A Bohemia Confraria foi lançada em 2005 como mais uma edição especial, a partir de uma receita nascida na idade média, criada pelos monges e aperfeiçoada pela Bohemia.
Histórico
No século XI, os monges europeus iniciaram a produção artesanal da cerveja com adição do lúpulo, resultando num líquido de sabor e aroma diferenciados. Apesar de terem sido os primeiros a fazer registros escritos de suas receitas, o segredo perdurou por gerações.
Coloração ambar um pouco avermelhada.
Formou pouca espuma e não aparentava muita carbonatação.
Aroma e sabor eram pouco intensos, predominando um dulçor caramelo e notas de cravo.
Corpo é fraco e retrogosto é doce, suave e de média duração.
Se comparada a outras cervejas abadia, acaba decepcionando.
Obs: achei a versão de 355ml um pouco diferente da antiga versão de 500ml que havia tomado. Não sei se realmente mudou ou é impressão minha, mas pareceu mais escura na cor, menos espuma e também menos intensa.
Realmente se comparada com as verdadeiras cervejas de abadia a Bohemia Confraria decepciona. Assim mesmo não é uma cerveja ruim. Frutada, suave, tb fácil de ser degustada, perde um pouco no conjunto.
Cor âmbar ligeiramente turvo. Creme medianamente denso e persistente. Aroma muito suave, sobressaindo malte, cravo e especiarias. No paladar, segue o aroma, com um amargor levemente metalizado. Sem ser preconceituoso, acho que se trata de marketing do fabricante, por ter vendido uma cerveja "de abadia" (ou seja, com a mesma denominação de uma Leffe, por exemplo) como uma cerveja boa, que de fato ela não é...
De qualquer forma, chega a ser uma interessante "imitação" de blond ale belga. A diferença é sentida quando se já tomou muitas outras belgas, mas para o público em geral é uma breja interessante, com novos sabores, instigando o povão a diversificar.
Coloração âmbar, creme não tão persistente. Notas de cravo tanto no aroma quanto no paladar. Carbonatação média/alta. Poderia ter mais corpo, para justificar um pouco mais o estilo proposto.
O que quer que a Bohemia tenha tentado aqui, falhou. Nem de perto essa breja pode ser chamada de cerveja de abadia, Dubbel ou qualquer coisa que faça relação com a tradição belga. Corpo fraco, ralo, aroma pouco desenvolvido de caramelo queimado. Coloração dourada/âmbar opaca, com bastante translucidez. O creme é fraco demais e se desfaz rapidamente, deixando poucas marcas na lateral do copo.
Se não fosse colocada pela cervejaria como "Cerveja de Abadia", passaria de forma digna, mas essa classificação destroça totalmente o propósito da cerveja.
Coloração ambar, com creme baixo.
Aromas de frutas secas, castanhas e fermento.
Sabor adocicado, bem equilibrado e, mesmo que menos do que o esperado, complexo.
Gosto muito dessa Breja e a acho um dos melhores custo-beneficio da AMBEV.
Uma cerveja pouco complexa para a denominação do estilo ao qual se denomina: abadia. Mas apresenta tons interessantes de uma cerveja mais elaborada, trazendo notas de frutas secas (como a uva passa) e ameixa que não são encontradas em nenhuma outra cerveja das grandes cervejarias nacionais (e com preços populares). O uso de aveia e de um fermento diferenciado instiga, tomando as palavras de outro colega cervejeiro como minhas, a vontade de buscar outros sabores que não os simples e leves das nossas american lagers ou "pilsen". Então, concluo afirmando que sinto falta do posicionamente da Bohemia, uma cerveja tida pela maioria da população como diferenciada, de bancar estilos diferentes como a Weiss, a Abadia e até a limitada Oaken, para instigar a população a beber cervejas diferentes sem ter que adentrar no mundo das artesanais e especiais que assustam, inicialmente, pelo preço e pela falta de informação geral ao redor das características e particularidades de tais cervejas.
Assim como a Bohemia Weiss, faz mais de um ano que não ha vejo nos mercados.
Esta breja possui um aroma mais acentuado, bem como uma coloração dourada tendendo vermelho. Nota-se um sabor mais forte das ales que me lembra de longe a Leffe Blonde.
Não entendi o porquê de estar escrito "315ml" na garrafa, vi que ela possui o mesmo tamanho da atual Bohemia Weiss, só não analisei bem se a quantidade de líquido é a mesma.
Reparei que há a ausência do rótulo traseiro nesta edição, creio que ela tenha sido reintroduzida recentemente pois nem tem código de barras (no mercado tiveram que adicionar o preço dela manualmente pelo caixa). No mais, a garrafa bege clara que oculta o seu conteúdo mistifica bem a breja.
Bela cor dourada intensa, porém pouquíssima formação de espuma. Pouco aroma. O sabor me surpreendeu, frutado e maltado. No geral é uma blonde ale meio "capenga", mas vale a pena na falta de algo melhor.
Pra não dizer outra coisa, legítima imitação da Leffe, o que a AmBev faz com boa intenção, mas com pouco acerto. É meio complicado pensarmos numa breja de abadia com antioxidantes, correção de gás carbônico e estabilizantes. Cervejas de abadia são típicamente européias e o uso de cereais não maltados é tipico do continente americano, já que este último não tem o cultivo da cevada de qualidade e em abundância. Então pensarmos numa breja de abadia com cereais não maltados é meio que um disparate à história cervejeira. Por outro lado, o universo cervejeiro é brilhante por ser ilimitado.
Breja com boas notas frutadas, remetendo principalmente à maçã. Perfil ligeiramente mais maltado, como era de se esperar, inserção tímida de lúpulo e aftertaste agridoce. Levemente crocante.
Não é redonda como as européias mas é uma boa porta de entrada para o público brasileiro, acostumado apenas com as inossas Standard Lagers.
Cerveja com toques de Abadia, na verdade, e bem adocicada. Possui líquido leve de coloração âmbar, com notas de caramelo, talvez um pouco enjoativa pois o dulçor, na minha opinião, extrapolou um pouco na medida. O aroma remete ao sabor, puxando somente para a amargura do líquido. Um ponto interessante é que, da mesma maneira que percebi à época com a Weiss da marca, o conteúdo da long neck me pareceu mais fraco em relação ao do da garrafa maior. Fico na dúvida pois nunca mais encontrei a última para venda. Em todo caso, não é uma das melhores representantes do estilo.