A Joinville Porter é uma cerveja especial, do estilo Robust Porter, de cor castanha escura e translucidez baixa. Seu aroma é de malte torrado, com notas de chocolate, que também aparecem no sabor, onde ainda há algum lúpulo e álcool perceptível na boca, com bom corpo. Por ser uma edição limitada, somente 8.000 litros da cerveja foram produzidos, o equivalente a 22.500 unidades, o que a torna ainda mais exclusiva.
Líquido negro, com espuma bege densa, volumosa e de média duração, deixando uma fina camada perene e marcas nas laterais da taça. No aroma e no sabor, nota-se malte torrado, chocolate, baunilha, lúpulo e fermento. Suave amargor. Há um ótimo equilíbrio entre os elementos, os quais também estão presentes de forma harmônica. Excelente conjunto, favorecendo a drinkability. É das melhores do estilo que já provei. Grande obra!
Degustada no lançamento realizado no Anhanguera em São Paulo.
Vou começar a descrever minhas impressões de trás pra frente.
O que mais me chamou a atenção é que não tem aquele acre comum de se encontrar, aquele torrado que da uma amarrada na boca e que pega na garganta. Foi uma cerveja muito aveludada, suave na boca, bastante sedosa. Muito agradável.
O sabor tem um balanço que beira a perfeição. Foi equilibrada, suave e ao mesmo tempo com os sabores muito presentes, bem identificados. Dá pra sentir o sabor do malte torrado, café e chocolate. O amargor que vêm e fica apenas o suficiente pra marcar presença e deixar a lembrança que nos faz querer o próximo gole logo. Não dura muito no after-taste, o que pra mim é o ideal, ja que não gosto de ficar com aquele torrado na garganta.
Aroma de torrado, um café leve e um bom chocolate. Nada agressivo, nem enjoativo, nem excessivo. Outro ponto pra ela!
Tomei varias taças, e confesso que tomaria várias outras. Ou seja, drinkability fantástico, uma cerveja fácil de beber, que deve conquistar facilmente o paladar dos brasileiros, pela sua simplicidade super equilibrada cheia de sabor.
Coloração preta aveludada e a espuma é maravilhosa: bege, densa, consistente e persistente.
No aroma e no sabor, um perfeito equilíbrio entre as notas doces dos maltes utilizados com um suave amargor de torrefação, mas nada agressivo. O aroma ainda presenteia com um suave floral do lúpulo Styrian Goldings.
No sabor, o lúpulo de amargor Galena é perceptível, mas fica em segundo plano. Assomam, ao contrário, percepções de chocolate e torrado, além de um leve café. A carbonatação é na medida e o final é longo e também remete ao café e ao caramelo.
Uma grande cerveja dentro do seu estilo, que impressiona também pela sua ótima drinkability.
Assim como aconteceu em relação à Dama do Lago, essa Joinville Porter foi uma raridade que consegui em uma troca com outro confrade do fórum do Brejas. Vale citar então que essa garrafa tinha validade estipulada para 08/2010 e, portanto, não estava fresca.
Bom, logo na aparência, ela apresenta uma coloração negra/preta e opaca, cor de Coca-Cola mesmo. Formou uma camada baixa de creme bege que se dissipou rapidamente, restando apenas uma película sobre a bebida. Ainda assim, esse creme aderiu com facilidade às paredes do copo.
Aroma potente, formando um buquê saboroso. Malte aparece fortemente mas não é tão desequilibrado, uma vez que o lúpulo floral ainda se mostra bem presente. Traz notas de torrefação, café, chocolate, alcaçuz, castanhas/nozes, mas também há a presença de citricidade e até um fraco frutado de passas, frutas secas e, quiçá, vinho. Complexidade interessante!
Seu paladar é harmonioso e não foge do que foi percebido no aroma. Muitas notas maltadas, principalmente de café/cereal torrado, contrabalanceadas por alguns ésteres doces e pelo lúpulo-base ao fundo (e suas pontadas de picância). Final do gole bem doce e sedoso. Retrogosto seco, prolongado e marcante, remetendo a café espresso, torrefação, madeira, chocolate, castanhas/avelãs, vinho. Seu corpo é médio, suavemente sedosa e oleosa; e sua carbonatação se mostrou muito baixa, decorrente, talvez, pelo tempo de guarda (lembrou um pint de Guinness). O álcool é discreto e muitíssimo bem inserido. Drinkability muito boa, pois é uma Porter fácil de beber e nada pesada.
Essa Joinville Porter se auto-intitula Robust Porter, e não sem merecimento. Possui um aroma espetacular; e seu paladar é bem robusto. Seu retrogosto é bastante saboroso e marcante e prova que esse rótulo tem ótimos diferenciais. Enfim, é uma cerveja bastante honesta e saborosa. Infelizmente, foi uma edição limitada que já se esgotou, caso contrário eu teria provado ela em mais ocasiões e com alguma harmonização. Mais uma vencedoria do concurso Mestre-Cervejeiro Eisenbahn que deixou saudade...
Cerveja decolaração negra com creme bege duradouro de media densidade com evidencia de macrobolhas na amostra.Aroma de malte torrado.Sabor de chocolate amargo e café espresso,com fraca carbonatação mas interessantemente aveludada para o estilo não sendo noraad nenhuma adstringencia.O retrogosto algo amargo poderia ser melhor assim como seu corpo com impressão final um pouco , e só um pouco aguada.
Apesar de inferior as inglesas uma otima opção nacional,mas não me parece tanto para ser campeã de concurso de mestre cervejeiro.Falta naminha um pouco de subjetivamente dizendo, um algo mais.
Coloração negra nem um pouco translucida, acompanhado de um creme bege de boa formação e média persistencia.
Seu aroma remete a chocolate que pode ser sentido assim que se abre a garrafa, mesmo antes de levar o copo a boca, també é possivel perceber um leve torrado um lupulo muito bom.
Na boca uma explosão de sabores, primeiro um chocolate docinho, passando a notas torradas e num segundo momento vem o amargor do lupulo muito sutil e bem inserido.
Carbonatação baixa.
É a segunda vez tomo essa cerveja, porém na primeira vez foi num ambiente totalmente informal o que impossibilitou perceber tudo que essa cerveja pode oferecer, é uma pena que é sazonal e feita uma unica vez, por isso possivelmente essa será a ultima vez que tomo, é uma pena, pois compraria mais com certeza.
Reavaliada hoje 05/08/2001 com um ano após o vencimento. A cerveja melhorou muito. Produziu espuma escura e belissima que continuou consistente e se mantendo bem, cor negra como a noite. O aroma recebeu toques fenólicos mais acentuados mas continuou com café e chocolate bem presentes além de um pouco de avelã. O sabor melhorou demais com um centro adocicado, maltes torrados e final amarguinho e fenólico. O retro gosto mais dos maltes torrados. Carbonatação baixa, corpo licoroso, percevi o álcool de leve, macia e muito saborosa. Boa drinkability. A guarda fez muito bem a ela.
Cerveja com data de validade em 06/2010 ou 08/2010, não deu pra ver direito no rótulo. Ontem antes de dormir, aquele friozinho, resolvi abrir esta Robust Porter para começar bem o mês de agosto. Ela é o significado do estilo. Coloração preta de tudo, não passa um fio de luz ali, espuma bege escura de boa duração. Aroma de malte torrado, café e senti um outro estranho, que não reconheci, era ou de fenol ou floral, bem bom, talvez a validade possa ter alterado um pouco, e por isso não consegui identificar, mas não ficou ruim, muito pelo contrário, se tornou um dos pontos fortes da breja. Ao atingir o palato, sente-se um amargor e malte torrado. O final é amargo e deixa uma sensação muito legal na boca. Boa drinkability. Não achei uma cerveja pesada. Excelente breja.
A Joinville Porter tem um líquido preto e opaco, sem nenhuma translucidez e precedido por um creme marrom-claro médio, mas persistente e que deixa um bom belgian lace no copo. Seu aroma é típico do estilo, com o malte torrado sobressaíndo, mas com algumas notas de café bem presentes e chocolate, caramelo e toffee em segundo plano. O lúpulo, nesse caso, é um coadjuvante bem inserido, dando um toque floral à mistura. Alguns ésteres frutados são notados mais para o final da degustação. Na boca, ela demonstra um dulçor mais proeminente, mas bem equilibrado com o amargor do lúpulo e a adstringência do torrado do malte. A Joinville Porter é uma cerveja encorpada, com uma textura grossa e aveludada, que deixa um retrogosto adocicado e duradouro na boca. Apesar disso, ela demonstra uma surpreendente drinkability, não sendo nada enjoativa.
Ótima cerveja, correta e perfeitamente dentro do estilo.
Mais uma grande cerveja nacional! Tem como primeiro destaque a garrafa muito bem elaborada! então, a coloração preta, com espuma, bege, densa, maravilhosa... no sabor, um suave amargor de torrefação, um leve café... Perfeita para o inverno e deve funcionar bem com grelhados e sobremesas!
Harmonizada, com o (clichê) Chocolate meio-amargo, mas, funcionou perfeitamente!
Linda coloração negra, com bonito creme bege-marron de baixa formação e que só deixa uma perene e fina camada por sobre o liquido. O Malte domina o aroma, com suas notas torrefatas, que traz deliciosas notas de Caramelo seguido de notas de Chocolate e algo torrado lembrando Café e um suave toque de Mel. O Lúpulo aqui é só um bom coadjuvante, como o Rob Schneider nos filmes do Adam Sandler! Eles traz notas cítricas de Laranjas em conservas talvez, deixando o aroma interessante e de personalidade.
Bom corpo (poderia ter um pouco mais para mim) e carboantação correta.
No paladar, que segue o aroma, o Malte dá as cartas. Agora com o Chocolate mais no front, junto com o Café que aparece mais no meio do gole trazendo um breve amargor e no final, algo lembrando Caramelo-Toffee, deixando uma gostosa e fina sensação adocicada, que é acompanhada (se é que pode-se dizer assim) por toques cítricos do Lúpulo, lembrando Laranjas. Quando tomava o gole depois de ter mordido o Chocolate, senti algo de Baunilha, Pêssego e talvez Coco, que eu adorei na real!! Retrogosto que poderia ser mais longo é verdade, tem a presença de Chocolate primeiro plano, para depois, aparecer o Café, que aparece mais aqui que o Chocolate e notas doces de Caramelo.
Belíssima Breja da Eisenbahn, como de costume, talvez faltando um pouco mais de intensidade no aroma e no sabor, mas, isso não afeta em nada sua qualidade ímpar, pois, ela tem uma boa personalidade e uma boa drinkability!
O Paulo Almeida, carinhosamente chamado de Paulo EAP, me "confidenciou" que nossas Joinville Porter, estão vencidas, mas, aqui não senti nada que pudesse ter sido interferido por esse vencimento!
Se tiver a chance experimente, mesmo depois da validade, não querendo ser rude, mas, morrer não vai!
A coloração chama atenção, bem preta, pitch-black mesmo, translucidez nula, completamente opaca. Baixa formação de espuma marrom, de curta persistência. Talvez a baixa formação e duração do creme, aliadas à falta de impacto que a breja causou, de um modo geral, se devam à sua data de validade, já bem perto da expiração, o que possivelmente contribuiu para prejudicar o desempenho da cerveja. Enfim, não tem mais como tomar outra mais fresca pra descobrir... Aroma agradável e nítido de chocolate, torrefação, toffee e café. O sabor segue o aroma, com entrada adocicada, seguida de leve amargor graças à torrefação não excessiva do malte, que confere final seco e de boa permanência a essa breja. Corpo médio, carbonatação idem. Fermento perceptível, tanto visualmente, no fundo do copo, com belo depósito, como no sabor, principalmente no final da taça. Boa drinkability em se tratando duma porter, não é pesada e não empapuça. Uma bela cerveja, mas pelo preço elevado esperava um pouco mais. Não chegou a decepcionar, claro, mas não foi aquela maravilha toda que eu imaginava.
Ótima cerveja. Espuma pequena, cremosa com bolhas, bege escura e duradoura. Transição entre boa e justa. Clara e calma. Coloração preta. Aroma bem agradável, com malte quase intenso, notas de chocolate, leves de cereais, palha, café, tostado, madeira e queimado. Lúpulo leve. Álcool balanceado. Sabor também agradável e rico, vestido do aroma, com azedo leve, amargor entre moderado e intenso. Carbonatação média, final amargo, meio seco e meio adstringente.
Vale experimentar, bem equilibrada, deliciosa, com predominância do malte e pouca presença do lúpulo, mas totalmente dentro do estilo, representando-o muito bem. Merecia a continuidade.
Cheers!
Surpreendeu esta Porter, talvez por algumas infundadas críticas amenas que recebeu no seu lançamento. Trata-se de uma representante mais que legítima do estilo, com bela coloração negra e aromas que remetem a chocolate, baunilha, café e maltes torrados, com algum lúpulo de fundo. Todos esses elementos aparecem novamente no sabor, porém com o amargor ganhando algum destaque no final. A textura aveludada e o bom corpo elevam em muito sua drinkability. Destaque também para o tratamento da água, que remete às duras águas britânicas originais do estilo. E tenho a impressão que melhorou com o tempo, o que a candidatou a guardar um exemplar no estoque ignorando a data de validade.
Uma das melhores dark ales nacionais, creio que tenha somente na Baden Stout uma "rival" à altura. Manter o nível desta cerveja será ao mesmo tempo uma honra e um grande desafio.