Qualidade trapista de uma Dark Strong Ale de primeira ! Equilibradíssima e generosamente lupulada (mais que a ABT 12), a cerveja alcança seu ideal evitando extravagância, talvez a mais consumida pelos monges da Abadia?
A versão Extra 8 da Westvleteren se apresenta refinada e sugestiva, de ótimo corpo e cor escura bem acompanhada de saborosa espuma, boa carbonação, sabor levemente frutado e adocicado e de final exato, sugerindo notas de florais ou frutas com lúpulo bem amarrado na sensação alcólica. Mais um produto trapista de exceção produzido pela Abadia de St Sixtus, exemplo de qualidade e competência.
Coloração escura, avermelhada, com creme bege não volumoso, mas que deixa uma fina camada perene. Álcool presente, mas suave, bem balanceado. Idem quanto ao amargor. Complexa, encorpada, mas suave. Equilibrada. Carbonatação média/alta. Notas levemente frutadas, suavemente doces. Possivelmente frutas vermelhas. Excelente cerveja.
In de Vrede, Westvleteren, Belgium. Indescritível! frutada, mas sem nenhum azedo, malte, cravo, especiarias, nozes, floral discreto, madeira, frutas vermelhas, cereja, maravilhosa! Pra mim, perfeita em equilíbrio entre o álcool discreto e a verdadeira festa de sabores. Não há nada a pôr nem a tirar, desde a carbonatação média, o final longo e doce e o corpo médio. EXTREMAMENTE complexa. Pra mim, perfeita.
É muito difícil de descrever a sensação de estar do lado de uma figura mítica. Afinal, como descrever a sensação de estar em Bruges, provando alguma cerveja do mosteiro que tem em seu portfólio nada mais nada menos do que a melhor cerveja do mundo? Talvez a Westvleteren 8 tenha me surpreendido mais do que a própria ABT 12, provavelmente pela falta de expectativas. Traz todos os elementos principais de uma ótima Belgian Dark Strong Ale, desde características mais frutadas até condimentadas.
Mostrou coloração avermelhada, quase chegando ao marrom, com pouquíssima translucidez. Seu creme, bege claro, se formou em abundância, mostrando boa persistência e textura cremosa, marcando as laterais da taça, com uma bela renda.
Traz altíssima complexidade aromática, difícil de "pegar" tudo o que a cerveja tem a oferecer. Os aromas frutados me pareceram bem evidentes, trazendo principalmente frutas escuras e frutas vermelhas, como ameixa, morango, cereja, uvas e banana passa. As leveduras da abadia de St. Sixtus ainda traz aromas condimentados de canela, fazendo boa parceria com os lúpulos de caráter mais rústicos, que trazem aromas terrosos e herbais. Como plano de fundo, uma riqueza profunda dos maltes, que trazem bastante de mel caramelo, chocolate e xarope. Simplesmente perfeito. Um dos aromas mais fantásticos que já senti na vida.
Destacam-se no paladar, as notas de licor de frutas escuras, preenchendo a boca, e mostrando boa interação dos maltes com os esteres frutados. Essa marcante doçura, não se torna enjoativa graças a um fino amargor, que é coadjuvante, mas mostra-se extremamente assertivo para que os aromas frutados solem com brilho. O lúpulo ainda traz notas picantes de pimenta do reino e os maltes também trazem um pouco de amargor, lembrando cacau. O único escorregão da cerveja foi o álcool, mostrou-se mais evidente do que eu gostaria. Possui uma textura extremamente densa e licorosa, com alta carbonatação, típica das Dark Strong Ale. No retrogosto, o amargor se destaca, tanto dos lúpulos quanto dos maltes torrados, mesclando-se a um leve residual frutado.
De fato, uma cerveja para ser bebidas de joelhos e uma das harmonizações mais interessantes que provei nos últimos tempo. Me foi servido com um prato que dizia ser uma das especialidades da cidade: carne de coelho, servido com molho de ameixas. Toda a experiência me faz lembrar com muito carinho desta mística cerveja.
Coloração marrom escuro, líquido altamente turvo, média formação de um denso e persistente creme bege escuro; daqueles que deixam os esperados belgian laces na taça. O aroma é recheado de notas de vinho do porto, tanino, frutas vermelhas, caramelo, alguma acidez, lácticas, floral e ao fundo, uma leve percepção alcoólica. O paladar segue de perto o tanino apresentado no aroma, o frutado, alto terroso, fenólico, láctico e um interessante amargor herbal no final. Cerveja de corpo e drinkability médios. Retrogosto levemente alcoólico. Sem dúvidas uma das mais complexas e melhores dubbel que já experimentei. Recomendo a experiência!!!
Em minha primeira compra no Cracked Kettle consegui esta raridade. Degustada com o amigo Zé Márcio, no bar Dona Sarah em Cachoeira Paulista, comemorando minha ducentésima avaliação.
Marrom escura, turva, com médias formação e duração de uma espuma bem cremosa. A sua complexidade já começa pelo aroma, um malte bem presente com leve torrado, notas de passas, ameixa. Seu sabor, além de complexo, com notas amadeiradas, um torrado na medida, notas de ameixa, passas, cravo e um leve dulçor remetido a chocolate amargo, também possui grandes peculiaridades, como uma incrível textura e suas notas cítricas que são presentes mas equilibradas. Álcool perfeitamente inserido. Final levemente amargo.
Uma trapista incrível, que merece seu lugar, quem tiver a oportunidade não hesite!
Coloração marrom escura turva, com creme bege de longa duração. Aroma complexo, frutas vermelhas, uva passa, malte torrado e cítrico. Álcool bem inserido no conjunto. Muito boa, mas na minha opinião está bem atrás da Abt 12, essa sim praticamente perfeita.
Preciso muito caminhar pelo universo das cervejas pra poder escrever como foi a experiência de hoje (25/04/2011) Tripel de Garre e Westvleteren 8 no mesmo dia. Ao chegar no In De Vrede (ainda bem que meu GPS tem bons mapas) fui logo me sentando, e em poucos segundos já fui atendido. Quando chegou, linda (rendeu algumas fotos), sabor levemente frutado e amadeirado e um final fabuloso. Não pude provar a 12 (comprei 2 garrafas pra depois) nem a blond pois estava sozinho e tinha que dirigir 600km de volta pra casa. Quero voltar lá com tempo e companhia pra dirigir.
Cor marrom escuro com reflexos avermelhados.Média turbidez.
Espuma bege de média densidade,boa formação e duração.
Aroma de malte,caramelo,toques frutados e fenólicos,panetone,baunilha,passas ao rum,a meixas e álcool.Ótima complexidade.
No paladar malte levemente torrado,caramelo,rum e ameixas.Textura aveludada com final amargo e presença do álcool,que é bem inserido.
Cerveja complexa e maravilhosa,uma das melhores trapistas.
Degustada a 9,5 graus de temperatura. Validade 03/2011.
Essa rara trapista realmente beira a perfeição e é sem dúvida uma referência.
Sua coloração é marrom turva e seu creme bege tem média formação e boa duração.
Seu aroma contém notas de malte caramelo torrado, frutas secas, ameixa e frutas
vermelhas. O resultado harmonioso do aroma se repete no sabor, que apresenta
tudo observado no aroma mais notas de chocolate amargo. Sem dúvida seu sabor
é complexo e muito equilibrado entre o amargor e o adocicado. Álcool bem
inserido e corpo mediano completam este excelente conjunto que faz jus a esse
mito das Westveleteren. Degustação obrigatória para quem tiver a oportunidade.
Destaque: Degustada na ilustre presença do confrade Marcussi.
Comemorando minha avaliação Nro. 250.
Coloração bem escura. Espuma não tão abundante, mas densa e persistente.
Aroma pouco pronunciado, malte torrado, levemente lupulado, leve frutado de ameixas, e um toque cítrico.
Sabor complexo numa mistura de café, leve achocolatado, frutas vermelhas e uva passa, lúpulo levemente perceptível.
Retrogosto amargo, leve sensação de açucar residual na boca e levemente alcoolico.