Cerveja Lager, Tipo Munique/Helles Clara, típica da Baviera/Alemanha, a ABADESSA HELLES é de baixa fermentação, natural, não filtrada, de cor amarela dourada, acentuada no aroma do malte de cevada, de sabor levemente adocicado. Graduação Alcoólica 4,6%-Vol. “Produzida de acordo com a Reinheitsgebot", Lei Alemã da Pureza de 1516. Qualidade Abadessa de fazer cerveja. (Todo o ano)
Coloração dourada,densa e com pouca espuma. No aroma observei presença de malte, lupulo, floral e banana. No início gostinho de malte predominante, em seguida equilibrio com pouquinho gosto de lupulo, muito suave. O Retrogosto é curto. Cerveja excelente.
Interessante sobre essa cerveja. Quando comprei, tive que levar ela em um isopor com gelo, posta ela em pé. Ela não possui conservantes. Conversando com o Sr. Herbert Schumacher o mesmo disse que temos que tratar ela como se fosse um iogurte. Se a compra for realizada um dia, é aconselhavel deixar mais um dia em descanso.
Essa helles nacional mostra todos os predicados de seu estilo.
Sua cor é dourada e sua espuma clara tem boa formação e média duração.
No aroma o malte predomina e notas de pão aparecem tanto aqui quanto no
sabor maltado. O lúpulo aparece pouco, gerando um amargor suave só no final.
Um belo conjunto para seu estilo, apresentando alto drinkability e
refrescância. Recomendada!
A primeira coisa que chama a atençao é a garrafa grande, boca larga e com uma asa para segura-la, lindissima e chama bastante atençao. Fui o primeiro a pedi-la no dia e logo nota-se as cabeças curiosas ao lado e depois outras mesas acompanhandoo pedido. O otulo amarelo e azul também chama atençao e sai um pouco do lugar comum.
No copo forma boa espuma com media duraçao, com uma coloraçao amarelo bem leve caracteristica do estilo.
O aroma é predominantemente maltado com um pouco de pao e toffe,o lupulo arredonda o conjunto.
Extremamente leve e refrescante, mais uma excelente cerveja da Abadessa!!!
A garrafa é linda demais, a drinkability é perfeita, ao ponto de dar orgulho saber que é fabricada numa cidade vizinha. As cervejas artezanais do RS e SC estão demais! Esse helles é o tipo de cerveja que não da vontade de parar de beber. Beba com moderação! Hehehe
Lei de pureza é a primeira impressão que te soca na cara quando se degusta esta helles no estilo bávaro: o sabor do malte, signo distintivo do estilo, é forte e marcante, mas ao mesmo tempo delicado. Nisso, ela se insere com perfeição no estilo. No copo, ela mostrou aparência impecável, com coloração dourada intensa e transparente e creme excelente. No aroma, não chegou a encantar: o lúpulo se faz presente com características levemente cítricas (limão) e florais típicas das variedades “nobres”, mas é algo ofuscado por um aroma incômodo lembrando ralo, remetendo a problemas na maturação. Será assim na fonte ou a culpa é do transporte até São Paulo? Difícil saber, mas pressuponho alguma responsabilidade do transporte. O sabor dissipa o incômodo, mostrando a sólida e rica base de maltes que caracteriza o estilo, com notas bem macias e limpas de pão branco fresco e algum fermento de pão. A esterificação é baixa, como convém ao estilo, mas alguma maçã vermelha se faz presente ao fundo e confere interesse. O amargor predomina, mas uma leve e macia doçura ao engolir arredonda o gole e garante drinkability. O corpo leve para médio dá boa sensação de limpeza na boca. No conjunto, o forte perfil maltado do estilo é equilibrado por um aroma de lúpulo mais tímido, mas presente. Seria muito correta e agradável se não tivesse sido prejudicada pelos problemas ligados à maturação que prejudicam o que parece ser sua maior virtude: a delicadeza. A provar de novo.
Coloração dourado claro,levemento turvo, espuma branca bem formada de media duração. No aroma notas maltadas, farinha, fermento, pão, um lele lupulo. Na boca ela eh suave, refrescante, citrica, levemente amarga e seca.
Coloração dourada opaca de leve turbidez. Alta formação de creme branco de baixa persistência. O aroma é extremamente maltado, com notas de pão e fermento. O sabor segue o aroma. No retrogosto há um leve amargor do lúpulo. Boa cerveja, refrescante e muito agradável.
Cor dourada, um tanto quanto clara, muito bonita, com carbonatação em pequenas bolhas, com uma bela formação de espuma branca. Aroma com muito floral de lúpulo hallertauer e uma presença agradabilíssima do malte, lembrando pão e mel, com toques de aveia.
O sabor segue o aroma. Essa, talvez, seja a helles mais maltada que tomei (desconfio que a Bamberg Helles seja um pouco menos maltada), e a mais bem equilibrada com o lúpulo. Final seco e refrescante. Carbonatação média e excelente. Munique ficaria orgulhosa se esta cerveja tivesse sido feita em terras bávaras!
Sempre tive curiosidade por beber as cervejas da Abadessa, mas sempre houve o impecílio da falta de Pasteurização, o que complicava a viabilidade de mandar a cerveja para longas distâncias. Finalmente, eis que consigo provar a Munich Helles da cervejaria e acabo me decepcionando. Mesmo vindo nas condições apropriadas, a cerveja mostrou defeitos e pouca personalidade.
Na taça mostra-se condizente ao estilo, uma bela cor amarelo ouro, com total translucidez e vividez. Seu creme é branco, mas tem uma formação fraca e pouca persistência.
No aroma traz as notas mais presentes do malte, que deixam mel e caramelo em destaque. Há presença de DMS bem destacada, que encobre a delicadeza do lúpulo, que puxa bastante para o lado cítrico. O que mais incomodou na verdade, foi um toque avinagrado, que com certeza não deveria estar ali. Pelo menos não nestas proporções.
Na boca continua com domínio do malte que traz notas ricas de panificação, mel e aveia. Há uma leve presença frutada de laranja e maçã. O corpo é bem leve, como pede o estilo e a boca pede um amargor um pouco mais potente. O lúpulo traz algo um pouco resinoso ao final. O retrogosto é curto e levemente adocicado.
Não sei se a cerveja é de fato assim, até porque vejo muitos elogios por aí. um pessoal que bebeu comigo, disse que ela é exatamente assim, inclusive na própria fonte. Resta a cada um tirar suas próprias impressões.
Degustada no dia da palestra Wäls no EAP. Quarta Abadessa que tomo, quarta que gosto. Cor dourada intenso, brilhante com creme branco de formação e persistência mediana. Aroma bem maltado, remetendo a pão e notas doces (mel ou caramelo), lúpulo aparece discretamente. O sabor é uma explosão maltada, bem doce, novamente remetendo a mel e caramelo mas tamém com pães. Muito bom, mas senti falta de um pouco mais de amargo no final, seca um pouco. Retrogosto maltado, suave. Na boca ela é refrescante, com corpo médio e carbonatação média, drinkability alta. Boa cerveja, muito bem inserida no estilo, senti falta de um pouco mais álcool e um pouco mais de espuma. Mas vale a pena, principalmente pelo saor, que é bem marcante.