A Amstel Pulse é uma cerveja pilsen holandesa de sabor leve e refrescante que tem como origem o processo de micro-filtragem. A embalagem, de vidro transparente, foi premiada internacionalmente no renomado Festival de Cannes por apresentar design único e inovador.
Garrafa bonita. Espuma duradoura, com líquido claro e translúcido. A contaminação fotoquímica ("gambá" ou "skunk"), muito característica das cervejas holandesas e devida às garrafas transparentes, domina o aroma e deixa a cerveja com um amargor e uma adstringência que pode não agradar aos desavisados. Eu não gosto. E de fato é muito cara para o que oferece.
A visão universalista sobre cervejas diz que deve-se avaliar uma breja pela sua proposta. E a proposta dessa brejinha é a de ser refrescante e, em função da sua linda embalagem, direcionada ao público jovem. E nisso, goste-se ou não, ela dá um show. E com vantagens sobre as demais lagers do mesmo gênero!
A coloração é amarela-palha brilhante, e o creme é medianamente consistente. Já no aroma, ela começa a surpreender, com presença suave mas marcante do cereal e algum herbáceo lupulado -- bem diferente do aroma desagradável de milho cozido da maioria das brejas standard.
O sabor acompanha o aroma, tanto na suavidade quanto nas leves percepções. Mas o importante, aqui, é deixar-se levar pela leveza e refrescância da breja. Num dia quente, sirva-a bem gelada (3 graus é a sugestão, não menos, não mais), dispa-se de preconceitos e aproveite essa premium lager honesta.
Numa avaliação absolutamente imparcial (até porque gosto da Amstel tradicional), posso dizer que essa é a típica cerveja "bonitinha, mas ordinária".
A apresentação é digna de nota: a garrafa é muito bonita e moderna. No entanto, é uma pena que, por dentro, essa cerveja não tenha tido o mesmo capricho...
A coloração do líquido é dourada, com espuma fugaz. A carbonatação é alta, justificando a proposta de refrescar. O aroma é bem suave, com notas agradáveis de lúpulo e com o malte em segundo plano. As virtudes param por aí.
O sabor, por sua vez, é muito fraco. É quase inexistente, fazendo com que ela pareça "aguada" demais. Ela chega a possuir menos corpo que as "pilsen" comerciais nacionais, se é que isso é possível... O amargor é zero.
Na boa, para tomar essa cerveja insípida e, pior, pagando mais caro, prefiro ficar com diversas opções nacionais ou importadas muito mais honestas. Se imaginarmos que essa cerveja é do mesmo estilo da Heineken, só que duas vezes e meia mais cara, podemos ver seu péssimo custo-benefício. Ainda no mesmo estilo, o mercado nacional (macro) apresenta pelo menos uma meia-dúzia de opções "refrescantes", mas com gosto de cerveja. Brahma Extra, Kaiser Gold e Bavaria Premium são alguns rápidos exemplos.
Entendo que "refrescar" apenas por "refrescar" não é proposta. Ao contrário, chega a ser inadmissível. De cervejas ruins o mercado já está cheio.
Ao meu ver - e obviamente respeitando opiniões em contrário -, essa Amstel Pulse é uma decepção, um engodo. Trata-se de puro marketing, e nada mais.
Dourada clara e transparente, já dá par ver mesmo sem abrí-la, pela linda garrafa transparente. Alta carbonatação aparente e uma espuma branca de média formação e duração.
Ao serví-la, o aroma é mais lupulado que as semelhantes brasileiras.
Levada a boca, é também mais amarga e tem um toque salgado.
Bem equilibrada entre o dulçor do malte e o amargor do lúpulo, a cerveja é bem refrescante e não traz aquele conhecido sabor e aroma de milho, tão comum nas lagers brasileiras. Motivo: essa aqui é uma puro malte, o que ajuda muito.
De corpo leve, o final é bastante equilibrado, hora mais amargo, hora mais doce, e o retrogosto é curto e pouco perceptível, como pede o estilo.
Uma cerveja bacana pra substituir as lagers comerciais em dias quentes e oferecer aos amigos algo diferente, bem estilo lagers européias.
Coloração dourada clara.
Pouca formação de espuma, branca, volátil, de curta duração.
Média carbonatação.
No aroma malte e apenas um toque de lúpulo.
Sabor maltado, suave abiscoitado e leve frutado.
Textura aguada e suavemente granulosa.
Premium muito interessante, bem melhor que as nacionais.
Uma das primeiras importadas que eu degustei, e como tinha pouco conhecimento na época, achava ela top, rs. É uma puro malte, mas é uma prova que nem toda puro malte é uma ótima cerveja, apesar de não podermos esperar muito do estilo, o custo x benefício dela é ruim. Aroma e sabor fracos e leves demais, ainda possui um sabor metálico, parecendo vir de uma breja de lata, mesmo sendo de garrafa. Não voltarei a bebê-la.
Garrafa bonita com uma tampinha prática; líquido dourado clarinho com creme branco de média densidade e boa formação, com duraçào razoável, e um desprendimento intenso de bolhas. No aroma, senti mais malte que lúpulo, gostoso porém fraquinho. Na boca, a proposta é clara de leveza e refrescância. O que achei bacana foi sentir um certo amargor - bem equilibrado com o malte- por todo o gole. Final bem leve e ainda equilibrado entre lúpulo e malte. A carbonatação do visual, entretanto, não se traduziu na boca, e a leveza também revelou uma sensação metálica. Boa para refrescar.
Não sou tão fã dessa cerveja que muita gente adora. Acho ela levemente melhor que a média. Boa? Sim. Não tem os defeitos das lascs, mas também não apresenta nada que me faça querer repeti-la. Básica.
Coloração amarelo brilhante bem cristalina. Média formação de espuma com baixa persistência. Aroma muito discreto, pouco perceptível, de cereal e lúpulo. Na boca, predomina a doçura do malte com a presença de um leve amargor no fim. Cerveja bem refrescante!
Embalagem Show, espuma mais consistente que as pilsens nacionais,as de rápida duração, percebe-se isso no creme que fica nas bordas do copo.
Quanto ao sabor, percebe-se leve amargor do lúpulo, gosto de malte quase imperceptível.
Vai na linha das nossas nacionais campeãs e venda.