Em 2010, os mestres cervejeiros Patrick Zanello e Matt Brynildson (Firestone Walker) fizeram uma receita colaborativa seguindo a linha da receita original da já famosa Indica. Realçando maltes e lúpulos na receita criaram uma IPA Imperial, que foi chamada de Double Indica e que agora foi batizada como Vixnu. A receita final foi afinada pela equipe cervejeira da fábrica, junto com as opiniões que sempre são ouvidas dos consumidores e especialistas. A cerveja Vixnu não é pasteurizada e tem toda sua cadeia refrigerada , desde a fábrica, transporte, distribuição até o ponto de venda. Tudo isto para preservar os aromas e os sabores dos lúpulos americanos utilizados na sua fórmula. “Esta cerveja é para quem gosta muito de malte, rapadura e lúpulo. Se você procura uma cerveja aguada , simples e rápida de tomar, não vai encontrá-la nesta garrafa. Por outro lado se você gosta de cervejas extremas vai gostar muito desta IPA Imperial lotada de aromas de cítricos e maracujá , de um belo corpo maltado e amargor agradável e persistente. Vixnu , extrapole com moderação.” Marcelo Carneiro da Rocha.
Cerveja super lúpulada (leia-se amarga!) da Colorado.
Coloração cobre, espuma bege média pra baixa, de pouco duração.
O aroma é super intenso. Muita, mas muita maracujá. O malte fica totalmente em segundo plano.
O sabor, como esperado, mostra-se bem amargo e equilibrando-se com o malte caramelo. O lúpulo impera.
Corpo médio, final bem amargo e de grande persistência no retrogosto.
Uma bela cerveja, mas para poucos copos. Por ser muito intensa, não tem um grande drinkability. Provar a garrafinha de 350ml é o ideal. Uma belíssima cerveja para os amantes do lúpulo (amargor) e das cervejas extremas.
ps: quando bebida na pressão mostrou-se mais fresca, ainda mais gostosa.
Maníacos por lúpulos esbaldam-se nessa breja sazonal brasileira. Aromas intensos de lúpulos da varietal americana Amarillo conferem sugestões de maracujá e abacaxi.
O amargor, apesar da propaganda, mostra-se surpreendentemente equilibrado. O final remete a pinho e resina.
Avermelhada, translúcida, com espuma média e duradoura. Predomínio do lúpulo em toda a degustação, principalmente no aroma complexo (floral, frutado) e no final longo e amargo. À medida que a temperatura sobe, vai ficando mais e mais complexa. O álcool, embora acentuado, é imperceptível no equilíbrio do conjunto. Ótima criação da Colorado, na minha opinião a única a suplantar a Indica, de linhagem semelhante.
Ao saber que essa cerveja seria disponibilizada no Bar Brejas, corri para lá para experimentá-la.
Logo de início, o lúpulo herbáceo mostra sua cara no aroma, trazendo consigo notas de maracujá e de abacaxi dele provenientes.
O sabor, por sua vez, se mostra mais complexo, eis que, além do evidente lúpulo, ele vai do doce ao salgado, conforme a temperatura do líquido aumenta, além de trazer notas cítricas e de malte, este último num segundo plano. O maracujá, assim como no aroma, predomina também no sabor. Não achei ela tão amarga, principalmente se comparada à Double Pale Ale da Flying Dog. Cada uma tem uma proposta, e isso fica bem evidente.
Ao meu ver, o álcool (9,5% ABV) encontra-se muito bem inserido no conjunto, uma vez que ele não é perceptível no sabor, mas está ali dando potência na golada.
Ela possui a mesma coloração da Colorado Indica tradicional: âmbar escuro/cobre, com espuma bege, volumosa e de média duração, deixando marcas nas laterais do copo.
Aliás, em certo ponto da degustação, eu e o confrade Menke também pedimos uma Colorado Indica (tradicional), a fim de compará-la com a Double. O resultado foi que a Double passou por cima da Indica como um trem desgovernado... A Indica, que é uma EXCELENTE cerveja, "morreu" perto da Double...
Concluo dizendo que é muito bom termos um chope desse naipe sendo produzido no Brasil. Espero (mesmo!) que ele futuramente seja disponibilizado na versão garrafa.
Parabéns, Colorado, pela personalidade dessa bela obra!
Não perde para as double IPAs americanas.
Uma avalanche de notas cítricas. Final amargo delicioso e persistente. Conjunto absolutamente harmonioso.
Definitivamente será daquelas de ter sempre na geladeira.
Cor âmbar com bastante espuma cônica de boa duração e deixando traços por todos os lados.
Delicioso aroma frutadoa de maracujá e toronja com malte pão levemente tostado, embora não tão forte para uma DIPA.
Gostoso amargor balanceado por um igualmente forte sabor frutado e maltado. Um tempestade tropical. Um monte de maracujá, toronja, papaya, laranjas e abacaxi demasiados maduros com toques de pinho, ameixa, maltes tostados e rapadura. Retrogosto seco de amargor prolongado com toque cítrico.
Corpo robusto com boa carbonatação. Álcool de 9,5% ABV é completamente harmônico com a receita.
Grande cerveja, muito mais divertida que suas irmã menor Indica. Embora com um “baixo” IBU de 75, para uma DIPA, é bem gostosa de beber e tem uma boa pegada. Poderia ser um pouco menos doce, mas de qualquer modo foi bacana que a Colorado usou rapadura na fórmula e deu uma sensação de multitude de frutas tropicais lupuladas. Por isso levou uns pontos extras.
Avermelhada de creme de ótima formação e persistência. No aroma, maracujá e lúpulo. Na boca o amargor intenso justificando os 75 de IBU e satisfazendo muito meu gosto pessoal pelo estilo. Ótima breja.
Cerveja avermelhada com espuma clara de boa formação e duração.
Aroma delicioso com forte presença de maracujá, além do herbáceo caracteristico do lúpulo.
Sabor potente, bastante amargo. Aqui novamente se sente o maracujá, com um leve adocicado aparecendo especialmente no começo do gole. o Final é longo e amargo. Álcool muito bem inserido. O melhor dessa cerveja é que ela não amarra na boca, tornando a experiência bastante agradável.
Líquido âmbar, creme bege claro de ótima formação e duração, que deixa marcas no copo. Aroma cítrico e herbáceo, além de alguma fruta que, ao menos na minha percepção, não me lembrou tanto maracujá como muitos dizem aqui. No sabor, complexidades já eram esperadas. No primeiro gole, senti seu potente amargor encobrindo o conjunto. Nos demais, o malte começou a aparecer bem no toque, além do contínuo amargor e, também, um pouco do álcool. O amargor é tão forte que faz o conjunto parecer alguma bebida de ervas, e a mesma coisa senti no aftertaste, que achei delicioso. Para quem adora cervejas amargas, vale muito a experiência.
O aroma é diferente de qualquer cerveja que já bebi. Um aroma digamos, herbáceo, quase um cheiro da selva. No copo a cor é ambar e o creme bege de média duração, mas deixou marcas nas laterais do copo. O final do gole traz o amargor do lúpulo, mas nada super amargo.
Delícia!!! Extremamente Lupulada...
Aroma de maracujá é evidente...
O Sabor segue o aroma, sentindo o malte no fundo...
Cerveja Gourmet, com baixa drinkability, e com ótima sensação final.
Recomendo para quem gosta das Lupuladas como eu.
Cerveja ma-ra-vi-lho-sa!!
Coloração âmbar, com fina camada de espuma.
O aroma, na minha opinião, é o ponto forte! Muito maracujá!!... e um pouco de cítricos.
Na boca, o início é doce e o final é amargo na medida certa. Sente-se o maracujá novamente e o álcool é muito bem inserido!
Visitei a Colorado recentemente e o mestre-cervejeiro disse que já perguntaram se ele adicionava maracujá à receita. São as maravilhas do lúpulo!
A melhor cerveja brasileira, para mim. Maracujá extremo no aroma e gosto, presença forte do álcool (9,5%), porém muito bem "escondida" com a quantidade de lúpulos aromáticos presentes. Qual lúpulo é usado? Simcoe? Qual (is) outros? Cerveja de verdade, o resto é resto...