Coloração amarelo-clara bastante turva, espuma de pequena formação, mas persistindo por um bom tempo. O aroma é inusitado, com notas ácidas, frutadas cítricas e de abacaxi, algo azedo e cetônico. Sabor ácido, algo frutado, com malte discreto (pão) e fermento. O álcool é bastante aparente, deixando um picante intenso na língua. Final azedo, algo seco, com amargor discreto. Personalíssima.
Há que se entender as cervejas da Canoinhense são fabricadas de forma bem rústica e artesanal. A aparência agradou pela coloração cobre clara e turva, creme bem branco de pouca altura mas de boa consistência e média duração, restando uma camada perene sobre o líquido.
Nos aromas um leve toque de cereal e floral e uma acidez um tanto estranha.
Surpreendentemente nada de doce no início, porém muita acidez e amargor forte. O adocicado demorou um pouco mais apareceu, ficando este adocicado no retrogosto.
É uma cerveja de corpo médio, com pouca carbonatação, que apresentou uma alta picância na língua e uma acidez que incomodou um pouco.
Considerando toda a tradição da cervejaria e a sua forma de produção estou providenciando mais um kit para nova avaliação. É possível que, já que não tinha data de fabricação, essa cerveja já estava comprometida, mas vamos aguardar uma próxima.
Uma cerveja com muitissima personalidade, totalmente diferente do que encontramos por aí, chega a ser mística, dada as condições e história da fabrica. Aparencia amarelo claro, turva, excelente formação e duração do creme branco e delicado. Aroma de pão e fermentação, leve frutado e citrico. Sabor de malta, pão e citrico, combinando com um azedinho provavelmente proveniente dos barrís onde são fermentadas. Muito saborosa e diferente. Uma cerveja histórica.
Muito difícil achar características de cerveja na Jahu. aroma de massa de pão, limão suave e alcool totalmente evidente. Na boca o alcool, que é baixa, fica totalmente exposto em meio ao leve sabor de fermento, e um azedo suave. baixo drinkability.
A Cervejaria Canoinhense é um daqueles locais que vale a pena conhecer.
O galpão é um mix de fábrica de cerveja com uma biergarten de caçadores, tal a quantidade de animais empalhados e peles curtidas nas paredes.
O velho Lefla (como é conhecido Rupprechet Loeffler, mestre cervejeiro de mais de 90 anos) é uma daquelas figuras que parecem emergir diretamente de um romance de Thoman Mann ou de Charles Dickens.
O ambiente da cervejaria é algo fantástico, inusitado, encantador. Fica dificil analisar a cerveja com isenção.
A Jahu é fabricada com uma receita bastante artesanal, rustica mesmo.
Degustá-la nos remete às zonas rurais da Alemanha do século 19.
Coloração dourada turva com creme pouco denso e nada persistente.
Aroma com forte presença de levedo, bastante cru.
O sabor é levemente azedo, picante, com um que del adocicado.
Retrogosto picante, cítrico, azedo.
Carbonatação média com corpo leve mas baixa drinkability.
Fora da Cervejaria talvez a Jahu perca o encanto, mas na Canoinhense foi uma viagem.
Não sei o que falar dessa cerveja. É diferente de tudo. Parece algo que parou no tempo. Muito doce, álcool quase imperceptível, nada amarga. Para falar a verdade eu não gostei nada, não consegui terminar o copo. Não sei se eu não entendi a proposta, ou é realmente ruim. Mas vale a curiosidade. Optei por dar todas as notas medianas por não conseguir compara-la com mais nada.
A curiosidade pela Cervejaria Canoinhense me fez encomendar a Jahu e a Mocinha (que farei a degustação em breve).
Coloração amarela bem clara e turva, provavelmente não filtrada.
Espuma branca razoável e de boa duração, fica com uma camada perene até o final e com a parede do copo marcada.
Senti um aroma cítrico. No paladar o sabor adocicado prevalece, quase sem amargor.
Uma cerveja leve e muito agradável, com uma drinkability muito boa.