Cerveja tipo Kulmbach de alta fermentação produzida artesanalmente em Canoinhas - Santa Catarina. Fabricada sem resfriamento artificial. Graduação alcoólica inferior a 3,2. Qualidade garantida pelo mestre-cervejeiro Sr. Rupprecht Loeffler.
Presente do meu amigo Felipe e trazida diretamente de Canoinhas.
Líquido escuro mas que contra a luz aparece avermelhado escuro. Creme bege de média altura, com boa consistência, média duração mas que sobrou só um fiozinho.
O aroma é bem estranho. Percebe-se um café bem de leve mas tinha algo avinagrado.
Parece-me que o fermento dessa cerveja é bem peculiar pois já de início o sabor é bem amargo e um pouco avinagrado também. Não é tão fácil de degustar. Precisa ser bebida em pequenos goles. Na boca restou um forte amargor.
É uma cerveja única, de um corpo médio, com baixa carbonatação e que deixa uma sensação azeda. De alguma forma não é ruim mas diferente.
Ideal mesmo é tomá-la da fonte e ver se tem alguma diferença. Definitivamente é uma cerveja para tomar lentamente.
aparencia é boa cor escura boa formação de espuma sabor torado porem com retrogosto azedo
sabor diriamos "exotico" vale mais pela historia do que por sabor
Chego a conclusão de que o lote das cervejas canoinhense que vem sendo vendido pela Costi está estragado. É A TERCEIRA QUE ABRO, E ESTÁ TOTALMENTE INTRAGÁVEL. a garrafa não tem data de validade, e a tampinha está bem desgastada. chego a conclusão que o exemplar está comprometido, mas não tenho certeza. então vamos lá:
Negra, opaca, forma bela espuma bege escura, aroma torrado e azedo. na boca inicia seca, com bastante torrefação, e no retrogosato um azedo horrível, lembrando vómito. alcool bem evidente.
Apesar de bastante diferente,esta cerveja escura com um otimo creme com otima formação e duração alem do esperada para o estilo.Aroma lembra malte torrado sem maiores percepções.o sabor de malte torrado mas não defumado,com corpo bastante denso de dificil drinkability e com sensação de empaxamento, mas que sem duvida torna esta cerveja com uma personalidade unica,mas sem duvida dificil!Por sua personalidade vale apena experimentar,mas repetir a dose ...
Meu amigo confrade Rodrigo me falou dessa cerveja que ele ganhou de outro amigo. A cerveja foi apresentada para ele e para mim subsequentemente como algo realmente diferente e raro.
De fato é uma Breja muito interessante, de cor Preta e espuma Bege e persistente demais até! Muito dificil para se colocar ela no copo, haja paciencia pelo tanto de espuma que se forma.
Em termos de aroma ela é bastante sutil, com evidência nos maltes torrados e no meu parecer um leve aroma de chocolate. No sabor notas doces de chocolate e amargo de café, muito seca mesmo.
De fato não se percebe nada de alcool, mas poderia estar mais presente para talvés melhorar o equilibrio dessa breja.
A breja me lembrou as Rauchbier e/ou algo como uma Altbier, muito complexa e bem pesada para se tomar. Enche a barriga rapidamente o que prejudica a Drinkability, tem que se degustar devagar e com vontade.
Somente peca pela apresentação, usando a garrafa comum das Macros com o rótulo próprio e sem uma tampinha personalizada, alias venho uma toda manchada e feia. É muito diferente e vale a pena degustar lá.
Bizarra. Esta é a melhor descrição para esta pérola da Canoinhense. Se você não estiver com o espírito aberto antes de tentar esta aqui, melhor nem provar. Segundo o rótulo, o estilo da cerveja é Kulmbach, e a quase inexistência de referência ao estilo corresponde ao caráter único dessa cerveja.
De cor escura, quase negra, uma bela e cremosa espuma marrom, a Nó de Pinho é seca como poucas cervejas que já provei. O malte é perceptível, e no sabor vai de extremos doce e amargo que pegam de surpesa. É refrescante.
Não é uma cerveja para amar de cara, nem para qualquer um. Mas para degustar com calma e descobrir as nuances que tem. Muito interessante.