No século XVIII a Corte Imperial da Rússia em viagem a Londres experimentou as Stouts produzidas localmente. Gostaram e pediram que barris daquela cerveja fossem enviados em quantidade suficiente para satisfazer a corte. Porém, com a longa viagem pelo mar Báltico, a cerveja não chegava em condições de ser consumida. Para resolver o problema os cervejeiros desenvolveram uma stout robusta e alcoólica o suficiente para suportar a viagem, preservando a cerveja e impedindo que ela se congelasse, esse tipo de stout foi batizada de Russian Imperial Stout, ou simplesmente Imperial Stout. Para satisfazer os paladares mais exigentes, a Bierland Imperial Stout é uma cerveja rica, complexa e com sabor acentuado. Tem como característica sabores do malte escuro que pode variar de chocolate até notas de torrefação. Ela tem um perfil levemente frutado, incluindo frutas escuras, como uva passa e ameixa. O álcool, quase despercebido, traz breve aquecimento ao paladar. A harmonização passa por carnes vermelhas, carnes de aves e acompanha bem sobremesas a base de chocolate.
Preta e turva. Creme castanho, médio e duradouro. No aroma, fermento, café, malte torrado, floral (lúpulo). O sabor é tostado e defumado, com final seco.
Coloração preta, espuma bege densa, volumosa e duradoura, numa bela apresentação. Notas de malte torrado, café, lúpulo, chocolate amargo, baunilha e fermento. Aroma que exala bastante. No sabor, sente-se um certo salgado. Médio amargor. Conjunto encorpado e harmônico. Embora com uma gradação alcoólica inferior ao limite mínimo do BJCP, ela, ao meu ver, representa bem o estilo. Grande obra da Bierland!
Preta, creme bonito e denso.
Aroma de malte torrado, café, e frutas em compota.
Sabor de mais malte torrado, café, toffe, frutas em compota e lúpulo.
Boa cerveja, como todas as Bierland, tem um bom custo benefício, pelo menos aqui em SC.
Aparência: Negra, opaca. Espuma bege densa de boas formação e duração.
Aroma: Bela interação entre o Malte tostado e o lúpulo, notas bem integradas e interagindo em fina sintonia.
Sabor: No início do gole surge o tostado do malte, bem café mesmo... na segunda etapa do gole surge com boa presença o lúpulo, sem agredir o paladar.
Retrogosto é notoriamente amargo, mas é um bom amargor, implora outro gole.
Aparência muito bonita!! Muito negra, com creme bege denso de ótima formação e duração.
Aroma é intenso e delicioso! Cheiro de lúpulo herbáceo (maracujá, refrescante mas também frutado). O malte torrado também aparece de forma intensa junto com caramelo, toffee e açúcar mascavo.
O sabor potente traz o malte torrado e o lúpulo remetendo a maracujá. O sabor de maracujá é intenso. Senti dulçor de caramelo e açucar mascavo, tão adocicado que combate muito bem o amargor do malte torrado e equilibra tudo (talvez até se sobressai).
Carbonatação média baixa. O retrogosto longo acompanha o sabor, mas fica um pouquinho mais amargo, deixando a sensação muito gostosa.
Excelente cerveja!!! Forte, intensa, com um dulçor impressionante e com álcool muito bem inserido. Tomarei mais vezes.
Cerveja forte e de sabor marcante.
Dentre as que degustei da cervejaria Bierland eh a mais marcante.
O imperador russo em visita a Inglaterra tinha razão, este estilo, quando bem feito como esta Bierland, eh muito bom.
É uma stout leve, sem muito corpo, nem muito álcool, mas bastante agradável.
Cor bem escura, com espuma cremosa de média duração.
Aroma torrado e toffe, com pouco lúpulo.
Sabor torrado, bem maltado e equilibrado. Não muito amargo.
Imperial Stout suave, principalmente para que está acostumado com as milhares de americanas mais famosas. A da Bierland traz um perfil bem mais leve, inspirada nas inglesas, trazendo uma lupulagem um pouco mais evidente, que normalmente é escondido pelo potente aroma dos maltes torrados ou de longa maturação em barris de carvalho.
Apresentou coloração marrom escuro, com pouca translucidez. Já seu creme, era marrom em tons mais claros, que se forma em boa proporção, mas não mostra duração das mais longas.
O paladar traz um toque de malte, não tão torrado, lembrando amendoim e xarope. A esterificação mostra-se bem evidente, lembrando banana passa e ameixas. Os lúpulos estão lá, com aromas mais rústicos e herbais. Infelizmente, o aroma é poluído por aromas mais químicos, que remetem a sabão de barra, esmalte e álcool.
Na boca tem a doçura destacada dos maltes, que são evidentes durante quase todo o gole, lembrando xarope e finalizando com um amargor medicinal, além dos torrados característicos do estilo, e herbal, cortesia dos lúpulos. Este amargor permanece por um bom tempo na boca, mesclando-se a um retrogosto sutilmente frutado. Tem corpo médio e uma boa carbonatação.
Não que seja das minhas Imperial Stout favoritas, mas traz um custo-benefício excelente. Para quem quer começar a conhecer Stouts mais extremas, tá aí uma boa, já que não temos a clássica da Samuel Smith.
Cerveja de coloração preta com espuma negra, formação de boa cremosidade porém não durou muito ficando no final um liquido um pouco feio. Aroma que destaca, malte torrado, toffe, um pouco de floral do malte. Sabor com grande predominância de café e caramelo, se revezando. Alta carga do lúpulo, com final seco. Achei um pouco demais o caramelo no sabor, enjoa. Boa breja.
Boa cerveja. Com uma espuma entre pequena e média, meio espumosa, bege escura e um tanto fugaz e sem laço. Clara e calma, levemente borbulhante. Coloração preta. Aroma agradável e com certa complexidade, com malte intenso, ares tostados, torrados, meio chocolate amargo, meio café, leve palha e leve amêndoas. Lúpulo leve, leve resina. Levedura entre leve e média, traços de couro. Álcool entre leve e médio. Ares leves de frutas secas, leve baunilha, leve metal, leve licor, traços de vinho do porto e de cereja. Sabor agradável, de longa duração e com certa complexidade seguindo o aroma sem presença de lúpulo e com menor presença de álcool ficando em harmonia. Doçura e azedo bem leves e um amargor moderado. Corpo entre médio e intenso, textura cremosa, carbonatação entre leve e média e um final amargo e bem duradouro.
Destaques para as notas complexas do aroma e do sabor.
Cheers!
Boa cerveja da Bierland, belo trabalho do mestre Dimer. Equilibrada, gostosa e forte.
Preta como uma noite sem estrelas, creme fino porém persistente. Aroma de torrefação, e algum café e caramelo. No paladar, malte tostado, café e a presença do açúcar mascavo, também na permanência. Interessante a presença do álcool, bem inserida e não comprometendo a harmonia.