Resgatar a essência de um estilo. Foi em busca disso que nasceu a Tcheca.
Esta cerveja é um projeto de pessoas que antes de tudo, são apaixonadas por cerveja.
O cervejeiro caseiro Leonardo Botto,o cervejeiro Alexandre Bazzo e o Gastrônomo Edu Passarelli, cada um com uma especialidade, juntos formando a soma que resulta na Tcheca.
Ela apresenta sabor marcante de malte e a presença inconfundível do lúpulo, tanto em aroma quanto em amargor.
Na harmonização gastronômica o Gulas, prato derivado do Goulasch, é uma boa opção.
Beleza de Pilsen, maltada e lupulada na medida ! Dourada marcante e intensa com creme não tão denso mas persistente, perfume pilsen agradável, lúpulo em boa quantidade e malte saboroso. Cerveja refrescante com caráter, com retorno sugestivo, amargor médio cativante. A impressão que fica é de uma pilsen generosa, pronunciada, equilibrada para ninguém botar defeito. O rótulo é bacana também. Bela aventura, parabéns pela criação.
A vontade de tomar mais uma permanece, a dificuldade de encontrá-la faz trabalhar o desejo de redegustá-la.
Essa bela breja foi presente do confrade Cuca. Seu líquido é claro e amarelo forte, puxado para o dourado, com creme médio, pouco consistente e de pouca duração. Mas fica uma camadinha bem pequena e perene.
De paladar leve, entre aguada e seca na textura, ela tem boa carbonatação e seu final é seco.
Seu sabor é bem interessante; início levemente doce e medianamente amargo, tem um ótimo paladar final na boca, moderadamente amargo e de longa duração. Sabor de lúpulo floral, com frutas vermelhas. Ótimo amargo!
Seu aroma é gostoso, também com flores e frutas vermelhas acompanhando o sabor.
É deliciosa, com ótima drinkability e muito refrescante! Para ficar perfeita, precisaria de um pouco mais de malte no sabor e no aroma.
Cumpre muito bem a sua proposta. É uma pena que não a produzam mais, pois estaria sempre na minha geladeira.
Bela Pilsen, de coloração dourada e espuma branca alta e duradoura.
Aroma herbáceo que se desprende facilmente, juntamente com malte muito percebido, lembrando grãos e biscoito. Amargor acentuado, deixa uma sensação seca na boca, que pede novo gole. O lúpulo com certeza sobresai. Uma belíssima representante do estilo feita aqui no Brasil.
Não tem amargor exagerado, ou seja, não amarra a boca e não deixa a garganta pegando no final do gole. O retrogosto também é agradável, apesar de ser bem amargo. Alias, este amargor perdura por um bom tempo.
Da primeira versão, me parece que está mais maltada.
Sem nenhuma dúvida, é a melhor Pilsen que tomei até hoje. Melhor que as tchecas, inclusive. Coloração dourada, espuma branca volumosa, densa e duradoura, deixando marcas nas laterais do copo. Lúpulo evidente, tanto no aroma quanto no sabor. No aroma, ela exala um floral sensacional. No sabor, o lúpulo encontra-se muito bem balanceado com o malte, formando um conjunto harmônico e completo. O final é amargo (bem amargo!) e longo, muito agradável, te convidando a tomar mais uma... Parabéns aos produtores pela excelência alcançada!
Definitivamente, os cervejeiros acertaram nessa Pilsen! Coloração âmbar clara, creme denso e consistente, baixando gradualmente mas deixando uma camada perene no copo. No aroma, muito lúpulo herbal, deixando entrever o malte. O sabor acompanha o aroma, com uma carbonatação intensa, mas agradável. O final é show de bola. Amargo e seco, pedindo o novo gole. Ótima!
Degustei esta no dia em que o Brasil foi eliminado pela Holanda na copa da África do Sul. Antes da tragédia, naturalmente. Ganhei como cortesia de um amigo que tem bons contatos... Mas vamos ao que interessa então: Simplesmente a melhor lager nacional que já provei! O pessoal da Bamberg conseguiu produzir uma pilsner que rivaliza com a mãe do estilo, a Pilsner Urquell. Aromas de flores de lúpulo, malte maravilhoso, amargor pronunciado. Muito bem equilibrada e refrescante. De um dourado mais escuro, esta maravilha me faz ter a certeza de que o Brasil está, aos poucos, chegando lá, em matéria de cerveja. Parabéns, Bamberg!
O nome da cerveja sugere o estilo e esse vai ser o referencial pra analisá-la.
Ela formou um maravilhoso creme, denso e abundante. O aroma é notável, com lúpulo herbal predominante. Uma semana depois de consumida, sua garrafa ainda possui cheiro de lúpulo.
Mostrou-se potencialmente amarga, um deslumbre para os fãs desse sabor (eu), entretanto "afugentou" um pouco os outros tons. Acredito que ela poderia manter a personalidade 'zangada' e ganhar um mais de equilíbrio.
O álcool está muito bem inserido e não é percebido.
O retrogosto é magnífico: seco, amargo e prolongado.
Brilhante Pilsen da lavra da Biertruppe, que mesmo com a validade estourada, ainda trouxe mais frescor do que boa parte das tchecas que chegam até nosso país. Apresenta um caráter de lúpulos um pouco diferenciado das mais tradicionais do estilo, não trazendo tão forte aquele apimentado do Saaz.
Na taça mostra uma coloração típica do estilo, amarelo-dourado, porém com um turbidez não muito usual nas mais tradicionais tchecas. O creme de coloração branca, apresenta-se de forma razoável, não mostrando uma duração das maiores, mas certa cremosidade e fofura, deixando uma bela renda na taça.
No aroma revela os lúpulos marcantes, incluindo a variedade tcheca, Saaz, que traz um toque apimentado e levemente herbáceo. Os lúpulos ainda trazem uma complexidade floral/cítrica com pano de fundo que lembra flor de laranjeira. O malte é coadjuvante no conjunto, contribuindo com um toque sutil de mel. Há um toque agradável de diacetil, mas que infelizmente veio acompanhado de off-flavors como um certo metalizado e tons caramelados, que acredito não fazer parte da cerveja na sua melhor forma.
Na boca traz o lúpulo frutado, lembrando frutas vermelhas e cítricas, que se unem a um maltado robusto que traz mel e toques de panificação. O lúpulo vem carregado do início ao fim, ao final conferindo um amargor sólido, com notas herbáceas, terrosas e levemente picantes e uma persistência amarga violenta, muito mais forte do que na maioria das tchecas tradicionais. Há um toque aveludado de diacetil, que caiu bem na cerveja, mas o que me incomodou praticamente o tempo todo foi o toque caramelado, provavelmente advindo de algum tipo de oxidação. O corpo não é tão leviano como a maioria das tchecas, mas mostra-se preciso para aguentar o potente amargor que vem na cerveja. O residual brinca na boca, ora trazendo toques amargos, hora trazendo um toque adocicado.
Fico curioso para provar um exemplar fresquinho, já que pelo jeito trata-se de uma ótima cerveja, mas que acabou levemente comprometida por alguns defeitos, graças a idade. Mesmo assim apresentou uma lupulagem cavalar, agradando aos mais lupulomaniacos.
Coloração dourada, creme claro e curta duração - fica aquele restinho no copo.
Aroma herbal, lupulo puro!
Delicioso sabor de lupulo! Malte pouco perceptivel, apenas uma lembrancinha pelo leve dulçor. Amargor bem prazeroso, final bem seco e amargo que solicita mais goles!
Talvez uma das melhores pilsen nacionais,esta cerveja lembra, mas não ltrapassa aos boas Tchecas como a urquell a b.budvar ou a otima Bernard.Realmente ela é bonita dourada com creme bem claro de formação intermediaria e boa duração.Aroma bastante herbal com notas de malte.Sabor de malte e lupulo sempre presente, retrogosto seco tendendo um poiuco a acidez das pilsen.para uma artesanal ela é otima.vale a pena,mas não é inesquecivel e falto o algo mais das boas tchecas.excelente drinkability.
muito boa apresentação, a cerveja e dourada escura um pouco opaca, a carbonatacao e alta e a espuma se apresenta densa e de media duração, no aroma o lupulo e inconfundivel, e no sabor mais uma vez o lupulo e o destaque, falta a percepção do malte.
Ah se todas as pilsens fossem assim rs.
Ótima Pilsen, dourada, translúcida, bem carbonatada, espuma clara de boa formação e duração.
No aroma, algo delicioso, malte e lúpulo.
No paladar, um seco na boca muito interessante, um leve adocicado como primeira impressão e depois um amargor de respeito.
Aftertaste amargo, ótima drinkability!
Cerveja elaborada por um fortíssimo time cervejeiro do Brasil, que já no nome presta homenagem ao país que consome mais cerveja no mundo. República Tcheca. Pilsem de responsa. Rótulo muito bonito, coloração dourada, tranlúcida, espuma em abundancia com excelente permanencia. Aroma delicioso pro estilo, provavelmente o melhor que já senti. Notas doces de caramelo provenientes do malte que predomina, mas o lúpulo dá as caras também, e não discretamente. No palato ela vem resfrescante, obrigação do estilo, e o dulçor atinge primeiro, finalizando mais amargamente. Basta olhar pro copo para perceber que o creme é mais encorpado que a maioria. Carbonatação alta, assim como a drinkability. O retrogosto é amargo, mas não de forma acentuada e não tão seco. Cerveja maravilhosa, que com certeza os tchecos se orgulhariam em dizer que ela faz parte do arsenal deles.
Pilsen produzida pela Bamberg e que foi desenvolvida por várias pessoas amantes e conhecedores de cerveja. A Tcheca como o seu próprio nome sugere, segue uma autêntica receita das famosas e deliciosas pilsens tchecas. Ela tem uma coloração um pouco mais escura que uma típica tcheca e possui um creme persistente que vai deixando marcas em volta da taça. Cerveja bem carbonatada e que no aroma denuncia um festival de lúpulos herbais e malte. O amargor no sabor comprova que mesmo sendo brasileira, essa pilsen nitidamente poderia ser uma tcheca nativa! Ótima cerveja!
Coloração dourada, translúcida. Ótima formação de um creme branco e consistente, com muitas bolhinhas, de média persistência, que deixa camada perene. No aroma, assoma o lúpulo vivamente, não sei dizer ao certo se floral ou herbal, talvez as duas coisas. O sabor até que tem um início maltado, mas em seguida é novamente dominado pelo lúpulo, que confere um final amargo e seco. Tem retrogosto bastante duradouro, igualmente amargo e seco. Corpo leve, mas não aguado. Carbonatação média. Álcool muito bem inserido, praticamente imperceptível. Cerveja refrescante, com boa drinkability. Fiel ao estilo, com certeza é amarga, talvez seu amargor até ultrapasse o estabelecido para o estilo, mas não chega a ser excessivo como eu temia depois de ler algumas avaliações aqui. Embora não aprecie muito as pilsners, recomendo experimentar esse belo exemplar nacional.