Esta imperial stout é fabricada com grandes quantidades de maltes especiais, jasmin e cranberries. Cheia de aroma, sabor e nuances, a Tokyo foi inspirada no jogo de tiro japonês Space Invaders, lançado nos anos 80. Após a fermentação, recebe mais uma dose de lúpulo a seco (dry-hopping), para depois envelhecer com chips de carvalho francês torrado por quatro semanas.
Presente da namorada, tomei com carinho especial.
É preta opaca com espuma bege, lindona.
O bouquet aromático surpreende, com baunilha, achocolatado, cranberry, xerez e álcool intenso.
Achei difícil avaliar o sabor, pois acho que a proposta sai dos limites do estilo. Considerando-se que a cerveja é sensacional no que se propõe: Rico frutado de frutas vermelhas, com xerez persistente e tostado. Amargor temperado, com forte álcool, lembrando a um whisky amadeirado.
Senti o corpo bem pesado, espuma áspera e picância intensa.
A Tokyo* é elegante, de uma riqueza devastadora, muito intensa! Mal dá pra tomar 1 garrafa sozinho, mas vale a pena!
Cerveja de coloração escura. Creme denso e altamente persistente (uma fina camada se manteve durante toda degustação). Notas de álcool, malte, lúpulo, madeira e chocolate. Adocicada e alcoólica (sente-se toda potência do álcool esquentando a garganta). Ótima cerveja, agradou bastante.
Impossível não se surpreender quando se trata de uma cerveja com 18,2% de teor alcoólico. Não bastasse isso, a “lenda” que cerca esta Russian Imperial Stout escocesa instiga ainda mais nossos sentidos. No balcão, o rótulo faz juz às belas cervejas feitas pela BrewDog, tomá-la num copo oficial da cervejaria é ainda melhor. Ao despejá-la na taça, a cor, a formação de espuma e o aroma fazem qualquer um suspirar (e salivar). O creme marrom ostenta bela formação e duração, ficando com um dedo de espessura até o último gole. O aroma salta do recipiente e confunde as sensações. Álcool, açúcar queimado, muito lúpulo, malte e especiarias. A pegada alcoólica aparece precisamente no sabor, esquentando a goela, acompanhada de chocolate amargo e notas de madeira. Ainda no palato, aparece algo salgado (assim como aconteceu na Paradox), embora menos perceptível. Ao final do gole, a potência alcoólica alcança o ápice de seus mais de 18% ABV, o calor na garganta aumenta e as notas tostadas assomam, fazendo tudo isso persistir por um longo tempo após o gole (o retrogosto é estritamente alcoólico). Uma bela experiência, sem dúvida!
Impressionante!!! Já tinha ouvido falar nessa cervejaria, mas essa breja realmente impressiona. O aroma já antecipa o que virá, uma breja que vale cada centavo!!! Começamos o seu buquet ao abrir a garrafa, aroma amadurado resultante do seu processo de fabricação,sentimos tbm frutas secas, uva, muiiito malte e café. O sabor é um festival, me senti como se estivesse no Wacken Open Air! Sentimos notas de torrefação,chocolate amargo, frutas vermelhas e um final adocicado, frutado e com a presença do álcool, mas com o 18 % nem parece chegar a tanto. Retrogosto inicialmente doce, que procede o álcool e que se finaliza pelo amargor do lúpulo. Corpo digno do estilo, bem como a cor, creme muito denso e persistente. Ótima e complexa!!!
Uma cerveja muito boa. Tomei recente com um amigo que comparou a um fermentado de jabuticaba e realmente parece. Tem notas de madeira licorosa, tostado e bem maltado. O amargor e moderado. E uma cerveja bastante assertiva com um preco irrealistico.
No copo, negra opaca com creme bege de longa duração. Um ótimo aroma, com muito malte torrado, um pouco de porto e um fundo de lúpulo perceptível.
Ao beber, muito intensa, licorosa e com presença forte de alcool (sentida até no nariz). Impressiona pelo equilíbrio, apesar de muito acóolica. Extremamente bem feita, uma das tops que já provei.
Coloração: Preta fosca, sem qualquer interferência de luz. A única comparação que consegui fazer foi com a líquido que vemos no esgoto. Aparentemente sem vida, denso, pesado, caudaloso.
Aroma: Uma mistura de licor com bourbon, uísque. Fortíssimo. Invade as narinas e provoca sensações de pura degustação, ao fechar os olhos e concentrar-se apenas no aroma.
Creme: Inexistente. Não há espuma e a carbonatação é ínfima, quase nula, mesmo colocando a cerveja lá do alto, distante da taça.
Paladar: Repete o aroma, com a mesma intensidade. Um licor forte, com notas de uísque, passando pelo café e baunilha. Álcool excepcionalmente bem inserido. De longe a cerveja mais equilibrada que já tomei da Brew dog. Também notei passas e ameixas.
Confesso que depois da Paradox eu esperava o pior possível da Tokyo, e foi exatamente o oposto. A cerveja é MUITO mais equilibrada, parece mais bem feita, uma paradox melhor acabada. Achava que tomaria uma cerveja alcóolica acéfala, sem nada a oferecer, e felizmente errei. Uma cerveja extrema espetacular, 8 ou 80. Em virtude do custo-benefício, é difícil tomá-la de novo, mas a experiência é única. Hail, Tokyo
Um licor de baunilha, cereja, chocolate e cafe. Um porto defumado nao seria, tambem ,uma ma definicao. Doce,uma das cervejas mais doces que experimentei, mas ha o dry-hopping para suavizar no aftertaste - e ele cumpre bem seu papel. A baixa carbonatacao aparece se tomarmos cuidado ao despejar no copo (melhor despeja-la com o copo inclinado).
Como a Samichlaus e' uma daquelas cervejas pegar ou largar. Para meu gosto ela se deu bem. Arriscaria dizer que esta entre as melhores cervejas que provei.
Depois de tomar a Paradox da Brewdog e já achar que ela tinha uma sensação de álcool bem forte, fiquei até com medo de abrir a Tokyo, que tem mais de 8% a mais. O pior de tudo é que a Brewdog conseguiu manter bem mais o equilíbrio do álcool nesta daqui do que na "caçula", mesmo o álcool sendo obviamente perceptível. A Tokyo é uma Imperial Stout aromatizada com jasmim e cranberries, e inspirada em um jogo japonês.
Possui uma coloração escura, quase preta, com nuances marrom claro e uma opacidade brutal. Seu creme tem coloração bege, quase marrom claro, com uma formação bem discreta e que pouco dura na taça, deixando o líquido completamente solitária.
No aroma traz uma forte complexidade, mesmo com os maltes torrados presentes, trazendo um toque de chocolate, caramelo e mel, deixa aparecer nitidamente o toque de jasmins inseridas na receita. Há um frutado considerável, tanto os produzidos por esteres, que me lembra frutas vermelhas como framboesa, cerejas fresca e talvez os malditos dos cranberries também adicionados na cerveja. O dry-hoppin' feito na cerveja confere um aroma levemente cítrico, de ervas doces e anis. Ao fundo um toque abaunilhado e amadeirado vindo da adição de chips de carvalho francês, e o álcool vem rasgando nas narinas. No geral, o aroma é exatamente o que anuncia o rótulo.
É o no primeiro gole que ela já começa a deixar a desejar. Mostra-se excessivamente doce, trazendo notas de caramelo, chocolate e um tom bem forte de remédio de mel e própolis, que acaba se prolongando ao longo de todo o gole. Os esteres frutados também são bem potentes, e me remetem a banana e frutas vermelhas. Uma pena que toda a complexidade da cerveja seja um pouco prejudicada pela potência alcoólica. A cerveja tem uma evolução doce-amargo muito peculiar, lembrando demais um tipico dulçor de remédio. Há também um amargor pouco potente, que não dá conta do maltado violento que domina a boca quase que o tempo todo, bem delicado com ervas e licor de café. As notas amadeiradas aparecem ao final, conferindo bastante secura a cerveja. Quando mais quente a cerveja mostra toques licorosos e frutados que lembram nitidamente um vinho do porto. O corpo é extremamente grosso e a carbonatação praticamente nula. Tem uma drinkabillity bem baixa. Demorei cerca de duas horas para beber metade da garrafa.
Assim como a Paradox, peca no desequilíbrio, tanto uma quanto a outra, trazendo o extremo do doce, amargo e álcool. Se conseguissem unir tudo isso com harmonia, seria uma baita de uma cerveja, de um dos meus estilos favoritos, diga-se de passagem. Como não é o caso, acho que não vale a pena pagar por quase 70 mangos numa long neck, como a Tokyo.
Cor negra, brilhante, sem translucidez.
Espuma cor bege de media densidade. Boa formação e média duração, após algum tempo permanece apenas uma fina camada que dura até o final.
Aroma de malte torrado, chocolate, caramelo, amadeirado (carvalho), alcool muito presente, aniz, mentolado, frutas escuras (ameixa,uva passa), melado e leve lúpulo. Boa complexidade.
No paladar malte torrado, chocolate, frutas escuras, carvalho, figo, melado e amargor presente. Final seco, forte e muito quente devido ao teor alcoólico. Textura licorosa.
Boa cerveja.Esperava apenas uma bomba alcoólica, mas ainda com todo o álcool é possível perceber a bela imperial stout que está por baixo. A maturação em carvalho também ajuda a suavizar um pouco o conjunto.