uma boa cerveja nacional. Tem coloração escura, praticamente nao deixa passar luz; forma muito creme no inicio e diminui um pouco depois. Creme bege, persistencia média, boa formação.
No aroma predomina o malte torrado e chocolate meio amargo; café é praticamente inexistente.
Na boca é levemente adocicada no começo, dando espaço para o malte, chocolate amargo e notas de caramelo. No fim vem o amargo mais seco e um ótimo retrogosto.
É uma boa cerveja de se tomar e tem um preço legal pra uma garrafa de 600ml
vale a pena conhecer!
Liquido completamente negro com uma belíssima e densa espuma marrom. O prazer começa ao olhar aquele creme todo. Não é uma cerveja muito forte e encorpada, mas muito saborosa, com sabor de malte torrado e levemente adoçicado, com amargor na medida.
Coloração negra, bem opaca, não passando quase nenhuma luz. Espuma de boa formação, de coloração acobreada, persistente, com certa cremosidade. Aroma e sabor de malte torrado, destacando-se café e chocolate. O amargor está presente, mas o adocicado sobressai no retrogosto. Não o achei excessivo, e está alinhado com o estilo a que se propõe. Não há nenhuma característica muito marcante, mas representa bem o estilo. Gostei, ainda mais que paguei menos por ela vir sem rótulo (os caras me disseram que só tinham este exemplar no estande)
Coloração marrom escura, com creme marrom de média duração. Aromas de chocolate e caramelo. O sabor é adocicado, tornando-a enjoativa após alguns goles.
Líquido bem escuro, um creme castanho que subiu bastante
e com uma consistência excelente e bem cremosa que teve uma média duração, fez as devidas marcações (belgian lace) e manteve-se até o final.
Aromas bem pronunciados de chocolate amargo, leve caramelo, e um toque de café torrado.
No sabor, um início levemente adocicado e maltado com toques de caramelo e chocolate. É possível sentir ameixa e amêndoa. O amargor aparece de forma agradável e bem presente. O final é levemente seco. O retrogosto é adocicado e seco.
É uma cerveja um tanto suave com um corpo médio, com álcool na medida, baixa carbonatação.
Belo exemplar nacional do estilo, com custo aceitável. Para o meu gosto deveria ser um pouco menos adocicada e mais seca. Mesmo assim é uma boa cerveja.
Considerando o aceitável custo/benefício e o meu gosto pelo estilo, tenho certeza que vou degustá-la novamente.
Quem é fã das Stouts sabe que esta catarinense está longe de ser uma “legítima” representante do estilo. A cor é preta, com espuma marrom de boa formação e duração, mantendo considerável espessura até o final da degustação. Ponto positivo. Aroma lembrando mais chocolate do que café, tampouco caramelo. Na boca, ela é bastante doce, mesmo nível de uma Xingu, por exemplo, mas não tão doce quanto as Malzbiers que temos no mercado. Estamos falando de uma boa Sweet Stout, docinha, suave, um pouco enjoativa (afinal, são 600ml), com notas perceptíveis de tostado, chocolate e (ligeiramente) café. O final é doce, longo e tostado.
Detalhes
Degustada em
15/Abril/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
Degustação Hooligans, trazida por Rogério Franzini (Creedence Cover Brasil)
- Aroma médio: Café, caramelo e torra.
- Corpo médio para fraco. Personalidade estável com espuma bege, ralinha e de curta duração.
- Cor preto/avermelhado.
- Início leve e aguado. Café, chocolate, malte e álcool são percebidos em tons suavíssimos.
- Retrogosto duradouro, porém doce e metálico.
- Álcool bem inserido.
- Recomendo (somente para a degustação).
Uma cerveja comum e com pouca personalidade. Esperava mais, pelo menos o café em evidência e um corpo forte.
Esta cerveja está mais para Schwarzbier do que uma Stout.