Yeti Imperial Stout is an onslaught of the senses. It starts with big, roasty malt flavor that gives way to rich caramel and toffee notes. YETI gets its bold hop character from an enormous quantity of American hops. It weighs in at a hefty 75 IBUs. 9.5% ABV
Senhora Imperial Stout ! Cerveja de peso que expressa sua força em baita aparência e aroma marcante delicioso que sugere malte tostado com notas de café, chocolate e lúpulo presente. Desce encorpada, aveludada e complexa sem extragar sua drincabilidade vem forte e audaciosa. Deixa no paladar também o tostado com café achocolatado resolvendo-se num final de amargor interessante.
Maravilhosa representante das absolutamente deliciosas Imperial Stout americanas (as quais, desconfio, são as melhores do mundo em seu estilo). "Yeti" é o nome do popular e mítico Pé-Grande.
De colocarção preta como a noite, ostenta creme marrom denso e consistente.
Sua complexidade é acachapante. No aroma, um delicioso mix de malte torrado, café, chocolate e muito, mas muito lúpulo.
Esse lúpulo herbal assoma também no sabor. Tem força, mas entra magicamente em perfeita harmonia com os elementos caracterizadores do estilo stout (doce do malte, maltes torrados, café e chocolate).
O resultado é memorável, de instituir feriado.
Meu Deus! O que é isso? Cerveja impactante, fantástica. Coloração negra, espuma marrom cremosa, volumosa e de média duração. Super encorpada. Complexa. Completa. Aroma e sabor excelentes. Amarga, tostada, altamente lupulada. Café. Ímpar. Sem palavras...
Cerveja negra, de creme castanho, semidenso e de pouca persistência. O aroma apresenta nuances de chocolate, malte torrado, baunilha e lúpulo. No sabor, senti notas de café, malte torrado, chocolate e lúpulo bem leve ao final do gole. Uma cerveja encorpada e efervescente. Ímpar, deliciosa. Mais uma Russian Imperial Stout americana que me impressionou e MUITO. Valeu cada centavo !
Uma das mais clássicas e na minha opinião uma das melhores Russian Imperial Stout do mundo. A Yeti em sua versão "virgem", é uma das melhores da linha da Great Divide, com vigor aromático vindo de todos os elementos e ao mesmo tempo, todos se encaixando perfeitamente.
Quando vertida na taça, apresentou coloração negra, completamente opaca. Acima do líquido negro, um creme espesso, de cor marrom escura, bem formado e duradouro, perdura por um bom tempo, fazendo rendas nas laterais.
Aromas de leveduras e malte se combinam perfeitamente trazendo aromas de licor de ameixas, além da profundidade de aromas achocolatados, de nozes e um sutil café ao fundo. A rusticidade do lúpulo vem um pouco mais ao fundo, mas bem perceptível, dominando os aromas herbais, aos cítricos.
O destaque para o paladar é o bom equilíbrio entre a doçura residual dos maltes e o potente torrado que segue, trazendo uma marcante adstringência, ressaltada ainda pela pesada lupulagem no plano de fundo. Tem um perfil bem seco ao final, e amargor que perdura por um bom tempo. Com tamanha carga de maltes, o corpo é obviamente licoroso, denso, além de acompanhar uma carbonatação mediana.
Claro que sou muito suspeito pra falar de um dos estilos que está entre os que mais gosto, se não o meu preferido. A a Great Divide faz uma das melhores Imperial Stout que já tive a chance de provar, fazendo frente inclusive a lendária Dark Lord, ao meu ver. Degustada junto a outras 3 versões da Yeti, ficou atrás apenas da versão Espresso Oak Aged, na minha opinião.
Essa imperial stout americana é corretíssima e agrada aos fãs do estilo como eu.
Sua cor é negra opaca e seu creme bege tem pouca formação e duração.
Aroma torrado intenso com café e lúpulo herbal em segundo plano.
Seu sabor seco traz as características do aroma com álcool pouco percebido.
Final amargo e seco. Encorpada com textura cremosa e baixa carbonatação.
Um conjunto balanceado e bem dentro do estilo sem a complexidade das RIS
envelhecidas em barris. Excelente imperial stout. Altamente recomendada!
Destaque: Degustada nas ilustres presenças dos confrades Burin, Balbin e Cancegliero.
Ao abrir a garrafa uma surpresa: aroma de tostado, lúpulo herbal e toffe já se despreendem começando a invadir o ambiente!
A invasão termina ao derramá-la no copo. Um licor! Mesmo quando derramando, líquido extremamente negro, opaco, viscoso.
Espuma negra vem se formando aos poucos, borbulhando. É bem consistente e cremosa para uma Imperial Stout.
O aroma no copo depreende-se também o álcool e floral. O toffee no aroma é maravilhosamente forte.
Corpo é muito alto. O tostado e os 75 IBUs pegam desde o início e em par de igualdade! Pancada no paladar! Sente-se também no início da degustação, amaciando o tostado e o amargor, forte toffee, chocolate amargo e caramelo. Ao mesmo tempo que é intensa, apresenta um líquido "macio", sedoso, viscoso, nada agressivo.
Na metade/final permanece o gosto de chocolate amargo, lembrando mousse de chocolate, mas o amargor toma conta, mostrando que 75 IBU fazem a diferença! Forte tostado também permanece durante toda a degustação, tão forte quanto o amargor.
O retrogosto extremamente amargo, principalmente nas laterais da língua, e tostado fica no final do céu da boca, mantendo também notas de chocolate e café. Carbonatação é baixa.
Para ter idéia do tamanho do corpo e das sensações, os 9,5 ABV só são notados com muito esforço.
Tudo é muito extremo, mas equilibrado, agradável e bem inserido, merecendo nota máxima na sensação. A única crítica seria um leve excesso no tostado/café p/ o meu paladar.
Ainda assim, pelo que recordo, é possivelmente a melhor cerveja já provada por mim. Parabéns à Great Divide.
Um rótulo simples de papel, para provar que nem sempre os melhores perfumes estão nos frascos mais pomposos.
Totalmente negra, seguindo o estilo. Espuma marrom de média formação e baixa duração, mas formando lacing no copo. A impressão é de uma espuma de milkshake de chocolate.
O aroma é intenso. Café e chocolate dominantes, deixando um pequeno espaço ao lúpulo. Também há um leve cítrico, mais presente no início.
Sabor marcante, com malte torrado, café, chocolate amargo, notas frutadas ao fundo. Aqui, o lúpulo faz melhor seu papel. 75 IBUs degustados com muito prazer. Final seco, levemente adstringente e com amargo duradouro. Um bom corpo, com textura cremosa, além da carbonatação baixa e álcool bem inserido, conferem uma drinkability interessante.
Depois de conhecer o estilo com a Flying Dog Gonzo, virei suspeito pra falar de stout, principalmente as imperial. Mas essa breja é um espetáculo, recomendadíssima.
O rotulo é bem legal com um pequeno Yeti caminhando entre as letras, nao vou nem comentar após a excelente explicaçao do confrade Paulo Zanello.
No copo a aparencia é bem negra e opaca com uma pequena espuma bege de pouca formaçao.
O aroma tem lupulo (muito) e um pouco de açucar.
Quando dei o primeiro gole ela estava mais gelada do que deveria e a consistencia dela era tanto que parecia ser mastigavel, na boca o lupulo toma conta do inicio ao fim e confere um aspecto seco e amargo.
Sou daqueles que acham que o momento faz a cerveja, ja tive a oportunidade de tomar algumas Imperial Stouts, na minha memoria eu achei a Ithaca um pouco melhor, preciso revisitar novamente a Yeti para ter uma conclusao melhor (ca entre nós nao seria nenhum esforço), achei uma boa cerveja mas nao sensacional como apontado pela maioria dos confrades.
Pra quem nao sabe Yeti e' uma mitologica criatura tambem conhecida como o "Abominanevel Homem das Neves", originario dos Himalaias (Nepal e Tibet). Toda a historia comecou com as primeiras expedicoes para mapear o Monte Everest em 1921, quando o explorador e alpinista Charles Howard-Bury relatou em seu livro que encontrou rastros de um grande lobo-cinzento que na neve fresca formava duplas pegadas que remetiam a um grande homem descalco, o qual batizaram de metoh-kangmi (metoh = homem-urso e Kang-mi = homem das neves).
Ja a cerveja Yeti, e' uma Imperial Stout extremamente famosa e premiada nos EUA e no mundo.
Tirei essa garrafa de 600 ml da geladeira mais ou menos 2 horas antes de toma-la. A temperatura ambiente aqui estava em uns 15 graus (ideal para uma cerveja como esta).
Coloracao totalmente negra e opaca. O colarinho e' extremamente abundante e persistente e tem cor marrom escura e um pouco avermelhada (me lembrou a terra-roxa de Ribeirao Preto!). Uma beleza de apresentacao. Nota maxima.
Aroma intenso de malte torrado, chocolate, frutas de inverno (principalmente cerejas, ameixas e morangos) e um pouco de alcool.
Sabor tambem bem potente de malte escuro, chocolate meio amargo e toffee. O final tem um certo frutado/azedo/herbal que eu acredito que seja dos lupulos americanos . O aftertaste e' maltado com leve amargor que nao dura muito.
Provavelmente o ponto mais impressionante dessa cerveja e' a sua extrema cremosidade. Sem brincadeira, fiquei com a impressao de estar tomando um milkshake. Deixa uma oleosidade persistente entre a lingua e o ceu da boca. Um dos melhores mouthfeels que eu ja senti.
Corpo mediano apesar do tanto de malte. Realmente a leveza impressiona em uma cerveja deste estilo. A carbonatacao e' mediana. O alcool e' totalmente escondido.
No geral eu diria que essa cerveja e' quase uma obra prima. Gostei do final frutado dos lupulos, o que separa a Yeti da maioria das outras cervejas do mesmo estilo. Faltou um pouco mais de complexidade pois ela e' muito dominada pelo chocolate meio-amargo.
So' me resta procurar a Oak Aged Yeti agora!
Preta, densa e cremosa como a harviestoun old engine oil. a espuma se forma muito bem, bege escura e bem cremosa. no aroma malte torrado e muito lúpulo herbal. na boca ela tem uma torrefação extramente forte que junto com o forte hewrbal do lúpulo deixam ela beeeem amarga. delícia, mas esperava mais complexidade. alcool levemente perceptível.
Nigérrima, com creme bege muito cremoso na pressão. Café, café e café mais lúpulo no aroma. E o sabor? Que sabor... minha primeira Russian Imperial Stout, amarga, café, torrado, lúpulo, amarga, café, torrado, lúpulo,amarga, café, torrado, lúpulo,amarga, café, torrado, lúpulo. Excelente cerveja que deixa um ótimo retrogosto amargo.