A DaDo Bier Ilex é a primeira cerveja brasileira produzida com erva-mate. Elaborada com Ilex paraguaiensis (erva-mate), lúpulo, água mineral e um blend de maltes importados especialmente selecionados. Uma cerveja genuína e diferenciada, de coloração esverdeada, baixa fermentação e alto teor alcóolico (7% vol.).
Bela surpresa! A coloração é marrom-clara um tanto "esverdeada", e o creme é pouco denso e consistente. Mas o estranhamento inicial logo vai embora no aroma, muito herbal. No sabor, as surpresas continuam, com a forte presença da erva-mate, exatamente a proposta dessa breja. Muito refrescante no final levemente amargo. Bela cerveja, perfeitamente inserida no estilo.
Aparência amarela e turva com creme de tamanho médio e média duração. A presença da erva-mate no aroma e no sabor está bem inserida, sem excessos. Agradou.
Líquido amarelo claro palha, levemente turvo. Essa turbidez provavelmente gerada pela Erva Mate. Creme bem branco, bem formado, com ótima altura, média consistência e boa duração. Não deixou marcas no copo.
Aromas muito leves com presença de fermento, biscoito e um quase sumido malte. Nada de presença de lúpulo nem algo que lembre o MATE. Na medida em que foi esquentando os aromas foram melhorando mas apenas reforçando o já descrito.
No sabor predominou o malte. Ela pareceu levemente adocicada mas, quem conhece o gosto do MATE consegue percebê-lo bem de leve. Mas ele está lá. Também o álcool apareceu destacado apesar dos 5% informados no rótulo. O retrogosto é curto e maltado.
É uma cerveja leve, refrescante com média carbonatação e fácil de beber. Esperava um pouco mais de amargor e também mais aromas.
Essa Ilex exibe um visual sem grande impacto. Sua coloração consiste em um dourado bem ralo, fraquinho. É uma cerveja límpida, translúcida e bem efervescente. Formou uma média camada de creme claro e macio, que assentou rapidamente, sem deixar lacing nas laterais.
O aroma é curioso. Percebem-se uma firme base maltada e uma fortíssima carga de ervas/mate, encobrindo qualquer sensação lupulada. Além do já citado mate, traz notas adocicadas de mel, flor de laranjeira, pão branco, cereal. Limitada complexidade, mas muitíssimo interessante. Traz um pouquinho de off-flavors (oxidação e metalizado), o que era esperado para o estilo.
Na boca, os sabores são cítricos e adocicados/maltados (um pouquinho de mel e laranja), porém com um intenso mate ao final do gole. Há sensível presença de metalizado. O retrogosto é simples, suave e refrescante, com tendência ainda cítrica/azedinha, de erva-mate e algo de pão/cereal. O corpo desse rótulo é bastante leve, até um pouco ralo. A carbonatação é média/fraca, com boa crocância. Álcool totalmente discreto e imperceptível. Boa drinkability, sendo bastante refrescante, embora falte amargor para contrabalancear o mate e a citricidade, que enjoam um pouco.
Essa Ilex me pareceu fraca em termos de Lager, se destacando realmente pela boa inserção do mate como adjunto. O resultado foi uma cerveja sem muita harmonia, faltando amargor lupulado e tendo um azedume acima do normal. É preciso citar o malte bem saboroso mas que, ainda assim, não consegue compensar os pontos falhos. É um rótulo interessante, inusitado, mas não a escolheria com Session Beer.
Cerveja amarelo palha, levemente turva, espuma fina e consistente, carbonatação de média para alta. Aroma maltado, herbal, levemente cítrico, além da presença do mate. Sabor peculiar, maltado, com amargor médio e o mate conferindo refrescância ao conjunto. Retrogosto leve e remetendo ao mate. O mate, do tipo usado no tereré, não o torrado, foi uma grande sacada e harmonizou perfeitamente com o conjunto.
Coloração amarelo palha puxado um pouco para o verde, líquido levemente turvo, média formação de creme branco de média duração e razoavelmente denso. O aroma traz notas essencialmente maltadas, contudo, há a esperada erva-mate, leve frutado, floral e um tímido herbal ao fundo. O paladar acompanha o caráter maltado apresentado no aroma e também entrega o mate como carro chefe da cerveja. O amargor do lúpulo passa praticamente desapercebido. Cerveja de corpo médio, carbonatação média, refrescante e de média drinkability. Recomendo a experiência!
Boa cerveja. Com uma espuma grande, cremosa, algumas bolhas, branca, um tanto duradoura quase chegando ao final e com um laço justo. Líquido com coloração amarela, nublada e borbulhante. Aroma leve, com malte entre leve e médio, ares de pão e cereais, lúpulo leve, meio floral e meio ervas, levedura leve, traços de maçã e traços de erva mate. Sabor bem leve, de duração entre curta e média, com traços doces e amargor entre leve e moderado. Segue o aroma, tendendo para o malte e traços de erva mate, mais leves ainda. Corpo entre leve e médio, textura aguada, carbonatação entre vívida e média, final meio duradouro, levemente amargo e pouco seco. Presença bem leve de erva mate pode ser notada no final.
Refrescante, pendendo uma presença maior de erva mate.
Cheers!
Que agradável surpresa! A presença do mate não se resume ao rótulo, ele está presente em todas as estações sensoriais.
Amarelo turvo no copo, creme pouco denso porém persistente. Aroma herbáceo, de mate e algum lúpulo. No paladar, uma bela cerveja: sedosa, levemente lupulada; baixo amargor - chegando a ser um pouco adocicada, e mais uma vez a erva-mate.
Permanência adocicada, e suave. Boa cerveja, ousada, boa combinação com a erva. Repetirei sempre que possível.
Coloração amarela palha levemente turva e creme branco de boa formação e duração, deixando marcas nas laterais do copo. Tanto no aroma quanto no paladar as notas herbais que remetem a erva-mate aparecem bem. O amargor é delicado e na boca ela se mostrou um pouco seca, especialmente ao final do gole. Uma breja diferente que certamente irá surpreender.