Ola Dubh (ou Óleo Negro) é a fantástica Old Engine Oil maturada em barris de whisky puro malte. Desenvolvida em colaboração entre a Harviestoun Brewery, a microcervejaria mais inovadora da Escócia, e Highland Park, um dos mais respeitados puro malte do mundo, Ola Dubh deleita os apreciadores de cervejas e whiskys. Com um aceno de estilo às clássicas Imperial Porters (e Stouts) do século XIX, é a primeira cerveja maturada em barris de carvalho pertencentes a uma destilaria renomada, com rastreabilidade dos barris e garrafas numeradas. É a única com procedência genuína.
Coloracão preta, muito preta, com creme bege de boa formação e média persistência. No aroma, notas de whisky, café, chocolate, madeira. O paladar segue o aroma, denso, com forte presença de maltes torrados, café e whisky. Um espetáculo de cerveja! E pensar que essa é "apenas" a "12"... Não vejo a hora de degustar as outras!
Marrom escura, bastante opaca, com creme fino, mas denso e persistente.
Aromas de malte torrado trazendo, cacau, café e madeira. Presença de leve H2S.
Sabor de malte! Vem café, chocolate amargo, madeira e alcatrão. Tendo um final longo e quente.
Realmente deliciosa, mal posso esperar pelas outras!!!
Tinha grandes expectativas para essa breja e elas foram atendidas! Esperava um pouco mais de whisky nela, mas isso não fez diferença. Tem uma cor negra extrema (na falta de melhor palavra) com uma espuma persistente e complexa (microbolhas). No aroma, um leve H2S e muito cacau. No sabor, cacau predominante com notas de chocolate e um final com um bucado de café. O corpo, perfeito! Vale a pena!
Líquido escuro com formação de um creme bege de média consistência e duração. No aroma, predominam o uísque, resultado da maturação em barris utilizados originalmente para envelhecer o Highland Park por 12 anos, e o malte. No sabor, além dos toques do aroma, se apresentam o chocolate, o café, o carvalho e o malte torrado. Apesar do 8% ABV, o álcool está extremamente bem inserido. O retrogosto é maltado, com fundo alcoólico. Na minha opinião, um conjunto bastante complexo que dá um toque de excelência a esta ale.
Comprada no supermercado Zaffari que tem tentado com muito sucesso (junto com o Mambo) expandir o leque de cervejas especiais vendidas em prateleiras de supermercados, oque a medio prazo tem o potencial de baixar o preço destas cervejas.
No copo formou pouco espuma de boa duraçao que deixa uma fina nevoa bege cobrindo o liquido preto opaco com aspecto denso.
O aroma é uma delicia com notas amadeiradas e marcantemete maltadas e achocolatadas.
O sabor é extremamente equilibrado, o liquido passa a impressao de ser realmente mais licoroso na boca, mais uma vez o maltado esta la, as notas amadeiradas também, juntamente com chocolate a no sabor senti também café e maltes torrados.
O final dela é bem redondo, uma excelente cerveja!!!
Na taça apresentou uma coloração preta opaca espuma bege bem formada de media boa duração e baixa carbonatação. No aroma notas de turfa, wisky, mate tostado, madeira, café, chocolate e bunilha. Na boca o tostado e o adocicado fazem uma festa, porem o residual puxa mais para o tostado e o seco. Bem encorpada com uma textura bastante viscosa e um alcool bem inserido. ÓTIMA brejas, da familia jah tomei a 40 a 18 e a 12, faltam a 16 e a 30.
Aparência negra, praticamente opaca (não passa praticamente nada de luz), creme bege, denso, baixa persistência, enfim natural para o estilo. No aroma uma mistura de um leve amadeirado, uísque e malte torrado. O sabor reflete o aroma, forte mas equilibrado, não agressivo. Acompanha bem um chocolate meio amargo com elevado índice de cacau. Interessantíssima!
Degustação "vertical" dos produtos Harviestoun com as seguintes harmonizações propostas: queijo grana padano, chocolate amargo, ameixas, damascos e tamaras.
Vale dizer que o damasco não mostrou-se uma boa combinação para nenhuma das cervejas degustadas.
Harmonização Ola Dubh 12: o queijo começou a ficar inconveniente e não mostrou-se uma pedida, já que seu retrogosto se confundia com o turfado da cerveja e resultando em algo desagradável. O chocolate também perdeu propriedade, já que a cerveja perdeu as notas achocolatadas e o amargor da cerveja está camuflado. As tamaras começaram a destacar-se, mostrando-se a melhor combinação com esta cerveja, visto que ainda apresenta um quê adocicado e pouco complexidade. As ameixas apresentam sabor muito forte e marcante, encobrindo e não harmonizaram com a cerveja.
Aparência: preto opaco, nenhum feixe de luz atravessa esse piche. Creme bege-escuro de médio volume e duração.
Aroma: ganhou notas licoras, um quê de amadeirado. Chocolate e toffee são bem notáveis. O alcool agora está bem inserido, tendo em vista o ganho de complexidade e a presença da madeira.
Sabor: mudou pouco em relação a Old engine. Ganhou um pouco mais de presença alcoolica (ainda muito agradável) e um pouco de madeira, não muita coisa. O chocolate e café (este rarefeito) ainda estão presentes. Tambem nota-se algo de malte de whisky, bem sutil. O amargor final faz sua presença tão querida.
Sensação: excelente, viscosa como tem de ser. Carbonatação na medida e suave picancia alcoolica.
Conjunto: claro que ganhou complexidade, porém o preço não faz valer a melhoria. Com o preço compro duas Olds, o que me parece muito mais vantagem.