É uma cerveja estilo Souer and Fruit Beer produzida pela Falke com jabuticaba e nome inspirado no filme Viver por viver de Claude Lelouch. É uma obra de arte, o ápice da ousadia da família Falcone que durante 3 anos de intenso trabalho e pesquisa maturou essa cerveja, atuando minunciosamente em seu complexo processo e revolucionando o mundo cervejeiro nacional com a primeira fruit bier genuinamente brasileira com a mais nacional das frutas, a jabuticaba. O resultado supera qualquer expectativa. Desde a apresentação rosada e densa, passando pelo aroma marcante e terminando em um paladar complexo, rico e diferente de qualquer coisa que se possa ter provado. Ela é ácida, suave sem ser doce com um conjunto remetendo aos espumantes mais sofisticados. Enfim, uma obra prima nacional, um marco na história da revolução cervejeira.
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Falke Vivre Pour Vivre
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4.0 (3) | |
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Informações
| Cervejaria | Falke Bier |
| Estilo | Lambic - Fruit ![]() |
| Álcool (%) | 4.7% ABV |
| Sazonal | Outros |
| Ativa: | SIM |
| Temperatura | 5-7 °C ![]() |
| Copo ideal | Flauta • Taça |
| Onde comprar | Ainda não foi lançada comercialmente |
Descrição Comercial
Avaliações do BREJAS
Avaliação média do BREJAS: 3 avaliações
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Sensacional obra da Falke! Parabéns ao Marco e a toda sua equipe! De início, o rótulo se mostra belíssimo, de muito bom gosto. A aparência do líquido é avermelhada, opaca, com espuma cor-de-rosa de médio volume e duração, que te chama ao gole. Destaque para o aroma, muito complexo, trazendo diversas informações ao mesmo tempo, principalmente as notas evidentes de jabuticaba. Média carbonatação. A consistência do líquido é de certa forma sedosa, tudo muito suave e equilibrado. No mais, trata-se de uma cerveja toda diferenciada em relação às demais produzidas no Brasil, se mostrando muito ajustada ao estilo proposto. As notas salgadas e doces ao mesmo tempo, assim como sua acidez peculiar, nos remetem às ótimas cervejas belgas do mesmo estilo. Um elixir! Clap! Clap! Clap!
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Avaliada por Daniel C.Janeiro 30, 2010 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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2 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
Quem me conhece sabe a minha declarada incompreensão com as brejas de fermentação espontânea. Certa vez, estando na Bélgica, propus-me a ficar todo um dia degustando as Lambic, a fim de "entendê-las". Mesmo assim não me convenci...Por obra do fantástico Marco Falcone, recebi a Vivre para degustação, e resolvi abri-la junto a alguns confrades do BREJAS. E tive a inebriante surpresa de viver talvez a melhor Lambic que já experimentei. Julgando a breja tanto pelo estilo quando pelo prazer que tive ao prová-la, não senti nenhuma falta de alguns excessos estilísticos de Lambics mais "clássicas", como o salgado e o avinagrado em demasia. No lugar, sobra uma delicadeza e um equilíbrio surpreendentes. O líquido é avermelhado-acobreado, e a espuma é bem tênue, de acordo com o estilo. No nariz, surgem as percepções de jabuticaba, mel, frutas vermelhas (especialmente framboesa) e um persistente -- mas nada agressivo -- mofo (!). Sim, mofo. E é gostoso. As sensações do aroma se intensificam no paladar, especialmente as jabuticabas e... sim, ele mesmo, o mofo. O final é médio, assim como o corpo. Como uma obra de arte -- tal qual o filme que inspirou seu nome -- a Falke Vivre Pour Vivre sempre evoca uma reação. Goste-se dela ou nem tanto, o certo é que o degustador jamais se esquecerá de havê-la experimentado. Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliFevereiro 01, 2010 Analista #1 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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De coloração vermelho rubi, apresentou pouca espuma, com uma bonita cor rosada.O aroma é adocicado, muito frutado de jabuticaba e também com bastante intensidade, o mofo. Também aparece um certo toque lático, que traz um "azedinho" no conjunto final. Gosto é doce mas ao mesmo tempo ácido. Se for pra dar peso, acho que ainda é mais doce, talvez devido a cerveja base que é a Monasterium. Obviamente no sabor há muita jabuticaba, nítida em todos os momentos. O mofo e a jabuticaba disputam pra ver quem aparece mais, então em cada gole parace que uma é mais forte que a outra. Nota-se também um certo salgado. De corpo suave, apresenta ótimo drinkalbility. Não é tão agressiva quanto outras lambics de fruta, talvez por ainda manter um certo dulçor e um grande teor de jabuticaba. No conjunto, acabo preferindo por um pouco mais de acidez e menos dulçor, mas com certeza é um belo exemplar do estilo, e melhor de tudo, nacional! Detalhes
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Avaliada por Ricardo SangionFevereiro 15, 2010 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
Avaliações de usuários
Avaliação média dos usuários: 4 usuário(s)
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Degustada no bar Brejas, Gentilmente cedida pelo nosso anfitrião Mauricio Beltrameli, uma iguaria não encontrada no comercio, cedida a pouco e felizados apreciadores. Obra priam de Marco Falcone, a primeira e ate agora unica Lambic Nacional. Armazenada em uma belissima garrafa, ao despejar a cervjae no copo o liquido de coloração rosa claro brilahnte, fomrauma espuma levemnete rosa, que se dissipa em segundos, caracateristica do estilo. No aroma notas de cravo, mel, casca de jabuticaba, uvas passa e um acido um tanto quando pronunciado, nada agrassivo, peloque comentaram os outros confrades da mesa eh esperado no estilo, o qual nçao conhecia anteriromente. No sabor a acidez tb eh pronunciada, com toques de jabuticaba, uvas passas e um adocicado de fundo, na gargante a acidez eh pronlongada e fica uma sensação diferente proveniente da fermentação espontanea. Uma otima cerveja que proporciona sensações unicasUm ahonrra ter provado dessa maravilha. Detalhes
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Avaliada por Renato .Janeiro 29, 2010 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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1 de 1 pessoas acharam esta avaliação útil
Mais uma deliciosa obra-prima dos Falcone. Marcante sem ser agressiva, frutada sem ser "frutinha", a Falke Vivre Pour Vivre impressiona bastante para a primeira experiência da cervejaria com fermentação espontânea. A bela garrafa, aberta com a cerimônia que o rótulo impõe, despejou um líquido cor-de-rosa queimado e opaco, com creme rosado bonito, mas sem muita duração. No aroma como no sabor, ela mostra uma excelente harmonia e balanço, com a jabuticaba aparecendo de forma bastante nítida sem sobrepujar o conjunto, bem contrabalanceada por toques de rusticidade das leveduras selvagens e da longa maturação. Predominam sim, de forma leve, as notas frutadas, com jabuticada evidente e deliciosa sugestão de morango desidratado; mas elas se fazem acompanhar de aromas menos delicados, com notas de fundo de terra úmida, um condimentado sugerindo molho inglês e amêndoas cruas dando um efeito terroso e levemente amanteigado ao paladar. No sabor, essas sensações ainda são complementadas por uma presença bem clara do malte, com uma doçura equilibrada e notas suaves de mel que se prolongam no retrogosto de média duração junto com o sabor frutado de jabuticada. O paladar é menos agressivo do que se poderia esperar, pois existe sim uma acidez dominante, mas ela é bem contrabalanceada pela doçura do malte: na boca ela se mostra ácida com doçura e algo salgado dando suporte, e no final a doçura torna-se levemente dominante, com acidez residual levemente adstringente. O corpo é bastante leve, com uma sensação suavemente adstringente, a carbonatação é viva mas não demasiada e o álcool não se nota. No conjunto, apresenta drinkability bastante razoável devido ao equilíbrio com que a acidez característica do estilo é amparada por outras sensações na língua. Também se mostrou muito harmônica do ponto de vista dos aromas e sabores, com as notas frutadas bem complementadas por toques mais rústicos e terrosos.Foi uma imensa honra degustá-la. Detalhes
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Avaliada por Alexandre MarcussiJaneiro 29, 2010 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Alia a complexidade da Monasterium com uma fermentação lática que lhe confere uma acidez, suavizada pela presença da jabuticaba. A fruta não predomina. Oferece um aroma marcante. Faz lembrar o quintal do sítio da vovó quando a fruta fermenta na terra. A carbonatação não interfere na trama dos sabores. Não é um espumante. Refrescante mas de retro gosto persistente, levemente adstringente. Cremosa, a cor rosa prenuncia o corpo de uma belga. Saborosa e com personalidade. Uma experiência inesquecível para aqueles que tiverem o privilégio de degustar.
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Avaliada por Luiz Henrique VidigalJaneiro 19, 2010 Analista Top 500 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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2 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
Antes de qualquer coisa: diferente, surpreendendo qualquer expectativa. Bebida e creme rosados, aroma frutado, bela e perfumada. No paladar, levíssima - contava o Marco que o apetite das leveduras selvagens é terrível, não deixam nada de corpo, convertem tudo. É suavemente ácida e com evidente sabor da fruta.Sequer me sinto em condições de falar muito do sabor, acredito que um degustador familiarizado com espumantes finos e cerveja esteja em melhor condições de descrevê-la. Eu só posso dizer que é especial, saborosa e muito gostosa. Parabéns família Falcone. Detalhes
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Avaliada por Marcio RossiJaneiro 19, 2010 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |


















