Aged in selected oak casks, formerly used to mature Highland Park's beautifully balanced 16 Year Old Single Malt Whisky. Appearance: Opaque dark brown-to-black with a head like whipped hot chocolate. Aroma: Savoury. Comforting malt notes combine with hints of peat and truffle. Palate: Tempting balance of fruit-sweetness, south American chocolate and complex bitter hop background. wild mushroom earthiness. Finish: Smooth with a rounded and well-structured interplay of savoury and coastal notes.
Aroma com predominância de toque químico, meio esmalte.
Sabor lembra cinzas, algo como couro e tabaco. Nao senti nada do barril de whisky.
O final é puxado pro amargo. Deixa um retrogosto mais adocicado na boca. Corpo médio.
Não foi uma cerveja que me agradou por completo, foi pouco equilibrada e não trouxe nenhuma característica que impressionou.
Líquido preto, opaco, com formação de um pequeno creme bege. Aroma complexo, contendo caramelo, café, toffe, tostado, queimado, pinho, pimenta, carne, madeira, tabaco, baunilha e manteiga, mas que fica um pouco prejudicado pelo uísque em excesso. O corpo é médio, com textura licorosa, álcool presente e carbonatação média. Aquece bastante a garganta e, na minha opinião, não é tão complexa quanto as outras Ola Dubh (foi degustada em uma sessão na qual todas foram colocadas a prova, portanto a comparação é inevitável). Entretanto, não deixa de ser uma excelente cerveja que vale a pena degustar.
Coloração bem negra com formação de espuma bege de curta duração. A aroma de uísque, café tostado e frutas negras/secas. Sabor de uísque, madeira, café, tostado e baunilha. Carbonatação média/baixa e o corpo lembra muito pouco a sensação de beber um uísque em relação ao álcool.
Pontos negativos dessa cerveja em relação ao aroma é devido a forte presença do uísque que acabou disfarçando os outros aromas deixando-os bem fracos e longe. No sabor não achei que o álcool ficou bem inserido. Mesmo com esses pontos negativos não torna uma cerveja ruim e que não mereça ser apreciada.
Degustada a 10,3 graus de temperatura.
Essa old ale escocesa não se mostrou muito balanceada. Talvez seja este exemplar.
Sua coloração é negra opaca e seu creme bege tem pouca formação e duração.
Seu aroma apresenta torrefação seca que lembra carvão. O sabor acompanha o
aroma dominando o paladar com notas condimentadas. Não pude identificar as
notas provenientes da maturação em barris de whisky. Corpo médio e carbonatação
baixa. Um conjunto que não mostrou muito equilíbrio para o estilo, talvez
tenha sido mesmo problema apenas nesta garrafa.
Destaque: Degustada nas ilustres presenças dos confrades Sangion e Marcussi.
Aparência: preto opaco, nenhum feixe de luz atravessa esse piche. Creme bege-escuro de médio volume e duração.
Aroma: o whisky começou a mostrar suas garras. Ganhou mais notas licoras. Chocolate praticamente desapareceu. Também sente-se aqui algo de turfado.
Sabor: ganhou complexidade, começou a surgir a presença de frutas negras e turfa. Alcool sutil de inicio ao fim. Final seco e extremamente turfado alem do amargor mediano.
Sensação: excelente, viscosa como tem de ser. Carbonatação na medida e suave picancia alcoolica. A turfa no retrogosto deixa uma sensação harmonioza e seca.
Conjunto: melhorou bastantese comparada a 12, principalmente em complexidade e presença de whisky/turfa. Ainda não vi vantagens que justifiquem o preço.
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Degustação "vertical" dos produtos Harviestoun com as seguintes harmonizações propostas: queijo grana padano, chocolate amargo, ameixas, damascos e tamaras.
Vale dizer que o damasco não mostrou-se uma boa combinação para nenhuma das cervejas degustadas.
Harmonização Ola Dubh 16: o queijo foi uma pessima combinação, pois a cerveja ainda tem pouca presença de whisky e não condiz com os aromas/sabores da cerveja. Chocolate perdeu totalmente o equilibrio. As tamaras combinaram perfeitamente, não sei se pelo seu dulçor frutado extremo ou pelo seu aroma/sabor sutil, mas limpava o paladar e deixando um retrogosto muito bacana. As ameixas começaram a se mostrar, apesar de ainda apresentarem aroma forte demais.
Mais um exemplar da linha de old ales escuras produzidas pela Harviestoun e maturadas em barris de uísque usados pela Highland Park. Neste caso, a cerveja maturou em barris de uísque 16 anos, fazendo com que o perfil seco e torrado da cerveja-base (uma receita extrapolada a partir da Old Engine Oil) convivesse com algumas características de oxidação e uísque, não tão marcantes quanto em outros exemplares que já degustei, porém. No copo, mostrou uma cor preta brilhante, com reflexos avermelhados, e uma espuma de bom desempenho. O aroma mostra certo equilíbrio entre o achocolatado do malte torrado e as características de madeira: uma nota oxidativa de couro e um defumado de uísque. O lúpulo aromático é perceptível e traz aquele apimentado inglês típico. Existe ainda um certo frutado remetendo a ameixas secas. Contudo, foi notado (não apenas por mim) um certo toque químico que prejudicou o aroma, lembrando esmalte ou nozes (possivelmente acetaldeído) - aliás, a mesma coisa que eu já peguei em uma Ola Dub 18 em outra ocasião, sugerindo que talvez seja um problema recorrente. Na boca, o torrado se torna mais forte e dominante, com chocolate e notas queimadas e de cinzas predominando mais sobre os outros elementos. No paladar, predomina o amargor, não apenas de lúpulo como também de torrado, com doçura mediana de segundo plano que se destaca brevemente após engolir e depois é novamente encoberta pelo amargor seco, com retrogosto bem torrado. A carbonatação suave ressalta a ótima sensação do corpo, bem denso e com uma agadável textura acetinada.
Esta é a terceita Ola Dub que eu degusto, e foi a que exibiu mais proximidade com aquele perfil seco e torrado da Old Engine Oil, com características mais suaves de madeira, frutas e oxidação do que em outros rótulos da série. Leve-se em conta que o toque químico (acetaldeído?) a prejudicou, talvez tenha encoberto um pouco de sua complexidade. No meu ponto de vista, isso a tornou um pouco mais simples, talvez menos interessante, mas deverá agradar a quem já gosta da pegada torrada da Old Engine Oil e quer apenas uns toques que a complementem.
Cerveja muito complexa e saborosa. No aroma, malte torrado, pouca sensãção de alcool, notas de ameixa seca e baunilha. No corpo lembra wisk, picante pelo alcool. Pouco amargor do tostado que some logo, dando um ótimo drinkabilit
Surpresa encontrada com meu amigo Rogério, essa Old Ale 16 possui aroma acentuado de café, lúpulo, passas e malte torrado. Formou pouco creme, sabor iodado leve de uísque, como as outras Ola. Carbonatação média, álcool bem inserido, cor negra também com as demais. Um bom achado, conjunto final muito bom.