Fabricada com sabores e aromas de café, com amargor marcante e um amadurecimento mínimo de 30 dias, esta cerveja possuiu um teor de álcool mais elevado.
Cafe, tostado como manda o estilo. O final estava um pouco azedo e acido demais, o que nao deveria. No geral, corrigindo a questao do azedo/acido, pode ser uma bela cerveja.
Cerveja dentro do estilo que se propõe, com aroma e sabor pronunciados de café (há café na formulação) e notas de chocolate amargo. O creme é marrom abundante e pouco persistente. O final é longo e doce.
No aroma o café é evidente. Coloração preta com creme marrom de médiabaixa duração. No sabor café amargo, notas de torrefação. corpo leve. Final longo e agradável.
Cafezão amargo. Ela não é tão gostosa quanto a sensação que ela produz na boca. O sabor é suave mas o amargor dela é intenso. O aroma reflete exatamente o sabor. O creme que se formou no começo foi alto e intenso, mas foi perdendo força durante a degustação.
American stout nacional de aroma intenso de café, algo avinagrado, sabor de café com final adocicado. Forma bom creme mas não persistente. Notas de chocolate amargo. Álcool não perceptível, média carbonatação. Conjunto final médio.
De coloração negra, com creme marrom claro, denso de boa formação mas curta duração.
Tanto no aroma quanto no sabor, o destaque é para o café.
No sabor, nota-se que falta um pouco mais de corpo para esta cerveja um pouco mais de malte e lúpulo.
Diante de uma Baden Baden ou uma Colorado é perceptivel como seu custo é elevado para uma cerveja com atributos a serem melhorados.
Alcool elevado mas muito bem inserido.
Visual: Marrom bem escuro, com espuma densa de média/longa duração.
Aroma: Café (em maior presença) e Chocolate pronunciados.
Sabor: Reafirmando o aroma, café e chocolate amargo são notados, mas agora acompanhados do bom Malte torrado e ainda um longíquo lúpulo.
boa cerveja, desce suave, ainda acho que poderia ser um tanto mais encorpada.
vale conferir!
Cafe, toffe, malte, lupulo.
Bem torrada, mas de final doce. Principalmente no retrogosto.
Alcool sem agressão, mesmo com seus 7%. Equilibrada nos sabores.
Uma cerveja interessante, bela concepção de Stout.
Boa apresentação do estilo, excelente drinkability
Primeira desta cervejaria carioca que eu tenho oportunidade de provar. E não é que ela até se saiu bem, apesar de alguns pequenos defeitos. Um dos motivos por ela ter me chamado atenção, foi o uso de café na receita, o que acaba deixando difícil a não comparação com a Colorado Deimoselle.
Sua apresentação é bem dentro do estilo. Mostra uma cor bem escura, marrom com reflexos de rubi quando observado contra a luz, e ainda mostra uma translucidez quase nula. O creme é de coloração bege, até que se forma bem, mas não dura muito, apenas deixando rastros nas laterais da taça.
Nos primeiros momentos sentindo o aroma, me veio um residual metálico, que acabou me incomodando bastante, além de notas pronunciadas de azedume. Já imaginei que fosse algo como a La Brunette, da Schmitt. Quando mais "quentinha", mostra uma boa carga de maltes torrados, com fortes sugestões de café e até chocolate. Há alguns aromas que consegui captar com um pouco mais de dificuldade, como notas de biscoito e um frutado que não consegui decifrar exatamente o que é (se fosse chutar, chutaria banana), mas que acabaram quase completamente encobertos pela forte torrefação dos maltes.
No paladar ela se mostra um pouco diferente. Parecia ser uma cerveja mais suave no começo. A entrada vai mostrando uma certa citricidade, com toques bem delicados do lúpulo. Ao longo do percurso pela boca, a cerveja vai mudando, dando um perfil bem mais potente a cerveja. As notas torradas vão tomando conta da boca de maneira muito forte, dando uma sensação forte de amargor, que ainda é ressaltada pelo lúpulo. As notas de chocolate também estão presentes, mas acabam se confundindo com as notas de café e herbáceo mais ao final do gole. A torrefação é tão intensa que em certos momentos me remeteu a cinzas. O corpo deixa a desejar, muito leve para o estilo. Não reclamaria nada se fosse mais robusto. Outro ponto fraco é a carbonatação que se mostra um pouco acima do esperado.
No geral é uma cerveja gostosa, com alguns defeitinhos a ser corrigidos. Tem tudo pra dar certo mais pro futuro e pode acabar assustando pelo seu nível de torrefação exagerado. Foi harmonizada com mousse de chocolate, o que ressaltou bastante o forte teor alcoólico de 7% e ainda acabou cobrindo as características da sobremesa. Recomendo algo mais marcante para harmonizar.
Impossível evitar a comparação entre esta e a outra dark ale brsileira com adição de café, então vamos direto ao ponto: esta aqui é menos equilibrada, porém infinitamente menos monótona que a Demoiselle. O café está presente, claro, e é prsença principal tanto no aroma quanto no sabor, porém está acompanhado de malte torrado e lúpulo em maiores quantidades. Há algumas notas cítricas (porém nem de longe como ocorre em stouts como a Brunette por exemplo) e talvez a carbonatação deva ser reduzida um pouco. Mas é uma boa cerveja e na minha opinião superior à sua principal rival. No mínimo é mais divertida.
Degustada ouvindo um Blues no Bar Anhanguera. Validade 08/2010.
Essa american stout carioca se mostrou uma boa opção para as nacionais do estilo.
Sua coloração é negra e seu creme bege tem boa formação e média duração.
No aroma muito café e malte torrado em segundo plano. No sabor acontece o mesmo,
mas o café apesar de intenso não incomoda. Mais amarga que doce mas com um
bom equilíbrio. Encorpada e com álcool pouco notado. Fácil de beber. Um bom
conjunto com um bom custo benefício. Recomendo!