Caríssima para o que é, pelo menos no Bar Anhaguera em São Paulo. Coloração clara/turva, com uma espuma bem formada e bastante persistente, me lembrou muito as Weiss. Aroma com notas de fermento e malte adocicado. Bastatnte carboantada e sem nenhum amargor, sensação seca. Acho que dá pra melhorar, poie pelas notas dos amigos, algo já melhorou.
Bebi junto com meu irmão em casa. Após abrir e sentir seu bom aroma e uma cor pouco turvada, logo pensamos em se tratar de uma típica Weiss. Mas, no primeiro gole, algo não me agradou. A cerveja é fraca, sem gosto e, apesar de pouco turva, é sem cor - não dá para explicar. Suave demais e chega a ter um sabor estranho, que, para mim, foi desagradável. No entanto, seu aroma é delicioso. Cerveja estranha, eu confesso, principalmente depois de descobrir que ela é "premium".
Por outro lado, há de saber que essa é a primeira cria do grande Quintela, portanto, passa no teste. Com certeza haverá e espero melhoras no próximo lote.
Cerveja bem diferente - american lager turva?
Me lembrou a Hacker Pschorr, que é pilsen, mais ainda assim, é turva.
Não dei muita bola para a embalagem, assim que a despejei em um weizen, ela adquiriu uma coloração bege bastante claro porém, muito turva.
Continuei a degustação achando que era uma cerveja de trigo...
Seu aroma é bastante agradável - frutado e com presença de especiarias. Leve malte e toques lupulados.
O sabor é suave demais, mas ainda assim percebe-se que os ingredientes usados são de qualidade indescutível. Mas ainda falta corpo e mais harmonia.
Não identifiquei o retrogosto.
Convenhamos que se trata da primeira cria do Quintela e após nossas avaliações ele verá as qualidades e defeitos de sua cerveja e poderá refazê-la.
Boa sorte Quintela - aguardamos as próximas criações.
É uma cerveja bastante peculiar.
Vale a pena conhecer.