A cerveja da contradição inerente. Este peso pesado do mundo da cerveja é extremamente delicada, com uma aparência de ouro branco. O aroma frutado leve domina o confronto inicial; kiwi, lichia, maracujá prevalecem, com nuances de cereja e morango, além do toque do caramelo. Não se deixe enganar por esta cerveja. À medida que escorre pela sua garganta, como o lobo em pele de cordeiro, começa a crescer dentes. O final é agressivo e seco. A mordida vem com o amargor e permanece, não importando quão dura seja a doçura maltada do álcool que tenta domar esse animal feroz. Esta cerveja fresca é o tributo da cervejaria à clássica IPA de tempos passados. A virada pós-moderna é a adição de lúpulo frutado, numa explosão de frutas tropicias e final amargo.
Coloração alaranjada turva, com creme branco bastante denso e com média retenção.
No aroma... Bem... Um BOMBA de lúpulos cítricos, com fortes percepções de grapefruit, laranja, limão siciliano. Quase não há como entrever o leve biscoito lá atrás.
Na boca, além dos lúpulos (ou melhor dizendo, por causa destes), é muito adstringente e seca. O álcool aparece com certa força. A carbonatação é média/alta, e o corpo é bom.
Coloração amarela clara e turva, parecendo mais uma witbier do que uma IPA.
Espuma é média, branca e de longa duração.
O aroma é uma explosão de lúpulo, cítrico e com toques de maracujá
Sabor reforça as características do lúpulo e traz ainda um toque de malte levemente tostado, bem leve mesmo, sentido mais no final, como caramelo queimado. Ao longo da degustação o malte até que vai aparecendo mais, com um dulçor que se mostra no início de cada gole.
Mas o lúpulo é quem domina os sentidos. O malte desta breja é leve, então o corpo é bem suave e o malte não tem grande destaque, deixando espaço quase que exclusivo pro lúpulo mesmo. O amargor não é exagerado, não pega na garganta, mas aparece com muita intensidade.
Legal ver uma cerveja leve, tanto em álcool, corpo e malte, com uma pegada de lúpulo maior, nos seus 68 de IBU.
Uma ótima session beer, equilibrada, com final amargo e retrogosto que mantém lembrança do maracujá.
Gostei! boa opção para uma cerveja leve e bem lupulada, aquelas pra poder beber algumas sem empapuçar.
Não sei porque até agora ninguém clicou no botão Curtir, vou ser o primeiro :-)
De coloração âmbar (SRM ~7), translúcida. Espuma branca, densa e de excelente persistência. Maravilhoso aroma de lúpulo remetendo a flores, pessêgo e maracujá. No sabor, início e final amargos, trazendo notas de malte de cevada, maracujá e muito lúpulo. Álcool na medida. Carbonatação alta, criando uma boa sensação aveludada do líquido. Corpo leve.
Minha IPA preferida
Cor laranja, turva, espuma de boa formação e duração
Aroma Lúpulo, muito lúpulo, grapefruit e o tradicional maracujá da Brewdog.
Sabor maracujá e grapefruit que logo é dominado pelos lúpulos, trazendo um gostoso e refrescante amargor.
Sensacional
Sem dúvida essa é um peso pesado em pele de cordeiro. Foi o meu primeiro contato com uma brewgod e posso dizer, inesquecível. Ricamente frutada, com um cítrico que vai do maracujá ao lichia (não percebi o cereja mencionado na descrição comercial apesar de tê-la saboreado por 5/6x) sem deixar um gosto enjoativo das cervejas com toques doces. Coloração âmbar claro e carbonatação leve. Espuma fraca. Uma IPA de classe, de presença marcante e altamente recomendável.
Líquido laranja, turvo, com formação de um creme branco médio. O aroma traz lúpulo intenso, com predominância cítrica, principalmente, laranja e limão. Há sugestões de ervas e fermento também. Na boca, predomina o amargor, que é intenso em todas as etapas da degustação, chegando até o retrogosto. O início é adstringente, evoluíndo para um retrogosto seco. É uma boa IPA, com corpo que fica entre o médio e o leve.
Happy St. Patrick's Day!
Como não temos "pub" em São Luis, fizemos um dia especial com "achados" locais, como essa escocesa por menos de 6 reais!
Muito forte!
Mas é assim que gostamos!
A mistura do cítrico com o grão é interessantíssima!
Boa aparência e deliciosa experiência enquanto vai esquentando no copo... Melhorando pouco a pouco.
A boca seca pedindo mais!
Deliciosa IPA, que investe num perfil aromático fresco, num blend fantástico de lúpulos americanos e neo-zelandeses. Apresentou no copo, coloração dourada em tons alaranjados, com turbidez. Seu creme se formou razoavelmente bem, mas mostrou uma ótima duração, uma textura fofa e coloração marfim, que deixou marca nas laterais da taça.
Obviamente a BrewDog deixa em destaque os aromas frescos dos lúpulos de perfil mais cítrico-frutado. Lembranças vívidas de manga, grapefruit, laranja, abacaxi infestam o ambiente. Além disso um toque herbal de grama fresca, contrasta com um maltado leve que traz aromas de mel, caramelo e granolas (?). Há um sutil traço de esterificação lembrando banana.
Frutas tropicais e os aromas dos maltes trazem a doçura necessária para amaciar o paladar para um amargor intenso, digno de IPA americana, dando aquela sensação que amarra a boca, uma sensação de secura, que implora por um novo gole. O final é herbáceo e apimentado. Tem corpo leve e uma carbonatação razoável.
Quando se fala de alguns estilos americanos, acredito que os caras da BrewDog me agradam muito mais em suas execuções do que as cervejas americanas que aterrissam por aqui e até algumas outras que já provei. O lúpulo neo-zelandes, Nelson Sauvin, mostrou certa dominância (trazendo aroma que me lembra muito a manga), e entendo o porque de ser o lúpulo favorito da BrewDog.
Cerveja de coloração dourada. Creme de boa formação, denso e consistente. Notas fortes de lúpulo cítricos (explodindo sensações de maracujá), principalmente no aroma. Leve amargor, ótima drinkability. Ótima.