. Retrogosto seco com notas de lúpulos terrosos.
Corpo média com baixa carbonatação, ácool é menos presente que indicado por seu aroma.
Não é ruim considerando seu estilo, mas não é o meu favorito, e eu a achei um pouco desenquilibrada no dulçor. Por acaso, não sei porque a classificaram como uma ale.
Coloração dourado intenso. Creme bege formou bem, persistiu pouco. No aroma não muito intenso desprendeu malte, suave. No sabor se revelou maltada, doce, com o álcool potente e perceptível ao primeiro gole. Complexidade típica das extra strong presente e drinkability não muito alta. Lúpulo perceptível no retrogosto que se revela marcante, maltado, embora não surpreendente. A inserção alcoólica se revela, no decorrer da degustação, bem executada, sem se tornar excessiva. Aftertaste com predominância do adocicado maltado, embora equilibrado. Cumpre bem as características de uma extra strong, sem surpreender no entanto.
Coloração alaranjada levemente turva, com creme branco de curta duração. No aroma, adocicado e leve frutado. O sabor segue o aroma. Álcool um pouco desequilibrado. Apenas razoável.
De coloração âmbar (SRM ~7), translúcida. Espuma branca, densa e relativamente persistente. Bom aroma rementendo a caramelo e guaraná. No sabor, início e final doces, trazendo notas de malte de cevada e caramelo, no retrogosto um leve amargor revela um tímido lúpulo. Álcool bem inserido apesar dos 8.5%. Carbonatação baixa. Corpo médio.
Uma Belgian Golden Strong Ale regular, poderia ter mais sabor, lúpulo e carbonatação.
Cerveja de líquido âmbar translúcido, com creme branco de boas formação e persistência, com densidade média. Bolhas grandes. Deixa marcas nas bordas do copo. Carbonatação não muito alta, apesar de manter o 'fizz' o tempo todo.
No aroma, nota-se pão, um certo dulçor que parece de frutas cristalizadas, caramelo industrial e, ainda que não tão escancarado quanto se espera, o álcool. Há ainda tutti-frutti e chiclete. É possível sentir a torrefação também. De ruim aqui, só quando a cerveja esquenta e libera algo parecido com vinhaça, mas bem suave, quase sem prejuízo.
O sabor é um pouco menos equilibrado que o aroma, porque traz uma dose extra daquele dulçor, que 'amarra' um pouco a boca, não favorecendo a drinkability. Desequilíbrio de malte e lúpulo. Praticamente nada do álcool ao contato direto, sendo notado apenas no retrogosto.
Final amargo muito curto. Sente-se um pouco daquele efeito 'agulha' da carbonatação, mas na medida certa. Cerveja quente, nem um pouco refrescante. Os 8.5% ABV continuam bem inseridos e relativamente pouco notados.
O maior pecado dessa cerveja é ser aguada. Pra uma oito ponto cinco, eu esperava um pouco mais de consistência e licorosidade.
Como dito, drinkability fraca. Bom custo-benefício.
Eu gostei dessa cerveja, mas dificilmente tomaria duas em seguida.
Recomendo pela experiência do estilo!
Coloração acobreada e espuma de média formação e resistência. A linda apresentação da lata e seus 8,5%ABV bem destacados antecipam muito malte, cereal e frutas em calda. O dulçor inicial e a carbonatação na medida dão lugar a um final quente de álcool, seguido de um amargor seco e ligeiro. Particularmente, achei a versão de 12%ABV mais equilibrada e, portanto, menos agressiva, embora tenha tomado várias cervejas menos alcoólicas, mas muito mais pegajosas.