Falke Tripel Monasterium é uma cerveja Ale, estilo Belga de Abadia, refermentada na própria garrafa, que utiliza em sua receita malte de cevada, malte de trigo e aveia.
Apresenta aromas complexos, frutados, especialmente os cítricos, espuma consistente e cor alaranjada turva.
Graduação alcoólica de 9% vol., é envasada em garrafas de champagne reserva e arrolhada como os espumantes.
Obs.: As características de aroma e sabor são melhor percebidas em torno de 8 graus celsius.
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Falke Tripel Monasterium
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3.6 (5) | |
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3.8 (20) |
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Informações
| Cervejaria | Falke Bier |
| Estilo | Belgian Tripel ![]() |
| Álcool (%) | 9% ABV |
| Site | http://www.falkebier.com.br/ |
| Sazonal | Não é sazonal |
| Ativa: | SIM |
| Temperatura | 8-12 °C ![]() |
| Copo ideal | Tulipa • Taça |
| Onde comprar | Lojas e sites especializados |
Descrição Comercial
Avaliações do BREJAS
Avaliação média do BREJAS: 5 avaliações
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Coloração âmbar turva, com creme branco denso e persistente, deixando uma fina camada perene. Notas cítricas, com presença de laranja. Levemente amarga. Álcool presente, mas muito bem inserido. Conjunto suave.
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Avaliada por Daniel C.Setembro 04, 2008 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Trata-se da primeiríssima cerveja do estilo Belgian Tripel produzida no Brasil, sob a batuta do Marco Falcone, nosso grande amigo. O creme bege é consistente e persistente. No aroma, notas cítricas típicas do estilo. No paladar, forte sugestão de cascas de laranja. O final é seco. Ótima cerveja.
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Avaliada por Mauricio BeltramelliSetembro 16, 2008 Analista #1 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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2 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
Creme denso e de coloração bege, líquido turvo e sabor frutado. Final levemente seco e com presença de álcool que fecha bem. Ótima cerveja, uma das melhores, se não a melhor, do mercado brasileiro. Pode evoluir um pouco no aroma.Detalhes
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Avaliada por Ricardo SangionSetembro 22, 2008 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Avaliada por Guilherme ScalzilliOutubro 07, 2008 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Bela apresentação e aroma revelador. Bela garrafa com bonita cerveja ambar agradável e creme interessante. O aroma é destaque, frutado, cítrico. Num corpo complexo equilibra-se chegando malteada e cítrica mas revela-se suave apesar de leve sensação alcoólica. Final seco, agradável, num conjunto acertivo resultando numa cerveja diferenciada, sugestiva, oferecendo qualidade dentro do clássico estilo belga.
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Avaliada por Michel WagnerOutubro 06, 2009 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
Avaliações de usuários
Ver todas as avaliações de usuáriosAvaliação média dos usuários: 20 usuário(s)
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A prova de que mineiro sabe fazer muito mais do que ótimas cachaças. Essa especialíssima cerveja da Falke Bier me fez decidir trocar, daqui pra frente, o tradicional espumante do fim de ano por uma deliciosa cerveja do estilo Belgian Tripel. Apesar de não ter degustado no afã da virada do ano (preferi fazê-lo no conforto da pousada 2 dias depois), já elegi minha bebida para as próximas viradas de ano.
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Avaliada por Alex Rodrigues do NascimentoJaneiro 03, 2010 Analista Top 500 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Esta cerveja ja comeca bem pela garrafa e pelo rotulo com detalhes em dourado com muita classe.Coloração âmbar turva com espuma bege, densa e persistente. Carbonatacao alta. Aroma cítrico, malte e lupulos. Sabor levemente amargo, maltado e citrico com o alcool perceptivel, porem, muito bem equilibrado. Deixa um retrogosto muito bom, citrico e de lupulos e malte. Detalhes
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Avaliada por Guilherme BalbinDezembro 11, 2009 Analista Top 10 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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De coloração âmbar, turva. Espuma branca, densa, mas pouco persistente. Bom aroma composto de frutas cítricas, malte de cevada e caramelo. Sabor complexo, intercalando um amargor com o início e final levemente doces, trazendo notas de malte de cevada, trigo, cravo, cereais não-maltados e um frutado remetendo a guaraná. Corpo médio. Carbonatação alta. Álcool na medida.Uma deliciosa e leve Belgian Tripel, experimentem. Detalhes
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Avaliada por Bruno SicchieriDezembro 09, 2009 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Bela cerveja, bela garrafa, belo rótulo. Elogios justos a minha primeira Falke. Apesar de eu ser mineiro, aqui no Sul de Minas não temos acesso nenhum à Falke, Wäls ou qualquer outra mineira. Fica aqui o meu protesto: MINEIRAS PARA O SUL DE MINAS. Pois bem, coloração âmbar, creme tênue e persistente. Aroma frutado, sabor frutado e cítrico, não percebemos o álcool. Muito equilibrada com boa drinkability.
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Avaliada por Jean ChrisDezembro 07, 2009 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Coloração âmbar, creme bege claro com boa formação e média duração, liquido é levemente turvo. Aroma citrico. No paladar uma breja com notas citricas, laranja, limao. Tem um final amargo, e o alcool é presente mas bem inserido. uma bela breja nacional.
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Avaliada por Omar JuniorOutubro 25, 2009 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Que bela breja!!Otima apresentação, linda no copo; o creme é pequeno e persistente. Aroma citrico, conforme prometido, destaquei notas de limão e grama. Sabor muito bom, destacando-se, novamente, notas citricas, como limão e, desta vez, destaque para a laranja. Para melhorar uma bela sobremesa que harmonizou perfeitamente! Detalhes
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Avaliada por Alexandre AbrahaoSetembro 23, 2009 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Tripel brasileira bastante elegante, de perfil cítrico, seco e condimentado, no qual o forte efeito cítrico é harmonizado pelos toques condimentados do lúpulo e pela boa combinação de grãos. A apresentação começa bem pela garrafa de espumante de vidro verde: felizmente, o vidro verde não ocasionou sinais perceptíveis de oxidação pela luz, pelo menos não na garrafa que bebi. Em sua taça, mostrou cor alaranjada profunda e escura, com opacidade razoável, mas a espuma branca de bolhas grandes se foi rapidamente. No aroma, bela sinergia de ingredientes, que se unem para criar um bom efeito cítrico: notam-se as sementes de coentro com seu toque cítrico-apimentado, notas de tangerina (que parecem advir tanto das cascas de laranja quanto dos lúpulos) e pêssego. Os lúpulos trazem ainda um sólido condimentado com notas de ervas finas que equilibram o cítrico, e uma mínima nuance floral. Ainda notei, em segundo plano, notas suaves de tutti-frutti e um toque de DMS (milho verde) mínimo. Na boca, a mesma complexidade se repete e é bem balanceada pelas sensações do malte, que traz notas de mel e, no final, biscoito integral e um sabor que revela a combinação de grãos, acompanhado do condimentado do lúpulo. Belíssima complexidade; infelizmente, minha taça trouxe um residual metálico incômodo que prejudicou o conjunto. O paladar é equilibrado, mas predomina levemente um gostoso amargor seco que lhe dá boa refrescância. A entrada traz acidez e alguma doçura, o fundo da boca revela o sólido amargor, e a finalização abre uma doçura mediana do malte para depois deixar um amargor seco residual (até um pouco excessivo para mim). Na garrafa, notei um certo residual meio terroso que cortou sua refrescância, mas o chope não mostrou essa característica. O corpo é médio, intenso na medida para não prejudicar a refrescância, e o álcool é pouco perceptível para o alto teor. No conjunto, é uma tripel mais leve, com sensações cítricas constastando de forma correta e agradável com a secura condimentada dos lúpulos, com percepção de ervas, o que cria um conjunto elegante, sóbrio, equilibrado e refrescante. Lembra o perfil da Westmalle Tripel, mas puxa talvez um pouco mais para o cítrico e o malte. Na pressão, mostrou-se bastante condizente com a versão em garrafa, com um pouco mais de suavidade no final, de uma forma positiva. Detalhes
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Avaliada por Alexandre MarcussiSetembro 19, 2009 Analista Top 50 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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O que mais se destacou nesta breja foi o seu creme, denso, persistente. Como tem o ditado que se come com os olhos, podemos adaptar que bebemos com o os olhos, pois ficou linda no copo. Aroma frutado e sabor intenso dos maltes, tudo bem equilibrado, o acompanhamento foi com fundoe de queijo rockfort, um ótimo casamento.
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Avaliada por Casemiro MoraesSetembro 08, 2009 Analista Top 500 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Coloração âmbar, turva, espuma bege densa e persistente, sabor cítrico e maltado. Ótima cerveja tripel, especialmente por ser brasileira feita por pessoas tão especiais para a cultura cervejeira no país.Acompanhei o nascimento da Monasterium desde a compra das primeiras especiarias no Mercado Central de Belo Horizonte, e do fermento em Buenos Aires, até os envases das primeiras garrafas, ainda na máquina de arrolhar antiga. Tenho orgulho de dizer que arrolhei a primeira garrafa de Monasterium da história (e as outras 5 ou 6 subsequentes). É uma cerveja fantástica, com embalagem e acabamentos impecáveis. Tanto cuidado só poderia ter vindo da Família Falcone e do mestre Paulo Schiaveto. A data de degustação é aproximada do que me lembro de ter bebido pela última vez. Detalhes
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Avaliada por Joao BeckerAgosto 26, 2009 Analista Top 500 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |
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Minha primeira análise no Brejas:Visual: Não achei o creme muito consistente. Talves a temperatura não estivesse de acordo. A coloração é ambar, bastante turva. Aroma: citrico, com notas de banana (acredito que em função do trigo). Aroma doce. Sabor: Muito agradavél. É interessante provar uma tripel brasileira! Também acredito encontrar notas cítricas. Retrogosto: seco. Conjunto: Muito bom! A aparência do produto pode evoluir. Detalhes
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Avaliada por Rafael SilveiraAgosto 21, 2009 Analista Top 500 Ver todas avaliações desse usuário Denunciar esta avaliação |


























