Clara e turva. Creme delicado e duradouro. Tutti-fruti, banana e floral lupulado no aroma. Cítrica, suave até demais. O final acusa um dulçor característico (excesso de levedura?) que a deixa ligeiramente enjoativa. O conjunto ganharia com um pouco mais de personalidade.
Excelente representante do estilo, que não fica em nada a dever às alemãs de trigo.
O corpo é excelente, e o creme é denso e persistente.
No aroma e no sabor, um equilíbrio muito interessante entre as notas frutadas de banana e de cravo, além de um evidente fermento de pão.
Enfim, estão presentes todos os (deliciosos) elementos caracterizadores do estilo, além de um dulçor e de uma refrescância de causar espécie.
Não perca.
Degustada na Brasil Brau 2011. Coloração âmbar clara, turva, com ótima espuma, densa e de média duração. Presença de banana, tutti-frutti e um agradável frutado. Me pareceu haver um dulçor um pouco elevado, mas no geral ela se mostrou uma boa representante do estilo. Provada também na Brasil Brau 2009, ela havia levado nota 3,8 (7, 4, 15, 4, 8).
Como as outras cervejas dessa maravilhosa representante mineira, acertaram na fórmula! Percebe-se um lúpulo um pouco mais evidente que em outras boas cervejas de trigo, mas aqui ele não comprometeu e sim promoveu o sabor! Senti também um adocicado mais pronunciado aqui, não só associado aos típicos sabores de banana e cravo, mas alguma nota de rapadura ou algum outro componente bem adocicado adicionado à fórmula ou oriundo de uma fermentação diferenciada.
âmbar clara, turva com creme sedoso que permanece como uma fina camada .
Aromas repletos de personalidade trazendo frutas brancas, banana e cravo, puxando para baunilha.
Sabor adocicado trazendo banana, fermento, cravo e biscoito assado.
Sem dúvida alguma, uma das melhores Weizen nacionais!
Cerveja boa, dentro do estilo com os tipicos cravos e bananas no aroma. Corpo moderado a alto, com boa formacao de espumas. Nao apresenta inovacoes. O preco e razoavel.
Mais uma vez a Falke não decepciona, apresantando uma weiss que segue a regra o típico estilo alemão, com aroma frutado com referências de banana e maçã. No sabor, fermento, um final levemente seco com um retrogosto de cravo. Boa carbonatação e creme.
Já em uma de suas primeiras versões, a weiss da Falke ficou em segundo em um teste cego com 8 rótulos (4 alemães, 4 nacionais) avaliados por 13 desgustadores que eram homebrewers e especialistas. E naquele teste, que tem sua história contada aqui no Brejas, ficou muiot próxima da vencedora Paulaner.
É uma excelente weiss. Mesmo sem ser fã do estilo, eu bebo feliz a Falke ER Weiss. Dourada amarelado, turva, forma um belo creme. No aroma, para minha felicidade, prendominou a banana, o cravo ficando mais comportado. Corpo médio, dulçor que se nota, refrescante e equilibrada.
Na Versão ESTRADA REAL Weiss. Apresentou uma coloração dourada turva com espuma branca de boa duração. Aroma caracaterístico do fermento, com notas de pão biscoito, banana e pera. NA boca se apresentou adocicada, refrescante com uma carbonatação alta e levemente adstringente.
Aparência: Castanha e turva como uma Weizenbock, fugindo do estilo, o creme é branco e menor que a média de uma Weiss.
Aroma: o malte mostra cereais e o lúpulo é cítrico com grama, além também de banana passa.
Sabor: equilíbrio entre doce, azedo, ácido e amargo, acima da média de uma Weiss.
Tato: carbonatação borbulhante e final adstringente amargo leve.
Drinkability ótima.
Apezar da coloração ter fugido do estilo, o restante fica acima da média.
Dourada palha bastante turva, creme branco de ótima formação e duração. Weiss carregada de ésteres de banana, cravo inexistente, encorpada e muito doce. Não há amargor para equilibrar as sensações. No aroma o fermento também aparece. O final é doce, longo e persistente.