Receita Backer Blonde-Ale inspirada na tradição artesanal dos monges cervejeiros medievais, a Backer traz até você esta cerveja de alta fermentação dourada, que equilibra aromas de maltes especiais, lúpulos florais e condimentados e o frutado típico das leveduras belgas. Medieval. Solvtio Perfecta. A Medieval vem com um exclusivo lacre de cera na tampa que pode ser quebrado ou aberto com fogo, resgatando no presente o mesmo clima das tabernas da idade média. Para abrir, gire cuidadosamente a ponta do gargalo sobre uma chama, derretendo a cera e, antede de servir, limpe com um guardanapo de pano ou papel. As tampinhas são ilustradas com símbolos planetários dos alquimistas medievais para você colecionar.
Dourada escura, quase cobre, translúcido e bastante vibrante. Fez uma espuma alta e bonita, com duração média pra alta. Mostrou ter bastante carbonatação no visual, e um pequeno fragmento no fundo do copo, que não chega a ser crítico.
O aroma mais característico é do fermento, de certa forma picante. Acompanha um pouco de aroma frutado, de intensidade média.
O sabor puxa o fermento, mas também carimba uma evidência do álcool, que dá corpo à cerveja, e é mais percebido nos primeiros goles e depois logo se encaixa. Nota-se o malte com seu adocicado um tanto caramelizado, não de maneira evidente, e pra mim ficou uma lembrança de azeitona verde, principalmente no retrogosto.
Tem uma sensação na boca muito agradável, aveludada, a carbonatação ajuda a deixar a cerveja cremosa na boca, por ficar um pouco espumante.
O retrogosto é um misto de adocicado do malte e um toque de amargor.
Conclusão: uma cerveja marcante, tanto pelo conjunto da apresentação, com garrafa, rótulo e tampa bastante diferenciados, como pelo conjunto da cerveja, talvez a melhor da Backer até agora.
Espuma bonita, mas passageira. Cor de conhaque. Álcool presente no aroma. Final um pouco salgado, com algo de súlfura. Subjetividades à parte, mais gostosa que a Leffe, com a qual é muito parecida.
Na mesa do bar, o garçom se materializa carregando a bandeja. Nela, como numa oferenda, descortina-se a breja, sua taça ainda vazia e outro objeto que parece deslocado no contexto da ação: uma vela. Sem dizer palavra e ante os olhos atentos dos clientes da mesa, ele pousa a bandeja, acende a pequena vela, deixa cair duas gotas de cera branca e fixa-a no metal. Com pompa e circunstância, saca a cerveja e inclina a equena garrafa para então deixar sua tampa em contato com a chama. Ninguém desvia a atenção da cena quando gotas de cera vermelhas como sangue começam a se liquefazer e cair, rompendo o lacre da breja e descortinando sua tampinha contendo um símbolo alquímico.
É até possível abrir essa breja dispensando o ritual, simplesmente sacando o abridor e rompendo o lacre de cera, a frio. Mas, afinal, qual seria a graça?
Recém lançada pela Cervejaria Backer, artesanal mineira, a Medieval é uma breja no estilo belgian blond ale com a assinatura do festejado mestre-cervejeiro Paulo Schiaveto, que com a produção confirma-se como um craque na arte de fazer cerveja. Sua coloração é dourada translúcida, e o creme é denso e razoavelmente consistente e persistente, deixando marcas perenes nas laterais da taça.
O aroma muito frutado volatiza deliciosas notas de cravo, cascas de laranja, tutti-frutti, fermento, malte adocicado, grama, além de um discreto floral lupulado. No sabor, o doce do malte aparece mais evidente, incluindo também sensações frutadas, picantes e levemente cítricas. A carbonatação é na medida certa e o final é longo e doce, deixando ainda, no retrogosto, uma sensação levemente alcoólica que não se percebe na degustação propriamente dita.
E o ritual do rompimento do lacre de cera, o que influi na cerveja? No aroma e no sabor, coisa alguma. Mas é um prodígio de marketing quando é feito no bar lotado. Nas mesas contíguas à cena, as conversas são interrompidas e todos pregam os olhos na breja sendo aberta. Macumba, despacho? Não, é uma cerveja especial sendo servida. Tiro e queda: a freguesia desata a pedir a Medieval, só pra presenciar a cerimônia. E, claro, surpreender-se com os novos sabores da breja. Pra quem até então só estava engolindo cervejas “macro” quase congeladas, é um beer evangelismo e tanto.
Já para os degustadores familiarizados com as cervejas especiais e até mesmo para os colecionadores (são diversos modelos de tampinhas ilustradas com símbolos planetários medievais), a pantomima nem é necessária: A Backer Medieval é uma senhora breja.
Antes de tudo, que bela apresentação, com uma linda garrafa, rótulo e o charme da cera na tampa.
De cor dourada para âmbar, seu creme é bege e pequeno, mas com boa duração. Tem bom corpo, leve mas nada aguado. Tem final levemente seco e alcoólico.
Sabor inicial, e final, doce e amargo, bem equilibrados e com boa duração. No final, um interessante e levíssimo salgado. Tem duração média.
Aroma de malte caramelo e de melado (cana-de-açucar). Lúpulo floral e perfumado, com toque leve de grama e não tão leve de cítrico. Também tem chiclete. Bom esse levêdo, viu?!
Sua carbonatação é boa, e o álcool aparece na quantidade correta.
Uma deliciosa cerveja, muito parecida com a Leffe Blond. De olhos fechados, só perceberia a diferença porque a Leffe possui mais especiarias no gosto e no aroma.
Quero mais!!
Ótima cerveja da Backer. Bela apresentação (garrafa, rótulo, etc.) Coloração âmbar, com espuma bege de médio volume e duração, deixando uma fina camada perene e marcas nas laterais da taça. Evidente aroma frutado, prevalecendo laranja, sentindo-se também cravo, malte, um leve salgado, tutti-frutti e fermento. Aroma que se desprende bem. No sabor sente-se também o frutado, mas de uma forma não tão pronunciada quanto no aroma. Embora o álcool esteja presente, a sensação é agradável e refrescante. Leve amargor. Conjunto harmônico, bem equilibrado. Lembra demais as blond belgas.
Espuma na medida, cor ruiva incrível, aroma e sabor de frutas vermelhas, fundo cítrico em meio ao dolce do malte e um levíssimo retrogosto lupulado. Uma Belgian Blond fina, com o toque avinagrado e de chiclete que uma boa levedura belga deve dar ao conjunto.
E uma cerveja ja conhecida no mercado nacional e um sugestao interessante para quem esta começando a se interessar por cervejas especiais. Dourada acobreada, leve, doce caramelizado e frutado, com amargor muito leve. O preco nao e tao interessante, porem a garrafa tem um trabalho de marqueting notorio.
Não da para deixar de comentar da garrafa que é um show a parte, com sua tampa celada por cera. Liquido ambar, espuma bege com bolhas heterogêneas deixando pequenos laces na taça. No aroma lúpulo floral e cítrico, notas de mel,biscoito e frutas amarelas. No paladar ela se mostra uma cerveja muito equilibrada começando um pouco adocicada e terminando levemente alcoólica e amarga com retrogosto suave muito agradável. Tem boa drinkability e alta carbonatação. Sensacional não deixe de provar, por enquanto de longe a melhor cerveja da backer.
A garrafa é charmosa, com um belo rótulo e cera derretida na tampa (minha tampinha tem uma lua).
Coloração âmbar, com média formação de espuma, que de desfaz vagarosamente até ficar uma fina camada permanente no copo, além da formação abundante de lacing.
Sabor com malte de leve tostado, um dulçor lembrando banana, notas de casca de laranja, frutas secas e um leve picante. Final com um leve tostado.
É saborosa, no entanto podia ter um pouco mais de intensidade.
Corpo e carbonatação médios, álcool bem inserido, ótima drinkability. Uma breja caprichada que vale a pena.
Cerveja de coloração âmbar. Creme branco, denso, bolhas pequenas e alta duração, creme aveludado.
Aroma com lúpulo, especiarias, laranja e em segundo plano malte, o aroma é evidente bem agradável. Sabor delicado, com médio dulçor, picante, cítrico e leve amargor. Final doce. Retrogosto cítrico Corpo médio. Média carbonatação.
Excelente breja nacional, delicada, leve e muito elegante. Sua garrafa é muito bonita e a criatividade da cervejaria em colocar cera para selar a tampa da garrafa da um toque bastante especial.
Âmbar cristalina com pouquíssima espuma. Aroma frutado com mel e malte levemente tostado.
Sabor maltado, adocicado, condimentado com final amargo e alcoólico.
"Belga" com excelente custo beneficio.
Maravilha de mineira.
É uma cerveja avermelhada, clara. Espuma bege claro, densa, média duração. Aroma frutado. Sabor frutado. Ótimo retrogosto, boa carbonatação e muito refrescante. O seu rótulo é muito bonito, linda garrafa. Gostei.
Boa cerveja de coloração amarelo escura, quase âmbar. Boa formação de espuma de cor bege, que deixa um pequeno rastro nas laterais da taça até se resumir a uma fina camada perene sobre a cerveja. O aroma apresenta notas muito pronunciadas de fermento e pão e bem suaves de caramelo e mel. O paladar é semelhante ao aroma, bem adocicado no início e com retrogosto com suave amargor de curta duração. Possui boa drinkability com textura leve e sedosa, com o álcool bem inserido num conjunto harmonioso. Cerveja muito boa e um tanto surpeendente. Boa pedida!
Simplismente fantástica, a apresentação dispensa comentários, tem que seguir o ritual, afinal, esse é o grande charme. A breja em si é excelente, senti falta apenas de um bom creme, balanceada,equilibrada, frutada no aroma e sabor, final levemente amargo. corpo excelente e álcool bem inserido,muito boa!!