Interessantíssima representante nacional do subgênero nascido nos EUA e que hoje se espalha até pela Europa (vide a Schneider Meine Hopfenweisse).
A coloração é dourada-acobreada, e o líquido é translúcido, sem turbidez, dentro do subestilo "cristallklarr". O creme é alvo, muito denso persistente e consistente.
No rico aroma, em primeiro plano destaca-se o frutado do lúpulo da varietal amarillo, com o qual fez-se o dry-hopping. Há também toques importantes de banana e maçãs verdes. O sabor acompanha bem o aroma, trazendo ainda média e agradável acidez. Muito refrescante.
Invista!
Detalhes
Degustada em
25/Junho/2011
Envasamento
Pressão
Onde comprou
IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais - Florianópolis
Muito boa! Apesar do preço (na minha opinião um pouco exagerado, se comparado ao que outros camaradas pagaram). Uma weiss que foge do estilo clássico. Coloração dourada, sem turbidez (um pouco de sedimentos no fundo da garrafa, mas que não deixaram o líquido turvo). Creme branco de boa formação e duração. Aroma marcante de lúpulo, muito bom. No sabor idem. Final levemente adocicado. Valeu a pena!
Cerveja com coloração dourada e translúcida com creme médio com baixa duração.
Aroma de frutas, mas não lembra as tradicional weiss, ótima drinkability.
Cerveja impressionante, coloração dourada escura e ótima espuma.
O aroma se apresenta com boas doses de lúpulo, e o que realmente caracteriza esta cerveja: ótimas quantidades de frutas. No paladar segue levemente adocicado, acompanhando o frutado sentido no aroma, no final um toque sutil de amargor.
Já conhecia a fama da cervejaria, após esta breja espero ter a oportunidade de provar outras.
Cerveja boa, comprova a competencia da bodebrown. Refrescante, equilibradamente lupulada com notas citricas no sabor e aroma. Cerveja para se tomar um caminhao inteiro
Coloração dourado escuro (mais escura que as tradicionais kristallklar). Minha garrafa apresentou um creme de pouca formação e duração (uma pena). Aroma com notas adocicadas e ligeiramente frutado. O Sabor segue o aroma. Na minha opinião faltou corpo. Vou beber outra garrafa para chegar em uma melhor conclusão.
Amarela turva, levemente alaranjada com creme baixo.
Aromas fantásticos! Mistura interessante entre o frutado de uma Weiss e o cítrico do lúpulo. Álcool perceptível, mas bem inserido.
Sabor refrescante. Cravo, panificação e banana, com um final amargo muito bom!
De coloração dourada e creme generoso essa cerveja é uma delicia.
Leve ao contrario da muitas weiss que conheço da pra tomar garrafas e garrafas dela.
Refrescante com amora e gosto de amarilo. Lupulo leve e retrogosto adocicado.
Show, principalmente para pessoas que como eu, não são fãs do estilo. Essa eu tenho que dar meu braço a torçer, vale a pena ter na geladeira
Minha nossa, uma deliciosa cerveja weisse, com aquele toque do dry hop, um sabor delicioso de Maracujá, amarillo presente em grande quantidade, uma cerveja maravilhosa que dá um astral em tomar e não se cansa. Boa de beber no calor, encher o copo weisse e degustar cada gole desta delícia.
Bem frutada, retrogosto de maracujá, um amargo doce de final, e quanto mais ela baixa de nível no copo melhor fica seu gosto e degustação. Carbonatação boa, não excessiva como na maioria das Weisses, coisa típica de cervejas filtradas, ela não tem turbidez é uma cerveja clara e diferente. Drinkabillity alto e um rótulo psicodélico que ajuda no imaginário dos sabores. Cítricos, uma leve lembrança do limão, lembrou-me muito a delicadeza da Hoegaarden, mas com uma sutileza única das cervejas da BodeBrown.
Mais uma incrível invenção do cientista maluco Samuel Crhistophe Cavalcanti Cabral.
Dica: Tome ela no verãozão bem gelada, ela dá astral é uma cerveja com astral!
Não espere uma legítima weissbier bávara. Passa longe. Essa breja tem mesmo, é um pé na Bélgica.
Coloração dourada escura e profunda. O creme forma bem, mas não dura tanto. Aroma típico de leveduras belgas: frutadas, maltadas e complexas. Incrível! Sabor maltado e frutado, com adstringência leve e pegada suave de lúpulo no fim de boca. Suavemente encorpada e pouco carbonatada.
Lembra uma Belgian Blond Ale. Surpreendeu positivamente pela junção de escolas: enredo de weiss bávara, garrafa de ale inglesa e conteúdo típicamente belga. Ah... e fabricada no Brasil. Boa!
Bem, essa breja não tem muito cara de weiss... é bem translúcida. A coloração é um dourado escuro, quase uma pale ale. Formou espuma média, de topo cremoso, com média duração. O aroma vai mais ao cítrico (frutas amarelas) que banana (apesar de ser amarela também). Não apresenta cravo, mas há um leve lúpulo herbal.
O sabor também pouco se remete a uma weiss, seguindo mais o cítrico como o aroma, um levíssimo dulçor (talvez mel) e um amargor agradavelmente sutil.
O corpo é leve, tem carbonatação média e ótima drinkability!
Apesar de não ter muitas características das tradicionais de trigo, gostei muito dessa dry-hopped weiss!